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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Über-Recomenda: 7º Seminário Internacional SENAI de Comportamento e Consumo
7º Seminário Internacional SENAI de Comportamento e Consumo - Para saber mais acesse aqui
sexta-feira, 15 de março de 2013
Como consomem as ricas brasileiras?
A rede La Clé (A Chave) reúne quase 1.000 mulheres que residem na cidade de São Paulo com renda familiar igual ou superior a R$ 30 mil - apesar de uma descentralização incipiente, São Paulo ainda representa cerca de 70% das vendas do mercado do luxo. As participantes dedicam parte de seu tempo respondendo às pesquisas do Instituto, via internet, e o dinheiro/presente que receberiam por isso é dirigido a instituições beneficentes.
Quinzenalmente, essas mulheres gastam cerca de R$ 3.500 com roupas e 92% utilizam um cartão de crédito premium. A maioria tem idade em torno de 42 anos. Mas ao contrário do que se pensa sobre mulheres de alta renda – que não trabalham e vivem do shopping para a yoga/academia de ginástica – 47% delas exercem atividade remunerada, com média de sete horas de trabalho por dia.
Além disso, suas compras não se restringem a viagens feitas ao exterior: 95% disseram fazer compras pela internet em sites brasileiros, especialmente nas categorias ingressos, livros, eletrodomésticos, passagens aéreas e mesmo roupas.
Avaliando consumo em diversas frentes, um dado que chamou atenção foi o fato de o icônico Chanel N° 5 não ser mais o perfume preferido das abastadas, mas sim o Chance, da mesma grife. Já categorias como xampu não fidelizam clientes, mesmo nesse extrato social. Rímel, batom e corretivo são, pela ordem, os três primeiros itens “indispensáveis” na bolsinha de maquiagem das “mulheres La Clé”.
Muitas delas (45%) não têm preferência por shopping ou lojas de rua, desde que essa rua não seja uma 25 de Março. No atendimento em uma loja, a principal reclamação (43%) ficou com “vendedoras que grudam”. Em relação aos métodos de comunicação pós-venda, os que mais incomodam são telefonemas (91%) e torpedos (59%).
Foto: Reprodução
Fonte:meioemensagem
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Über-behavior: Brasileiro deixa compras de Natal para o dia 24
O Natal brasileiro tem as suas particularidades. Uma delas é o velho hábito de deixar as compras para a última hora. Dados da credenciadora de cartões Cielo mostram que o maior pico de operação do ano é registrado no dia 24 de dezembro, entre 12 e 13 horas, concentrando um volume que ultrapassa os 24 milhões de transações ao longo do dia.
Para evitar os transtornos gerados pela alta na demanda, a empresa opera em um sistema de war room, monitorando os pontos nos quais atua em cerca de 1,5 milhões de estabelecimentos no país. Segundo dados da companhia, o número de transações com cartões de crédito e débito no período chega a quase 2 milhões por hora. A preparação para o final de ano é iniciada em agosto, quando são feitos os testes nos links dos pontos de venda.
A ideia é que toda a rede esteja preparada para atuar na alta demanda gerada pelo Natal. “Durante todo o ano temos uma média diária de transações de 17 milhões nos dias de maior pico. Na véspera do Natal isso sobe muito, no entanto, existe uma variação ainda maior se a data cair em um sábado. Atuamos com uma preparação para este período, que é considerado crítico e nossas equipes trabalham em esquema de plantão”, explica o Fernando Finocchiaro, Gerente de Serviços de TI da Cielo, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Particularidades de compra
Além de deixar suas compras para a última hora, o brasileiro possui outros comportamentos peculiares quando o assunto é a utilização do cartão de crédito. Dados do monitoramento da Cielo mostram que o maior volume de operações via e-commerce é feita às segundas-feiras, o que reforça o hábito de que as famílias utilizam os finais de semana para irem até as lojas pesquisarem preços de produtos antes de comprarem pela internet.
O comportamento dos consumidores quanto à utilização de crédito ou débito; parcelado ou à vista, é bem distribuída. No Rio de Janeiro, 37% dos usuários de cartão compram no crédito à vista, 31% parcelado e 32% no débito. Já em São Paulo, 34% dos consumidores utilizam o crédito em uma só parcela, 38% dividem o valor e 28% pagam suas contas no débito. Apesar de os números apresentarem um equilíbrio, são as diferentes épocas do mês nas quais as compras são feitas que alteram a opção de pagamento. Na primeira quinzena, mais próximo às datas de recebimento dos salários, há a maior adesão ao débito, enquanto no final do mês, existe um aumento no registro de compras por crédito.
Com relação aos horários de maior volume de transações versus tipo de ponto de venda, dados da Cielo mostram que o dia de maior utilização é o sábado, seguido pela quinta-feira. Os principais horários são entre as 12h e às 14h e entre às 18h e às 19 horas. Postos e supermercados são os locais com maior índice de utilização no período noturno. No horário do almoço e também à noite, os campeões são os restaurantes enquanto boa parte das compras mobile são feitas também no período do almoço e à noite.
Outro ponto monitorado é a preferência do brasileiro em onde utilizar os seus cartões de crédito e débito. Um levantamento da Cielo mostra que, na capital paulista, em primeiro lugar estão as lojas de vestuário, seguidas pelo varejo alimentício, lojas de departamento e atacados especializados. Atingir cada um desses pontos é o desafio da empresa.
Atualmente a Cielo está presente em mais de 90% do território brasileiro e investe em diferentes iniciativas para continuar ampliando a sua participação. Apenas no ano passado, a credenciadora captou um volume monetário de R$ 320 bilhões. Entre os estados mais representativos em transações estão São Paulo (39%), Rio de Janeiro (12%), Minas Gerais (9%) e Paraná (6%).
Para obter crescimento a companhia investe em ações de Marketing e relacionamento B2B. “Em 2009 fizemos o lançamento da Cielo como marca e, no ano seguinte, começamos os investimentos em Marketing tanto voltado para o lojista quanto em ações na mídia”, explica Rogério Signorini, Diretor de Inovação da Cielo, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Incentivo
Uma dessas ações é o programa de incentivo Cielo Fidelidade, que transforma cada R$ 1.000,00 em vendas nas máquinas em 200 pontos que, após acumulados, podem ser trocados por prêmios. Entre eles estão materiais de merchandising e sinalização para os estabelecimentos comerciais cadastrados.
Outro investimento que vem sendo feito pela empresa está relacionado ao mobile. Lançado em 2010 e difundido recentemente na plataforma iOS, o Cielo Mobile permite que profissionais liberais e vendedores de porta a porta façam vendas por meio do cartão de crédito. “Este aplicativo nos deu uma mobilidade muito grande. Basta que o profissional efetue um cadastro, baixe o aplicativo e ele estará habilitado a vender com nossos cartões pelo seu smartphone”, conta Rogerio Signorini.
Fonte:MundodoMarketing
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
10 itens explicam o que os consumidores querem
Se você acha que isso não tem nada haver com moda - ENGANA-SE! Entender comportamento de consumo é o segredo para entender o que seu cliente deseja e espera da sua marca... Em um mundo tão rápido, é bom você ficar atento, vai que a verdade de ontem não serve mais para amanhã.
Trouxe esse artigo do Adnews e espero que gostem.
Fábio Monnerat
10 itens explicam o que os consumidores querem
Uma vez conectados, a internet é
uma das últimas coisas de que os consumidores estariam dispostos a
desistir se tivessem de reduzir gastos, de acordo com as descobertas do
ConsumerLab.
Por mais de 15 anos, a área de pesquisas de comportamento da Ericsson
tem realizado estudos sobre os valores, comportamentos e maneiras de
pensar das pessoas sobre produtos e serviços de TIC. O programa de
pesquisa global é baseado em entrevistas anuais com 100.000 pessoas, em
mais de 40 países e de 10 megacidades.
Michael Björn, responsável pelo ConsumerLab, diz: “Os consumidores
aderiram aos aplicativos de smartphones naturalmente. O acesso direto e o
formato touch via ícones escondem a complexidade dos serviços de
internet. As pessoas agora estão dispostas a explorar várias áreas novas
da vida cotidiana que se beneficiam da conectividade. Acabamos de
concluir um estudo em mercados emergentes e descobrimos que até mesmo as
pessoas que usam celulares pela primeira vez tornam-se rapidamente
usuárias da internet. A conectividade está se tornando uma parte
crescente de suas atividades diárias.”
