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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

10 itens explicam o que os consumidores querem

 

Se você acha que isso não tem nada haver com moda - ENGANA-SE! Entender comportamento de consumo é o segredo para entender o que seu cliente deseja e espera da sua marca... Em um mundo tão rápido, é bom você ficar atento, vai que a verdade de ontem não serve mais para amanhã.

Trouxe esse artigo do Adnews e espero que gostem. 

Fábio Monnerat

10 itens explicam o que os consumidores querem 
 
Uma vez conectados, a internet é uma das últimas coisas de que os consumidores estariam dispostos a desistir se tivessem de reduzir gastos, de acordo com as descobertas do ConsumerLab.
 
Por mais de 15 anos, a área de pesquisas de comportamento da Ericsson tem realizado estudos sobre os valores, comportamentos e maneiras de pensar das pessoas sobre produtos e serviços de TIC. O programa de pesquisa global é baseado em entrevistas anuais com 100.000 pessoas, em mais de 40 países e de 10 megacidades.
 
Michael Björn, responsável pelo ConsumerLab, diz: “Os consumidores aderiram aos aplicativos de smartphones naturalmente. O acesso direto e o formato touch via ícones escondem a complexidade dos serviços de internet. As pessoas agora estão dispostas a explorar várias áreas novas da vida cotidiana que se beneficiam da conectividade. Acabamos de concluir um estudo em mercados emergentes e descobrimos que até mesmo as pessoas que usam celulares pela primeira vez tornam-se rapidamente usuárias da internet. A conectividade está se tornando uma parte crescente de suas atividades diárias.”
 
As 10 maiores tendências do consumidor:
 
1. A conectividade domina.
A conectividade tornou-se tão essencial como o ar que respiramos. Uma vez conectados, os consumidores dizem que a internet é uma das últimas coisas que eles estariam dispostos a cortar se tivessem que reduzir gastos. 
 
2. Todo mundo pode ser um provedor de serviços.
Há uma enorme demanda por novos serviços. A internet possibilita tanto às empresas como aos consumidores inventar novas soluções, como aplicativos.
 
3. Mídias sociais redefinem os relatos de notícias.
As mídias sociais movimentam o consumo de fotos, videoclipes e músicas, e agora elas também ajudam os consumidores a julgar a relevância das notícias, fornecendo os comentários sociais necessários.  
 
4. Celulares têm um papel significativo na vida cotidiana.
Os consumidores mostram mais interesse em serviços móveis que estão diretamente relacionados com lugares próximos ou serviços locais. Enquanto 90% de todos os donos de smartphones carregam seus celulares com eles, apenas 80% dizem carregar dinheiro.
 
5. Mais transparência.
As pessoas estão se acostumando a viver suas vidas com transparência e elas também esperam que empresas e outras organizações ajam dessa mesma maneira. 
  
6. A nuvem faz as coisas serem mais fáceis de usar.
Dividir informações e ter vários dispositivos conectados o tempo todo está se tornando a regra para os consumidores, resultando na introdução de mais serviços baseados em nuvem. O principal motivo é a facilidade de uso.
 
7. As mulheres conduzem a adoção de smartphones.
O estudo de usuários de smartphones de 2011 da Ericsson mostrou que os homens ainda dominam o uso de serviços de nicho em smartphones, enquanto mais mulheres usam serviços regulares como chamada de voz, SMS e Facebook. Ao integrar todos os canais de comunicação em um único dispositivo, as mulheres estão conduzindo a adoção em massa de smartphones.
 
8. Compras facilitadas.
A pesquisa mostrou que 67% dos usuários de smartphones estão interessados em pagamentos móveis. Os pagamentos não devem ser vistos de forma isolada, mas devem ser colocados em um contexto de compras cotidianas – por exemplo, em informações do produto, pontos de bônus e recibos.
 
9. Tudo se conecta.
Os dados móveis ultrapassaram o tráfego de voz no último trimestre de 2009 e os dobraram no primeiro trimestre de 2011. Os consumidores estão cada vez mais conectados à internet e às coisas ao redor deles, como carros, ônibus públicos ou vending machines (máquinas de autosserviço).
 
10. Tempos incertos
Consumidores querem mais controle. Em tempos de instabilidade econômica ou quando desastres como terremotos ocorrem, aumenta o interesse dos consumidores por serviços relacionados a utilities, como água e eletricidade. Do mesmo modo, uma mudança na renda disponível está impulsionando as necessidades dos consumidores em estarem no controle do consumo de serviços.
 
