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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

10 itens explicam o que os consumidores querem

 

Se você acha que isso não tem nada haver com moda - ENGANA-SE! Entender comportamento de consumo é o segredo para entender o que seu cliente deseja e espera da sua marca... Em um mundo tão rápido, é bom você ficar atento, vai que a verdade de ontem não serve mais para amanhã.

Trouxe esse artigo do Adnews e espero que gostem. 

Fábio Monnerat

10 itens explicam o que os consumidores querem 
 
Uma vez conectados, a internet é uma das últimas coisas de que os consumidores estariam dispostos a desistir se tivessem de reduzir gastos, de acordo com as descobertas do ConsumerLab.
 
Por mais de 15 anos, a área de pesquisas de comportamento da Ericsson tem realizado estudos sobre os valores, comportamentos e maneiras de pensar das pessoas sobre produtos e serviços de TIC. O programa de pesquisa global é baseado em entrevistas anuais com 100.000 pessoas, em mais de 40 países e de 10 megacidades.
 
Michael Björn, responsável pelo ConsumerLab, diz: “Os consumidores aderiram aos aplicativos de smartphones naturalmente. O acesso direto e o formato touch via ícones escondem a complexidade dos serviços de internet. As pessoas agora estão dispostas a explorar várias áreas novas da vida cotidiana que se beneficiam da conectividade. Acabamos de concluir um estudo em mercados emergentes e descobrimos que até mesmo as pessoas que usam celulares pela primeira vez tornam-se rapidamente usuárias da internet. A conectividade está se tornando uma parte crescente de suas atividades diárias.”
 
As 10 maiores tendências do consumidor:
 
1. A conectividade domina.
A conectividade tornou-se tão essencial como o ar que respiramos. Uma vez conectados, os consumidores dizem que a internet é uma das últimas coisas que eles estariam dispostos a cortar se tivessem que reduzir gastos. 
 
2. Todo mundo pode ser um provedor de serviços.
Há uma enorme demanda por novos serviços. A internet possibilita tanto às empresas como aos consumidores inventar novas soluções, como aplicativos.
 
3. Mídias sociais redefinem os relatos de notícias.
As mídias sociais movimentam o consumo de fotos, videoclipes e músicas, e agora elas também ajudam os consumidores a julgar a relevância das notícias, fornecendo os comentários sociais necessários.  
 
4. Celulares têm um papel significativo na vida cotidiana.
Os consumidores mostram mais interesse em serviços móveis que estão diretamente relacionados com lugares próximos ou serviços locais. Enquanto 90% de todos os donos de smartphones carregam seus celulares com eles, apenas 80% dizem carregar dinheiro.
 
5. Mais transparência.
As pessoas estão se acostumando a viver suas vidas com transparência e elas também esperam que empresas e outras organizações ajam dessa mesma maneira. 
  
6. A nuvem faz as coisas serem mais fáceis de usar.
Dividir informações e ter vários dispositivos conectados o tempo todo está se tornando a regra para os consumidores, resultando na introdução de mais serviços baseados em nuvem. O principal motivo é a facilidade de uso.
 
7. As mulheres conduzem a adoção de smartphones.
O estudo de usuários de smartphones de 2011 da Ericsson mostrou que os homens ainda dominam o uso de serviços de nicho em smartphones, enquanto mais mulheres usam serviços regulares como chamada de voz, SMS e Facebook. Ao integrar todos os canais de comunicação em um único dispositivo, as mulheres estão conduzindo a adoção em massa de smartphones.
 
8. Compras facilitadas.
A pesquisa mostrou que 67% dos usuários de smartphones estão interessados em pagamentos móveis. Os pagamentos não devem ser vistos de forma isolada, mas devem ser colocados em um contexto de compras cotidianas – por exemplo, em informações do produto, pontos de bônus e recibos.
 
9. Tudo se conecta.
Os dados móveis ultrapassaram o tráfego de voz no último trimestre de 2009 e os dobraram no primeiro trimestre de 2011. Os consumidores estão cada vez mais conectados à internet e às coisas ao redor deles, como carros, ônibus públicos ou vending machines (máquinas de autosserviço).
 
10. Tempos incertos
Consumidores querem mais controle. Em tempos de instabilidade econômica ou quando desastres como terremotos ocorrem, aumenta o interesse dos consumidores por serviços relacionados a utilities, como água e eletricidade. Do mesmo modo, uma mudança na renda disponível está impulsionando as necessidades dos consumidores em estarem no controle do consumo de serviços.
 
Fonte:ADNEWS

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Qual é a lógica dos eventos de moda?





 
Certamente haverá vozes contrárias ao nosso posicionamento, o que é compreensível, porém, já está mais do que na hora de repensarmos o modelo de eventos do setor têxtil/ confecção e moda no Brasil. Fazemos aqui uma crítica construtiva, não ao conceito, mas a maneira pela qual os eventos estão sendo realizados. Tanto as semanas de moda quanto as feiras de negócios parecem estar desconectadas da realidade do mercado. A demanda existente no Brasil reforça o grande potencial de consumo interno do nosso País.