As 10 maiores tendências do consumidor:
1. A conectividade domina.
A conectividade tornou-se tão essencial como o ar que respiramos. Uma
vez conectados, os consumidores dizem que a internet é uma das últimas
coisas que eles estariam dispostos a cortar se tivessem que reduzir
gastos.
2. Todo mundo pode ser um provedor de serviços.
Há uma enorme demanda por novos serviços. A internet possibilita tanto
às empresas como aos consumidores inventar novas soluções, como
aplicativos.
3. Mídias sociais redefinem os relatos de notícias.
As mídias sociais movimentam o consumo de fotos, videoclipes e músicas,
e agora elas também ajudam os consumidores a julgar a relevância das
notícias, fornecendo os comentários sociais necessários.
4. Celulares têm um papel significativo na vida cotidiana.
Os consumidores mostram mais interesse em serviços móveis que estão
diretamente relacionados com lugares próximos ou serviços locais.
Enquanto 90% de todos os donos de smartphones carregam seus celulares
com eles, apenas 80% dizem carregar dinheiro.
5. Mais transparência.
As pessoas estão se acostumando a viver suas vidas com transparência e
elas também esperam que empresas e outras organizações ajam dessa mesma
maneira.
6. A nuvem faz as coisas serem mais fáceis de usar.
Dividir informações e ter vários dispositivos conectados o tempo todo
está se tornando a regra para os consumidores, resultando na introdução
de mais serviços baseados em nuvem. O principal motivo é a facilidade de
uso.
7. As mulheres conduzem a adoção de smartphones.
O estudo de usuários de smartphones de 2011 da Ericsson mostrou que os
homens ainda dominam o uso de serviços de nicho em smartphones, enquanto
mais mulheres usam serviços regulares como chamada de voz, SMS e
Facebook. Ao integrar todos os canais de comunicação em um único
dispositivo, as mulheres estão conduzindo a adoção em massa de
smartphones.
8. Compras facilitadas.
A pesquisa mostrou que 67% dos usuários de smartphones estão
interessados em pagamentos móveis. Os pagamentos não devem ser vistos de
forma isolada, mas devem ser colocados em um contexto de compras
cotidianas – por exemplo, em informações do produto, pontos de bônus e
recibos.
9. Tudo se conecta.
Os dados móveis ultrapassaram o tráfego de voz no último trimestre de
2009 e os dobraram no primeiro trimestre de 2011. Os consumidores estão
cada vez mais conectados à internet e às coisas ao redor deles, como
carros, ônibus públicos ou vending machines (máquinas de autosserviço).
10. Tempos incertos
Consumidores querem mais controle. Em tempos de instabilidade econômica
ou quando desastres como terremotos ocorrem, aumenta o interesse dos
consumidores por serviços relacionados a utilities, como água e
eletricidade. Do mesmo modo, uma mudança na renda disponível está
impulsionando as necessidades dos consumidores em estarem no controle do
consumo de serviços.
Fonte:ADNEWS
domingo, 11 de dezembro de 2011
Os ageless rompem com o padrão de comportamento pela faixa etária
Os ageless rompem com o padrão convencional
em que o comportamento é ditado pela faixa etária, o que importa agora não é mais a idade, mas o estilo de vida. Continuar a separar seu target por idade é algo extremamente ultrapassado.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Um sucesso a 1ª edição do 1º Think Different Búzios
Aconteceu no sábado dia 3/12/11 o 1º Think Differente no Porto da Barra em Búzios, o evento que é um bate-papo sobre moda (tendências, comportamento e mercado da moda). O cenário não poderia ter sido melhor, o lounge do Valdívia no Porto da Barra é um espaço maravilhoso e os convidados foram as pessoas mais incríveis e generosas do mundo.
O público participante foi da mais alta qualidade, tanto que no meio da Think Different já não havia mais separação entre palestrantes e convidados, conseguimos criar uma sintonia e um bate-papo muito agradável e com diversos olhares e posicionamentos sobre o mundo da moda, tendências, a moda nacional e uma série de outros pontos que, com certeza, fez com que todos saíssem do evento com algumas respostas e muitos questionamentos... Afinal de contas, esse é só a primeira edição do TD.
Eu e alguns dos convidados
Um agradecimento todo especial aos convidados de luxo que largaram tudo para estar em Búzios e participar desse evento: Aos novos amigos, Anderson Vescah – produtor de moda e editor de moda da revista UMA, Raphael Dutra da Costa – estilista da grife Yellow Dress e a Drika Nogueira, blogueira e personal stylist, as queridas, Geisa Lobosco que é minha amiga e uma grande estilista, consultora e produtora de moda e Talitha Oliveira, sempre muito fofa, personal stylist no Rio de Janeiro. A Mel Dantas que trouxe da Bahia sua grife Canella Brasil para fechar o evento com um lindo desfile de moda praia.
E, por fim, Aline Santana (amiga e parceira) por ter organizado tudo e ter feito tudo isso acontecer.
Que venham muitos outros eventos como esse! Foi Über!
Fábio Monnerat
Agradecimento especial:
E, por fim, Aline Santana (amiga e parceira) por ter organizado tudo e ter feito tudo isso acontecer.
Que venham muitos outros eventos como esse! Foi Über!
Fábio Monnerat
Agradecimento especial:
Hotel Aqua Barra em Geribá, um lugar lindo e com um atendimento maravilhoso, não tem como deixar de conhecer.
Ao Gabriel Santos por ter feito, quase sem prazo, as artes do evento. Über-parceiro! - E o restaurante Valdivia por ter essa visão a frente e entender que moda é comportamento e não só roupa, com certeza eles são o restaurante mais fashion de Búzios.
sábado, 19 de novembro de 2011
Pesquisa revela quem é a nova geração de consumidores

A edição do Retail Trend 2012, o mais completo dossiê de tendências do varejo, mostra que os consumidores dessa nova década estão mais preocupados com questões de sustentabilidade: aspecto essencial à motivação de compra. Outro destaque é que a segunda geração de consumidores online é formada por jovens que, em sua maioria, estão migrando do e-commerce para o m-commerce (mobile commerce). Nos Estados Unidos, as compras com celular devem atingir a marca de US$ 8,6 bilhões em 2014. Conduzido pelo The Future Laboratory, o estudo internacional aponta o surgimento de um novo consumidor – forjado pelas crises econômicas, pelo impacto de novas tecnologias e pelo amplo questionamento sobre o consumo contemporâneo. Foi ele quem deu origem à tendências como a Rurbanism, que tem demandado dos gestores de marcas e produtos a criação de novas fórmulas de relacionamento com o mercado. O Retail Report 2012 é parte integrante do dossiê Global Trend Briefing Dossiers do LifeStyle News Network – portal internacional da The Future Laboratory que no Brasil é representado com exclusividade pela Voltage, agência produtora de insights aplicáveis ao negócio. Segundo Paulo Al-Assal – diretor-geral da Voltage –, o consumidor contemporâneo exige uma reinvenção do varejo; o que os estudiosos de tendências têm classificado como a Idade da Transformação. “Ele prestigia marcas com uma postura ética, unindo valores do passado aos avanços digitais do futuro. De modo geral, autenticidade é a palavra que mais define essa demanda”, afirma o especialista. O estudo engloba os países integrantes dos BRICs (Brasil, Índia, Rússia e China); N-11 (Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Coreia do Sul, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã); Europa e Estados Unidos.
Crise e consumo
Como era de se esperar, diante da crise que se abateu sobre os países desenvolvidos, a pesquisa revela que enquanto o consumidor europeu e norte-americano está mais cauteloso, os dos países emergentes declaram que vão gastar mais em 2011 e 2012. A pesquisa revela que na Alemanha, 72% dos consumidores afirmaram que gastarão este ano menos do que em 2010 – quadro semelhante ao da Espanha e França onde 82% e 74% dos consumidores, respectivamente, declararam a mesma intenção de reduzir gastos. Por outro lado, os consumidores de Brasil, Rússia, Índia e China revelam mais otimismo. Na Índia, de acordo com dados do India Brand Equity Foundation, até 2013 o varejo deverá faturar US$ 833 bilhões, subindo para US$ 1,3 trilhão até 2018, enquanto que na China, o crescimento será de 47% em cinco anos, chegando a US$ 2,5 trilhões em 2014. Há, também, boas perspectivas de crescimento do consumo para os países que compõem o N11.
