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sexta-feira, 22 de março de 2013

Osklen, esse óculos não é da Fendi? E as clutches parecem com as da...

 
Osklen S/S 14
 Fendi S/S 13


A Osklen já foi melhor no quesito "inspiração internacional". Primeiro foi aquele flerte de amor com a Givenchy, fiz até um post na época - Osklen, essa estampa não é assim meio Givenchy? - Para o verão 2014 a inspiração maior vem da Fendi. Oskar Metsavat e cia até alteraram um pouco, mas o modelo da Fendi não é nada comum, muito menos fácil de copiar. 
  Stella McCartney x Osklen

E as clutches também são tão parecidas com as da  Stella McCartney, só que mais feia....

E viva a Xerox Fashion Week!! 

Fábio Monnerat

Imagens de reprodução

sábado, 16 de junho de 2012

Über-Green: Brasil pode liderar o “novo luxo” na moda

 
Nada de brilhos suntuosos, texturas plásticas ou superfícies metálicas. O novo conceito fashion, defendido por Oskar Metsavath, diretor da grife Osklen, deve ser um produto sofisticado sim, mas de origem sustentável.

A ideia foi debatida na Bienal de São Paulo, durante apresentação do projeto ‘Traces’, fruto da cooperação ítalo-brasileiro que rastreou a pegada de carbono e os impactos sócios ambientais de seis artigos produzidos pela marca. O encontro, realizado na Sala 3, antes do início dos desfiles da São Paulo Fashion Week, contou com as presenças do ministro italiano Corrado Clini, do Meio Ambiente Terra e Mar (IMELS) e da coordenadora Martina Hauser; Mario Garnero, presidente do Fórum das Américas, Rafael Cervone, diretor do Programa TexBrasil, da Abit e Paulo Borges, diretor criativo do SPFW, mediador do evento.
Embora de muletas, devido a um acidente sofrido recentemente, Oskar Metsavaht, que também é presidente do Instituto-e, estava muito entusiasmado com a possibilidade de expandir o projeto, do qual é pioneiro no Brasil. “Não temos que ficar competindo com produtos baratos da Ásia, ou com a moda iconográfica dos Estados Unidos ou da Europa, que deixou de ser elegante para ser esnobe. Hoje, o novo luxo é a inovação aliada à produção sustentável. É a inclusão social em sinergia com criatividade e design. É possível fazer algo bonito, sofisticado e de valor sem agredir a natureza. O Brasil tem tudo para ser protagonista deste novo luxo”, defendeu o empresário e ativista ambiental.
O Instituto-e é uma associação privada civil sem fins lucrativos, criada e sediada no Rio de Janeiro, voltada para a promoção da vocação do Brasil como “país do desenvolvimento sustentável”. Visa sensibilizar a sociedade e dar visibilidade a temas, projetos e parceiros envolvidos com o desenvolvimento social, ambiental, cultural e econômico. A entidade atua também nas esferas da educação e da promoção social.
Parceria ecológica
Não menos animado, o ministro italiano disse que “países irmãos como Brasil e Itália” podem criar juntos um novo mercado de produtos que despertem o desejo do consumo consciente. “Eu acredito que o projeto Traces será o primeiro passo, o primeiro bloco de um programa ambicioso de autogestão da indústria em adotar a pegada de carbono como balizador para o desenvolvimento de um novo ciclo produtivo. Tenho certeza de que os europeus estão prontos a pagar mais caro para enfrentar este desafio”, ressaltou Corrado Clini. Segundo o ministro, o governo da Itália já investiu até agora 8 milhões de euros, sendo 1 milhão de euros só no Traces, para os projetos sustentáveis no Brasil. Além do setor têxtil/moda, há ações no campo da bioenergia e alimentos orgânicos.
Clini informou que foi lançado, há duas semanas, em São Paulo, o projeto para a produção da segunda geração de biocombustíveis, que utiliza rejeitos (bagaços) da cana de açúcar. “A primeira geração era derivada da própria cana, porém, a produção de biomassa não pode afetar a segurança alimentar. Esta é uma questão muita discutida hoje nos países emergentes. Como conciliar produção sustentável como necessidade de ser reduzir a fome e a pobreza. Ao utilizar o bagaço, subproduto da cana direcionada para usina de açúcar e álcool, é possível conciliar o aproveitamento da mesma fonte de matéria prima em outras cadeias de valor”, defende o ministro italiano.
O que é o projeto Traces
Em junho de 2011, o Instituto e o Ministério do Meio Ambiente da Itália, em parceria com o Fórum das Américas e o Senai-Cetiqt, do Rio de Janeiro, rastrearam a pegada de carbono e os impactos socioambientais de seis e-fabrics® (materiais sustentáveis) usados pela marca Osklen para a produção de artigos de moda. Os materiais foram: algodão orgânico, algodão reciclado, couro de peixe Pirarucu, juta da Amazônia, malha feita de fibra de garrafa PET reciclada e seda orgânica. Especialistas de ambos os países estudaram a cadeia de produção de cada um desses seis produtos para conferir o manejo sustentável, identificar aspectos sociais e avaliar as emissões de gases de efeito estufa. Os técnicos também observaram possíveis medidas de mitigação para minimizar os impactos ambientais durante o ciclo de produção das peças. A equipe viajou pelo Brasil de Norte a Sul durante quase um ano, colhendo e compilando dados. Os resultados indicam como os impactos ambientais da produção da Osklen são mínimos se comparados com os da indústria têxtil convencional e como seu fomento evita que questões sociais da maior gravidade.



