terça-feira, 29 de setembro de 2009

über-green: E se você deixar de comer carne às segundas?

E o motivo principal pelo qual você pode – e deve – reduzir o consumo de carne não tem a ver exatamente com a sua saúde física… mas com a saúde do nosso planeta. 

Quer desfilar pra Victoria’s Secret?


Você é a nova Alessandra Ambrósio!


Sim, isso é possível. A Victoria’s Secret já tem data marcada para seu próximo desfile (01/12), e até lá o plano é fazer uma série de testes em NY, LA, Miami e Chicago pra encontrar mais uma integrante para seu casting de modelos. Uma vez aprovada, a candidata a angel terá que ganhar uma eleição aberta ao público de onde saem 10 garotas. Daí em diante, segue pro “Angel Boot Camp“, um tipo de acampamento (que leva todo o jeito de reality show), onde a disputa continua. Quer ser a próxima Alessandra Ambrósio? Clique no site da Victoria’s Secret e leia o regulamento da competição!

A história da calcinha




Aquilo que a mulher usa por baixo da roupa tem um significado todo especial para o universo masculino.

Mas não apenas para ele. A calcinha, acredite, diz muito da história da mulher, representa sua trajetória e, mesmo escondidinha, não deixa de ser motivo de rostos corados, risadas e, às vezes, constrangimento.

A história dessa importante peça do vestuário - que tem pouco mais de dois séculos de existência - é descrita no livro "Por baixo do pano - a história da calcinha", da autora inglesa Rosemary Hawthorne (Matrix Editora).

Segundo ela, a calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, quando a revolução havia mudado a França e, por consequência, toda a Europa.

Na época, as mulheres passaram a usar elegantes vestidos de cintura alta, inspirados na vestimenta das gregas antigas. Mas esses "vestidos império", super sensuais, deixavam as partes baixas arejadas demais.
Surgia então o primeiro modelo de calcinha, chamado de calção ou "pantaloon’, que chegava abaixo dos joelhos ou até os tornozelos e era feito de um tecido "cor de carne" semelhante ao das meias-finas. Antes disso, nenhuma mulher respeitável usava calcinhas.

O livro traz ainda a relação da feminista americana Amelia Bloomer com a calcinha e chega até o modelo fio-dental, bem difundido aqui no Brasil. A autora dessa obra, hoje uma das maiores autoridade britânica em história da roupa íntima, conversou com o Vila Dois e explicou porque a calcinha está relacionada tanto à moda quanto aos direitos da mulher.

Rosemary é conhecida hoje no Reino Unido como "Knicker Lady", ou a "Dama das Calcinhas", nome do espetáculo solo que apresenta com sucesso nos palcos do país.

Por que você escolheu esse tema para pesquisar e escrever sobre? Quanto tudo começou?

Acho que o assunto me escolheu. Eu tenho colecionado roupas antigas e vintages por anos, incluindo calcinhas. Um dia, uma estudante que estava fazendo um trabalho sobre o uniforme das meninas me perguntou de onde vinha a palavra "Bloomers". Eu estava contando de onde ele veio quando ela disse que não encontrava tal resposta em livro algum. Aí então eu resolvi escrever sobre sutiãs e depois sobre ligas e meias-calça. Um conjunto todo sobre lingeries.

Qual a importância da calcinha hoje e como essa "importância" viajou ao longo dos anos?

Hoje é importante porque faz parte de uma indústria muito lucrativa. As mulheres estão acostumadas a usá-las, desejá-las e comprá-las e isso não vai mudar nunca. Até porque elas nunca tiveram esse tipo de poder de escolha antes. Mesmo nos séculos 18 ou 19 o poder de escolha era baixo. Além disso, no passado você precisava ser rica para comprar uma.
Depois da invenção da máquina de costura e dos tecidos sintéticos e da emancipação efetiva da mulher, no século 20, elas passaram a querer usar calcinhas e podiam comprar. Mulheres que ganham seu próprio dinheiro e tem poder de compra transformaram sua importância diante da indústria.