Fonte:ADNEWS

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

E-commerce nas redes sociais: lucro, cautela e atenção


Não é de hoje que as redes sociais vêm dominando a nova forma de se fazer marketing e propaganda, e, recentemente, adquiriram também um caráter de e-commerce livre. No twitter, milhares de promoções de livros, CD’s, DVD’s, jogos, etc, e no Facebook, as Fan Pages dominam o mercado de compras online, disponibilizando comentários mil. O mundo corporativo invade as redes sociais e isto é muito bom. No entanto, há de se ter cuidados e cada passo deverá ser pensado e planejado. Uma Fan Page bem administrada sabe que o sucesso não depende de quantos seguidores você tem, sendo que o conceito é sutil e bem mais profundo do que isso. Para pensar no caso basta responder a perguntas simples, tais como: Os seus seguidores tem alguma interação com a sua marca? Sua empresa conhece o seu seguidor? Sua empresa dispõe de informações e oportunidades relevantes aos seus seguidores? O seu seguidor ao clicar em “Curtir”, será que realmente ele está “Curtindo”?

Hoje é possível vender produtos pelo Facebook, Twitter e até mesmo o Orkut, que apesar de ter perdido a sua força de antes no Brasil, continua sendo um mecanismo para levantar ou não o seu ibope com o consumidor final. Por isso não devem ser ignoradas e colocadas apenas para dizer que a empresa “está ali”. Eles são as novas modalidades do e-commerce mundialmente falando. É o “Facecommerce” da internet, o Twitcommerce do planeta, em que o consumidor não precisa nem sair da sua página para adquirir o que quiser. A grande vantagem para quem vende é o baixo custo desta vitrine virtual, além da enorme chance de divulgar (gratuitamente) o seu produto ou serviço, pois, aproveitará do “boca a boca” da rede social. É importante também, haver sinergia da sua página com outros sites do segmento, por exemplo, o Youtube, adicionando abas e aplicativos, além de reunir elementos e palavras-chave relevantes para o negócio, de modo a oferecer um bom posicionamento nos mecânismos de buscas.

Mesmo a rede da gigantesca da internet que ainda não vingou como o Google+ merece atenção, além é claro dos blogs – que ganham força cada dia que passa, por isso não subestime o blogueiro – e dos sites de reclamações dos consumidores que esperam uma resposta ao problema que sua empresa causou. Se as redes sociais ainda não fazem parte do dia a dia do seu planejamento, da sua empresa, não perca tempo, porque de uma maneira ou de outra, em algum dia, elas terão que fazer.

Fontes: Estilo Press e Textília.net
Por: Arnaldo Korn

domingo, 16 de outubro de 2011

A importância da internet para a democratização da moda


Desde os primórdios do mundo da moda, esse universo sempre foi restrito a uma pequena parcela da sociedade. Primeiramente, apenas os reis e a alta nobreza ao entorno do trono tinham acesso aos privilégios “fashion”. Em formato diferenciado do que vemos hoje, os tecelões apresentavam apenas o tecido e um esboço de como seria a vestimenta.

Os desfiles como conhecemos hoje surgiram em meados do século 19, quando o costureiro inglês Charles Frederick Worth, considerado o “Pai da alta costura”, passou a utilizar homens e mulheres na apresentação de suas peças. Além disso, ele também criou o conceito de coleções, lançando sucessivamente novas linhas, promovendo a mudança nas tendências e a valorização do novo.

E, mesmo com as modificações criadas por Worth, o acesso à moda continuou restrito à alta sociedade. Dessa vez não a reis, mas sim a poucos clientes, que formavam a burguesia da época.

Já próximo ao final do século 20, o acesso à moda teve uma pequena brecha. O universo fashion passou a ganhar parte da atenção da imprensa. Jornais, revistas e televisão faziam uma ponte entre as tendências, os luxuosos desfiles e o restante da sociedade, que mesmo sem pronto acesso, relatava paixão pelo assunto.

Após os anos 2000, com o potencial econômico do setor alavancado, o mundo da moda tornou-se mais um holofote midiático. Desfiles televisionados, modelos fotográficos, informações dispostas na internet, e o acesso a esse universo foi praticamente instantâneo.

A internet possibilitou que a moda estivesse acessível a todos, sendo possível até acompanhar a desfiles em tempo real durante a Semana de Moda de Nova York ou apenas o lançamento de uma coleção no Sul da França.

Mas, outra barreira entrou entre os aficionados e a moda: o direito de criar. Mesmo com tanta evolução tecnológica e espaços na mídia, o poder de criar modelos, gerar tendências ainda era destinado a poucos. Apenas estilistas de renome, grandes grifes, poderios financeiros. Mais uma vez o acesso voltava a ser extremamente restrito.

Foi então que a evolução da internet passou a funcionar em prol da popularização do mundo da moda. Primeiro vieram os blogs. Cada vez mais amantes da moda passaram a falar abertamente sobre o assunto. Como se fosse um diário virtual, os blogueiros fashionistas davam pitacos e opinavam sobre as tendências.

Eis que surgiu a web 2.0, com as fantásticas redes sociais e conteúdo colaborativo. Ou seja, conteúdo formado pelo próprio usuário, pessoas reunidas em um único ambiente debatendo um assunto em comum: moda. Milhares de internautas criando, com possibilidade de gerar tendências, apresentando seus modelitos, discutindo suas criações com outros fashionistas.