Alguns produtos da marca, como as bolsas confeccionadas em uma cooperativa de reciclagem de lixo de Marambaia, em São Gonçalo, Rio de Janeiro, já foram expostas no MoMA - Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.
Desafios para continuidade
Rafael Cervone, diretor do Programa TexBrasil, disse que o projeto é um grande desafio para a indústria têxtil brasileira que ainda precisa ser mais eficiente no que se refere à produção sustentável. Ele, entretanto, revelou alguns avanços já conquistados pelas empresas brasileiras, que engloba 30 mil estabelecimentos (fiação à confecção): 23% delas já têm créditos de carbono. 56% possuem programas de reflorestamento, 63% reutilizam águas industriais e mais 3 mil possuem certificações ambientais.

Já Mario Garnero, presidente do Fórum das Américas, elogiou a iniciativa da Osklen de apostar em um projeto pioneiro no Brasil. “Oskar Metsavath é um ambientalista prático. Não é teórico. Ele provou que é possível fazer moda de bom gosto e valor agregado com ação social e preservação da natureza. Por isso, apoiamos este e qualquer outro projeto nesta linha. A função do fórum é desenvolver novas tecnologias de produção verde, como o carro a álcool, que já fizemos no passado e que foi a primeira vitrine brasileira nesta área”.
Oskar Metsavath acrescentou que o principal desafio é atrair mais empresas para o projeto e difundir a ideia junto aos consumidores brasileiros que hoje estão ávidos para comprar, mas que ainda não consideram a questão ambiental. Isso é em razão de a maioria dos produtos sustentáveis, de roupa a alimentos orgânicos, ainda ser muito caros para grande parte da  população. “Eu espero que o governo brasileiro passe a incentivar, com isenções fiscais, por exemplo, a inovação feita por empresas que estão comprometidas com a produção sustentável. Senão, o discurso ambientalista acabará caindo no descrédito”.
Paulo Borges enalteceu os debatedores e disse estar orgulhoso de um tema tão relevante ter sido debatido durante a SPFW, ao mesmo tempo em que acontece no Rio de Janeiro a Conferência da ONU para a Sustentabilidade, a Rio + 20, que termina dia 22 de junho.

Fonte:PortalTextila - Por: Marcia Mariano
Fotos: Divulgação

sábado, 4 de dezembro de 2010

As marcas mais amadas do Brasil


Segundo o livro "Lovemarks - Futuro Alem Das Marcas" de Kevin Roberts, o amor é o caminho para as empresas. Roberts afirma que as marcas simplesmente perderam a atratividade, mas aponta a solução; criar produtos e experiências com poder de estabelecerem conexões emocionais duradouras com os consumidores. O autor constrói uma análise crítica, envolvente, com argumentos objetivos, e compartilha a visão global de um líder empresarial dinâmico que acredita ardentemente que conexões emocionais e indivíduos inspiradores podem transformar o mundo.