As tendências mostram que é necessário construir formas diferenciadas de chegar ao clientes e entender de que maneira a marca é percebida pelo consumidor. “Essa percepção envolve tudo em torno do produto. Há muito a dizer, por exemplo, na forma como a mercadoria é entregue ao cliente. Algumas empresas na Europa perceberam que mesmo nas compras online, o cliente gosta de ter a experiência de retirar o produto como em uma compra convencional. Diante dessa demanda, criaram armazéns para que os compradores pudessem ter essa experiência, ou seja, entenderam que alguns consumidores não querem que a compra seja desprovida de estímulos táteis. Trata-se de uma alternância; a combinação entre os mundos online e offline”, detalha Al-Assal, acrescentando que o formato é chamado de drive-through.
Com mais informações e ferramentas online, os consumidores são mais exigentes e pesquisam muito antes de comprar. “Na Europa, por exemplo, vemos uma geração que busca conveniência de maneira ampla. Então, as marcas tendem a reduzir a gama de produtos oferecidos, focando nos essenciais – uma tentativa concreta de ser ágil e eficiente. Esse consumidor quer comprar um número reduzido de produtos que resolvam as necessidades diárias. Há o anseio por uma vida mais simples, descomplicada”, detalha o diretor da Voltage. Ainda segundo Paulo Al-Assal, o consumidor – em especial o norte-americano e europeu – está fascinado pela procedência da alimentação. “Eles querem saber de onde vem o produto alimentício adquirido e, sobretudo, a história da empresa. Alguns varejistas têm investido, inclusive, em exposições interativas e educacionais destinadas a aproximar o cliente do processo de produção”, afirma o especialista.
Nova tendência
A pesquisa também revela que o novo consumidor busca autenticidade. É nesse contexto que a tendência Rurbanism está inserida. Estreitamente relacionada com a redescoberta do convívio – uma reação avessa à onipresença da vida online e digital – a tendência revela-se na valorização dos “bastidores” do processo de produção. “Os consumidores, sobretudo europeus, estão cansados do anonimato das corporações multinacionais, ou seja, querem saber a procedência dos produtos; querem saber sobre o trabalho qualificado que está por trás dos produtos”, afirma Al-Assal. A Revolução Rurban está sendo impulsionada por uma mudança da geração do “eu” que será substituída pela geração do “nós”. Fiéis a marcas e varejistas que norteiam a atuação pela responsabilidade socioambiental, esses consumidores têm o serviço comunitário como parte do seu DNA. Alguns, inclusive, estão investindo na produção de alimentos para consumo próprio. Na esteira da tendência, redes de supermercado na Europa aumentaram a oferta de alimentos orgânicos e feitos caseiros, produzidos por cozinheiros locais.
Sem fronteira, por telefone
Por outro lado, os gestores das lojas “convencionais” devem atentar para a presença online como forma de maximizar as vendas. Uma outra vértice da questão revela que os varejos locais devem investir para ampliar a atuação por uma questão de sobrevivência do negócio. Na Europa, o varejo online deve crescer 11% em 2011 – segundo análises do Centre for Retail Research. Nos Estados Unidos, as compras online devem registrar um aumento de 10% ao ano até 2014, com faturamento de US$ 249 bilhões, o que corresponde a 8% das vendas do varejo norte-americano. O mundo está diante da segunda geração de e-compradores. Na prática, o varejo online migrou dos computadores para os smartphones. A pesquisa revela que até 2015, os consumidores de todo o mundo devem gastar cerca de US$ 119 bilhões em bens e serviços adquiridos via celular. No Japão, o m-commerce (mobile commerce) é responsável por 50% de todas as transações, de acordo com a operadora O2, principalmente pela facilidade em pesquisar preços. Nos Estados Unidos, as compras com celular devem atingir a marca de US$ 8,6 bilhões em 2014, de acordo com a ABI Research. “Na Starbucks, por exemplo, o cliente paga suas despesas pelo celular, tornando o aparelho um cartão de crédito e débito”, conta Paulo Al-Assal, acrescentando que nos Estados Unidos, 30% dos adultos usam o telefone móvel para comparar preços antes de comprar.
Edição: Marcia Mariano
Fotos: Stock.xchng
Fonte: Printec Comunicação e Textília.net
Crise e consumo
Como era de se esperar, diante da crise que se abateu sobre os países desenvolvidos, a pesquisa revela que enquanto o consumidor europeu e norte-americano está mais cauteloso, os dos países emergentes declaram que vão gastar mais em 2011 e 2012. A pesquisa revela que na Alemanha, 72% dos consumidores afirmaram que gastarão este ano menos do que em 2010 – quadro semelhante ao da Espanha e França onde 82% e 74% dos consumidores, respectivamente, declararam a mesma intenção de reduzir gastos. Por outro lado, os consumidores de Brasil, Rússia, Índia e China revelam mais otimismo. Na Índia, de acordo com dados do India Brand Equity Foundation, até 2013 o varejo deverá faturar US$ 833 bilhões, subindo para US$ 1,3 trilhão até 2018, enquanto que na China, o crescimento será de 47% em cinco anos, chegando a US$ 2,5 trilhões em 2014. Há, também, boas perspectivas de crescimento do consumo para os países que compõem o N11.
As tendências mostram que é necessário construir formas diferenciadas de chegar ao clientes e entender de que maneira a marca é percebida pelo consumidor. “Essa percepção envolve tudo em torno do produto. Há muito a dizer, por exemplo, na forma como a mercadoria é entregue ao cliente. Algumas empresas na Europa perceberam que mesmo nas compras online, o cliente gosta de ter a experiência de retirar o produto como em uma compra convencional. Diante dessa demanda, criaram armazéns para que os compradores pudessem ter essa experiência, ou seja, entenderam que alguns consumidores não querem que a compra seja desprovida de estímulos táteis. Trata-se de uma alternância; a combinação entre os mundos online e offline”, detalha Al-Assal, acrescentando que o formato é chamado de drive-through.
Com mais informações e ferramentas online, os consumidores são mais exigentes e pesquisam muito antes de comprar. “Na Europa, por exemplo, vemos uma geração que busca conveniência de maneira ampla. Então, as marcas tendem a reduzir a gama de produtos oferecidos, focando nos essenciais – uma tentativa concreta de ser ágil e eficiente. Esse consumidor quer comprar um número reduzido de produtos que resolvam as necessidades diárias. Há o anseio por uma vida mais simples, descomplicada”, detalha o diretor da Voltage. Ainda segundo Paulo Al-Assal, o consumidor – em especial o norte-americano e europeu – está fascinado pela procedência da alimentação. “Eles querem saber de onde vem o produto alimentício adquirido e, sobretudo, a história da empresa. Alguns varejistas têm investido, inclusive, em exposições interativas e educacionais destinadas a aproximar o cliente do processo de produção”, afirma o especialista.
Nova tendência
A pesquisa também revela que o novo consumidor busca autenticidade. É nesse contexto que a tendência Rurbanism está inserida. Estreitamente relacionada com a redescoberta do convívio – uma reação avessa à onipresença da vida online e digital – a tendência revela-se na valorização dos “bastidores” do processo de produção. “Os consumidores, sobretudo europeus, estão cansados do anonimato das corporações multinacionais, ou seja, querem saber a procedência dos produtos; querem saber sobre o trabalho qualificado que está por trás dos produtos”, afirma Al-Assal. A Revolução Rurban está sendo impulsionada por uma mudança da geração do “eu” que será substituída pela geração do “nós”. Fiéis a marcas e varejistas que norteiam a atuação pela responsabilidade socioambiental, esses consumidores têm o serviço comunitário como parte do seu DNA. Alguns, inclusive, estão investindo na produção de alimentos para consumo próprio. Na esteira da tendência, redes de supermercado na Europa aumentaram a oferta de alimentos orgânicos e feitos caseiros, produzidos por cozinheiros locais.
