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sábado, 31 de dezembro de 2011

Über 2012 a todos que ajudaram a criar a história do Über Fashion


Mais um ano. Super senso comum, mas vou ter que dizer mais uma vez que esse passou mega rápido... 2011 começou terrível, a famosa enchente da Região Serrana do Rio acabou com tudo na minha casa, matou uma quantidade enorme de pessoas e sonhos, mas depois a vida toma conta de se reorganizar e como eu escrevi em fevereiro "Voltar a rotina é fashion

Voltamos com tudo! Nunca tivemos tanta gente conectada com o über, aqui no blog tivemos um aumento de mais de 100% de "audiência/visitações", nossa Fan Page no Facebook foi super bem aceita, quase dobramos os seguidores no Twitter, passamos a integrar o IFB, estivemos entre os finalista do concurso de blogs do Top Blog, somos indicados pelo ENMODA, pela curso de gestão de moda -Fashion Business - da FGV-RJ. Enfim, um ano que começa com tudo para ser o pior ano da minha vida, mas que termina com um saldo positivo. 

Ano que vem vamos passar por mudanças estratégicas e vamos crescer bastante, mas isso a gente conta depois, agora quero agradecer algumas pessoas que foram mais que especiais para o Über Fashion.

Bem, o blog começou (2009) como uma página para levar informações de moda/tendências para as empresas do Pólo de Lingerie de Nofa Friburgo-RJ, mas na internet essa história de delimitar área de atuação está totalmente por fora, ao longo desses anos fomos crescendo e virando um blog de moda. Hoje o nosso público é 85% brasileiro e 15% internacional. São Paulo é a cidade que mais nos acessa, só depois vem o Rio e Friburgo nem aparece entre os 20 mais.


Por aqui já passaram algumas pessoas, mas a mais importante, sem dúvida, foi minha amiga/irmã Clarissa Erthal, eterna sócia que anda provisoriamente fora da Über. Outro que sempre incentivou e torceu foi o amigo/cliente/colaborador Leo Rodrigues, que em 2012 passa a ser um "überiano", termo criado por ele para se referir a mim e a Clarissa. 

No começo (2009/2010) ninguém conhecia a Über, mas já tinha um louco admirável chamado Thiago do Maquiagem Masculina, que sempre me apoiava e indicava. De quebra ainda me convidou para escrever sobre moda masculina no site dele. Adoro fazer parte do MMTeam com ele e o André Mazzucco.

O Thiago ainda me indicou para o querido Remulo Brandão que um certo dia me enviou um e-mail apresentando o trabalho do João Paulo Durão, depois descubro que o Remulo também é um grande estilista. Gente, foi o 1º e-mail de alguém me pedindo para que eu publicasse algo aqui no Über. Hoje recebo muita coisa das assessorias de imprensa, mas começar om o trabalho/arte do Jão P Durão foi o máximo. 

Outra louca que vivia curtindo e acompanhando o blog, desde 2010, é a amiga Aline Santana, a 1001 utilidades da moda em Búzios, que sempre acreditou no Über - Esse ano promovemos juntos o 1º Think Different Na abertura do verão de Búzios.

Tenho que agradecer ao Gabriel Santos, o designer que deu a cara da über esse ano, mudamos a logo, saímos de tudo preto para tudo branco, enfim, uma boa mudança.

Não teria como agradecer a todos (5204 pessoas na fan page,1,724 no Twitter, 378 seguidores no blog, 1000 no Orkut) contando nossas histórias particulares, mas nesses anos de Über tantas pessoas/marcas foram especiais e grandes parceiros. Fiz uma lista com várias delas, não são todas, mas talvez seja as mais participativas e as com quem mais me fizeram companhia esse ano:

Stela Alves, Cesar A. Steil, BC Cabral, Ygor Asmar, Marcos Carneiro, Léo Lopes, RIP XIC, Jeff Oliver, Ricardo Faria, Couthe bolsas, Movin, TNG, Natura, Rotsen Homem, Vichy, La Roche-Posay, Approach, Lucas Pethit, Camilla D´Amat, Renato Damião, Andrea Fontoura, Carlos Gante, Isa X. Arcanjo, Fernando Damaceno, BEYOUBRAZIL - George Soares, RevistaVbs, Mailan Silveira, Jessica Scopel, Coisitas de Luxo, Dani Toldo, Bruno Oliveir, Like a Make, Walace Emrich, Iuri Cereja, Ribamar Filho, Silvia Chung, Sylvio Amaral, Ítalo Frost, Hugo Corrêa, Cintia De Moura Costa, Lani Possamai, Christian Coatsworth, Vera Rodrigues, Adriana Carriello de Andrade, Ale Arruda, Renata Gusmão Thorp, Liliane Benevenuto, Anna Beatriz Faria...