Mas também mostra claramente o quanto a forma de expor ou lançar as novidades para o mercado está equivocada. O principal objetivo de um evento comercial, seja desfile ou feira, é estreitar o relacionamento com o varejo, seja de pequeno, médio ou grande porte. Na primeira fila de importância de qualquer evento tem que estar “Sua Excelência”,

O Comprador! É ele quem faz movimentar o comércio, a indústria e as receitas dos promotores de eventos. Salvo algumas exceções, muitos destes organizadores de evento não sabem sequer identificar seu publico alvo.  Por outro lado, a mídia dirigida ou de banca, atuante neste mercado, precisa ser tratada com mais consideração. Não com mimos e favores, mas com profissionalismo. São estes segmentos que fazem com que as coisas aconteçam em termos de negócios no curto, médio e longo prazo. Em busca de visibilidade midiática, muitos promotores apostam em fórmulas que não repercutem a real relevância de um setor tão importante para economia do País, e também para as empresas, estilistas, varejo e profissionais que dele dependem.



O que tem que ser feito é:

1) Mudar o foco e o formato para que tais eventos sejam capazes de atrair um público mais qualificado;

2) Utilizar os recursos disponibilizados pelas entidades e organismos governamentais para promover eventos que realmente divulguem os produtos e as marcas brasileiras.

Estes devem ser os principais compromissos daqueles que se propõem a divulgar o setor têxtil/confecção no Brasil. Caso contrario, correm o risco de cair no vazio.
  
Por: Maria José de Carvalho - Revista Textila



über-opinião: Concordo totalmente com a Maria José, tenho visto muito evento "show" o que não é ruim, mas sem foco comercial. Aqui em Nova Friburgo sempre existiu uma feira chamada FEVEST, já foi a mior feira de lingerie da América Latina, mas desde o ano passado ela não acontece, exatamente, porque perdeu a credibilidade dos seus expositores. Culpa de uma administração ruim, pouco competitiva e nada antenada aos novos tempos... Enfim, espero que o que aconteceu aqui em N. Friburgo não se repita em outros lugares.

Antenái-vos!

Fábio Monnerat




quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Arezzo estreia em seleto grupo brasileiro


Grandes calçadistas brasileiras estão promovendo uma nova fase no mercado nacional. Depois da Vulcabras Azaléia, cujas ações já estão na Bovespa, chegou a vez do Grupo Arezzo entrar com um pedido na Comissão de Valores Mobiliários para abrir seu capital e realizar uma oferta inicial de ações. Com ela, a bolsa paulista conta apenas com mais duas empresas calçadistas, Alpargatas e Grendene.

O principal objetivo deste movimento é reforçar o caixa da grife, que já é líder no setor varejista de calçados femininos no Brasil. Esta diversificação de proprietário aumenta a possibilidade de novos investimentos e aquisições, além de melhorar o prestígio pessoal e corporativo.

No entanto, há desvantagens no novo caminho. Pressão de crescimento a curto prazo e a abertura de informações ao público atrapalha algumas empresas nesta empreitada, assim como a gerência pode ser afetada pela perda de controle e restrições comerciais.


O novo rosto do crescimento
O Grupo Arezzo possui 4 marcas conhecidas nacionalmente: Arezzo, Schutz, Ana Capri e Alexandre Birman. Só a 1ª possui 27 lojas próprias e 260 franquias, além de vender seus produtos em mais de 1600 multimarcas E, se depender de propaganda, estes números vão aumentar ainda mais.

Isto porque a estrela da campanha de alto-verão 2011, ainda sem previsão de lançamento, é Mariana Ximenes, que interpreta a vilã Clara, na novela “Passione”. Em um cenário repleto de animais infláveis, a atriz mostra rasteirinhas, sandálias e bolsas da marca. Além da campanha impressa, a propaganda terá 2 comerciais para TV e internet.

Fonte:UseFashion

sábado, 11 de setembro de 2010

A moda em movimento


A presença de expositores e compradores nas feiras de negócios, realizadas no primeiro semestre de 2009, e o movimento das edições de Verão do Fashion Rio e São Paulo Fashion Week, sinalizaram que a indústria têxtil/confecção está conseguindo passar pela crise, sem muito trauma.

Isto é bom, pois revela que muitas empresas do setor estão se conscientizando da importância de se investir em produtos com apelo fashion, valor agregado e vendáveis, afinal, é bom lembrar que o consumidor hoje pensa duas vezes antes de comprar. Por isso, a situação econômica global ainda exige cautela.

Outra grande novidade no mercado fashion é a convergência, que poderá se configurar entre as suas principais semanas de moda do país. A InBrands, detentora tanto do SPFW como agora também do Fashion Rio, trata a moda como negócio e seu principal objetivo, como bem ressalta o diretor Gabriel Felzenszwalb, é fazer com que as grifes atinjam resultado financeiro de longo prazo. Contudo, não basta apenas se manter com as vendas no mercado doméstico, é preciso também ampliar as exportações.

E este é o principal desafio da indústria têxtil/vestuário brasileira.