Sem fronteira, por telefone
Por outro lado, os gestores das lojas “convencionais” devem atentar para a presença online como forma de maximizar as vendas. Uma outra vértice da questão revela que os varejos locais devem investir para ampliar a atuação por uma questão de sobrevivência do negócio. Na Europa, o varejo online deve crescer 11% em 2011 – segundo análises do Centre for Retail Research. Nos Estados Unidos, as compras online devem registrar um aumento de 10% ao ano até 2014, com faturamento de US$ 249 bilhões, o que corresponde a 8% das vendas do varejo norte-americano. O mundo está diante da segunda geração de e-compradores. Na prática, o varejo online migrou dos computadores para os smartphones. A pesquisa revela que até 2015, os consumidores de todo o mundo devem gastar cerca de US$ 119 bilhões em bens e serviços adquiridos via celular. No Japão, o m-commerce (mobile commerce) é responsável por 50% de todas as transações, de acordo com a operadora O2, principalmente pela facilidade em pesquisar preços. Nos Estados Unidos, as compras com celular devem atingir a marca de US$ 8,6 bilhões em 2014, de acordo com a ABI Research. “Na Starbucks, por exemplo, o cliente paga suas despesas pelo celular, tornando o aparelho um cartão de crédito e débito”, conta Paulo Al-Assal, acrescentando que nos Estados Unidos, 30% dos adultos usam o telefone móvel para comparar preços antes de comprar.
Edição: Marcia Mariano
Fotos: Stock.xchng
Fonte: Printec Comunicação e Textília.net
domingo, 13 de novembro de 2011
Pesquisa traça perfil do consumidor brasileiro de vestuário
Estudo inédito realizado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai ajudar as empresas do setor a traçarem estratégias competitivas para seus negócios. A “Pesquisa sobre Usos, Hábitos e Costumes do Consumidor Brasileiro de Vestuário”, que acaba de ser concluída, mapeou os novos padrões de consumo dos brasileiros, com objetivo de compreender melhor o cenário atual da industria do vestuário, que enfrenta crescente concorrência de produtos vindos da Ásia. Tanto a Abit quanto o Ministério acreditam que com esta pesquisa, cujas informações completas estão disponíveis nos sites do MDIC (www.mdic.gov.br) e da Abit (www.abit.org.br) a partir de novembro, será possível traçar estratégias mais acertadas, o que possibilitará uma vantagem competitiva frente aos importados. De acordo com a Abit, o setor Têxtil e de Confecção brasileiro é o quarto maior do mundo na produção de vestuário, emprega cerca de 1,7 milhão de trabalhadores diretos e faturou US$ 60 bilhões em 2010.
Pontos importantes da pesquisa
- apenas 27,1% dos entrevistados costumam olhar as etiquetas das peças de vestuário/artigos de moda para saber a origem do produto;
- as mulheres são as maiores responsáveis, com participação de 84,6%, pela escolha de peças de vestuário/artigos de moda para si próprias ou para membros da família;
- a frequência de compra de peças de vestuário/artigos de moda é de uma vez por mês para 37,7% dos entrevistados e a cada três meses para 30,4% dos consumidores;
- as lojas de rua são o local preferido para compra de 56,2% dos entrevistados, sendo que quanto mais jovem o consumidor, maior a preferência pelas compras em shoppings;
- o dinheiro ainda é a principal forma de pagamento utilizada para comprar vestuário/artigos de moda, com 56,4% das preferências, seguido de cartão de crédito, com 30,4%;
- somente 15,2% dos consumidores já compraram peças de vestuário/artigos de moda pela internet;
- No Brasil, a participação do gasto com vestuário no total de despesas das famílias é de 5,5%, sendo que a região Norte apresentou o maior índice: 7,4%;
- televisão é apontada como principal fonte de informação sobre moda, com participação de72%;
- 47,5% dos entrevistados já compraram produtos de moda por causa de propagandas. Este índice é maior entre as mulheres, com 52,7%
- 84,7% dos entrevistados costumam se informar a respeito de moda, sendo que a cidade que mais se destaca é Porto Alegre (RS), com 98,5%; a de menor participação é Belo Horizonte (MG), com 59%;
- apenas 32,1% dos entrevistados acompanham as Semanas de Moda, sendo que as mulheres costumam seguir mais que os homens (40,4% e 22,9%, respectivamente)
- a maneira de vestir das personalidades (artistas, modelos, cantores e jogadores de futebol) influencia 62,2% dos entrevistados, sendo que as mulheres são as mais influenciadas, com 70,7%;
Fiscalização mais rigorosa
A indústria têxtil e de confecção também será beneficiada com a ampliação das atribuições do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), autarquia vinculada ao MDIC. Com a medida, que faz parte do Programa Brasil Maior, a autarquia passará a se chamar Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia e irá atuar em aeroportos e portos para atestar a qualidade das mercadorias importadas. A alteração integra a Medida Provisória 541/11, aprovada pela Câmara no final de outubro e que seguiu para votação no Senado. A MP determina que o Inmetro atue em conjunto com a Receita Federal para verificar se produtos têxteis, assim como outras mercadorias estrangeiras, cumprem todos os requisitos exigidos para os produtos brasileiros. Para isso, o Inmetro terá livre acesso às alfândegas de portos e aeroportos do País, exercendo o poder de polícia administrativa e expedindo regulamentos técnicos nas áreas de avaliação da conformidade de produtos, insumos e serviços, para proteger a vida, a saúde, o meio ambiente, e prevenir práticas enganosas de comércio, como a que acorreu recentemente em Pernambuco, com a importação de lixo hospitalar dos Estados Unidos, que entraram no País como sendo retalhos e refugos para reciclagem de fibras têxteis.
Fonte:Textilia
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Über-varejo: Se diferenciar ao presentear é preciso
Espaço Tok&Stok para o consumidor criar suas próprias embalagens de presente.
O varejo foi uma invenção muito importante para a vida dos consumidores. Além de proporcionar-lhes a possibilidade de comprar produtos para uso próprio, lhes permite comprar produtos para presentear. Nesta tarefa de doar um pouco de si ao outro, comemorar uma data importante, e conquistar alguém, o varejo tem um papel importantíssimo, o de vender presentes aos seus clientes. Em alguns setores do varejo, como o de Moda, os produtos adquiridos para presente chegam a representar 40% das vendas da loja.
É uma grande importância, não é mesmo?
Contudo, os varejistas fazem bem seu papel até na hora de vender, com bom atendimento, soluções para o consumidor, kits de presentes e tudo mais. Já na hora de embalar, o empenho do varejista não é o mesmo. A embalagem é muito negligenciada, com pouca criatividade, falta de um cuidado especial, e pouca qualidade das caixas e papéis. E acreditem varejistas, para a maioria dos consumidores, a embalagem é fator de escolha de uma loja para comprar um presente para seu ente querido. O consumidor estará carregando sua imagem própria no presentear alguém e não quer errar!
Entendo que para muitos varejistas manter embalagens especiais para presentes ou até mesmo atendentes com habilidade manuais para criarem os melhores embrulhos não é fácil. Mas isto não deve ser uma desculpa para o descuido daquele item que pode trazer para a loja um mais novo cliente encantado, o presenteado com seu produto.
A rede de móveis e artigos de decoração Tok&Stok, solucionou estes dois problemas e aproveita para surpreender consumidores que encontram em suas lojas algo para presentear. A rede criou nas lojas, na saída dos caixas o espaço “Dê um toque ao seu pacote”, onde o próprio consumidor pode elaborar a sua embalagem de presente com sacolas de diversas cores e tamanhos, papéis para proteger os produtos mais frágeis, etiquetas graciosas com a logomarca e uma linda fita de cetim branca para dar o toque final ao presente. A Tok&Stok surpreende ainda mais o consumidor sinalizando em um display que as embalagens são recicladas e que este é também um presente à natureza, de uma empresa consciente e responsável.
É uma grande importância, não é mesmo?
Contudo, os varejistas fazem bem seu papel até na hora de vender, com bom atendimento, soluções para o consumidor, kits de presentes e tudo mais. Já na hora de embalar, o empenho do varejista não é o mesmo. A embalagem é muito negligenciada, com pouca criatividade, falta de um cuidado especial, e pouca qualidade das caixas e papéis. E acreditem varejistas, para a maioria dos consumidores, a embalagem é fator de escolha de uma loja para comprar um presente para seu ente querido. O consumidor estará carregando sua imagem própria no presentear alguém e não quer errar!
