domingo, 11 de outubro de 2009

Movimento da Bolsa




A Puma encontrou uma maneira bastante diferente para chamar a atenção de sua nova coleção de Bodywear. A marca alemã acaba de lança um site - Puma Index - onde é possivel observar o modelo Miguel Iglesias, que fez parte do casting do desfile da Emporio Armani na Semana de Moda de Milão, em diversas atividades (pilotando uma moto, fazendo musculação, dormindo, brincando com um cachorro, preparando uma musse de chocolate ou trabalhando com argila), às vezes com muita roupa e, às vezes, quase sem nenhuma. Em tempos de crise econômica, a ação no site depende do movimento das Bolsas de Valores de Nova York, Tóquio ou da Alemanha. O princípio é bem simples: quanto mais os índices (DOW, DAX e ASX) baixam, mais Miguel tira peças de roupa.





Com um pouco de sorte, será possível assistir às cenas em que ele trabalha com argila e produz um objeto extremamente fálico, com o qual se surpreende e se diverte. Ou então, vê-lo tirar a roupa até ficar apenas de boxer branca, quando o índice Dow Jones despenca. Mas, se der azar, vai ver o modelo se revirar na cama durante horas, tentando dormir. E completamente vestido. Se não tiver nenhuma paciência, no You Tube, existem os vídeos completos, é so colocar na busca Puma Index.
 
 
 




 
Fonte: Portal One

Pelados em Nova York




A empresa americana de varejo de cuecas Undergear resolveu inovar em sua campanha promocional, intitulada Where do you wears yours? (Onde você usa a sua?). Na semana passada, colocou cinco de seus modelos mais bonitos e sarados na Time Square, em Nova York.


O mais interessante é que os rapazes mostraram seus atributos físicos usando apenas as cuecas da marca. Alguém duvida que no coração palpitante do mundo, eles fizeram o maior sucesso?






Fonte: Portal ONE

Quase de brinquedo




O designer Jean-Charles de Castelbajac lançou a Pop Hours, sua coleção de relógios com design inspirado no Lego

Reebok - Mulher Maravilha




Acho que a Lady Gaga usaria, alguém mais?

Porta-preservativo na... Calcinha, ora!


Se depender da Jogê, você pode esquecer aquela velha história de carregar preservativos na carteira ou no nécessaire: a marca lançou uma calcinha que já vem com um porta-camisinha. Prática, não?



Com tema náutico, de frente a peça é uma comportada boxer feminina listrada, mas quando a parte de trás é mostrada... Surge um bolsinho bem no meio do bumbum. A “calcinha feminista” custa R$ 38 e pode ser encontrada em qualquer loja da marca.




Fonte: Chic- Gloria Kalil

O pedido de falência de Yohji Yamamoto






A Yohji Yamamoto anunciou em Tóquio no início da manhã desta sexta-feira, ter entrado com pedido de falência. A marca japonesa disse que a crise econômica e o fortalecimento da moeda japonesa, o yen, em relação ao dólar foram os responsáveis pelo acúmulo de dívidas, que chegam à US$ 67 milhões (cerca de R$ 117 milhões).


Junto ao pedido de falência, a grife solicitou à Corte Distrital de Tóquio proteção patrimonial contra seus credores enquanto continuam suas operações. Isso permitirá, pelo menos por determinado tempo, que o estilista continue produzindo e até desfilando.


Fonte: Chic- Gloria Kalil

sábado, 10 de outubro de 2009

Tendências de comportamento caminham na direção do Brasil







Para Francesco Morace, especialista em tendências futuras, País deve aproveitar o momento para se tornar protagonista global
 
 
Palestrante único do painel que encerrou o último dia do MaxiMídia, o italiano Francesco Morace, presidente do instituto Future Concept Lab, afirmou que as tendências globais de comportamento caminham na direção do jeito de viver do brasileiro - o que resultará em oportunidades ímpares para as empresas do País.


"A sustentabilidade e a simplificação da vida serão grandes drivers do mercado internacional, assim como as relações pessoais e com o meio-ambiente", disse. "Por isso digo que hoje o Brasil está pleno e pode se tornar um protagonista global. Nos anos 90 isso não seria possível, porque havia outros valores estabelecidos como a ascensão profissional. Era um mundo mais anglo-saxônico".



Morace desenvolveu sua tese explicando as cinco grandes tendências do que ele chama de renascimento multiplayer - movimento pelo qual as novas tecnologias criam condições para o exercício da coletividade. São elas: a criatividade pública, a memória visionária, a emoção sustentável, a percepção virtuosa e a sensibilidade do corpo.



Para o italiano, as agências e empresas brasileiras têm a chance de desenvolver esses valores de uma forma original. "É preciso escolher a especificidade, partindo do DNA brasileiro, e acreditar que podem ter um papel internacional. Vocês são excepcionais no relacionamento humano e a comunicação no Brasil deve refletir esta realidade humana densa e múltipla."
 