Além de ser acossada pela importação de artigos chineses, que atingiu US$ 442,18 milhões no primeiro quadrimestre, ainda corre o risco de perder a Argentina como seu principal comprador. A China já é o principal fornecedor de têxteis para os nossos vizinhos.

De janeiro a abril de 2009 ano, a participação brasileira no mercado argentino de têxteis e vestuário despencou de 41,9% para 26,4%.

Enquanto isso, nos últimos anos, os chineses ampliaram sua fatia neste mercado, de 15,8% para 31,9%.

Cada vez mais é necessário haver uma política de incentivo à produção e exportação de bens manufaturados. Persistindo esta situação de privilegiar apenas a exportação de matérias-primas, o Brasil não conseguirá status de qualidade internacional de produto de valor agregado, tão importante para a indústria da moda.

Por: Maria José de Carvalho
Publisher
Fonte: ITT Press Trends
Edição: 74

Como vender para mulheres parte 2




Chantal-thomass - loja de lingerie em Paris - ambiente muitofeminino

O sucesso do artigo anterior sobre como vender moda para as mulheres foi tão grande, que me senti entusiasmada a criar a série 2 deste assunto.

Realmente, as mulheres, aquelas responsáveis por 80% de tudo que está sendo consumido enquanto você lê este artigo, deve receber toda a nossa atenção e inclusive mais algumas preciosas dicas para que varejistas as recebam em suas lojas do jeito que elas merecem.

Concordo que não é fácil agradá-las. Mel Gibson, na pele do publicitário Nick Marshal no filme “Do que as Mulheres Gostam” que o diga, quando descobre que vinha fazendo tudo errado simplesmente porque não procurava entendê-las. Contudo, a recompensa por encher nossa loja com um pouco “de cor, flor e amor” é satisfatória. As mulheres nos obrigam a tornar nosso espaço melhor, mais humano e muito alegre. E a primeira dica começa com uma compreensão do jeito especial com que as mulheres processam sua compra e a segunda é como aproveitar as habilidades multitarefas das mulheres.
1) As mulheres buscam SEMPRE fazer uma compra perfeita:
Não importa o quê - um brinco, um vestido, ou uma meia -, o empenho da mulher em uma compra é o mesmo e muito grande. Ela analisa inúmeros prós & contras, custos & benefícios, frentes & versos até finalmente dizer: “É este!”. E está impecável análise leva um certo tempo, que para muitos atendentes é considerado com indecisão.

Na verdade, o que acontece, é que a mulher está construindo sua compra perfeita, sua convicção de que está fazendo a melhor escolha. Veja como os homens são mais simples quando compram: levam em média, 3 critérios-objetivos em mente, como por exemplo, uma calça ser de jeans escuro, cós médio, e material mais fino. Se por um acaso, algum destes critérios não for atendido 100%, ele mesmo assim leva o produto satisfeito, pois seu grande objetivo era levar rapidamente uma calça e se livrar logo desta tarefa.

E esta cena dificilmente vai ser vista com uma mulher como a atriz principal, pois o número de critérios dela é muito maior, e todos tem que ser atendidos 100%! Por isso, que Martha Barletta, uma profissional americana de marketing para mulheres, afirmou: “os homens compram, enquanto que as mulheres fazem compras.”

A dica para o varejista é:
, prepare sua equipe não só para ter paciência com as mulheres, mas também para auxiliá-las com argumentos em suas decisões de compra. Informe, elogie, dê idéias, enfim, se mostre solícito e disposto a auxiliá-la na compra perfeita. Se envolva com os “dramas” dela (parecer mais magra, disfarçar o culote ou mostrar o colo) para compreendê-la e ajudá-la nesta escolha perfeita.
2) As mulheres ADORAM fazer várias coisas ao mesmo tempo
Elas consideram sem graça fazer uma só coisa de cada vez, como fazem os homens. As mulheres conseguem provar uma roupa, conversar, ouvir música e assistir a um desfile, tudo ao mesmo tempo e com a maior tranqüilidade. E ainda haveria espaço para se maquiar na loja e beber um champagne acompanhado de um chocolate. “Que momento bem aproveitado!”, elas pensam. E esta característica não é só de mulheres ocupadas, é também daquelas com mais tempo livre também. As mulheres são multitarefas por natureza e sua loja deve se preparar para elas.

A dica para o varejista é: Forneça muitos estímulos em sua loja para as mulheres. Música, vídeos, agrados, encontros, tudo é bem vindo. Tire a monotonia de seu espaço. Aproveite os espaços próximos ao caixa, enquanto ela faz o pagamento, com pequenos itens como bijouterias, saches, cosméticos, revistas, e outros produtos que sirvam para entretê-la enquanto finaliza a sua compra.

Mais uma vez, desejo você, varejista de moda, excelentes vendas para as mulheres!


Entre em contato comigo através do e-mail cristina@nmarinho.com.br ou pelo site www.nmarinho.com.br
Por: Cristina Marinho
Consultora especialista em marketing e comportamento do consumidor.

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com