sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sandálias da Melissa estão inspirando coleções de grifes internacionais




O legado da marca Melissa está sendo revisitado por marcas internacionais nesta temporada verão no Hemisfério Norte. Sapatos de plástico fazem parte das coleções de marcas como Givenchy, Chloé, Yves Saint Laurent, Tory Burch, Sigerson Morrison e Lacoste.



"Acho que a Melissa contribuiu para quebrar tabus sobre calçados de plástico. É muito interessante ver como o mundo da moda está agora adotando algo que fazemos há 30 anos", declarou Eduardo Jordão de Magalhães, diretor de marketing da Melissa ao jornal The New York Times, que dedicou matéria aos calçados de plástico, dando grande destaque à empresa brasileira.

Além dos preços mais baratos do que calçados das grifes, o que também tem atraído os consumidores é o apelo sustentável já que o impacto da produção dos calçados é menor do que os feitos de couro. E alguns ainda podem ser reciclados, como é o caso da Melissa que produz 30% dos calçados com PVC reciclado.


Fonte:http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI3931829-EI1119,00-Sandalia+de+plastico+brasileira+inspira+grifes+famosas.html

Semanas de moda brasileiras para o inverno 2010 já têm datas



Enquanto a temporada de desfiles internacional nem terminou ainda - a Semana de Moda de Nova York e Londres acontecem em setembro e a de Paris, em outubro - por aqui, já estão definidas as datas dos eventos para lançamento das coleções inverno 2010.

A 16ª edição do Fashion Rio ocorre de 8 a 13 de janeiro de 2010, no Píer Mauá, zona portuária da cidade do Rio de Janeiro. Já o São Paulo Fashion Week, que chega à sua 28ª edição, ocorrerá de 17 a 22 de janeiro do próximo ano, na Bienal do Ibirapuera, na cidade de São Paulo.


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Twitter supera a marca de 51 milhões de visitantes



Julho foi um mês movimentado para o Twitter em termos de notícias e eventos. O microblog mudou o desenho de sua página, adotou a palavra "tweet", lançou o Twitter 101 e teve um grande problema com documentos internos, que foram parar na mão de hackers. E tudo isso aconteceu em uma metade do mês.Devido às atividades, um índice significativo: o Twitter atingiu, de acordo com a empresa comScore, 51.6 milhões de visitantes únicos ao redor do mundo, no final do mês. A rede social adicionou 7.1 visitantes únicos de junho para julho.


O crescimento continuou com um aumento de 16% nas visitas em junho. Os visitantes do Twitter cresceram 19% de maio a junho e 16% de abril a maio. Mas a maior taxa de crescimento mundial aconteceu em março, quando o site cresceu 95%, de 9.8 milhões para 19.1 milhões de visitas, segundo a comScore. O mês de junho foi mantido pelos protestos contra as eleições do Irã.O Twitter viu um ligeiro aumento nos Estados Unidos, em junho eram 20 milhões de visitantes e cresceu para 21.2 milhões, representando 41% do tráfego. Visitas internacionais, agora, representam 59% do tráfego e aumentou 55% em junho.



A comScore avalia que o Twitter é o 47º maior site do mundo. Em junho ele era o 52º e agora passou a BBC e a Craigslist.Essas estimativas contam somente o tráfego do Twitter.com. É importante notar que como a maioria dos usuários do Twitter não vão ao website e usam os apps para consumir e publicar tweets, a audiência total do Twitter pode ser ainda maior. Mas ele, claramente, continua crescendo.



As informações são do site Techcrunch.

CONSUMO AUTORAL: AS GERAÇOES COMO EMPRESAS CRIATIVAS - O livro que não dá para não ter...



SINOPSE

Estudo produzido pelo pioneiro e renomado instituto de pesquisa de tendências e consultoria estratégica, Future Concept Lab, de Milão. O consumidor é ator e autor de suas próprias escolhas de consumo. A idéia central é que o consumidor de hoje é uma espécie de empresa criativa e cada vez mais o mercado deverá estar preparado para confrontar-se com ele. O Consumo Autoral é na realidade um neologismo e se propõe a falar do consumidor atual em duas dimensões: a de autor (tendo voz ativa nas suas escolhas de consumo) e a de ator (recusando a banalidade do consumo em favor de uma experiência ativa). “Este consumidor é a figura do futuro”, afirma Francesco Morace. 