Enfim, melhor parar com essa coisa de retrospectiva, acho isso meio over, mas não tinha como não agradecer a todos e desejar um 2012 infinitamente fashion e cheio amor e acontecimentos. 
Obrigado! E que venha 2012!
Fábio Monnerat

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

E-commerce nas redes sociais: lucro, cautela e atenção


Não é de hoje que as redes sociais vêm dominando a nova forma de se fazer marketing e propaganda, e, recentemente, adquiriram também um caráter de e-commerce livre. No twitter, milhares de promoções de livros, CD’s, DVD’s, jogos, etc, e no Facebook, as Fan Pages dominam o mercado de compras online, disponibilizando comentários mil. O mundo corporativo invade as redes sociais e isto é muito bom. No entanto, há de se ter cuidados e cada passo deverá ser pensado e planejado. Uma Fan Page bem administrada sabe que o sucesso não depende de quantos seguidores você tem, sendo que o conceito é sutil e bem mais profundo do que isso. Para pensar no caso basta responder a perguntas simples, tais como: Os seus seguidores tem alguma interação com a sua marca? Sua empresa conhece o seu seguidor? Sua empresa dispõe de informações e oportunidades relevantes aos seus seguidores? O seu seguidor ao clicar em “Curtir”, será que realmente ele está “Curtindo”?

Hoje é possível vender produtos pelo Facebook, Twitter e até mesmo o Orkut, que apesar de ter perdido a sua força de antes no Brasil, continua sendo um mecanismo para levantar ou não o seu ibope com o consumidor final. Por isso não devem ser ignoradas e colocadas apenas para dizer que a empresa “está ali”. Eles são as novas modalidades do e-commerce mundialmente falando. É o “Facecommerce” da internet, o Twitcommerce do planeta, em que o consumidor não precisa nem sair da sua página para adquirir o que quiser. A grande vantagem para quem vende é o baixo custo desta vitrine virtual, além da enorme chance de divulgar (gratuitamente) o seu produto ou serviço, pois, aproveitará do “boca a boca” da rede social. É importante também, haver sinergia da sua página com outros sites do segmento, por exemplo, o Youtube, adicionando abas e aplicativos, além de reunir elementos e palavras-chave relevantes para o negócio, de modo a oferecer um bom posicionamento nos mecânismos de buscas.

Mesmo a rede da gigantesca da internet que ainda não vingou como o Google+ merece atenção, além é claro dos blogs – que ganham força cada dia que passa, por isso não subestime o blogueiro – e dos sites de reclamações dos consumidores que esperam uma resposta ao problema que sua empresa causou. Se as redes sociais ainda não fazem parte do dia a dia do seu planejamento, da sua empresa, não perca tempo, porque de uma maneira ou de outra, em algum dia, elas terão que fazer.

Fontes: Estilo Press e Textília.net
Por: Arnaldo Korn

quinta-feira, 31 de março de 2011

Social Commerce, a onda do momento

 

Vi essa matéria no Mundo do Marketing e não resisti, achei super über e espero muito que gostem ...

Aproveitar a febre das redes sociais para vender. Esta é a proposta do Social Commerce, conceito ainda recente no Brasil e no mundo. Em tese, a prática une as lojas virtuais às ferramentas de mídia social, mas pode ir além. A ideia é usar a tecnologia para incentivar e facilitar uma prática muito comum entre os consumidores: a troca de informações sobre produtos, marcas e serviços entre amigos.

Com o Social Commerce, as empresas têm a chance de ampliar o relacionamento com os clientes e agregar credibilidade ao que oferecem. No Brasil, surgem alguns cases de marcas que aproveitam o conceito, mesmo que não apliquem a ideia na íntegra. É o caso de redes sociais como byMK e Frugar e de marcas como HP e Drogaria Onofre.

“A tecnologia veio para ajudar a fazer o que já se fazia muito bem no passado, mas atingindo um número maior de pessoas ao mesmo tempo. Social Commerce é isso: consumidores unidos trocando informações para comprar. Uma coisa é ouvir que o notebook da HP é legal do seu amigo, outra é ouvir da própria HP, por exemplo”, explica Pedro Eugênio, Sócio-Fundador do Busca Descontos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

  De olho nos esmaltes

Aproveitando a tendência, a Drogaria Onofre resolveu unir elementos de interação típicos de redes sociais ao seu e-commerce. A empresa lançou uma loja virtual de esmaltes, em que as consumidoras podem deixar dicas relacionadas ao assunto. Na página é possível ainda ver todos os comentários postados no Twitter da Onofre sobre o tema.