Entendo que para muitos varejistas manter embalagens especiais para presentes ou até mesmo atendentes com habilidade manuais para criarem os melhores embrulhos não é fácil. Mas isto não deve ser uma desculpa para o descuido daquele item que pode trazer para a loja um mais novo cliente encantado, o presenteado com seu produto.
A rede de móveis e artigos de decoração Tok&Stok, solucionou estes dois problemas e aproveita para surpreender consumidores que encontram em suas lojas algo para presentear. A rede criou nas lojas, na saída dos caixas o espaço “Dê um toque ao seu pacote”, onde o próprio consumidor pode elaborar a sua embalagem de presente com sacolas de diversas cores e tamanhos, papéis para proteger os produtos mais frágeis, etiquetas graciosas com a logomarca e uma linda fita de cetim branca para dar o toque final ao presente. A Tok&Stok surpreende ainda mais o consumidor sinalizando em um display que as embalagens são recicladas e que este é também um presente à natureza, de uma empresa consciente e responsável.
Embalagens da marca Fábula
As lojas da Fábula, grife infantil do Grupo Farm, também acredita no poder das embalagens para presentear e encantar o consumidor. Suas embalagens são em forma de bichinhos, como o tamanduá, zebra e tigre, que são o tema de decoração da loja. As crianças que recebem os presentes da Fábula, não só se comovem com os produtos de grande apelo lúdico, como também brincam com as criativas embalagens.
Na Galeria Melissa, na Rua Oscar Freire, em São Paulo, os inúmeros consumidores que visitam a loja e não resistem em comprar só para si uma sandália da marca, podem levar para casa um presente com grande potencial de se tornar inesquecível, principalmente pela embalagem. Em 2009, a Melissa se superou em duas embalagens de presente. Uma feita em plástico-bolha da cor preta (quando a maioria é transparente) e uma fita adesiva na cor pink, escrita “Galeria Melissa” comprova ao presenteado que o produto foi adquirido na mais original das lojas da marca. A outra embalagem era para um kit de 3 sapatilhas Melissa criadas pelos Irmãos Campana. Em uma caixa, que por fora parecia um livro, os 3 pares de sandália eram acomodados em espaços separados. Definitivamente, o presenteado com Melissa se sente lisonjeado por ter sido lembrado em um lugar tão maravilhoso!
Realmente, caro varejista, não vale a pena negligenciar, nem mesmo economizar nas embalagens de presente da sua loja. O ato de presentear é recheado de alegria e surpresa, e você pode fazer parte deste momento na vida de seu consumidor. Esta é também uma grande chance de se diferenciar de seus concorrentes com produtos similares, mas que não inovam na embalagem.
Tudo o que se refere ao aspecto emocional da compra não se pode relaxar. A dica é ser criativo e surpreender seu consumidor, e melhor ainda, o presenteado dele, que não verá a hora de conhecer sua loja de perto e recorrer a ela quando quiser presentear alguém e proporcionar a mesma sensação que sentiu.
Diferencie-se nos presentes! Com certeza, valerá a pena!
Por: Cristina Marinho - Consultora de Marketing e Comportamento
Fonte:Portal Textília.net
sábado, 15 de outubro de 2011
Uma em cada três mulheres leva outro sapato na bolsa...
Quem já era crescidinho nos anos 1980 deve se lembrar quando Melanie Griffith viveu o papel Tess McGill no filme Uma Secretária de Futuro e caminha pelas ruas de Nova York usando tênis que eram trocados por scarpins de salto assim que ela chegava ao escritório. Pois parece que essa rotina é verdadeira para mulheres até hoje em dia, apesar das imagens de celebridades sempre montadas em saltos altíssimos, como a cantora Beyoncé Knowles e Victoria Beckham, só para citar algumas.
Pesquisa realizada pela empresa Hotter Shoes, na Inglaterra, revela que uma em cada três mulheres leva outro par de sapatos na bolsa para trocar caso os saltos causem dores nos pés. Mais de 2 mil foram ouvidas e apontam que as dores durante o dia, ou em eventos à noite, são comuns, e por isso elas já se preparam para trocar os saltos pelas rasteiras.
A pesquisa foi realizada depois que a princesa Eugenie foi vista caminhando pelas ruas de Londres carregando suas botas de salto nas mãos e ela vestia apenas meias, no início do mês. Veja outros números:
- Mais de 80% das entrevistadas revelaram que já sentiu dores nos pés devido ao uso de sapatos altos e que sempre busca alternativas para aguentar ficar mais tempo nas "alturas"
- 34% disseram que as dores começam após cerca de uma hora usando saltos
- 60% delas ainda não se esquecem de curativos para remediar cortes ou machucados causados pelos acessórios
- 46% usam a tática de Griffith no filme e vão até o compromisso com um modelo mais confortável e trocam pelo desejado na frente dos amigos ou namorado
- Mais da metade disse terminar muitas das baladas com os pés descalços
- Uma em cada três mulheres revelou que já precisou comprar um outro par de calçados para aliviar a dor causada pelo modelo que usava
- 84% das entrevistadas disseram que sapatos altíssimos são as escolhas para eventos noturnos
- Apenas 10% disseram encontrar modelos confortáveis à venda no mercado.
Pesquisa realizada pela empresa Hotter Shoes, na Inglaterra, revela que uma em cada três mulheres leva outro par de sapatos na bolsa para trocar caso os saltos causem dores nos pés. Mais de 2 mil foram ouvidas e apontam que as dores durante o dia, ou em eventos à noite, são comuns, e por isso elas já se preparam para trocar os saltos pelas rasteiras.
A pesquisa foi realizada depois que a princesa Eugenie foi vista caminhando pelas ruas de Londres carregando suas botas de salto nas mãos e ela vestia apenas meias, no início do mês. Veja outros números:
- Mais de 80% das entrevistadas revelaram que já sentiu dores nos pés devido ao uso de sapatos altos e que sempre busca alternativas para aguentar ficar mais tempo nas "alturas"
- 34% disseram que as dores começam após cerca de uma hora usando saltos
- 60% delas ainda não se esquecem de curativos para remediar cortes ou machucados causados pelos acessórios
- 46% usam a tática de Griffith no filme e vão até o compromisso com um modelo mais confortável e trocam pelo desejado na frente dos amigos ou namorado
- Mais da metade disse terminar muitas das baladas com os pés descalços
- Uma em cada três mulheres revelou que já precisou comprar um outro par de calçados para aliviar a dor causada pelo modelo que usava
- 84% das entrevistadas disseram que sapatos altíssimos são as escolhas para eventos noturnos
- Apenas 10% disseram encontrar modelos confortáveis à venda no mercado.
Fonte:TerraModa
Como o Varejo de Moda pode aprender com a Apple e Steve Jobs?
Ok, todos estão falando sobre Steve Jobs, já está chato esse excesso de fotinhas da Apple e do Jobs nas redes sociais depois de sua morte, mas podem ficar tranquilos que não se trata de mais um tributo. A matéria a seguir é da ótima Cristina Marinho, para a revista Textila, e fala sobre a força da marca e de seu varejo e de como nós da moda podemos aprender com a Apple. Espero que gostem...
Fábio Monnerat
A contribuição de Steve Jobs não se limita apenas ao universo tecnológico e ao design de produtos. Ele também revolucionou o varejo e o relacionamento com o consumidor. O varejo de moda, tão envolvido pela emoção quanto o consumo dos produtos da Apple, merece uma relação com um cartaz publicado pela Apple nas lojas em comemoração aos 10 anos de existência de lojas Apple pelo mundo. O cartaz descreve os aprendizados que Jobs teve nos 10 anos de varejo. Transcreverei alguns trechos abaixo, e transmitirei meu ponto de vista:
“Nos últimos 10 anos aprendemos muito. Aprendemos a tratar todo dia com o mesmo entusiasmo que tivemos no primeiro dia...”
Este é realmente o segredo para o amor eterno entre os casais, e o segredo para a vida eterna de uma loja e seu relacionamento com os clientes. O perigo desta afirmação é que ela é mais fácil de falar do que praticar. O varejista vai aos poucos se cansando do dia-a-dia da loja e se esquece que o entusiasmo do consumidor em comprar é sempre o mesmo, e o consumidor quer um atendimento no mesmo ritmo de sua vontade de comprar coisas novas e de achar soluções para seus problemas.