Ele não é apenas um consumidor passivo que se adequa às ofertas mas é um protagonista em termos criativos. Nesta perspectiva fica cada vez mais difícil distinguir entre aquilo que nós consumimos e aquilo que nós mesmos produzimos”, diz. Nos dez capítulos que compõe o livro, são analisados dez grupos geracionais distintos que encarnam esta nova condição do consumidor. “Estes grupos geracionais são analisados através de seus valores, modo de pensar, comportamento e vida cotidiana”, explica Francesco Morace, sociólogo, jornalista, escritor e presidente do Future Concept Lab. Na seqüência, há um parte dedicada a exemplos práticos de como estas gerações vivem seu próprio cotidiano partindo de duas áreas, que segundo pesquisas do FCL, serão importantes no futuro: o turismo e a domesticidade.

DADOS DO PRODUTO
TÍTULO: CONSUMO AUTORAL: AS GERAÇOES COMO EMPRESAS CRIATIVASTÍTULO ORIGINAL: CONSUM-AUTORI: LE GENERAZIONI COME IMPRESE CREATIVEISBN: 9788560166213IDIOMA: Português.ENCADERNAÇÃO: Brochura Formato: 16 x 23 136 págs. ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2008ANO EDIÇÃO: 2009

AUTOR: Francesco Morace

Gringas e charmosas







SANDÁLIAS MATT BERNSON

Seu celular toca. Sua melhor amiga está do outro lado da linha. De tão ansiosa, mal cumprimenta:- Você está sabendo da novidade sobre as sandálias do designer nova-iorquino Matt Bernson? Ela mal deixa você responder - e emenda:- Elas finalmente serão lançadas hoje, na Danae, no Rio Design Leblon.


Você tenta mais uma vez balbuciar algo. Ela interrompe:- Eu sei que usar rasteirinhas nesse clima incerto de frio-calor-frio-calor parece loucura, mas essas são um caso à parte. Adorei os modelos Flash, Barracuda, Ampari e Swain... São da série "lindos e confortáveis". Aliás, sabe aquela minha gladiadora verde metálico que você adora? Você tenta responder mais uma vez e...- É Matt Berson!

Ele virou xodó entre celebs como Gisele Bündchen, Sarah Jessica Parker e Jennifer Aniston. E o detalhe bacana é que o próprio Matt estará aqui no Rio para o lançamento. Quero ir lá, vamos? Posso passar aí para lhe pegar...Enfim, você consegue uma brecha:- Você me mataria se eu disser que já estou aqui na Danae?


Os sapatos do momento!











Os sapatos na vitrine da loja Oscar de la Renta na Madison Avenue estao seguindo a tendencia dos metalicos. Mesmo os modelos classicos como o scarpin preto possui detalhes metalicos. (prata e dourado - tendencia de varios invernos). A botinha preta, o sapato dourado com faixas pretas e a bota com tachas sao os mais modernos da vitrine e vao estar nas ruas logo, logo...
As botas branca e pretas da Chanel sao cobertas de pelos - vamos ver se esta tendencia chega nas ruas...

In his Madison Avenue boutique windows Oscar de la Renta shows some classic shoes with a trend twist like the gold/metalic detail on the black heels. The gold with black stripes and the ankle boot version are perfect to wear with little dresses for a night in town. The boots follows the same metalic trend.
The Chanel boots are covered with some sort of hair in white and in black - let's see if that will go to the streets.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Os vestidos e sapatos que mudaram o mundo