A calcinha desperta no homem vários sentimentos. O que você descobriu sobre isso nos seus estudos?

A calcinha sempre teve a habilidade de promover excitação. Isso porque elas escondem a nudez e são as "guardiãs" do paraíso. Antes das calcinhas, o "garter" (aquele elástico que pode ser usado na perna, sobre a liga) era o grande traje sensual. Homens escreviam poemas sobre, brigavam por causa de um. Na época, era usado por virgens e donzelas. Hoje, noivas continuam usando. Mas, atualmente, o significado mudou um pouco, passando do sensual ao erótico.

É verdade que você tem mais de 500 calcinhas?

Eu nunca contei, na verdade. Mas olhando o meu guarda-roupa, acho que tenho mesmo umas 450 calcinhas antigas, além de "bloomers" e meias-calças do século 19, modelos de seda e nylon... até modelos mais modernos, menores e "safadinhos". Eu tenho todo tipo e tamanho, desde àquelas baratinhas, de supermercado, até modelos do sexyshop "Ann Summer" . Calcinhas fazem parte da mulher e de sua história social e isso me fascina. É por isso que escrevi o livro e faço meus shows.

Conte um pouco sobre o seu show. Como ele trata do assunto "calcinhas" e como o público reage?


Meu show é um tipo de diversão à moda antiga. Eu faço piada comigo mesma e não uso calcinhas, como todo mundo imagina. Eu as mostro para o público e explico o que significam, sempre atuando. O show é parte comédia-musical, parte sátira. Eu falo de história, mas também quero entreter homens e mulheres que me assistem, não importa a idade deles. O fato de eu ser casada com um clérigo aposentado da Igreja da Inglaterra também é um bônus. Eu menciono o vigário quando estou no palco e as pessoas e divertem muito, dando ao show uma dose dupla de comédia. Essa é a melhor coisa das minhas calcinhas velhas. Elas fazem as pessoas rir.

Qual o sutiã certo para mim?







Encontrar o sutiã ideal para seu tipo de corpo pode não ser uma tarefa fácil.

Magrinhas, gordinhas, de seios grandes ou pequenos: cada formato exige um modelo diferente.

Segundo Janaína Tomazoni, da grife de lingeries Elegance, mulheres de seios pequenos encontram nos modelos “push up” a melhor parceria. “Este modelo de sutiã tem bojo bolha na parte interna (que permite um aumento no visual dos seios), além do acessórios click para fechamento do sutiã na parte frontal (que une os seios). Além disso, não tem base na parte inferior dos bojos, que valoriza os contornos femininos e oferece maior mobilidade”, afirma.

Já para as pessoas com seios maiores a dica é outra, já que pedem uma sustentação maior na peça. “Esta mulher precisa que o sutiã seja funcional e confortável, permitindo que ela tenha amplitude de movimentos e segurança no vestir”, explica Janaína. Nestes casos, o indicado são sutiãs de bojo liso, que sustentam os seios, e com base.

O fato é que nenhum corpo é igual ao outro e algumas vezes o que serve para uma, não serve para outra. Para ajudar a identificar o melhor modelo, Janaína dá algumas dicas. “Ao experimentar um sutiã deve-se moldar cada seio nos bojos e observar os detalhes para não comprar errado”, diz. Confira a melhor forma de identificar uma boa lingerie:


- A cintura das costas precisa estar paralela à da frente do sutiã;


- Os bojos não podem sobrar ou faltar nos seios;


- Os seios precisam estar acomodados de forma que o bojo não marque a pele, tanto nas laterais, quanto na parte superior;


- Os mamilos devem estar centralizados e dentro do bojo;


- Os arcos do sutiã não devem apertar a parte lateral do busto ou a parte interna;

- A alça deve ficar centralizada no ombro.


Vale lembrar também que, ao contrário do que muitas pensam, as alças servem apenas para deixar a peça no lugar, e não para sustentar os seios.