 
A ideia da loja exclusiva para esmaltes aproveitou o boom dos produtos na internet, que viraram mania em blogs e sites de beleza. “A Onofre tem uma gama grande de produtos. É difícil localizá-los no site. Então pensamos em trabalhar nichos. O esmalte é o primeiro deles. Quisemos não só criar a página, como também ter interação, porque as pessoas têm dicas para contar e gostam de participar”, diz Lismeri Ávila, Diretora de Operações da Drogaria Onofre, em entrevista ao portal.

O resultado foi positivo. Na primeira semana, a empresa observou uma manifestação a cada quatro minutos, com 30 dicas recebidas nos dois primeiros dias. Destacar os esmaltes em uma sessão exclusiva também aumentou as vendas. Algumas marcas que não eram tão conhecidas dos clientes Onofre, como Mavala e Bourjois, viram seu lucro triplicar.

Vídeos e venda
A HP também resolveu investir em mídia social para se aproximar dos consumidores. Inspirada em casos como o da marca europeia de moda French Connection, a companhia lançou uma loja virtual no Youtube. Na página, além de comentar sobre os seus produtos e ler o que os consumidores têm a dizer, os internautas encontram vídeos explicativos. Caso se interessem por algum produto específico, é só clicar e ser redirecionado para o e-commerce.

“A HP busca formas de proporcionar experiências no ponto de venda físico, convidando o cliente a ir à loja. Na internet é um desafio, por isso a ideia do Youtube. O consumidor brasileiro tem o hábito de acessar vídeos para entender melhor os produtos. Então resolvemos fazer uma conexão entre vídeos e venda, com nossa loja online”, conta ao portal Renata Gaspar, Diretora de Marketing da HP no Brasil.

O projeto foi desenvolvido exclusivamente para o mercado nacional, mas já desperta o interesse do time mundial de Marketing da HP. Duas semanas após o lançamento, a HP YouStore já figura entre os cinco brandchannel mais acessados no Youtube, contabilizando cerca de 123 mil exibições e 476 internautas inscritos.

Confiança na hora de consumir
Por ser um conceito novo, entretanto, o Social Commerce pode ser aplicado de várias formas, basta que o consumidor esteja no centro da estratégia das empresas e as informações obtidas a partir dele ajudem na venda. A Amazon pode ser considerada uma das primeiras companhias a unirem comércio eletrônico e interação social. O site ficou conhecido por dar espaço aos internautas para indicarem e comentarem sobre produtos por meio de comentários.

“O Social Commerce permite maneiras novas para que o cliente sinta-se mais seguro ao comprar. A aprovação de pessoas em quem confia vale muito mais do que a da própria marca. Isso aumenta a probabilidade de efetuar a compra”, acredita Natan Sztamfater, Sócio-Diretor da agência CookieWeb, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redes sociais como o byMK também utilizam o conceito, mesmo não realizando vendas. No site, os usuários cadastrados podem trocar informações sobre marcas de moda e seus produtos. A interação gerada a partir da rede acaba por influenciar a decisão de compra dos consumidores.

Caminho de decisão para a compra
Aproveitando a oportunidade de mercado, o Frugar nasceu para dar espaço aos internautas que desejam discutir sobre produtos e serviços. “Vimos que na internet não havia um lugar onde as pessoas pudessem fazer essa troca de forma mais direta. Nas redes sociais como Orkut e Facebook, as informações se perdem, já que o conteúdo não é específico”, ressalta Rodrigo Waissman, Diretor de Marketing do Frugar.

No site lançado em novembro de 2010, os usuários encontram resenhas feitas pelos próprios internautas, o que acaba dando uma percepção de confiança aos consumidores. Mesmo que a opinião seja de um desconhecido, ela acaba sendo levada em conta porque o cliente se identifica com o contexto do outro, que entende a sua necessidade.

Apesar de não ser um canal de venda direto, o Frugar disponibiliza ainda uma busca por produtos que apresenta os preços para que o cliente decida em que varejista online deseja comprar. “Nossa preocupação é oferecer ao nosso usuário todo o caminho da decisão de compra. Desde a consulta a amigos, passando pela concretização e, depois, podendo falar se ficou satisfeito ou não”, relata Waissman.

Os exemplos mostram que o Social Commerce tende a ser um caminho sem volta. Basta que as marcas saibam unir ferramentas de mídia social à venda. “Há 10 anos, quem mandava era a indústria. Depois foi a vez do varejista. Agora, o poder está na mão do consumidor. Se ele fala que não gosta, a repercussão é muito fácil de ser ouvida. As oportunidades de negócio estão para as empresas que conseguirem capturar essas informações e mostrá-las de um jeito fácil e interessante”, diz o Sócio-Fundador do Busca Descontos.