Existem listas de todos os tipos. Quando o assunto é cultura, são mais abundantes- os melhores filmes do século, as músicas mais tocadas nas rádios, os livros mais comprados do mês e por aí vai. Pois agora surge mais uma nova lista fashion: o Desing Museum, de Londres, se uniu à editora Conran Octopus para lançar uma série sobre os 50 vestidos, sapatos, carros e cadeiras mais significativos dos últimos anos. A ideia é reunir cada assunto em um livro e mostrar produções que tiveram maior impacto no design britânico atual, explicando a importância de cada item selecionado e de seus criadores.
No Fifty dresses that changed the world (Os cinquenta vestidos que mudaram o mundo), as peças icônicas como o New look, da Dior (1947), e o Mondrian, de Yves Saint Laurent (1965), estão misturados a vestidos usados por celebridades dentro e fora das telas, como o esvoaçante frente única branco de Marilyn Monroe, em O pecado mora ao lado, o pretinho Givenchy imortalizado por Audrey Hepburn, em Bonequinha de luxo - que, aliás, é a capa da publicação -, e ainda o vestido de noiva usado por Lady Di em seu casamento com príncipe Charles e o longo de Julia Roberts no Oscar de 2001.Levando-se em consideração que a exposição temporária mais visitada na história do museu foi a retrospectiva de Manolo Blahnik, realizada em 2003, o livro sobre os 50 sapatos que mudaram o mundo deve também se tornar um sucesso. Tem as plataformas Mock-Croc de Vivienne Westwood, aquelas que derrubaram a top Naomi Campbell na passarela em 1993, o primeiro All Star, de 1917, e até os recentes Crocs. Os livros serão lançados em outubro, mas não serão vendidos no Brasil. Quem quiser já pode comprar na pré-venda do site americano Amazon (U$ 13,60, cerca de R$ 25 sem as taxas de transporte e importação) ou pelo portal da própria editora, o octopusbooks.co.uk, mas só a partir de 05.10 (£12.99, cerca de R$ 39 sem as taxas).

O vestidinho que vai virar mania no verão 2010














Em 2007, quem queria estar moderna tinha (ah mas tinha!) que ter um vestido tipo camiseta. Na época, a peça apareceu com tanta frequência que Gloria Kalil apelidou-a de vestido-mônica. A forma lembrava o modelito vermelho que a Mônica, personagem famosa da HQ brasileira, usa desde sempre.Em 2009, o vestido anuncia que não vai mais se vestir de t-shirt. Menos relax, mais romântico: ele adotou forma acinturada, com corpete ajustado e saia curta tipo tulipa. É tão gracioso que poderia ser chamado – por falta de nome melhor – de vestidinho 2010.

O vestidinho 2010Agora que foram apresentados, vocês vão se cruzar o tempo todo por aí, o Chic garante. Uma rápida passada de olhos nas vitrines e nos catálogos de moda do verão 2010 resulta em número alto: algo como nove entre dez marcas apostaram no modelo, que tem tudo a ver com a atual mania de cocktail dresses, os vestidos curtos que desbancaram os longos e mídis nas festas formais.

Mas ele também é feito para ser usado de dia, sob coberturas amplas, como o paletó do namorado e o cardigã longo, ou curtas, como jaqueta e colete jeans. Com cinto, fica superbacana. Nos pés, vão bem as sandálias pesadas e os sapatos masculinos (é que o escarpim e a sapatilha são respostas muito caretas para essa modelagem).
Alto lá com a fofura. Este vestidinho é tão cheio de "inhos" que pode deixá-la com cara de pré-adolescente. Repare bem como o desenho da roupa mistura a inocência da saia tulipa com a sensualidade do comprimento curto e do corpete justo (na maioria das vezes, tomara-que-caia). Se isso acontecer, melhor deixar essa moda de lado e lançar mão de outras tendências: tem o nude, o fluo, o cropped, o drapeado...