Depois de encontrar o modelo ideal de sutiã, vale ousar. Para o verão 2009 a lei será compor a moda com lingerie, ficando difícil distinguir o underwear e o outwear.






Fonte:http://vilamulher.terra.com.br/qual-o-sutia-certo-para-mim-14-1-32-188.html

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Arte de rua em movimento e em grupo




Pra quem gosta de arte de rua e de stop motion. Pra quem gosta de admirar intervenções urbanas e trabalhos colaborativos. Olha que bacana esses grafites gigantes do street artists Blu e Elli Davis. É um super trabalhão, eles pintam o chão, a parede, fazem brincadeiras com estruturas como madeira, depois fazem outro desenho por cima... É muito legal! Aí eles fizeram um stop motion mostrando cada passo dos trabalhos, então virou um vídeo quase bastidores do trabalho deles. Vale a assistida! Veio daqui.

O ensaio artístico de Lady Gaga para a Vogue Hommes Japan






Meio que onipresente nas publicações de moda Lady Gaga está com tudo em mais um ensaio fotográfico. Em imagens artísticas, a cantora aparece em meio a pinceladas nas páginas da Vogue Hommes Japan. As fotos são assinadas por Nobuyoshi Araki, com styling do excelente Nicola Formichetti.

Só para exemplificar as outras publicações nas quais a artista emplacou este mês, Gaga está na V Magazine, no editorial "Gaga Over Gaga", na Out no editorial "The Lady is a Vamp" e na revista espanhola NEO2.

Como sempre chama bastante a atenção a sensualidade com que a cantora é mostrada nas imagens. Tanto na V Magazine quanto na Out, por exemplo, em algumas das fotos da cantora a nudez foi sempre explorada. A mesma regra é válida também para o ensaio da Vogue Hommes, onde ela aparece com os seios de fora.




Fonte: Blog da SPFW

Comportamento e Consumo: Redes sociais







Privacidade e Internet são temas antagônicos e controversos, que sempre geram polêmica e opiniões divergentes.

A partir do momento que se tornou possível a comunicação através de computadores, a sociedade passou a vivenciar uma nova realidade, que atualmente explode nas Redes Sociais.

Muitas possibilidades foram abertas a partir dessa inovação, mas, por outro lado, emergiram riscos de superexposição, quebra de sigilo e privacidade, sobreposição e confusão entre o público e o privado. Problemas para os indivíduos e também para as empresas.

Questões que impactam diretamente o consumo também podem ser discutidas sob essa perspectiva. Nas redes, uma empresa é uma “pessoa”, e é até bom que seja assim. Isso gera proximidade, fidelização, divulgação da marca e também impõe uma cautela maior em todos os aspectos que tangenciam a sua relação com o consumidor, tanto na venda, quanto na pós-venda.

A pesquisa DNA BRASIL, realizada pelo Observatório de Comportamento e Consumo do SENAI/CETIQT e publicada recentemente, confirma a tendência cultural do brasileiro em se relacionar. O brasileiro é assim, ele se expõe e se posiciona na sociedade através de suas relações e da vontade de falar e de fazer amigos.

Não é a toa que a comunidade brasileira no site de relacionamento Orkut, o mais popular no Brasil, possui cerca de 40 milhões de usuários, a maior em número de usuários, seguida pela índia.

Segundo a revista Veja, de março de 2009, O Orkut foi desenvolvido com base na teoria dos seis graus de separação. De acordo com ela, uma pessoa pode estar conectada a qualquer outra através de uma rede de, no máximo, cinco amigos. Na atualidade, suas funções variam desde fonte de pesquisa à interação com comunidades e pessoas. Isso representa uma série de oportunidades,e ameaças a uma marca. Imagina falar mal de um produto em uma comunidade ou página pessoal e ter essa propaganda negativa perpetuada a “quase todo mundo” em questão de dias, ou quem sabe horas. Já quando o cliente gosta e aprova ele fala bem, e o resultado positivo então é potencializado.