Fonte:MundodoMarketing

sábado, 19 de fevereiro de 2011

SPFW - Um evento muito importante para ser restrito a tão poucos

Macy´s em Nova York - vitrine lembrando um desfile
 


Não é apenas o mundo fashion dos estilistas, modelos e mídia que podem tirar proveito do SPFW! É um evento muito importante para ser restrito a tão poucos. Em nosso país, aqueles que não conseguem credenciais para visitar o evento na Bienal parecem se excluir e esquecer que o evento existe.

Infelizmente, só no nosso país é assim.


Nas semanas de moda de Londres, Paris e Nova York, por exemplo, varejistas, estudantes, jornalistas e até a parte população que nada tem a ver com moda se envolve com o evento de alguma forma. Os acontecimentos da semana de moda são comentados na mídia, são temas de vitrines e viram burburinhos de conversas em bares e restaurantes. A fashion week atmosphere se instala no ar, por toda a cidade.

Por que aqui no Brasil não pode ser assim?

Precisamos mudar isto já! Afinal de contas o SPFW realizou já está na sua 30ª edição, portanto nada é tão novo assim, para que possamos dar a desculpa de pouco envolvimento ou desconhecimento. E principalmente os varejistas de moda, precisam se envolver mais com os acontecimentos do evento e, o melhor, podem impulsionar suas vendas quando o evento acontece.

Nesta 30ª edição, que aconteceu de 28/01 a 02/02, os lojistas do bairro Bom Retiro, em São Paulo souberam tirar proveito e ganharam movimento com a chegada de lojistas de todas as partes do País. Muitos dos seus clientes lojistas assistiram aos desfiles no evento e depois foram atrás das tendências nas lojas da região, a custos mais competitivos. Para atrair o público de lojistas, várias lojas de atacado da região até trocaram as vitrines pela coleção outono/inverno, mesmo com as altas temperaturas. Como nas passarelas era apresentada a coleção de inverno, as lojas aproveitaram a oportunidade de vender suas coleções do preview de inverno. Alguns lojistas perceberam um crescimento de 5% nas vendas em uma única semana! Ponto para eles!

Mas se sua loja não fica na cidade de São Paulo ou no Rio de Janeiro, você também pode tirar proveito das semanas de moda!

Comece criando a atmosfera dos desfiles em sua loja. O objetivo será mostrar aos seus clientes que sua loja está envolvida com o evento e proporcionar a eles a mesma sensação de que se estivessem lá. Uma ideia é fazer o “Minha Loja Fashion Week”, promovendo desfiles de suas coleções dentro da loja, e preparando vitrines que simulem a semana de moda. Nas lojas Debenhams em Londres, vitrines simulando a primeira fila dos desfiles e o backstage, mostravam que a loja de departamentos estava sensibilizada com o evento na cidade.


Loja Debenhams em Londres – vitrine lembrando a primeira fila dos desfiles
 
Depois aproveite as tendências apresentadas nos desfiles e que são divulgadas pela internet e repasse-as aos seus clientes por e-mail marketing ou pelas redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter. É muito importante que você faça uma tradução das informações de forma a facilitar a compreensão de consumidores que estão menos envolvidos com o evento do que você. Assim você estará utilizando a técnica do “ensine seu cliente para que ele aprenda a comprar moda”, muito usada por empresas de outros setores como de cosméticos que dão dicas de maquiagem e até lojas de materiais de construção que ensinam os clientes a pintar paredes.

Se sua loja vende moda, precisa conhecer muito bem o que está acontecendo no mundo da moda!

O mesmo vale para a sua equipe. Aproveite a semana de moda para incentivar sua equipe de vendedores a ler mais e se inteirar do que acontece nos desfiles. Exija que eles comentem com os clientes as informações obtidas no estudo, e as associem às opções de produtos da loja, criando excelentes argumentos de venda. Utilizar no atendimento argumentos como “vi no último SPFW, que esta cor é tendência para o inverno” transmitem confiança para o cliente.

Lojista , ainda há tempo para aproveitar esta última edição do SPFW. Não perca tempo!

E anote agora em sua agenda: a próxima edição do SPFW verão 2012, acontece na primeira quinzena de junho deste ano e você tem bastante tempo para se planejar e inserir sua loja de vez no mundo da moda!
 
 Por: Cristina Marinho
Consultora de Marketing e Comportamento
Fonte:Textila

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O futuro do Varejo de Moda - parte 2


Os varejistas de moda hoje representam 70% das lojas dos shoppings do Brasil. Este é um dado que mostra a importância deste setor, contudo também revela que a concorrência é grande! Por isso é preciso que sua loja acompanhe o que acontece com o consumidor, se diferencie e venda mais!

Em continuidade ao primeiro artigo da série, hoje apresento mais tendências do comportamento do consumidor que podem ser aproveitadas pelo varejo de moda.