A partir dessa teoria, em novembro, fizemos uma enquete para saber qual a marca brasileira é a mais querida. Foi muito difícil chegar aos 17 nomes, mas não tinha jeito, a moda brasileira cresceu e, pra nossa sorte (considerando que até bem pouco tempo poucas marcas tinham algum destaque no cenário nacional), muita marca boa ficou de fora...

Nós esperávamos uns 150 votos, mas os leitores "fofos" do blog nos surpreenderam e obtivemos um total de 233 votos... Só temos a agradecer pela participação.

Das 17 marcas, selecionamos as 3 mais queridas do Brasil segundo a nossa pesquisa...



Em 1º lugar com 29 votos ou 12% da preferência a toda poderosa OSKLEN. O mais bacana é que ela foi líder desde a 1ª semana de pesquisa. A marca do Oskar Metsavath, com sua bossa toda carioca e, ao mesmo tempo, cosmopolita, mistura o que há de mais conceitual, eco e novo luxo, com o bom e velho comercial, o que faz da Osklen uma marca querida tanto pelos fashionistas quanto pelos não ligados às novidades fashion.


Em 2º lugar com 25 votos ou 10% do total, para minha surpresa e felicidade, a marca  Alexandre Herchcovitch. De uma moda super conceitual e um tanto underground, a AH virou uma das marcas mais badaladas do Brasil (aqui e lá fora), além das ótimas coleções, hoje ela está presente em parcerias com outras grandes marcas como a Melissa e a Chilli Beans, só para citar algumas das muitas parcerias dessa poderosa marca. Vale lembrar que o Alexandre também é responsável pelas coleções da Rosa Chá... Coisa de gênio! 


Em 3º lugar a Colcci, com 24 votos ou 10% do total, uma marca que até bem pouco tempo nem era muito conhecida, mas que investiu pesado e começou a participar das semanas de moda (primeiro o Fashion Rio e depois a SPFW) e contratou como  sua garota propaganda ninguém mais que a über Gisele Bündchen... Pronto, bastou tudo isso, mais uma dose de moda jovem e descolada para a marca entrar para a whishlist dos antenados... Tudo bem que ela não lança moda conceitual, mas a receita vem dando certo... Em 2011, creio eu, que a marca vai passar por um momento bastante complicado, na verdade, terá que rever muitas coisas, reformular sua receitinha básica para não largar o topo. Vale lembrar que Gisele não é mais a estrela da marca e que a Colcci mudou muita gente da equipe, inclusive a estilista. Só podemos desejar sucesso! 


Confira o ranking completo:

4º lugar - Empate entre Ellus e Forum  - com 18 votos ou 7% do total (cada uma).
5º lugar - Empate entre a Maria Bonita e Carlos Miele  - com 13 votos ou 5% do total (cada uma). 
6º lugar - Empate entre a Animale e Ronaldo Fraga - com 12 votos ou 5% do total (cada uma).  
7º lugar -Isabela Capeto - com 10 votos ou 4% do total.
8º lugar - Empate entre a Neon, Reserva, Redley, Triton e Reinaldo Lourenço - com 7 votos ou 3% do total (cada uma). 
9º lugar - Empate entre a Gloria Coelho e Maria Bonita Extra - com 6 votos ou 2 % do total (cada uma).  
 
Ainda tivemos a opção OUTRA, para quem não estava satisfeito com as opções, que obteve 12 votos ou  5% do total de votos.

Über-agradecemos a todos que votaram!

Fábio Monnerat

sábado, 9 de janeiro de 2010

Fashion Rio 2010 - Desfiles, bastidores e tendências...começou hoje




Foi dada a largada. O show da Banda Dois, do músico Gilberto Gil, animou a noite de 7 de janeiro, para comemorar o início do Fashion Rio - que abre o calendário oficial da moda inverno em 2010. O tema do evento que acontece de 8 a 13 de janeiro, no Píer Mauá, é Olimpíadas de 2016. Batizada de Rio, Olímpico e Maravilhoso, a semana de moda vai apresentar as coleções de 27 marcas e muitas novidades - oba!