Outro tópico comumente abordado quando se trata de relacionamentos nas redes é o comportamento dos adolescentes e dos jovens adultos. Ao construir suas bases de relacionamento interpessoal via internet, estariam desaprendendo a comunicar-se cara a cara. Atrás da tela existe a opção de não ser visto, preservando a pessoa, suas limitações receios. Assim, a comunicação flui, com todos se sentindo mais confortáveis e protegidos.

Como tudo que é novo, ainda estamos aprendendo a usar essa ferramenta. E quando aprendermos já estaremos diante de uma infinidade de novas dúvidas. Sendo assim, pessoas, empresas, marcas, devem buscar continuamente o aprimoramento das suas estratégias de utilização desses meios. Como destaca Silvio Meira em seu twiter, A ESTRATÉGIA ATUAL de sua companhia, por MAIOR que seja o SUCESSO, é a que vai MATAR seu negócio.

“Patricinhas” O que são e o que consomem?







De um apelido despretensioso surgido nos anos 1990 ao caráter de “insulto” que foi adquirindo com o passar do tempo, o termo “Patricinha” é amplo em significados e, como categoria do senso comum, parece designar um target de consumo entre as adolescentes brasileiras.

No popular, “Patricinhas” são meninas ricas (ou nem tanto), com cabelos sempre escovados, roupas e acessórios da moda, que cultivam a boa aparência e a forma física, gostam de grifes, são esnobes, frescas, “caretas”, críticas, consumistas e fúteis.


Para nos ajudar a compreender quem são, como são vistas e se auto-percebem, como se comportam em termos de consumo e o que pensam as chamadas “patricinhas”, conversamos com Cláudia Pereira, que é Mestre e Doutora em Antropologia Cultural pelo PPGSA (IFCS/UFRJ) e professora do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio.


Cláudia, quem são as “Patricinhas”?

CP: “Patricinhas” são todas as mulheres que se preocupam em manter uma aparência física impecável, dentro de um padrão de moda mais comportado. Portanto, não se espera que uma “patricinha” seja transgressora, use roupas ou acessórios que possam colocar em dúvida o seu “bom gosto”. As “patricinhas”, na verdade, gostam de impressionar pela harmonia e perfeição dos elementos que compõem a sua aparência física – cabelos, maquiagem, corpo, roupas e acessórios -, mas sem chamar a atenção.


O que é ser “Patricinha”?

CP: Em minha pesquisa, faço uma distinção entre as idéias de “ser patricinha” e “parecer patricinha”. Especialmente entre as adolescentes cariocas, meninas de 14 a 19 anos que entrevistei, a gíria assume um papel de categoria de acusação e serve à função de controle social. Mas há nuances na forma como é usada. “Ser patricinha”, entre os adolescentes, tem valores negativos: é ser “metida”, “consumista”, “burra”, “alienada”, “preconceituosas”, entre outras expressões igualmente pouco elogiosas. Por outro lado, as mesmas adolescentes que usam estas definições afirmam que podem “parecer patricinhas” em algumas ocasiões, especialmente aquelas em que precisam se apresentar mais “arrumadinhas”. Neste caso, “parecer patricinha” é “parecer arrumadinha”, o que pode ser muito conveniente para algumas festas, boates ou encontros, facilitando sua inserção no grupo ao qual pretendem pertencer. No fundo, o que determina a ambivalência do termo “patricinha” é o desejo de sociabilidade. Uma adolescente que “é patricinha” não se mistura, não tem amigos que possam pôr em risco o seu “bom gosto”; uma adolescente que “parece patricinha”, mas não é, valoriza sua aparência para poder se integrar a um ou mais grupos sociais.

Que hábitos de consumo caracterizam as “patricinhas”?