Vamos lá!

1) O consumidor hoje está muito informado sobre tudo!

E isso é muito bom! Pois o consumidor que compra convicto, sempre se lembrará que na sua loja ele faz boas escolhas.

O consumidor hoje entende de assuntos que antes eram só restritos a profissionais especializados. Ele sabe o que quer dizer poliéster,pronuncia perfeitamente “ankle boot” e ficou sabendo que a Chanel lançou o esmalte Jade e foi sucesso. Enfim, caro lojista, quem entra na sua loja conhece de seu produto, muitas vezes, mais do que você.

Dica para o varejista: Você precisa informar ainda mais seu consumidor. Seja você o personal stylist dele! Ensine-o a fazer compras acertadas, para que confie em seus conselhos e fidelize.

Promova cursos de maquiagem, aulas de customização, ou “como amarrar lenços” e você será a fonte que proporcionará ainda mais conhecimento ao seu cliente!

E não se esqueça: mantenha sua equipe também muito bem informada sobre tudo o que acontece no mundo da moda. Vendedores de melhor nível intelectual serão cada vez mais exigidos pelos consumidores.
2) O consumidor está definitivamente digitalizado!
Está óbvio para o consumidor que todos os lojistas, amigos, clientes, enfim todo o seu mundo está conectável. É só ele acessar e pronto! E ele nem precisa mais se deslocar a um computador para se conectar, os smartphones estão juntinho dele e vão com ele a qualquer lugar.

Dica para o varejista: é isto mesmo lojista, não há mais como fugir e se esconder: sua loja tem que ter perfil no Orkut, no facebook, um twitter, um blog e por que não, uma Web Page. E isto só tem vantagens! Sua loja, além de se aproximar mais dos clientes, pode informar novidades e até vender mais, criando um outro canal para distribuir seus produtos. Digitalize-se já!
3) O consumidor está realmente engajado ecologicamente e socialmente.
Este é outro caminho sem volta! A geração que vem aí é extremamente consciente, principalmente contra qualquer desperdício. Como também, é uma geração mais disposta a se envolver em causas sociais, que envolvam preconceito ou desigualdade.

Dica para o varejista: Demonstre ao seu cliente a sua preocupação com o desperdício de sacolas, embalagens, cartões e tudo o mais que deixe claro que você está engajado.
Se envolva em alguma ação social na sua cidade ou ajude a melhorar a vida de seus funcionários, com cursos, dia com a família, etc. E não se esqueça de fazer com que seu cliente saiba disto, senão de nada adiantará, sua imagem continuará igual.

Apenas tenha cuidado com as ecobags, que já estão saturadas. Não conseguem mais impactar os consumidores. Eles estão cheios delas em casa e usam só uma ou duas delas. Sacolas da loja biodegradáveis, como tem feito a Zara, impressionam mais no momento!


Por: Cristina Marinho



Consultora especialista em marketing e comportamento do consumidor.
 
Entre em contato comigo através do e-mail mailto:cristina@nmarinho.com.br?subject=Ponto%20de%20vista ou pelo site http://www.nmarinho.com.br/

segunda-feira, 22 de março de 2010

QUE TAL GANHAR UMA LINGERIE EXCLUSIVA LEOVILU?



A Leovilu é uma grife de lingerie mega bacana, as peças são super bonitas e com um acabamento incrível, o que alia beleza e conforto... A über adora as peças e vive visitando a fábrica pra conhecer as novidades. Por falar em novidade, já posso adiantar que a próxima coleção está super poderosa, mas isso é para um outro momento, agora a gente vai falar de PROMOÇÃO.

Como participar? é só entrar no Orkut da marca, ir até a página de recados e dar sua opinião sobre os nossos produtos - sugestione o que você gostaria de ver em nossa próxima coleção e, se por acaso, não tenha gostado de alguma coisa também pode dizer! Só assim poderemos atender você da melhor maneira possível!

Mas para ganhar sua lingerie de presente, entre em DEPOIMENTO e deixe o seguinte SCRAP:

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- referencia do modelo escolhido;


em até 7 dias enviaremos para sua casa a sua LINGERIE LEOVILU® Premium Exclusiva.

Regulamento no Orkut da marca


terça-feira, 9 de março de 2010

Consumo consciente ainda é pequeno, mas vai crescer no Brasil

Brasileiro vem procurando versões mais sustentáveis dos produtos, está mais crítico em relação às empresas e poderá usar a tecnologia para compartilhar informações.