Esse universo de acesso à moda, jamais imaginado por tecelões e reis ou até mesmo Charles Worth, chegou ao público e pra valer. Após trilhar caminhos árduos, privação para alta sociedade e potenciais econômicos, a moda precisa hoje apenas do desenvolvimento tecnológico. A internet conseguiu o imprevisível: a democratização da moda.  

* Por Flávio Pripas, sócio fundador do byMK.

sábado, 23 de abril de 2011

Tendências para o consumo no varejo de moda

 
Identificamos algumas tendências que influenciam diretamente no sucesso ou fracasso do branding de moda e Marketing. Para isso foi preciso medir a direção dos valores de consumo para esse período. Confira abaixo:

O valor é a primeira tendência. Aquilo que é percebido pelo consumidor, pois ele é quem define o valor. Na prática, os gastos excessivos serão substituídos pelo consumo racional. A marca deve expressar esse valor. Sua essência deve envolver os consumidores, em todas as ações onde está presente.

A conexão emocional entre as empresas e os clientes permanece. Os varejistas terão que captar aquilo que impulsiona a sua categoria de produtos. É fundamental conhecer o que os consumidores esperam e só então concentrar as estratégias nessa direção. Se os clientes esperam atendimento personalizado, interatividade, inovação, enfim, prestar atenção nos serviços e valores que estão ao redor da marca. 

As marcas devem construir algo próprio e original. Não basta fazer o que os outros estão fazendo, porque não vai funcionar. As ações sociais, ou de sustentabilidade, devem ter credibilidade. A diferenciação virá do apelo emocional. A proliferação de produtos e serviços continua, mas não é garantia de inovação. Essa inovação é melhor percebida pelas experiências em consumo, que as marcas podem oferecer.

A interatividade permitiu que os consumidores falem entre si antes de conversar com a marca. As redes sociais estabeleceram a troca de informações e tendem a aumentar, na medida em que os consumidores estão mais confortáveis para obter essa opinião de estranhos. A missão das marcas será projetar um feedback positivo no mundo virtual. 

A influência dos amigos também vai aumentar. Há uma confiança nas comunidades, que se estendem para a confiança que eles têm na marca. O boca a boca somente não se impõe. Hoje, a palavra certa nesse processo é o que importa.

Fazer uso do Facebook Connect é básico. Colocar o canal de venda nas mãos do consumidor.
 
O mobile marketing está crescendo, fazendo com que as empresas criem tecnologia portátil que facilite as transações, pelos smartphones. Facilitar esse consumo estimula a compra por impulso, junto às diversas promoções, em especial se a marca personalizar essa experiência.

Olhar para a concorrência, e não apenas para as marcas tradicionais. As proliferações de marcas e novos produtos se espalham facilmente na rede, portanto, é preciso superar com comentários sobre a sua marca. Oferecer aquilo o que os consumidores esperam se transforma em fidelidade e garante uma vantagem significativa em relação às novas marcas. 

Estar antenado às expectativas, que hoje mudam a toda hora. Todos os dias surgem novas tecnologias e inovações. Os aplicativos tornaram-se necessários à vida das pessoas, e as marcas vão brigar por esse espaço móvel. Oferecer serviços de forma criativa nessas ferramentas será o grande diferencial. O engajamento com a marca continua a ser o objetivo principal.

O uso dos métodos é que está mudando a cada dia, como as plataformas de relacionamento criativas, aliando a moda ao entretenimento.

Juliana Dornelles (Publicitária, professora e pesquisadora na área de Moda e Cibercultura. Pós-graduada em Moda e Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi e mestre em Estética e História da Arte – MAC/USP - juliana@julianadornelles.com.br @judornelles)

Fonte:Portal HSM

quinta-feira, 31 de março de 2011

Social Commerce, a onda do momento

 

Vi essa matéria no Mundo do Marketing e não resisti, achei super über e espero muito que gostem ...

Aproveitar a febre das redes sociais para vender. Esta é a proposta do Social Commerce, conceito ainda recente no Brasil e no mundo. Em tese, a prática une as lojas virtuais às ferramentas de mídia social, mas pode ir além. A ideia é usar a tecnologia para incentivar e facilitar uma prática muito comum entre os consumidores: a troca de informações sobre produtos, marcas e serviços entre amigos.

Com o Social Commerce, as empresas têm a chance de ampliar o relacionamento com os clientes e agregar credibilidade ao que oferecem. No Brasil, surgem alguns cases de marcas que aproveitam o conceito, mesmo que não apliquem a ideia na íntegra. É o caso de redes sociais como byMK e Frugar e de marcas como HP e Drogaria Onofre.

