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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Como serão as flores do verão 2010/11

Flores não são novidade no verão, mas a cada estação aumenta o desafio de inovar as estampas com esta temática. Nesta seleção, confira propostas para a temporada de verão 2010/11:


Tecidos com gramaturas mais leves e construções elaboradas ganham estampa de pequenas flores no estande da Doptex, em referência ao estilo Liberty. Miroglio seguiu pelo mesmo caminho, que já é tendência confirmada para a temporada, com grande oferta de estampas em algodão, viscose, poliéster e seda. Já a mineira Horizonte Têxtil apresentou flores na coleção Interage Print, que permite o desbote da peça, deixando o produto com visual vintage.



Abest, Santanense e Ilay Tekstil propõem versões mais coloridas e com desenhos maiores. A Associação Brasileira de Estilistas mistura cores frias e quentes, em tonalidades vivas e contrastantes, inclusive com flores em relevo. A 2ª apresenta cartela de cores composta por 36 tons reativos, 32 desbotáveis e 8 da linha duo, que tem dupla-face em diferentes tonalidades e mistura florais com personagens infantis. E, pela 1ª vez no Brasil, a Ilay destaca maxi florais com efeitos manchado e tie-dye.


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=81728

sábado, 12 de dezembro de 2009

Brasil terá feira internacional do setor têxtil





Com o objetivo de inserir o País no calendário internacional da indústria têxtil, a Fagga Eventos, em parceria com a francesa Première Vision, promoverá a Première Brasil, versão nacional do evento que ocorre há 36 anos na França. A primeira edição brasileira será em 20 e 21 de janeiro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e terá investimentos da ordem de R$ 3 milhões. São esperados mais de 2 mil participantes e 60 expositores do Brasil e do exterior que ocuparão uma área de 4 mil metros quadrados.

"A Première Vision é um dos mais tradicionais do segmento e existia um desejo antigo de realizar um grande evento no Brasil para posicionar o País no calendário internacional. O Brasil é um mercado em expansão, o maior da América Latina, com um enorme potencial de exportação e precisa se adequar ao calendário mundial", diz Andréia Repsold, vice-presidente da Fagga Eventos, que desde 2006 é sócia do grupo francês GL Events, da área de organização de eventos, que é responsável pela Première Vision Paris, que movimenta, em média, 40 milhões de euros em negócios.

O salão Première Brasil tem o apoio institucional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), da Associação Brasileira de Estilistas (Abest), do Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo (Sinditêxtil-SP), do TexBrasil (programa estratégico da cadeia têxtil brasileira) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e de Investimentos (ApexBrasil).


Fonte:http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Brasil_tera_feira_internacional_do_setor_textil&origem=mmbymail&token=76011968965109-834318840

"O investidor não enxerga que moda é um valor", diz ex-ministro da Fazenda





A Associação brasileira de estilistas, a ABEST, convidou o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, para uma tarde de conversas sobre Os desafios da indústria da moda no Brasil. Em pauta, o posicionamento do país no mercado externo, a presença de marcas internacionais em solo nacional e as possíveis soluções para fortalecer o mercado.


Segundo Palocci, "o Brasil tem tudo para se situar entre o que é feito na Ásia e a produção europeia", ou seja, ocupar um espaço no mercado em que o produto precisa unir design e custo atraente. Mas, "apesar de algumas grifes já terem entrada lá fora, não há marca de moda brasileira global", disse - de acordo com dados apresentados (de 2007), o país representa apenas 0,1% da exportação mundial.

A falta de articulação das empresas do setor com o governo e investidores também foi apontada como um empecilho para o crescimento. "O investidor não enxerga que aquilo [moda] é um valor", explicou. Por outro lado, os conglomerados (como Inbrands, Restoque, AMC Têxtil) são vistos com bons olhos tanto pelo ex-ministro, como pelos estilistas presentes. "É um mal necessário", diz Roberto Davidowicz, da UMA. "E os grandes grupos são uma tendência na economia, não só em moda", lembrou Palocci.

Ao fim, o ex-ministro deu quatro sugestões para a área:

1. Participar mais do Sistema Moda Brasil - programa lançado em junho pelo governo federal que pretende ser um instrumento de articulação entre as cadeias produtivas relacionadas à moda (têxtil e de confecções; gemas, joias e afins; e couro, calçados e artefatos)

2. Explorar mais a Apex - agência brasileira de promoção de exportações e investimentos

3. Não desistir de negociar com o BNDES - Banco nacional de desenvolvimento econômico e social

4. Ter um esforço de aproximação com os mercados de capitais


Estavam presentes os estilistas Valdemar Iodice, Clô Orozco, da Huis Clos, Roberto Davidowicz, da UMA, Serpui Marie, Cecilia Prado e Antonin Bartos Filho, CEO da Abest.



Fonte:http://chic.ig.com.br/materias/518001-518500/518455/518455_1.html

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Pense Moda 2009: A difícil tarefa de gerie a economia criativa


                 



Aquilo que no exterior aconteceu principalmente nos Anos 90, levou mais de 15 anos pra chegar ao Brasil: marcas e empresas de moda até então submetidas à administrações familiares passaram a ser adquiridas por grupos gestores, mais tarde conhecidos como os "conglomerados de luxo". Contudo, a história no Brasil não começou muito bem.

Primeiro foi Marcelo Sommer, que perdeu o direito de usar seu próprio nome, o qual vendeu para o grupo AMC Têxtil. Mais tarde, em janeiro de 2008, Fause Haten vendeu sua marca para o grupo I'M antes de descobrir que tudo não passava de uma emboscada. Segundo Fause, que participou de uma mesa redonda na noite da última quarta-feira (04/11) no Pense Moda, com o dono da grife UMA e vice-presidente da ABEST (Associação Brasileira de Estilistas), Roberto Davidowicz, e a consultora de produtos e negócios da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), Geni Ribeiro, o motivo é bem simples.

"A moda no exterior tem um tempo de vida muito mais longo do que a nossa, ou seja, teve mais tempo para erros e acertos". Para Fause, o mercado nacional parece estar querendo antecipar o tempo de amadurecimento aplicando regras administrativas e financeiras para negócios totalmente criativos. Em outras palavras, preocupação demais com o dinheiro e de menos com a criação.


É aquela velha história de que os administradores não se importam com o legado criativo da marca e com tudo que ela construiu durante seus anos de existência. Para o mediador da mesa, o diretor da faculdade de artes plásticas da FAAP, Silvio Passarelli, tudo isso se deve ao fato de que os gestores conhecem muito pouco sobre a anatomia de uma empresa criativa. "É extremamente necessário haver cursos de gestão criativa para formar administradores que saibam trabalhar com profissionais e empresas onde a criação é o núcleo do negócio", explica.

"E isso deveria valer não só para moda, mas para tudo", completa Geni, da ABIT. Afinal, hoje valores como a originalidade são requisitos indispensáveis para qualquer negócio dar certo. Mais especificamente na moda, Geni ainda defende que é imprescindível que gestores tenham o mínimo de conhecimento sobre o segmento e não somente sobre roupas. "Assim, terão melhores condições de vender seus produtos além de administrar de forma mais eficiente seus negócios", completa.

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com