O comportamento do consumidor no Brasil vem mudando quando o assunto é sustentabilidade. De acordo com o dossiê elaborado pelo portal UnoMarketing em parceria com a consultoria MobConsult e com a revista Ideia Socioambiental, dois em cada 10 brasileiros já levam em consideração o compromisso socioambiental da empresa antes de colocar um determinado produto no carrinho. O nível de engajamento ainda é pequeno se comparado a consumidores dos Estados Unidos e dos países da Europa, mas a mudança de hábito indica que esses números só tendem a aumentar, principalmente com a utilização de novas tecnologias.

A pesquisa constatou que nos últimos 10 anos os consumidores brasileiros têm estado mais atentos e críticos em relação às atitudes tomadas pelas empresas. Além disso, eles têm expectativas positivas com relação às empresas que estão 20% acima da média mundial e uma avaliação negativa que está três pontos acima da média de outros países. Há uma desconfiança maior quanto às informações passadas pelo varejo em geral e, de certa forma, essa atitude está atrapalhando a expansão do consumo consciente no país.

 “A verdade é que o brasileiro põe muita expectativa nas ações das empresas e, ao ver que muitas vezes elas são apenas retórica, ele fica decepcionado. Há um gap muito grande entre o que ele espera e o que fazem efetivamente as empresas”, ressalta Ricardo Voltolini (foto), jornalista e publisher da revista Ideia Socioambiental, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Consumo excessivo vira fator de exclusão
As redes sociais, tais como Twitter, Facebook e Orkut, também são grandes canais onde a lógica do ‘comprar excessivamente’ tem sido posta em xeque. Há muitos movimentos pró-consumo nessas ferramentas, mas o que foi observado no dossiê é que também há ações sendo feitas no sentido de despertar um comportamento mais consciente.

“Detectamos que o consumo excessivo já não é visto com bons olhos. As pessoas estão começando a prestar atenção na geração de resíduos e a pensar nas necessidades de realizar ou não uma compra. O mundo pede que sejamos mais rápidos e, com isso, temos de recorrer a alternativas que possam corresponder a essa rapidez. Embora a tecnologia nos ajude, ela também nos induz a uma obsolescência forçada”, diz Luís Bouabci, especialista em rede da MobConsult.

Smartmobs e geração mais colaborativa
A mobilização via tecnologias tem sido uma tônica nos últimos anos. Um exemplo disso foi o que ocorreu na Espanha, após o atentado na estação de Atocha, em 2004. Vários espanhóis enviaram mensagens via SMS para que todos se reunissem em favor dos mortos. Nessas mensagens, a repetição da palavra “pásalo” (repasse) tornou-se um ícone. O resultado veio dias depois, quando as pessoas se reuniram de maneira espontânea para protestar contra o governo por ter ocultado dados sobre a verdadeira causa do atentado. Os mobs são uma maneira inteligente, segundo Bouabci, de expandir os conceitos e ajudar na difusão de um pensamento mais consciente de consumo.

Além disso, a geração atual, mais ligada na internet e em tecnologias, está crescendo em um ambiente colaborativo. “Troca de dados e mensagens, fóruns e redes de discussão já estão na ordem do dia. O melhor exemplo disso é o Linux e o Mozilla Firefox. Diferentemente da geração que tem 30, 40 anos, os jovens de hoje estão mais dispostos a compartilhar ideias e trabalhar em conjunto”, conta Bouabci.

 Mídia tem papel essencial

Grande parte dos fabricantes ainda não investe na transparência quando o assunto é rotulagem de produtos. Embora o Brasil ainda apresente uma alta taxa de analfabetismo funcional, a tendência é que o consumidor busque mais informações nos rótulos e siga o que está sendo observado no mundo. A mídia, nesse ponto, tem um papel importante para fazer valer essas mudanças.

“O que se vê hoje em dia é que os profissionais de comunicação têm uma grande dificuldade para entender essas questões socioambientais e passá-las por meio de uma ação, de uma reportagem ou de uma campanha. Esse dossiê tem o objetivo de trazer informações para que eles possam entrar em contato com uma comunicação mais consciente e entendê-la melhor”, diz Paula Faria (foto), idealizadora do portal UnoMarketing, em entrevista ao site.


Fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/10,13281,consumo-consciente-ainda-e-pequeno-mas-vai-crescer-no-brasil.htm

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Top 5: tecnologias em 2009





1. Papel digital: única tecnologia desta lista lançada comercialmente em 2009, as telas digitais coloridas maleáveis permitem aplicações inovadoras na moda e nos pontos de venda. Camisetas poderão trocar totalmente de estampa conforme inúmeras variáveis, como o humor do cliente. Veja este vídeo demonstrativo.



2. LHC (Grande Colisor de Hádrons): também conhecido como máquina do Big Bang por simular os primeiros instantes da formação do universo. Quebrou o recorde de velocidade para objetos feitos pelo homem, e hoje há uma corrida pelo uso dos menores componentes em toda a produção de materiais. Pesquisas avançadas poderão gerar tecidos, corantes e processos mais eficientes, ou com propriedades inovadoras. Saiba mais sobre o LHC na sua página oficial.
 