“A tecnologia veio para ajudar a fazer o que já se fazia muito bem no passado, mas atingindo um número maior de pessoas ao mesmo tempo. Social Commerce é isso: consumidores unidos trocando informações para comprar. Uma coisa é ouvir que o notebook da HP é legal do seu amigo, outra é ouvir da própria HP, por exemplo”, explica Pedro Eugênio, Sócio-Fundador do Busca Descontos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

  De olho nos esmaltes

Aproveitando a tendência, a Drogaria Onofre resolveu unir elementos de interação típicos de redes sociais ao seu e-commerce. A empresa lançou uma loja virtual de esmaltes, em que as consumidoras podem deixar dicas relacionadas ao assunto. Na página é possível ainda ver todos os comentários postados no Twitter da Onofre sobre o tema.

 
A ideia da loja exclusiva para esmaltes aproveitou o boom dos produtos na internet, que viraram mania em blogs e sites de beleza. “A Onofre tem uma gama grande de produtos. É difícil localizá-los no site. Então pensamos em trabalhar nichos. O esmalte é o primeiro deles. Quisemos não só criar a página, como também ter interação, porque as pessoas têm dicas para contar e gostam de participar”, diz Lismeri Ávila, Diretora de Operações da Drogaria Onofre, em entrevista ao portal.

O resultado foi positivo. Na primeira semana, a empresa observou uma manifestação a cada quatro minutos, com 30 dicas recebidas nos dois primeiros dias. Destacar os esmaltes em uma sessão exclusiva também aumentou as vendas. Algumas marcas que não eram tão conhecidas dos clientes Onofre, como Mavala e Bourjois, viram seu lucro triplicar.

Vídeos e venda
A HP também resolveu investir em mídia social para se aproximar dos consumidores. Inspirada em casos como o da marca europeia de moda French Connection, a companhia lançou uma loja virtual no Youtube. Na página, além de comentar sobre os seus produtos e ler o que os consumidores têm a dizer, os internautas encontram vídeos explicativos. Caso se interessem por algum produto específico, é só clicar e ser redirecionado para o e-commerce.

“A HP busca formas de proporcionar experiências no ponto de venda físico, convidando o cliente a ir à loja. Na internet é um desafio, por isso a ideia do Youtube. O consumidor brasileiro tem o hábito de acessar vídeos para entender melhor os produtos. Então resolvemos fazer uma conexão entre vídeos e venda, com nossa loja online”, conta ao portal Renata Gaspar, Diretora de Marketing da HP no Brasil.

O projeto foi desenvolvido exclusivamente para o mercado nacional, mas já desperta o interesse do time mundial de Marketing da HP. Duas semanas após o lançamento, a HP YouStore já figura entre os cinco brandchannel mais acessados no Youtube, contabilizando cerca de 123 mil exibições e 476 internautas inscritos.

Confiança na hora de consumir
Por ser um conceito novo, entretanto, o Social Commerce pode ser aplicado de várias formas, basta que o consumidor esteja no centro da estratégia das empresas e as informações obtidas a partir dele ajudem na venda. A Amazon pode ser considerada uma das primeiras companhias a unirem comércio eletrônico e interação social. O site ficou conhecido por dar espaço aos internautas para indicarem e comentarem sobre produtos por meio de comentários.

“O Social Commerce permite maneiras novas para que o cliente sinta-se mais seguro ao comprar. A aprovação de pessoas em quem confia vale muito mais do que a da própria marca. Isso aumenta a probabilidade de efetuar a compra”, acredita Natan Sztamfater, Sócio-Diretor da agência CookieWeb, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redes sociais como o byMK também utilizam o conceito, mesmo não realizando vendas. No site, os usuários cadastrados podem trocar informações sobre marcas de moda e seus produtos. A interação gerada a partir da rede acaba por influenciar a decisão de compra dos consumidores.

Caminho de decisão para a compra
Aproveitando a oportunidade de mercado, o Frugar nasceu para dar espaço aos internautas que desejam discutir sobre produtos e serviços. “Vimos que na internet não havia um lugar onde as pessoas pudessem fazer essa troca de forma mais direta. Nas redes sociais como Orkut e Facebook, as informações se perdem, já que o conteúdo não é específico”, ressalta Rodrigo Waissman, Diretor de Marketing do Frugar.

No site lançado em novembro de 2010, os usuários encontram resenhas feitas pelos próprios internautas, o que acaba dando uma percepção de confiança aos consumidores. Mesmo que a opinião seja de um desconhecido, ela acaba sendo levada em conta porque o cliente se identifica com o contexto do outro, que entende a sua necessidade.

Apesar de não ser um canal de venda direto, o Frugar disponibiliza ainda uma busca por produtos que apresenta os preços para que o cliente decida em que varejista online deseja comprar. “Nossa preocupação é oferecer ao nosso usuário todo o caminho da decisão de compra. Desde a consulta a amigos, passando pela concretização e, depois, podendo falar se ficou satisfeito ou não”, relata Waissman.