CP: Se considerarmos as “patricinhas legítimas” – há uma classificação na noção de “patricinha” -, o modelo típico ideal refere-se àquelas mulheres, de qualquer idade, que escolhem o mainstream da moda, pagando caro por ele. São as consumidoras de grifes, especialmente. Agora, se pensarmos nas “patricinhas” que não são ricas, encontramos as consumidoras de marcas alternativas, mais baratas, mas que causam os mesmos efeitos que as grifes. Além disso, há o cuidado com os cabelos, que nunca podem estar desalinhados – em geral são lisos e longos – e com o corpo em geral, o que leva ao consumo de maquiagem, cremes e outros produtos que tratam da beleza.

Qual foi a principal descoberta da sua pesquisa?

CP: A adolescência é um momento em que valores ambíguos convivem em harmonia. Entre eles, a sociabilidade se mostrou o principal valor da adolescência. Sem ela, os adolescentes não conseguem construir suas identidades, consequentemente, não conseguem se sentir parte do mundo. O controle social entre pares é o contraponto da sociabilidade, o que ficou bem claro durante a pesquisa. Se, por um lado, se consegue prestígio através de uma grande rede de relacionamentos, o que é facilitado para quem transita entre diversos grupos, por outro, há que se manter alerta para algumas normas sociais importantes. As “patricinhas” caminham contra a corrente do que é ser adolescente, já que sintetizam a imagem da menina comportada, totalmente integrada aos valores convencionais de um mundo adulto e, ainda por cima, nada tolerante com relação a outros estilos de vida. Mas, se há um valor positivo, externado por minhas entrevistadas, naquilo que representam as “patricinhas”, é justamente a atenção dedicada à aparência física. Estar sempre bonita é um passo para se ganhar novos amigos.





4º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo .


Perguntas dirigidas ao sociólogo italiano Francesco Morace, presidente do Future Concept Lab – Milão.


1. Por que o sistema da moda está morto?


Francesco: O sistema da moda não pode mais garantir uma adesão passiva dos consumidores às linhas de tendências decisivas da indústria e da criatividade: os consumidores autores escolhem liberalmente e este processo enfraquece o sistema, que deverá oferecer produtos honestos e com um preço correto, além de um look total.

2. Acredita que seja uma tendência repensar o consumo e reciclar os objetos pessoais?


Francesco: Existe uma tendencia de repensar o consumo na diração da felicidade pessoal ao nível da própria possibilidade econômica e, desta forma, reciclar ou trocar os próprios objetos e roupas torna-se uma possibilidade entre outras…

3. O slow-fashion é uma tendência de estilo de vida ou somente para as roupas?


Francesco: A dimensão do slow-fashion se confirmou primeiro no mundo da alimentação ( slow food) e depois contaminou todos os outros setores: o do bem estar, dos cuidado com o corpo, do design, da arquitetura e, hoje, do vestuário…portanto é um mindstyle completo e abrangente.

4. Como é possível fazer uma parceria entre cooperativas locais com a alta moda no mercado exterior?


Vejo que agrega valor à produção e à qualidade. É um grande incentivo social.
Francesco: O mundo da moda, ao máximo nível da alta moda e das grandes marcas, é hoje muito interessado em aproximar-se e estabelecar alianças com cooperativas e outras realidades locais e artesanais, pois estas expressões de criatividade são autênticas e profundas e muito valorizadas por um mercado que prima pela qualidade dos produtos e dos processos…

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

500 cores de lápis



Quem lembra dos tempos de criança, daquelas maletinhas que vinham lápis de cor, giz de cera, tinta aquarela... Ou da felicidade que era abrir uma caixa de lápis de cor de 24 cores, ou aquelas super gigantes que tinham 48! Agora, imagine 500 cores de lápis de cor. Já pensou? O projeto 500 pencils é assim. E a idéia mais bacana é que quem compra os 500 lápis não recebe todos de uma vez.


O esquema funciona assim: durante 20 meses, o comprador recebe os lápis em casa, 25 de cada vez. Deve dar a sensação de que nunca se para de receber lápis! No site do projeto também tem uma galeria com um monte de desenhos bacanas todos feitos com lápis de cor. Pra colorir o fim de semana!

Fonte: http://theblackcatwalk.blogspot.com/2009/09/500-cores-de-lapis.html

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com