3. Redes sociais: já detinham importância considerável, mas foi só a partir do Twitter que elas foram levadas à sério. Diferencial da rede, a intensa geração de conteúdo foi posteriormente copiada pelos concorrentes Orkut e Facebook. Agora, todas podem gerar tráfego para sites de comércio eletrônico, reconhecimento de marca ou relacionamento com o cliente em tempo real. E por falar nisso, você já segue a über Fashion Marketing no Twitter?

4. Realidade aumentada: a menos influente de todas entrou na lista porque virou mainstream. Basicamente, trata-se de uma tecnologia que permite a dispositivos como computadores e celulares inserirem objetos virtuais a uma cena capturada por uma webcam ou lente de câmera. Neste sentido, experiências como a cabine virtual da Maria Filó, em que o cliente pode experimentar roupas que aparecem na tela do computador, são apenas o ínicio. Em fevereiro de 2010, estreia o 1º tênis com códigos para ativar realidade aumentada, da Adidas. Eventualmente, os mesmos códigos estarão nos pontos de venda (ao lado de cartazes para ativar Bluetooth) e darão um novo sentido à interação. Entenda como funciona neste vídeo.

5. Gestão open source: a maior taxa de desemprego, os avanços em telecomunicações e a vasta oferta de programas de apoio ao empreendorismo começaram a dar resultado aliado às macrotendências de qualidade de vida (Bem Estar é uma delas). Como nunca, os pequenos empresários tiveram poder de fogo para enfrentar grandes players de moda. Usando redes sociais para se divulgar e plataformas gratuitas ou com custo variável (como Mercado Livre e eBay) para efetuar as vendas, pequenos nichos foram sendo ocupados, inclusive por empresários de moda. O palco da transformação é a web, onde a participação dos pequenos avança quase 2% ao ano em relação aos 50 maiores varejistas (dados do e-bit e camara-e.net).


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=80736

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vale a pena investir em redes sociais?


Especialistas indicam o que as empresas devem ou não fazer para se relacionar com os consumidores na internet

O boom das redes sociais não deixou dúvidas: se as marcas desejam se relacionar com os seus consumidores, devem estar presentes nestes canais. Não é mais novidade a presença das empresas em espaços virtuais como blogs e sites de relacionamento como o Orkut e o Facebook, além do microblog Twitter, fenômeno virtual do momento. Mas até que ponto vale a pena investir em mídia social? Para saber quais são as vantagens, desvantagens e principais características, o Mundo do Marketing conversou com profissionais que apostam em ações voltadas para as comunidades on-line.

Estes canais são base para relacionamento, pesquisa, promoção e tudo o mais que se possa imaginar em termos de estratégia de Marketing. Hoje, não há internauta que compre um produto sem antes fazer uma pesquisa no Google ou em fóruns e comunidades relacionadas à marca ou à categoria de interesse. São também as redes sociais que esses consumidores procuram quando desejam reclamar. E acredite: as críticas negativas às marcas ou aos produtos podem repercutir muito mais do que você pensa. Vide sites como o Reclame Aqui.

Mas qual é o papel das marcas nas redes sociais? De acordo com Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life, empresa que monitora e analisa o conteúdo gerado na mídia social, a principal função das empresas é gerar relacionamento. “As pessoas que estão nas redes sociais procuram muito mais se relacionar, obter informações. Elas querem conversar”, aponta o profissional em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas nem sempre é possível se relacionar com o seu consumidor na internet, como lembra o próprio CEO da E.life, o que não significa que as empresas não possam se beneficiar das redes sociais.


Monitorar, avaliar, criar pontos de contato e ativá-los

“Muitas empresas já têm pontos de contato tradicionais como 0800 e e-mail que não funcionam bem. Enquanto não resolverem esses problemas, não podem se aventurar nas redes sociais. Isso apresentaria mais ameaça do que oportunidade”, explica o especialista. Para isso, é necessário que todas as marcas, sem exceção, sigam os dois primeiros passos indicados por Barbosa: monitorar e analisar.

Primeiro, é necessário que as empresas levantem dados quantitativos e depois informações qualitativas e conclusivas a respeito de seus consumidores na internet. A partir deste trabalho, as marcas são capazes de saber se os pontos de contato tradicionais estão funcionando ou falhando. O ideal é entender o que e onde o consumidor fala da marca, para depois realizar as duas últimas etapas sugeridas pelo CEO da E-life: criar pontos de contato e ativá-los.