Os exemplos mostram que o Social Commerce tende a ser um caminho sem volta. Basta que as marcas saibam unir ferramentas de mídia social à venda. “Há 10 anos, quem mandava era a indústria. Depois foi a vez do varejista. Agora, o poder está na mão do consumidor. Se ele fala que não gosta, a repercussão é muito fácil de ser ouvida. As oportunidades de negócio estão para as empresas que conseguirem capturar essas informações e mostrá-las de um jeito fácil e interessante”, diz o Sócio-Fundador do Busca Descontos.

Fonte:MundodoMarketing

terça-feira, 25 de maio de 2010

Victoria's Secret lança lingerie inspirada no Facebook



A calcinha da foto é produzida pela Victoria's Secret, em edição limitada. Para comprar (US$ 10,50), você deve imprimir um cupom e apresentá-lo em alguma loja oficial da rede.

A calcinha simula o botão de "Curtir" (Like) do Facebook, fazendo uma insinuação pouco discreta de tudo isso que você já entendeu quando viu a foto. Mas também pode ser uma forma de você, mulher, declarar até nos momentos mais íntimos seu amor por essa rede social - e aí, talvez, causar ciúmes no namorado e então partir para uma discussão de relacionamento pública no próprio Facebook.



Fonte:http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2010-05-23_2010-05-29.html

terça-feira, 9 de março de 2010

Consumo consciente ainda é pequeno, mas vai crescer no Brasil

Brasileiro vem procurando versões mais sustentáveis dos produtos, está mais crítico em relação às empresas e poderá usar a tecnologia para compartilhar informações.

O comportamento do consumidor no Brasil vem mudando quando o assunto é sustentabilidade. De acordo com o dossiê elaborado pelo portal UnoMarketing em parceria com a consultoria MobConsult e com a revista Ideia Socioambiental, dois em cada 10 brasileiros já levam em consideração o compromisso socioambiental da empresa antes de colocar um determinado produto no carrinho. O nível de engajamento ainda é pequeno se comparado a consumidores dos Estados Unidos e dos países da Europa, mas a mudança de hábito indica que esses números só tendem a aumentar, principalmente com a utilização de novas tecnologias.

A pesquisa constatou que nos últimos 10 anos os consumidores brasileiros têm estado mais atentos e críticos em relação às atitudes tomadas pelas empresas. Além disso, eles têm expectativas positivas com relação às empresas que estão 20% acima da média mundial e uma avaliação negativa que está três pontos acima da média de outros países. Há uma desconfiança maior quanto às informações passadas pelo varejo em geral e, de certa forma, essa atitude está atrapalhando a expansão do consumo consciente no país.

 “A verdade é que o brasileiro põe muita expectativa nas ações das empresas e, ao ver que muitas vezes elas são apenas retórica, ele fica decepcionado. Há um gap muito grande entre o que ele espera e o que fazem efetivamente as empresas”, ressalta Ricardo Voltolini (foto), jornalista e publisher da revista Ideia Socioambiental, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Consumo excessivo vira fator de exclusão
As redes sociais, tais como Twitter, Facebook e Orkut, também são grandes canais onde a lógica do ‘comprar excessivamente’ tem sido posta em xeque. Há muitos movimentos pró-consumo nessas ferramentas, mas o que foi observado no dossiê é que também há ações sendo feitas no sentido de despertar um comportamento mais consciente.

“Detectamos que o consumo excessivo já não é visto com bons olhos. As pessoas estão começando a prestar atenção na geração de resíduos e a pensar nas necessidades de realizar ou não uma compra. O mundo pede que sejamos mais rápidos e, com isso, temos de recorrer a alternativas que possam corresponder a essa rapidez. Embora a tecnologia nos ajude, ela também nos induz a uma obsolescência forçada”, diz Luís Bouabci, especialista em rede da MobConsult.

Smartmobs e geração mais colaborativa
A mobilização via tecnologias tem sido uma tônica nos últimos anos. Um exemplo disso foi o que ocorreu na Espanha, após o atentado na estação de Atocha, em 2004. Vários espanhóis enviaram mensagens via SMS para que todos se reunissem em favor dos mortos. Nessas mensagens, a repetição da palavra “pásalo” (repasse) tornou-se um ícone. O resultado veio dias depois, quando as pessoas se reuniram de maneira espontânea para protestar contra o governo por ter ocultado dados sobre a verdadeira causa do atentado. Os mobs são uma maneira inteligente, segundo Bouabci, de expandir os conceitos e ajudar na difusão de um pensamento mais consciente de consumo.

Além disso, a geração atual, mais ligada na internet e em tecnologias, está crescendo em um ambiente colaborativo. “Troca de dados e mensagens, fóruns e redes de discussão já estão na ordem do dia. O melhor exemplo disso é o Linux e o Mozilla Firefox. Diferentemente da geração que tem 30, 40 anos, os jovens de hoje estão mais dispostos a compartilhar ideias e trabalhar em conjunto”, conta Bouabci.