Varejista, não se esqueça que cada vez mais, o consumidor considera a compra de moda uma atividade de lazer. Ele quer diversão, e isto inclui a sensação de ser muito bem recebido quando entra na loja e receber um caloroso agradecimento quando paga sua compra. É isto que recebem os apaixonados consumidores da Apple, tendo os atendentes recepcionando os clientes com um largo e sincero sorriso e com bottons de bandeirinhas dos países cujas línguas sabem falar, presos na camisa do uniforme azul Apple, para que os consumidores possam se sentir seguros e em casa, mesmo estando tão longes de sua cidade.
...aprendemos que é melhor se adaptar ao bairro ao invés de esperar que o bairro se adapte a nós...
Isto quer dizer realmente “servir” ao consumidor, e que ele é a pessoa mais importante de seu negócio. O consumidor percebe quando sua loja está realmente disposta a servi-lo.
Quando sua loja estiver abrindo uma franquia em uma outra cidade ou bairro que é muito diferente do seu, procure entender o ritmo de vida e hábitos dos seus clientes. Detalhes como servir um chimarrão se sua loja vai para o Rio Grande do Sul, tocar um samba se sua loja fica no Rio de Janeiro, ou servir deliciosos pães de queijo no meio da tarde para sua loja em Minas Gerais encantam qualquer consumidor local. O mesmo funciona para horários de atendimento, gírias locais no atendimento, vitrines decoradas com temas de festas da cidade. Tudo contribui para o consumidor se sentir prestigiado pelo seu envolvimento com a cultura e hábitos dele.
Em Blumenau, Santa Catarina, onde está acontecendo a Oktoberfest, as franquias de fast food como Burger King tem seus atendentes e preparadores de lanches vestidos com roupa típica alemã. Os blumenauenses se sentem extremamente lisonjeados !
A loja da Apple no centro de Londres, e no centro de Paris ficam em prédios que obedecem à centenária arquitetura local, sem perder para o charme da loja toda envidraçada de Nova York. É um respeito à cultura européia.
...e aprendemos que mesmo quando nossas lojas são grandes, nenhum detalhe é tão pequeno...
Já é um mantra do varejo americano que “retail is detail” (o varejo é feito de detalhes) e esta é uma grande verdade, especialmente no varejo de moda, onde os consumidores são tão sensíveis aos mimos e ao design.
Por isso, não economize nos detalhes. Com certeza seus clientes mais cedo ou mais tarde perceberão. Se você resolve negligenciar suas embalagens de presente porque a maioria de seus consumidores compra para si e não para presentear, saiba que está perdendo a grande oportunidade de surpreendê-lo e encantá-lo. Uma embalagem de presente criativa e caprichosa garante a boa imagem de sua marca para pelo menos duas pessoas: a que está presenteando e a presenteada.
A mesma regra vale para partes esquecidas e evitadas da loja, como os banheiros. E quando questiono aos varejistas porque negligenciam o banheiro, eles me respondem que um “consumidor não entre na loja para ir ao banheiro!”. Com certeza não, mas se ele algum dia precisar, um banheiro limpo (pelo menos!) e bem decorado vai encantá-lo!
Nas lojas da Apple, você é surpreendido pelos detalhes, até na hora de pagar. Em vários lugares pela loja, embaixo das mesas onde os produtos estão expostos, há máquinas de cartão de crédito para o consumidor pagar sua compra ali mesmo e não precisar enfrentar filas, e sentir a razão tomar conta da emoção. O encantamento acontece em todas as etapas da compra, mesmo naquelas extremamente racionais e banais.
Em sua biografia, Jobs conta que foi desafiado pelos seus engenheiros quando quis melhorar o aspecto visual do componente placa-mãe de seus computadores, porque eles diziam que nenhum consumidor abriria seu computador para ver como era a placa mãe. E Jobs retrucou: “um grande carpinteiro, não vai usar madeira ruim para a parte de trás de um armário, ainda que ninguém a veja”.
Isto é realmente dar valor aos detalhes!
...nos últimos 10 anos, aprendemos que nossas lojas são a personificação da marca Apple para nossos clientes...
Por isto, caro varejista de Moda, todo empenho vale a pena para valorizar e eternizar a sua marca no mercado. Um varejo de sucesso se sustenta pela imagem que tem entre seus consumidores, que estão diante de tantas possibilidades de escolha e dispostos a dar valor e fidelizar a quem reconhecê-los como importantes.
...Nós não nos contentamos em descansar
nos nossos ontens. Continuaremos a ir para frente. Para fazer o melhor
do amanhã. E todos os dias seguintes...
E finalizo este Ponto de Vista com umas da últimas frases de Jobs neste cartaz e que nos ensina o caminho para um negócio tão bem sucedido quanto a Apple e que não tem só a ver com inovação, que é SERVIR AO CONSUMIDOR.
Por: Cristina Marinho
Consultora de Marketing e Comportamento
Fonte:Textila.com
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
über-indica: 6º Seminário de comportamento e consumo do Senai Cetiqt

Palestrantes do mais alto nível abordam temas imprescindíveis para todos que querem obter o sucesso no mundo dos negócios, fashion ou não.
Tem que ir! Mais que obrigatório! über-recomendo!!!
Fábio Monnerat
sábado, 11 de junho de 2011
Como a SPFW pode ajudar no seu negócio
Qual a finalidade de uma Semana de Moda como a São Paulo Fashion Week para o nosso país? E para o varejo? E para os consumidores?
Você já deve ter se questionado sobre isto. E não está sozinho nesta dúvida, tenho certeza. A SPFW está tão distante de muitos profissionais e varejistas do mundo da Moda que gera dúvidas sobre a sua real finalidade.
Mas não era para ser assim. Quando Paulo Borges idealizou e incluiu o evento no calendário de moda do Brasil, o fez para exercitar, segundo ele, a apresentação coletiva de designers e marcas para a imprensa, compradores e varejistas, para que tivessem uma visão mais ampla da moda brasileira.
E parte do seu objetivo, Paulo Borges cumpriu. Comparecem, a cada edição, em média 150 compradores internacionais, representantes de grandes redes de varejo da Europa, Estados Unidos, Oriente Médio, Índia e América Latina. A semana em suas duas edições anuais, em Janeiro e Junho, impulsiona R$ 1,8 bilhão em negócios relacionados direta e indiretamente ao evento. E também, a SPFW tornou-se um pólo de investimento das marcas que não necessariamente desfilam nas passarelas, mas que buscam, por meio de patrocínios e ativações, aproximar-se de atributos comumente vinculados à moda, como contemporaneidade, estilo, arte e modernidade. O Evento é um sucesso.
Contudo, há um porém, que não depende dos organizadores do SPFW, mas é motivado pela alienação de boa parte do varejo brasileiro de Moda a tudo o que acontece fora de sua loja. Muitos mal sabem que este evento existe. Pensam no evento como um aglomerado de modelos, celebridades e informações que “não servem de nada”.Tenho certeza que, se na próxima semana eu saísse pelo Brasil, entrevistando lojistas de moda do interior (e até das capitais!) e perguntasse quando acontece a SPFW, muitos deles me responderiam que não sabem, ou falariam datas erradas.
A verdade é: nosso varejista não se vê como um informador de tendências, um selecionador do que é moda para seu cliente, muito menos um atualizador do que acontece nos eventos de moda do país. Muitos varejistas se vêem como um mero ponto de venda de confecção e calçados. Estes varejistas correm o grande risco, de seus clientes estarem muito mais informados do que eles.
Uma explicação, para esta alienação do varejista, mas que não deve servir como desculpa, é o fato de as informações apresentadas na mídia sobre o que acontece no SPFW não estarem “traduzidas” para uma linguagem comum, de imediata aplicação. A Glória Kalil, por exemplo, já faz isto muito bem no seu site Chic, logo no dia seguinte ao último dia do evento, inclusive apresentando suas apostas sobre “ o que vai pegar” e o que não vai. Portanto, a informação traduzida é pouca, eu sei, mas ela já existe. Basta o varejista se envolver e buscar.