Foi o que fez a Wine, site de e-commerce de vinho. Estando mais próxima do seu consumidor por ser uma loja on-line, a empresa conseguiu conhecer o seu público e criar mecanismos para se aproximar ainda mais dele. Para se relacionar com os internautas, a Wine criou um Twitter que recebe dicas sobre o universo do vinho. “Diferente de algumas empresas que trabalham o conceito de venda, procuramos focar o lado educativo”, diz Anselmo Endlich, Diretor de Marketing e TI da Wine, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Marcas se unem aos blogueiros

A empresa também aposta em promoções exclusivas para o microblog para ampliar o relacionamento com os usuários. No começo do mês, a Wine lançou a ação “Você é o sommelier”. Quem desse mais “retwitts” – ação de encaminhar conteúdos postados adicionando “RT” antes do texto – ganharia um prêmio. A iniciativa buscou motivar a divulgação das informações postadas pela Wine.

Além do Twitter, a loja virtual também monitora e tem ações específicas para o Orkut e o Facebook, como cupons de descontos. A empresa ainda está concluindo o blog oficial da marca, que pretende seguir o mesmo conceito do perfil no Twitter e divulgar dicas para os apreciadores da bebida. Outra ação recente da Wine uniu o on-line ao off-line. A empresa realizou o “Blog com Vinho”, um evento com as principais blogueiras sobre o assunto para se aproximar do público e entender o comportamento dessas consumidoras.

O encontro resultou uma pesquisa com informações sobre como a mulher compra vinho, quais os principais fatores no processo de escolha, em que ocasião elas consomem, quantas vezes por semana, qual a faixa de preço, entre outros. Outra marca que se uniu aos blogueiros foi a Puma. A empresa realizou uma ação em parceria com 100 donos de blogs para promover o produto Puma Lift.


Relacionamento para ativar vendas

Cada blog parceiro direcionava os internautas para um concurso cultural que incentivava os consumidores a responderem a pergunta “O que é ser leve para você?”. Os autores das melhores respostas ganhavam o prêmio, assim como os blogueiros da página visitada. A ação contou ainda com divulgação em perfis do Orkut, Twitter e Facebook.

“A intenção era que os blogueiros também divulgassem a marca porque acreditam no produto. Tudo o que a gente faz em redes sociais tem que ser pertinente”, comenta Araken Leão, Vice-Presidente Digital da CasaNova Comunicação, agência responsável pela ação da Puma, em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo Leão, há espaço para todos nas redes sociais. “As marcas podem trabalhar desde o esclarecimento de produto até o monitoramento dos consumidores, que antecipa as tendências”.

Quando se conhece o consumidor e o terreno em que está pisando, é possível, também, aumentar as vendas pela internet, como fez a Pizza Hut do Rio Grande do Sul. Além de postar informações sobre a rede, a marca interage para fidelizar os internautas. Aqueles que têm maior presença nos canais em que a Pizza Hut está presente têm acesso a promoções relâmpagos e vantagens especiais.

Conhecer as ferramentas é essencial para não errar

Antes de começar a atuar em redes sociais, a empresa se preocupou em conhecer as ferramentas para não correr o risco de errar. “Procuramos nos precaver para que as possibilidades de erro diminuíssem. O maior equívoco das empresas é entrar nos canais sem estar estruturadas para atendê-los. Aqui temos um apoio intenso da área de comunicação. A decisão de ter um canal interativo precisa ter a consciência prévia da responsabilidade, senão a marca fica prejudicada”, aponta Henry Chmelnitsky, franqueado da rede no Rio Grande do Sul.

Outra empresa que utiliza as redes sociais para incentivar as vendas é o Ingresso Rápido. O site está investindo nos canais para comunicar a abertura de venda de ingressos para espetáculos e eventos e a ampliação de temporadas com apresentações extras. Não só uma excelente base de dados sobre consumidores, as comunidades virtuais também se apresentam como ferramenta para divulgação e prestação de serviços.

No Brasil, existem 46,7 milhões de internautas, segundo dados do Ibope Nielsen Online de agosto deste ano. Os números são suficientes para mostrar que o alcance da web ultrapassa qualquer meio de comunicação de massa tradicional. Em 2008, foram vendidos mais computadores do que TVs no país e os dados da pesquisa indicam que os brasileiros passam três vezes mais tempo on-line do que vendo televisão. Este cenário tende a se expandir: a média de crescimento da internet por aqui é de 22% ao ano.

Hoje, a rede já atinge aproximadamente 40% da população, enquanto os meios tradicionais apresentam crescimento moderado ou declínio. Focando apenas os homens AB, de 10 a 24 anos, este número sobe para 85%. A influência que a internet exerce sobre os consumidores é inegável. Mas não se pode negar também a influência que estes consumidores têm sobre a internet. E se eles estão em algum lugar, este lugar são as redes sociais e é para lá que as marcas devem voltar o olhar.


Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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