 Mídia tem papel essencial

Grande parte dos fabricantes ainda não investe na transparência quando o assunto é rotulagem de produtos. Embora o Brasil ainda apresente uma alta taxa de analfabetismo funcional, a tendência é que o consumidor busque mais informações nos rótulos e siga o que está sendo observado no mundo. A mídia, nesse ponto, tem um papel importante para fazer valer essas mudanças.

“O que se vê hoje em dia é que os profissionais de comunicação têm uma grande dificuldade para entender essas questões socioambientais e passá-las por meio de uma ação, de uma reportagem ou de uma campanha. Esse dossiê tem o objetivo de trazer informações para que eles possam entrar em contato com uma comunicação mais consciente e entendê-la melhor”, diz Paula Faria (foto), idealizadora do portal UnoMarketing, em entrevista ao site.


Fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/10,13281,consumo-consciente-ainda-e-pequeno-mas-vai-crescer-no-brasil.htm

terça-feira, 2 de março de 2010

Web: vendas sobem, mas sites estão obsoletos


Duas pesquisas recentes do Ibope demonstram o quanto a internet cresce como vitrine e canal de compras, mas que sites de organizações precisam mudar para acompanhar esta evolução.

Em dezembro de 2009, lojas de varejo online, como Wall-Mart, tiveram número de visitantes 2,9% maior em comparação com estatísticas do mês anterior. Com isto, o nível de audiência nunca esteve tão alto: 21,3 milhões de pessoas. Esta parcela do medidor "Comércio Eletrônico", que ainda engloba sites de leilão, comparadores de preços e classificados, é a que mais cresce.

Neste mesmo mês, o perfil de público mais constante foi o de mulheres e crianças, que procuram brinquedos ou produtos de algum personagem de televisão, assim como adolescentes que buscam produtos relacionados a música. Outro indicador de que a internet vem ganhando força como canal de compras é o aumento de 9,8% na quantidade de visitantes únicos no mês em sites de bancos.

Sites empresariais pararam no tempo
 
Na contramão deste crescimento, os sites empresariais estão perdendo audiência. O último dado de navegação na internet que capta esta tendência, monitorado pelo Ibope, indica que a audiência de busca por informações corporativas caiu 7,6% em relação ao mês anterior.

Atualmente, estar presente na internet não significa apenas ter um site. Confira algumas mudanças importantes na comunicação e promoção empresarial via web:

• Com a democratização da web, a funcionalidade do site deve ser fácil, intuitiva e interessante. O que importa é deixar o conteúdo amigável e visível não só ao público-alvo;

• Para públicos específicos, o hot site é um recurso interessante. Este modelo pequeno de site geralmente é indicado para divulgar novos produtos, serviços e eventos;

• Ao invés de estruturar o site com áreas separadas e estáticas para dados institucionais, como informações históricas e missão da empresa, o ideal é mesclar e incrementar estes assuntos;

• Dialogar com o consumidor é essencial na internet. Redes sociais promovem esta interação e inúmeras empresas já criaram perfis, comunidades ou qualquer outra nomeação do tipo para ficar mais perto de seu público-alvo.

Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=82829

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Redes sociais serão como o AR



 

Não dá mais para fugir das redes sociais. A empresa gostando ou não terá que se relacionar com seus clientes por meio da web, onde o seu público ou parte dele estará. Mas qual a melhor forma de fazer isso? Que estratégia usar para que o resultado não seja negativo? Para Charlene Li, especialista em tecnologias sociais em web 2.0, a melhor estratégia para entrar nas redes sociais é descobrir primeiro se o cliente realmente faz parte dela. “Faça uma pesquisa para detectar a forma como as pessoas utilizam a tecnologia e como elas tomam suas decisões na web. As estratégias de negócios só devem ser lançadas nas redes sociais se a empresa tiver boa presença neste meio”, explica Charlene.

A analista em redes sociais aponta que em 10, 20 anos ou até menos, as redes sociais serão como o ar que respiramos. A grande questão, segunda ela é: que tipo de informação será preciso para que as redes sociais funcionem como o ar? Existem três tipos, a questão da identidade: quem é você. A segunda informação está relacionada ao seu contexto: quem você conhece. E a terceira informação são as suas atividades: o que você faz no contexto destes relacionamentos? E para Charlene, mais que saber estas informações é levantar quais sites você visita, quais produtos você consome e traçar estratégias a partir daí.

Para as empresas o grande desafio será como obter, trocar e preservar todos esses registros dos clientes. Charlene acredita que exista algum algoritmo que consiga gerenciar toda a questão da privacidade e levanta algumas reflexões: o que fará com que as redes sociais se conversem e reúnam todos os dados dos usuários? O que é necessário fazer para que concorrentes interajam e mantenham o mesmo padrão? Para ela a resposta é simples: o dinheiro. “Ninguém fará isso pelo espírito de união, transparência e abertura. Eles farão isso porque podem ganhar dinheiro”, afirma.