 
Fonte: http://www.mmonline.com.br/eventos/maximidia/2009/noticia/Tendencias_de_comportamento_caminham_na_direcao_do_Brasil

Fashion Furniture








Um dos principais nomes da moda nacional se juntou à badalada loja de decoração Micasa para desenhar uma coleção de móveis, tapetes e objetos de decoração que prometem conquistar modernos e antenados. Alexandre Herchcovitch é mais um estilista a firmar parceria com a marca de Houssein Arouche (Clô Orozco e Adriana Barra também já desenvolveram peças para a Micasa), e assina a coleção "Rugs & Mob", confirmando toda sua versatilidade e estilo. Bancos, mesas e tapetes ganharam muita cor e estampas de inspiração geométricas, que conferem um diferencial em qualquer ambiente.



A grande inspiração do estilista para criar as peças veio dos parquets e pisos de taco de sua casa, e suas lembranças da infância. Os móveis e objetos ganham nomes de mulheres importantes de sua família como Regina, Maria, Golda e Sara, e tem um caráter muito pessoal, que dá ainda mais originalidade aos produtos. Tudo para confirmar que moda e decoração são parte do mesmo universo!

Fonte:http://taste.uol.com.br/news/templates/noticia.asp?idnoticia=8885

Made in tropical (Brazil)




Where are you from?

A importância do país de origem de um produto de luxo já foi maior, mas continua elevada. E o Brasil com isso?

Quando iniciou suas atividades, lá na década de 1940, a H.Stern vendia a maior parte de sua produção para turistas em visita ao Rio. Havia duas razões para isso: o mercado interno ainda não era expressivo o suficiente para garantir o sucesso de negócios no ramo de joalheria, e a marca valia-se bastante de pedras brasileiras em suas peças. Pedras essas que eram muito mais valorizadas pelos estrangeiros do que pelos brasileiros. Para os consumidores daqui, jóias tinham que ser de ouro, prata ou diamante, materiais considerados nobres. Pedras brasileiras? Nem pensar.

A percepção do consumidor brasileiro da época, dotada de um certo preconceito com o que era local, ajuda a introduzir um tema importante no mercado de luxo: o país de origem dos produtos de alto padrão.

O luxo nasceu como ofício de artesãos especializados antes de se tornar a indústria que é hoje. E, como se sabe, atividades especializadas passam de geração para geração, criando verdadeiras dinastias – que, se nem sempre se perpetuam dentro de uma mesma família, geralmente se restringem a um bem definido espaço geográfico. Desenvolvem-se, assim, ofícios de excelência claramente associados a determinados territórios, como a relojoaria suíça, a moda francesa e a sapataria italiana, por exemplo. A fama corre o mundo, e a etiqueta de “made in” acaba se tornando o principal cartão de visitas de uma marca interessada em explorar novos mercados.

A questão é: em uma época na qual o luxo deixou de ser uma atividade artesanal e diletante para se tornar um negócio industrial, o país de origem de um determinado produto ainda constitui vantagem competitiva?

A resposta é sim, constitui – mas essa é uma vantagem que vem diminuindo com o tempo. Afinal, habilidades artesanais podem ser difíceis de copiar, mas estruturas industriais e tecnológicas, nem tanto. Uma vez que o processo de produção ganhe escala, torna-se mais fácil reproduzir os fatores críticos de sucesso de uma fabricante consagrada, mesmo que seu know-how remonte a décadas ou séculos. Tanto é assim que muitos produtos que recebem assinatura “made in” de nações européias tradicionais são feitos, na verdade, em países de mão-de-obra barata da Ásia e do Leste Europeu.


A tendência é que os países passem a servir menos como endosso para produtos específicos e mais para um conjunto de produtos promovidos com base em atributos genéricos – como tecnologia, design, matéria-prima. O expertise nacional deixará pouco a pouco de se restringir a uma categoria de bens específica para tornar-se mais abrangente.


Nesse cenário, a tentativa brasileira de incentivar a exportação de produtos de alto padrão através da APEX (agência de estímulo à exportação vinculada ao Ministério do Desenvolvimento) é louvável e precisa ser acompanhada com atenção. Parece-me que o desafio brasileiro é encontrar um conjunto de atributos que possa ser imediatamente associado ao país. Esses atributos precisam reunir três características principais: serem únicos, duráveis e não copiáveis. Únicos para que garantam um diferencial perante as outras nações. Duráveis para que permitam um planejamento de longo prazo para as exportações do país, e não fundamentem apenas ações momentâneas. E não copiáveis para que se mantenham como vantagem competitiva ao longo do tempo e não sejam alvo da imitação de países concorrentes.


O apelo “tropical” tem ajudado a vender alguns produtos brasileiros no exterior, como a moda praia e a cachaça. Mas é temerário fixar-se somente nele. Primeiro, porque é cíclico, instável. O interesse pela “alegria” e o “colorido” brasileiros tem sabor de modismo, efemeridade. Segundo, porque é uma limitação para futuros exportadores, especialmente aqueles calcados em atributos mais universais e menos estereotipados.



No fundo, é um momento de nos perguntarmos: o que sabemos fazer bem? E o que sabemos fazer diferente? Tudo com o intuito de que, daqui alguns anos, uma etiqueta “made in Brazil” em um produto de luxo represente uma garantia de qualidade para consumidores de todo o mundo – tanto quanto a de outras nações sempre representou para nós.



Fonte: http://www.gestaodoluxo.com.br/



Dior x Diabo (que veste Prada)



Aposto que isso é coisa da Prada, considerando que o Diabo veste Prada (piadinha cretina, mas adequada)

O vídeo é velho, mas achei tão idiota que não resisti...

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com