O varejo não deve esperar que o cliente dite as regras. O varejo deve estar à frente, deixar de ser um mero ponto de venda, para passar a ser um ponto de descoberta, de informação e de atualização. Ainda mais o varejo de moda, que tem uma ligação direta com tudo o que é novo e atual. Quando uma loja está intimamente ligada ao seu consumidor, e atualizada com tudo o que há de mais novo no mundo da moda, muitos de seus clientes, nem visitam só com a intenção de nela comprar, mas passam lá para saber o que está acontecendo no mundo fashion. É como “dar uma volta” no shopping e se energizar de moda apenas olhando vitrines e as pessoas que por lá circulam. Isso faz com que ele volte sempre. Uma loja de moda precisa provocar isto nos consumidores, é este seu verdadeiro papel, a venda vira uma consequência natural.
Por isso, estar envolvido com os acontecimentos da SPFW é fundamental para o varejista de moda. Não é a toa, que muitas marcas, que pouco tem a ver como moda, como Banco do Brasil, Oi, e Boticário, se associam e patrocinam o SPFW, para mostrar aos seus consumidores que compactuam como todo aquele clima de beleza e festa.
Portanto, varejista de moda, o aviso está dado. Na segunda feira, dia 13 começa no seu país o 5º maior evento de Moda do mundo, e você precisa acompanhar tudo o que acontece por lá. Investigue na internet, assista nos canais de TV a cabo, leia nos jornais e imediatamente transmita para seus clientes que seu negócio está por dentro de tudo o que acontece no mundo da moda!
Fonte:Textília.net
Por: Cristina Marinho
Consultora de Marketing e Comportamento
Consultora de Marketing e Comportamento
terça-feira, 7 de junho de 2011
Marketing Olfativo se estabelece como alavanca de vendas
O Marketing Olfativo tem se ampliado e amadurecido no Brasil. A criação de identidades para as marcas a partir dos cheiros tem sido tão bem sucedida que, em alguns casos, os consumidores chegam a querer levar os aromas dos pontos venda para suas casas. A oportunidade foi percebida por empresas como Equus e Any Any, que extenderam suas linhas e criaram um elo com os consumidores fora das lojas a partir de produtos que carregam a essência das marcas.
Ações pontuais também são uma forma efetiva de aplicar o Marketing Olfativo. Em datas comemorativas, a ferramenta pode atrair o consumidor e potencializar as vendas. Esta foi a estratégia utilizada na última Páscoa pelas redes de supermercados Nacional e Mercadorama, do Walmart, presentes nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.
As empresas aromatizaram as gôndolas com cheiro de chocolate, entre os dias 6 de março e 24 de abril. Na mensuração dos resultados, a companhia contabilizou um aumento de 30% no faturamento em comparação ao mesmo período de 2010. A utilização do conceito por si só não é determinante para o desempenho das vendas, mas pode contribuir.
“O Marketing Olfativo é um adicional para promover uma experiência diferenciada. A expansão das vendas fez parte de uma estratégia maior, em que a aromatização estava inserida”, afirma Sandra Valenga, Gerente de Marketing do Nacional e Mercadorama, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Shoppings devem saber administrar conceito
O shopping Granja Vianna também realizou uma ação pontual, no Dia das Mães deste ano, usando o Marketing Olfativo. Nas compras a partir de R$ 400,00, os consumidores puderam trocar suas notas fiscais por kits de aromatização para ambientes e veículos com o perfume do shopping. A estratégia pretendia criar um vínculo emocional entre o estabelecimento, inaugurado em dezembro de 2010, e os clientes.
“Todo shopping é construído sob um conceito para atingir um público. Isso leva em conta a seleção das lojas e marcas que farão parte do estabelecimento e poderão utilizar fragrâncias da mesma família, compondo um conjunto maior. No caso do Granja Vianna, como um shopping verde, buscamos notas florais”, explica Andre Svartman, Gerente de Marketing do shopping Granja Viana ao Mundo do Marketing.
O processo de Branding Olfativo envolve etapas que estudam o conceito das marcas, cores usadas nos logotipos, visão e missão das empresas, objetivos a serem alcançados e até variações geográficas. Marcas com presença expressiva no litoral, por exemplo, buscam criar aromas que lembram o mar, enquanto empresas do interior do Brasil procuram por essências que lembrem o campo, como flores. Isso não é uma regra, mas um dos critérios de identificação.
Os objetivos também são fundamentais para a criação da identidade visual. Há certos cheiros que atuam como estimulantes, na maioria das vezes ligados à comida, como de café, chocolate e pão. Associar estes aromas aos produtos é contribui para o processo de decisão de compra. As possibilidades de aplicação do Marketing Olfativo é outra vantagem para as empresas.
“Apesar de o conceito ter um apelo para a moda, ele pode ser explorado em consultórios, clínicas de estética, aromatização de domicílios e produtos, como possibilidade para as empresas de ganhar uma receita adicional”, afirma Clóvis Alves, Diretor da Agência Bio Mist, agência que trabalha com Marketing Olfativo desde 2000.
Aromatização estimula ampliação de linha
Entre as empresas que aproveitaram o sucesso do Marketing Olfativo para ampliar seus negócios estão a Any Any e a Equus. Assim como acontece com outras marcas, o interesse dos clientes pela fragrância encontrada nas lojas levou as companhias a expandirem suas linhas com cosméticos e aromatizadores que levam o cheiro dos pontos de venda para a casa dos consumidores.
A Any Any já nasceu com uma identidade olfativa, em 1994. “Em 1996, as consumidoras já manifestavam interesse em levar para casa o aroma das nossas lojas. Foi aí que enxergamos a oportunidade para criar uma linha de cosméticos da marca. Hoje, contamos com sachês decorados e difusores de ar com a fragrância da Any Any”, diz Camila Meurer, Coordenadora de Marketing da empresa especializada em underwear feminino e masculino, em entrevista ao portal.
Embora a venda destes produtos representem 6% do faturamento, o maior benefício é manter a marca na memória dos clientes. A Equus também lançou um home spray, em 2007, com o cheiro das lojas, após iniciar sua estratégia de aromatização, em 2005. Um dos fatores que podem ter estimulado os consumidores a desejar adquirir a essência é o perfume deixado nos produtos da marca de jeans.
“Ao levar o aroma da Equus para casa, permitimos ao consumidor estar em contato com a marca por mais tempo. Assim, começamos a fazer parte do dia a dia dos clientes, inconscientemente. Mesmo que o home spray represente apenas 2% das vendas, tornar a marca familiar para os consumidores é o maior benefício ao utilizar o Marketing Olfativo, explica Priscila Tesser, Gerente de Marketinga da Equus.
Fonte:mundomarketing
terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Faça da sua loja uma atração turística!
A&F - antes da inaguração da loja lá em 2009
Fila de pessoas para entrar na loja da A&F de Milão após a Páscoa. A maioria das pessoas eram mulheres
Atendente modelo ao fundo na entrada da loja.
Uma loja A&F por dentro. Iluminação cria clima de mistério
Estive há pouco tempo na Europa guiando alunos de Moda e Varejo, realizando pesquisas no varejo de Paris, Londres, Veneza e Milão e também observando o comportamento dos consumidores por lá. São muitos os insights em cada esquina das ruas européias, e em um destes, constatei uma tendência, que não é mais novidade há tempos, mas que agora é nítida está entranhada na cultura da nova geração. É o desejo dos consumidores em visitar uma loja como atividade de lazer! O desejo é tão forte, a ponto de uma loja virar uma atração turística, com tanta procura e visitas quanto um museu, ou um monumento histórico.
Já conhecíamos a compra como atividade de lazer, principalmente entre as mulheres, que resolvem muitos problemas com visitas ao shopping e algumas sacolinhas na mão! Mas uma loja, que não seja de souvenirs, atrair centenas de turistas se consagra agora!
Me dei conta disto, quando estava em Milão, e andando pela famosa Corso Giacomo Matteotti, me deparei com uma organizada fila européia de mais de 500 pessoas, a maioria adolescentes, aguardando para entrar e conhecer, a Abercrombie & Fitch, uma loja de confecção jovem! Isto mesmo, leitor, pessoas aguardando mais de uma hora na fila, ansiosas para conhecer uma loja! E não era o dia da inauguração. Era um dia comum, em uma 3ª feira após o feriado de Páscoa na cidade italiana. E o interessante é que com certeza, todas aquelas jovens entusiasmadas sabem que os produtos da loja se resumem a camisetas com a logomarca na frente, moletons confortáveis, calças jeans, e alguns outros itens de design pouco surpreendente!