Talentos em web 2.0 precisam ser descobertos nas corporações

Para a analista em redes sociais, a maioria das empresas ainda não está capacitada para o Groundswell – termo para definir a tendência das pessoas usarem as tecnologias das redes sociais para conseguirem o que necessitam por meio de outras pessoas. Apesar das empresas ainda estarem numa fase embrionária, Charlene afirma que existem pessoas nas companhias com conhecimentos e habilidades suficientes para desenvolver este trabalho. Basta apenas identificá-las. O conceito de Groundswell está sendo difundido no livro The Groundswell – Fenômenos Sociais nos Negócios de autoria de Charlene Li e Josh Bernoff.

Outro cuidado que as empresas devem ter no momento de definir se entram ou não em redes sociais, é a escolha do canal. Para se comunicar com os usuários e gerar resultado é preciso checar antes o que os clientes utilizam e quais são os objetivos da empresa. “Quando alguém sabe onde acontecem as conversas dos clientes e quais são os objetivos da empresa, pode-se encontrar a correspondência entre ambos. Além disso, ouvir o que o público quer é um excelente ponto de partida para aumentar o compromisso com a empresa”, afirma Charlene.

Esse comprometimento passa ainda por escutar o que cliente tem a dizer e manter o diálogo. Com base nas informações sobre o que o cliente realmente precisa, a empresa passa a ter uma rica pesquisa para aperfeiçoar seus produtos. Diferente do marketing tradicional que controla a mensagem emitida, no Groundswell os usuários aprendem entre si e confiam nas recomendações do amigo. Por isso a importância da presença da empresa dentro das mídias sociais.

Fonte:http://br.hsmglobal.com/notas/56232-redes-sociais-ser%C3%A3o-como-o-ar-que-respiramos?utm_source=050210_digital&utm_medium=050210_digital&utm_content=050210_digital_redes-sociais-ser%C3%A3o-como-o-ar-que-respiramos&utm_campaign=050210_digital

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Redes sociais aquecem o e-commerce




Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.


Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.



E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.


Veja a matéria completa no: http://br.hsmglobal.com/notas/55242-redes-sociais-aquecem-o-e-commerce?utm_source=301009_digital&utm_medium=301009_digital&utm_content=301009_digital_redes-sociais-aquecem-o-e-commerce&utm_campaign=301009_digital

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vale a pena investir em redes sociais?


Especialistas indicam o que as empresas devem ou não fazer para se relacionar com os consumidores na internet

O boom das redes sociais não deixou dúvidas: se as marcas desejam se relacionar com os seus consumidores, devem estar presentes nestes canais. Não é mais novidade a presença das empresas em espaços virtuais como blogs e sites de relacionamento como o Orkut e o Facebook, além do microblog Twitter, fenômeno virtual do momento. Mas até que ponto vale a pena investir em mídia social? Para saber quais são as vantagens, desvantagens e principais características, o Mundo do Marketing conversou com profissionais que apostam em ações voltadas para as comunidades on-line.

Estes canais são base para relacionamento, pesquisa, promoção e tudo o mais que se possa imaginar em termos de estratégia de Marketing. Hoje, não há internauta que compre um produto sem antes fazer uma pesquisa no Google ou em fóruns e comunidades relacionadas à marca ou à categoria de interesse. São também as redes sociais que esses consumidores procuram quando desejam reclamar. E acredite: as críticas negativas às marcas ou aos produtos podem repercutir muito mais do que você pensa. Vide sites como o Reclame Aqui.

Mas qual é o papel das marcas nas redes sociais? De acordo com Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life, empresa que monitora e analisa o conteúdo gerado na mídia social, a principal função das empresas é gerar relacionamento. “As pessoas que estão nas redes sociais procuram muito mais se relacionar, obter informações. Elas querem conversar”, aponta o profissional em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas nem sempre é possível se relacionar com o seu consumidor na internet, como lembra o próprio CEO da E.life, o que não significa que as empresas não possam se beneficiar das redes sociais.


Monitorar, avaliar, criar pontos de contato e ativá-los

“Muitas empresas já têm pontos de contato tradicionais como 0800 e e-mail que não funcionam bem. Enquanto não resolverem esses problemas, não podem se aventurar nas redes sociais. Isso apresentaria mais ameaça do que oportunidade”, explica o especialista. Para isso, é necessário que todas as marcas, sem exceção, sigam os dois primeiros passos indicados por Barbosa: monitorar e analisar.

Primeiro, é necessário que as empresas levantem dados quantitativos e depois informações qualitativas e conclusivas a respeito de seus consumidores na internet. A partir deste trabalho, as marcas são capazes de saber se os pontos de contato tradicionais estão funcionando ou falhando. O ideal é entender o que e onde o consumidor fala da marca, para depois realizar as duas últimas etapas sugeridas pelo CEO da E-life: criar pontos de contato e ativá-los.