Tem a estreia dos estilistas Nica Kessler e Lucas Nascimento, o primeiro desfile da R.Groove (agora fora do extinto Rio Moda Hype), o voo solo de Andrea Marques (ex-Maria Bonita) desfilando sua própria marca e a despedida de Yamê Reis à frente do Cantão.

Outra estreia que virou o talk of the town entre os fashionistas de plantão é a da New Order (primeira marca de acessórios a integrar o calendário oficial da moda brasileira!) capitaneada por ninguém menos que Oscar Metsavaht. Nas passarelas: Ana Claudia Michels, Carol Trentini, Daiane Conterato, Viviane Orth, Fernanda Lima, Rodrigo Santoro e muito mais!

Sei que isso já foi mais que divulgado, mas para os menos antenados... Confira o line-up:

Sexta-feira, 08/01

18h30 - Aüslander (a über escolheu como o melhor do dia)

19h30 - Melk Z-Da

20h30 - Giulia Borges

21h30 - Victor Dzenk


Sábado, 09/01

18h - Walter Rodrigues

19h - Cantão

20h - Lucas Nascimento

21h - Printing



Domingo, 10/01

17h - Mara Mac

18h - Filhas de Gaia

19h - Cavendish

20h - Graça Ottoni

21h - Coven



Segunda, 11/01

17h30 - Acquastudio

18h30 - Claudia Simões

19h30 - Maria Bonita Extra

20h30 - Juliana Jabour

21h30 - TNG



Terça, 12/01

17h30 - Redley

18h30 - R.Groove

20h30 - Têca

21h30 - Espaço Fashion



Quarta, 13/01

17h30 - Nica Kessler

18h30 - Patachou

19h30 - Andrea Marques

20h30 - New Order

21h30 - Alessa



terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Rio-à-Porter: 169 grifes lançam coleção outono/inverno 2010


De 10 a 13 de janeiro de 2010 começa a primeira edição do Rio-à-Porter, salão de negócios de moda e design integrado ao Fashion Rio. O evento acontecerá no Cais do Porto e apresentará as coleções outono-inverno 2010 de moda feminina, masculina, infantil, sustentável, beachwear e acessórios.

Será realizado em paralelo com os desfiles do Fashion Rio e é comandado por Paulo Borges.

Além disso, rolarão palestras, com o tema “Brasil: Futuro, Inovação e Identidade”, o evento contará com um ciclo de seis palestras com grandes nomes da moda nacional. Paulo Borges, CEO da Luminosidade, fará a primeira apresentação, “O Negócio da Moda”, na qual falará sobre os caminhos da construção da identidade de uma marca. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) fecha o ciclo, apresentando um painel do verão 2010/2011.

Bora anotar!

Brasil: Futuro, Inovação e Identidade
• 10/01 – 9h = O Negócio da Moda – com Paulo Borges /Os caminhos de construção da identidade no seu negócio


• 10/01 – 10h = Tecnologia Aplicada em Inovação e Criação de Tecido e Estampas – La Estampa – com Marcelo Castelão / A importância da transformação aplicada à inovação de tecidos

• 11/01 – 9h = Sustentabilidade – Instituto e - Oskar Metsavaht

A gestão da Marca Brasil na era pós-globalizada

• 11/01 – 10h = Perfil e Inspirações – SENAI Moda – com Valéria Delgado e Carol Fernandes / Referências que influenciam uma marca brasileira

• 12/01 – 9h = Painel Verão 2010/11 – ABIT – com Ellen Massucci Leite
Design e Informação

• 12/01 – 10h = O poder da mudança – WGSN – com Andrea Bisker, Adriana Papavero e Gemma Harker / Os caminhos e inspirações que determinam o momento da Moda