As cuecas que podem prever o futuro financeiro



O que cuecas e a crise econômica têm em comum? Segundo o ex-presidente do Fed, Alan Greenspan, muito. O economista americano tem uma teoria: em tempos bicudos, a primeira coisa que o homem deixa de comprar é underwear – o raciocínio segue uma lógica (masculina) bem peculiar: como a cueca é algo que ninguém vê, não haveria necessidade de comprar uma nova. Se Greenspan estiver certo, não é estranho pensar o oposto - ou seja, que a economia vai bem quando as vendas de cuecas aumentam. E não é que, nos Estados Unidos, houve mesmo um crescimento de consumo de roupa íntima masculina de 4,7% durante o primeiro semestre deste ano?Os números positivos já empolgam alguns empresários e fazem com que muita gente acredite no fim da recessão. “Roupas íntimas são uma necessidade, não é uma coisa que se pode ficar muito tempo sem comprar. Portanto, quando as pessoas voltam a consumir, são os primeiros itens que os homens compram”, disse Michael Kleinmann, presidente da Freshpair.com, um site de vendas de underwear, para o WWD.

Futuro: como serão os profissionais?


Profissionais mais ágeis e adaptáveis às mudanças se destacam e garantem posição no mercado.
O mundo corporativo enfrenta um ritmo cada vez mais intenso de mudanças – isso já não é novidade para ninguém e, todos nós, de uma forma ou de outra, já fomos protagonistas ou coadjuvantes deste momento.
Agora, como estar preparado para não ser “atropelado” por este ritmo frenético é que fará a diferença para o profissional do futuro (ou seria do presente?). Atualmente, os tempos verbais perderam a importância. Presente confunde-se com o futuro e, se queremos nos manter no mercado, temos que vivenciar também o amanhã. Estudos mostram que a quantidade de novas tecnologias tem dobrado a cada dois anos. Isso significa trabalhar planejando, organizando e traçando o futuro da sua carreira.
Diante desse cenário, é natural que haja mudança nos perfis, uma vez que o ‘profissional do futuro’ precisa trazer resultados esperados em um mercado cada vez mais imprevisível. É imprescindível a busca constante pela atualização, educação continuada e o autoconhecimento - saber suas habilidades, competências, pontos fortes - para maximizar suas potencialidades e, desta forma, trazer os resultados condizentes com a empresa. Podemos destacar algumas competências:

- Leitura de contexto e tendências;
- Priorizar os desafios;
- Saber gerir mudanças;
- Ter flexibilidade para enfrentar novos desafios;
- Trabalhar em equipe.

Além disso, a capacidade de relacionamento também é valorizada em ambientes multiculturais e de muita pressão. É por isso que muitas vezes uma experiência no exterior pode valorizar um profissional, pois ele esteve exposto a diferentes culturas e padrões de comportamento. Cultivar, constantemente, a inteligência emocional é fundamental, pois alia a capacidade de se motivar e persistir diante de frustrações, procurando conhecer e lidar com as próprias emoções.

Quando se trata de uma transição de carreira é fundamental realizar o levantamento das atividades desenvolvidas e resultados alcançados para valorizar as próprias competências, capacidades e habilidades adquiridas. Com o resultado desse levantamento, o profissional prepara-se e se posiciona corretamente no mercado, apresentando-se mais maduro e adaptável aos novos desafios, pois tem gerência sobre as suas competências, sabendo assim explorar as características pessoais e profissionais que lhe trarão mais exposição e eficiência.

Uma competência valorizada é o autodesenvolvimento: o profissional que alia suas ações de desenvolvimento às demandas da organização e ao mercado tem maiores chances de obter sucesso em sua carreira. É papel de cada profissional buscar aquisição e consolidação de conhecimentos, além de manter-se capacitado para assumir novos desafios.

É fundamental exercitar a capacidade analítica e o raciocínio lógico e estratégico para conseguir acompanhar as mudanças que ocorrem no mercado e dentro da organização; ler o contexto organizacional e do mercado, traçar cenários e se predispor a agir focado nos resultados com foco na superação constante.

Para finalizar, a administração pós-crise se completa com a solicitação de feedback constante para o aprimoramento das competências requeridas. Assim você se capacita a entregar resultados superiores.

Por Karin Parodi (diretora da Career Center, consultoria especializada em gestão estratégica de Recursos Humanos e Outplacement)
Fonte: HSM Online24/08/2009

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