Foi o que fez a Wine, site de e-commerce de vinho. Estando mais próxima do seu consumidor por ser uma loja on-line, a empresa conseguiu conhecer o seu público e criar mecanismos para se aproximar ainda mais dele. Para se relacionar com os internautas, a Wine criou um Twitter que recebe dicas sobre o universo do vinho. “Diferente de algumas empresas que trabalham o conceito de venda, procuramos focar o lado educativo”, diz Anselmo Endlich, Diretor de Marketing e TI da Wine, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Marcas se unem aos blogueiros

A empresa também aposta em promoções exclusivas para o microblog para ampliar o relacionamento com os usuários. No começo do mês, a Wine lançou a ação “Você é o sommelier”. Quem desse mais “retwitts” – ação de encaminhar conteúdos postados adicionando “RT” antes do texto – ganharia um prêmio. A iniciativa buscou motivar a divulgação das informações postadas pela Wine.

Além do Twitter, a loja virtual também monitora e tem ações específicas para o Orkut e o Facebook, como cupons de descontos. A empresa ainda está concluindo o blog oficial da marca, que pretende seguir o mesmo conceito do perfil no Twitter e divulgar dicas para os apreciadores da bebida. Outra ação recente da Wine uniu o on-line ao off-line. A empresa realizou o “Blog com Vinho”, um evento com as principais blogueiras sobre o assunto para se aproximar do público e entender o comportamento dessas consumidoras.

O encontro resultou uma pesquisa com informações sobre como a mulher compra vinho, quais os principais fatores no processo de escolha, em que ocasião elas consomem, quantas vezes por semana, qual a faixa de preço, entre outros. Outra marca que se uniu aos blogueiros foi a Puma. A empresa realizou uma ação em parceria com 100 donos de blogs para promover o produto Puma Lift.


Relacionamento para ativar vendas

Cada blog parceiro direcionava os internautas para um concurso cultural que incentivava os consumidores a responderem a pergunta “O que é ser leve para você?”. Os autores das melhores respostas ganhavam o prêmio, assim como os blogueiros da página visitada. A ação contou ainda com divulgação em perfis do Orkut, Twitter e Facebook.

“A intenção era que os blogueiros também divulgassem a marca porque acreditam no produto. Tudo o que a gente faz em redes sociais tem que ser pertinente”, comenta Araken Leão, Vice-Presidente Digital da CasaNova Comunicação, agência responsável pela ação da Puma, em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo Leão, há espaço para todos nas redes sociais. “As marcas podem trabalhar desde o esclarecimento de produto até o monitoramento dos consumidores, que antecipa as tendências”.

Quando se conhece o consumidor e o terreno em que está pisando, é possível, também, aumentar as vendas pela internet, como fez a Pizza Hut do Rio Grande do Sul. Além de postar informações sobre a rede, a marca interage para fidelizar os internautas. Aqueles que têm maior presença nos canais em que a Pizza Hut está presente têm acesso a promoções relâmpagos e vantagens especiais.

Conhecer as ferramentas é essencial para não errar

Antes de começar a atuar em redes sociais, a empresa se preocupou em conhecer as ferramentas para não correr o risco de errar. “Procuramos nos precaver para que as possibilidades de erro diminuíssem. O maior equívoco das empresas é entrar nos canais sem estar estruturadas para atendê-los. Aqui temos um apoio intenso da área de comunicação. A decisão de ter um canal interativo precisa ter a consciência prévia da responsabilidade, senão a marca fica prejudicada”, aponta Henry Chmelnitsky, franqueado da rede no Rio Grande do Sul.

Outra empresa que utiliza as redes sociais para incentivar as vendas é o Ingresso Rápido. O site está investindo nos canais para comunicar a abertura de venda de ingressos para espetáculos e eventos e a ampliação de temporadas com apresentações extras. Não só uma excelente base de dados sobre consumidores, as comunidades virtuais também se apresentam como ferramenta para divulgação e prestação de serviços.

No Brasil, existem 46,7 milhões de internautas, segundo dados do Ibope Nielsen Online de agosto deste ano. Os números são suficientes para mostrar que o alcance da web ultrapassa qualquer meio de comunicação de massa tradicional. Em 2008, foram vendidos mais computadores do que TVs no país e os dados da pesquisa indicam que os brasileiros passam três vezes mais tempo on-line do que vendo televisão. Este cenário tende a se expandir: a média de crescimento da internet por aqui é de 22% ao ano.

Hoje, a rede já atinge aproximadamente 40% da população, enquanto os meios tradicionais apresentam crescimento moderado ou declínio. Focando apenas os homens AB, de 10 a 24 anos, este número sobe para 85%. A influência que a internet exerce sobre os consumidores é inegável. Mas não se pode negar também a influência que estes consumidores têm sobre a internet. E se eles estão em algum lugar, este lugar são as redes sociais e é para lá que as marcas devem voltar o olhar.


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