Grifes - A Villa, Alessa, Amparo Brasil, Ananda, Andrea Mader, Ana Maria Montezano, Ângela Bechara, APA Confecções SA, Armadillo, Arte Chapéu, Ausländer, Avohai, Balanço do Mar, Basthianna, Bolsas e Tramas, Brígida Patchwork, British Colony, Cactus, Caleidoscópio, Calmoni, Cantão, Carlos Tufvesson, Catarina Mina, Cavendish, CCM Sports, Chianelli, Chouchou, Civil Denin, Claudia Simões, Corporeum, Cosh, Criadores do Brasil (Falso Brilhante, T.Arrigoni, Korpusnu, Caleidoscópio), Cris Silvares, Daniela Curvelo Bijoux, Datskat, Di Bella, Diarium, Diva Couture, Doisélles, Dona Bis, Dona de Quê, Donna Onça, Dress To, Eclectic, Elle Cinq, Emanuelle Criações, Emília Rondinini, Erika Ikezili, Espaço Fashion, Etc Acessórios, Ethel Whitehurst, Exss, Fabia Bercsek, Faven, Filhas de Gaia, Floc Têxtil, Four Style, Foxton, Fredvic, Frente Única, Fruto do Mar, Gisele Barbosa, Giulia Borges, Gossip, Haes, In Bits, Instituto e, Jô-Iola, King 55, Korpusnu, La Chatte, La Stampa, La Reina, La Reina Atelier, La Fibrunn, Lanno, Lenny, Leonardo Chiasso, Leovilu Lingerie, Litt, Lix, Longhi Maggiore, Love, Lucitex Lingerie, Lucy in the Sky, Lugar de Arte, Lukaflex, Madame Filó, Mara Mac, Marc Rod, Maria Bonita Extra, Maria Fia, Melk Z-Da, Metal & Cia, Mônica di Creddo, My Philosophy, Natural Cotton Color, New Order, Nica Kessler, Ouz, Paiol Moda Íntima, Patachou, Patrícia Bonaldi, Penduricalho, Pêra Verde Lingerie, Philosofée por Glaucia Stanganelli, Pittonn, Porus, Prêt-à-Porter Paris, Promisse, Raíz da Terra, R. Groove, Redley, Renata Gomes / Camila Schindler, Rigf Fashion, RV Madefor, S. Design, S. Gabotto Bijuterias, Salinas, Sandra Bijoux, Sapeka, Semearte Biojóias, Simone Nunes, SKN-Rio, Skunk, Soho, Squadro, T. Arrigoni, Tai Dai, Talentos do Brasil, Taoolee, Tardene Lingerie, Têca, Tessuti, Thais Leão, Think, Tidda, Ton Âge, Totem, Trave Sports, Trettiore, Tussah, Tzadik, Victor Dzenk, W, Wilson Ranieri, Wöllner, Woolline e Cia do Tricô, Xela Lingerie, Zóia, Züe.


Pólos de Moda dos estados: Ceará, Divinominas, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte.

Pólos de Moda do Rio de Janeiro: Campos, Niterói, Nova Friburgo, Sul Fluminense, Petrópolis, Pólo Moda Carioca, São Gonçalo, Pólo de Calçados e Acessórios do Rio de Janeiro, Moda Rio Sindiroupas, Sinditêxtil, Sindijóias / APL Moda Carioca.

Projetos: Brasil Social Chic, Empreendedorismo Social.

Instituições: Banco do Brasil, Senai Moda.

RIO-À-PORTER

10 a 13 de janeiro – Cais do Porto – Rio de Janeiro

Evento de Negócios restrito a Profissionais do Setor




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Ipanema: um celeiro de tendências

Cantada em verso e prosa e conhecida internacionalmente como o lugar onde a menina, linda e cheia de graça, segue, com seu doce balanço, a caminho do mar, Ipanema é, sem dúvida, junto com Copacabana, o lugar que reúne o maior número de elementos que compõem o imaginário sobre o Rio de Janeiro (e o Brasil) dentro e fora do país.

ipanema

Sua praia aparece na edição especial da revista Época “O melhor do Rio” como um dos destaques da cidade e a preferida dos leitores. São dois quilômetros de extensão onde tudo parece exaltar a diversidade, a mistura, os antagonismos, os contrastes, a beleza, o contato com a natureza, a descontração e a transgressão que fazem parte do lifestyle carioca.

Galera de Ipanema

Não podemos esquecer, porém, da Ipanema mais sofisticada, dos negócios arrojados, do consumo, do culto ao corpo, da moda, da gastronomia, que não parou de crescer nas últimas décadas, trazendo novos e importantes elementos para as representações sobre o bairro e para o seu desenvolvimento. 

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Para conversar conosco sobre as diferentes facetas de Ipanema, convidei a antropóloga Marisol Goia, Mestre em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a dissertação “A província da Ousadia: Representações Sociais Sobre Ipanema” e Doutoranda em Antropologia Urbana pela Universidade de Tarragona, Espanha.  

Marisol

Marisol, o que te levou a estudar as representações sobre o bairro de Ipanema?
MG: Tive motivações pessoais e intelectuais para a pesquisa sobre Ipanema. Residi ali desde pequena, com uma constante sensação de que havia “algo equivocado”, pois morar em um apartamento confortável nesse bairro não era condizente com as condições financeiras da minha família. Sob o aspecto econômico, éramos, sem dúvida “peixes fora d`água” de Ipanema, pagando com muito sufoco taxas elevadas de aluguel e condomínio. Por outro lado, comecei a perceber, sobretudo quando entrei na universidade e passei a freqüentar circuitos para além da Zona Sul, que a contradição que eu vivia não me livrava de ser identificada (e, às vezes, até mesmo estigmatizada) como uma pessoa que não só era “de Zona Sul”, como vivia na “nata” dessa zona. Observar de perto esses sistemas de rotulação referentes às zonas e bairros cariocas, vivendo, simultaneamente, a ambigüidade de estar em um bairro rico sem ser rica, me levou a refletir sobre a construção de fronteiras simbólicas na cidade do Rio de Janeiro. Com relação às motivações intelectuais, observava como os meios de comunicação produzem e reproduzem representações sobre o bairro de Ipanema, recorrendo a idéias diferentes e que, por vezes, se contradizem: Ao mesmo tempo em que Ipanema é divulgada como um emblema do “espírito carioca”, também aparece como um bairro distintivo e requintado. O ipanemense é associado a estilos de vida transgressores, inovadores e vanguardistas, mas também é valorizado por comportamentos de conformidade normativa, como o estilo de vida consumista e a busca pelo corpo perfeito. Diante disso, me interessei em analisar a construção simbólica dessas duas “Ipanemas”.

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Nessas representações, que elementos compõem o que podemos chamar de “DNA Ipanemense”?
MG: De um lado, temos a Ipanema das décadas de 60 e 70, enaltecida pelo seu caráter libertário, transgressor, boêmio e inovador. Por outro, temos a Ipanema atual, associada a valores como elegância, sofisticação, moda, consumo, despojamento, beleza e corpo em forma. Poderíamos dizer que o primeiro “DNA ipanemense” se encontraria no corpo de Leila Diniz e de Fernando Gabeira, insistentemente associados ao bairro pelas polêmicas geradas pela exposição de seus corpos; ela, uma atriz grávida de biquíni, e ele, um ex-exilado político de tanga.

Leila e Gabeira

Com relação à Ipanema de hoje, as personalidades que costumam aparecer nos meios de comunicação como portadoras do “DNA ipanemense” são a apresentadora Cynthia Howlett, representante do “despojamento” da geração-saúde das elites, e os empresários Alexandre Accioly, o galã bem-sucedido dos estabelecimentos “badalados” da cidade¸ e Oskar Metsavaht, proprietário e estilista da grife Osklen.

Descolados

 Antes representada por intelectuais, artistas e boêmios e hoje associada ao que você chama de uma “aristocracia informal”, à sofisticação e a uma ética do consumo. O que mudou e o que permaneceu o mesmo nas representações sobre Ipanema?

MG: É interessante observar como essas duas representações sobre Ipanema ainda convivem, pois o passado do bairro continua sendo lembrado e, inclusive, construído no presente. A Ipanema de antes é uma referência central para a de hoje, ainda que os mais nostálgicos afirmem que “aquela” Ipanema acabou. É verdade que cada uma evoca éticas próprias de seu tempo, mas isto não significa que certos aspectos não tenham permanecido. Acredito que continue havendo uma relação significativa entre a praia de Ipanema e os jovens da cidade – já que ela atrai freqüentadores de diversas procedências, tanto da cidade, como de fora dela. Penso que essa relação com a juventude contribui para o fenômeno tradicionalmente associado a Ipanema: ser “um bairro que lança modas”.

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Estudos sobre tendências comportamentais realizados pelo Observatório de Comportamento e Consumo do SENAI/ CETIQT, em parceria com o instituto italiano Future Concept Lab, revelam a emergência de um estilo de vida urbano, que valoriza o despojamento (não ostentação), o contato com a natureza e a sustentabilidade. Diante desse cenário, você considera que o bairro de Ipanema ocupa um lugar estratégico no Brasil?
MG: Sem dúvida. A representação da Ipanema praiana, descolada, “de chinelo tomando água de coco”, mas que – e isto é importante – não deixa faltar sua dose de elegância e “classe” é muito lucrativa!

Lojas

Basta observar como a identidade de marca e o estilo de certas lojas se ancoram nas simbologias do bairro. O caso da Osklen é ilustrativo desse fenômeno. Em 2004, por exemplo, a grife lançou uma coleção chamada “United Kingdom of Ipanema”, estampando referências do bairro, como “Arpoador” e “Posto 9″ em roupas e acessórios. A explicação de que “Ipanema tem uma vida urbana cosmopolita integrada à natureza” foi inclusive o argumento utilizado por Oskar Metsavaht para falar à imprensa sobre a inspiração para essa coleção.

osklen


Fonte:http://www.cetiqt.senai.br/blog/comportamento/index.php

sábado, 12 de dezembro de 2009

Herchcovitch, Lino Villaventura e Oskar Metsavaht desfilam na Sapucaí no Carnaval 2010





A fantasia de Lino Villaventura


A fantasia de Oskar Metsavaht


A fantasia da ala dedicada a Zuzu Angel




A moda vai tomar conta de outra passarela neste verão 2010 brasileiro, a do samba. Com o enredo "Com que roupa... Eu Vou? Pro Samba Que Você Me Convidou", a escola carioca Porto da Pedra pretende contar no sambódromo a evolução da indumentária e da moda no mundo e no Brasil.


Desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Menezes, o desfile da Porto terá de looks bizantinos, góticos e da renascença ao Art Nouveau e Pop Art, incluindo ainda os estilistas brasileiros Zuzu Angel, Alexandre Herchcovitch, Lino Villaventura e Oskar Metsavaht. A Porto da Pedra será a segunda escola a entrar na Sapucaí na segunda (15.02) de Carnaval.

Animou? Se jogue no unidosdoportodapedra.com.br para saber mais, comprar sua fantasia, ir aos ensaios, ouvir o samba-enredo e (por que não?) desfilar no Carnaval 2010 do Rio. Arrasa!





Fonte:http://erikapalomino.com.br/erika2006/fashion.php?m=10119

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Rio-à-Porter terá palestras imperdíveis


                                               Oskar Metsavath é um dos palestrantes do Rio-à-Porter
Oskar Metsavath é um dos palestrantes do Rio-à-Porter



A primeira edição do Rio-à-Porter é o mais novo evento a trazer palestras relacionadas à moda.

Integrado ao Fashion Rio e marcado para acontecer entre os dias 10 e 13.01.09, além de funcionar como salão de negócios, o Rio-à-Porter vai ter seis palestrantes da área de moda para falar sobre assuntos relacionados ao tema “Brasil: futuro, inovação e identidade”.

As palestras – que serão sempre às 9h e às 10h – contarão com nomes como Paulo Borges e Oskar Metsavath. Abaixo, você confere a programação completa.


10.01.09

9h – “O negócio da moda”, com Paulo Borges

10h – “Tecnologia aplicada em inovação e criação de tecidos e estampas”, La Estampa



11.01.09

09h – “Sustentabilidade”,  Oskar Metsavath

10h – “Perfil e inspirações”, SENAI Moda



12.01.09

09h – “O poder da mudança”, WGSN

10h – “Painel verão 2010/11”, ABIT



Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com