O que aquelas pessoas estavam esperando para ver era “a loja”, seus atendentes e seu visual interno. Enfim, desvendar o mistério do sucesso americano no varejo de Moda! As lojas da Abercrombie & Fitch, com 118 anos de existência (mas há 10 anos com estrondoso sucesso), não tem vitrines, são bem escuras por dentro, tem o som bem alto e com um intenso perfume, que é sentido até do lado de fora da loja. Aquelas pessoas da fila estavam esperando para ver os vendedores que parecem modelos e atendem sem camisa ou com uma camisa aberta aparecendo o peito malhado, também estavam esperando para ouvirem uma música estridente, e se sentirem em uma danceteria, e , é claro, esperando para comprarem algum dos produtos que vem com um cheiro delicioso, o mesmo do perfume da marca, que pode ser comprado na mesma loja.
Enfim, aquelas pessoas esperavam por uma experiência maravilhosa! Elas esperavam pela mesma sensação que se tem quando você visita um ponto turístico, um monumento histórico, ou uma praia paradisíaca.
A loja da Abercrombie & Fitch se transformou em uma atração turística!
Varejista de moda reflita... O que você tem criado de atrativos na sua loja para que seus consumidores se dirijam a ela pensando em ter uma experiência de lazer? O que você tem feito para proporcionar aos seus clientes a mesma sensação de visitarem uma atração turística?
Se sua resposta é nada, ou muito pouco, comece pelo inusitado. Como a Abercrombie & Fitch transformou sua loja em uma balada, sua loja pode ter o mesmo clima de diversão que um parque, uma feira, uma festa, um evento!
Transforme seus atendentes em atores, artistas da venda. Invista em uniformes diferentes, exija maquiagem e cabelos impecáveis da equipe. Não é necessário ter uma equipe de modelos para divertir os consumidores. Basta um sorriso, bom humor e capricho no visual para encantar e se diferenciar.
Com sua loja associada à diversão, a chance de atrair novos consumidores e fidelizar os atuais é maior. No Brasil, temos o exemplo da Galeria Melissa e da loja da Havaianas na Oscar Freire, que atraem turistas do Brasil inteiro e também do exterior em busca de uma inesquecível experiência. E o resultado é que fica muito difícil algum consumidor entrar lá, sem uma sacolinha na mão para materializar a lembrança de um lugar divertido e inesquecível.
Portanto, pense sobre isto... vender moda é vender emoção! A emoção é promovida no coração e na mente do consumidor em um clima de alegria, lindo visual e do inusitado!
Que seu objetivo seja formar filas de consumidores esperando para conhecer sua loja e não se sentirem plenamente felizes enquanto não saíram com uma sacolinha da sua marca na mão! Você consegue!
Entre em contato comigo através do e-mail cristina@nmarinho.com.br
Por: Cristina Marinho
Consultora de Marketing e Comportamento
Consultora de Marketing e Comportamento
Fonte:Textila
domingo, 1 de maio de 2011
Aprenda como rastrear o consumidor
Há um provérbio inglês que diz: “Observe to Serve” e quer dizer “Prever para prover”. Isto é, descubra o que está para acontecer para se preparar e oferecer o que o mercado necessitará. E sendo o consumidor a razão de existir de todo varejo, temos que estar atentos às mudanças e novos comportamentos para servi-lo mais e melhor.
Quase como com bola de cristal, os debates sobre o futuro do varejo, que aconteceram em Nova York durante a feira de inovações NRF 2011 – National Retail Federation, em janeiro deste ano, apontam caminhos que podemos aproveitar para colocarmos nossos negócios rumo ao sucesso. São as tendências para o varejo, mas que devem ser colocadas em prática o mais rápido possível pelos lojistas. O novo comportamento do consumidor, quando observado detalhadamente e traduzido em estratégias, traz para o comércio de lingerie, moda praia e fitness possibilidades para revolucionar estes segmentos do varejo de moda, e a tecnologia pode ser aliada para mapear este comportamento.
Tempo é dinheiro
Tempo é dinheiro
A maioria das discussões sobre o novo consumidor recai no impacto das novas tecnologias em suas vidas, principalmente na forma como compram e escolhem os produtos. A nova geração de consumidores não se contenta mais com os velhos argumentos de vendas, não se comove mais com os antigos benefícios e não tem tempo para “firulas” sem objetivos práticos. Vemos que as novas tecnologias permitiram ao consumidor assumir várias atividades ao mesmo tempo, mas, por outro lado, fazem com que eles tenham cada vez menos tempo para suas compras.
Produtos de necessidades básicas, como é o caso do lingerie, tendem a ter o seu consumo adiado até o “último suspiro” das peças que estão em uso. Com pouco tempo, o consumidor vai comprá-la somente quando precisar. Por isso, o varejista deve diminuir ao máximo o tempo de atendimento após a decisão de compra do cliente e transformar o tempo de escolha do produto no mais prazeroso o possível.
O consumidor pós-crise está mais consciente, exige que os produtos, sua exposição e as promoções façam realmente sentido, possam ser utilizáveis e tenham informações confiáveis. Ele não quer mais desperdiçar suas compras e seu tempo. O varejista precisa descobrir o que desagrada o consumidor na hora da compra em sua loja e eliminar os entraves com o uso das novas tecnologias. Então ficará somente a parte boa da compra e a sensação de aproveitamento de tempo e plena diversão. E para o consumidor impaciente a atarefado, compra divertida e intensa é o equivalente a compra rápida, por mais tempo que tenha levado. A tabela a seguir apresenta um resumo das tendências com suas soluções para o varejo.
Tendências apontadas na NRF 2011
Tendências apontadas na NRF 2011
Como varejistas de lingerie, moda praia e fitness podem aproveitá-la
Tendências
Consumidor quer fazer compras relevantes, com benefícios que façam sentido em suas vidas.
Soluções para o varejo
Descubra qual é, e elimine a parte ruim da compra em sua loja, que em lingerie, moda praia e fitness geralmente está na hora de provar e de pagar. Por isso, agilize a escolha do consumidor, coloque em sua loja tecnologias que tornem o atendimento mais rápido. Inove no provador.
Consumidor quer fazer compras rápidas e certeiras
Consumidor buscando comprar em multicanais
Insira sua loja nas redes sociais e implante um sistema de e-commerce para ampliar os canais de vendas dos seus produtos. Inclua sua loja em mini pontos de venda localizados em danceterias e até hotéis.
Consumidor consciente do desperdício zero e atento ao meio ambiente.
Aperfeiçoe o tempo do atendimento, elimine saquinhos e embalagens desnecessárias. Informe sobre inovações de materiais ecológicos utilizados nos produtos.
Consumidor em busca do atendimento individualizado.
Crie mecanismos através de cadastros, scanners ou até mesmo fichas para reunir o maior número de informações de preferências e hábitos dos seus clientes. Use estas informações no atendimento e entregue-lhes o que eles querem.
O atendimento é agilizado e focado.
Diferencial é fundamental
Consumidor quer fazer compras relevantes, com benefícios que façam sentido em suas vidas.
Descubra qual é, e elimine a parte ruim da compra em sua loja, que em lingerie, moda praia e fitness geralmente está na hora de provar e de pagar. Por isso, agilize a escolha do consumidor, coloque em sua loja tecnologias que tornem o atendimento mais rápido. Inove no provador.
O atendimento é agilizado e focado.
As lojas de moda praia e fitness têm um campo enorme para explorar as sensações no consumidor. A compra destes artigos tão específicos do vestuário ainda é percebida como desgastante, carregada de dúvidas e demorada. Equipamentos de ginástica na loja para testar os produtos, provadores equipados com luzes que simulam a pele bronzeada e até areia no chão da loja facilitam a escolha do melhor produto. Algumas destas sugestões podem motivar a compra de produtos que “quase caem” no cesto dos supérfluos.
A loja alemã de artigos esportivos e fitness Globe- trotter tem espaços que simulam cenários, tais como paredes de escalada para roupas de alpinismo; bicicletas ergométricas para testar uma calça ou bermuda legging e até mesmo um lago artificial como “provador” de roupas de mergulho, ou seja, em uma loja assim é impossível haver dúvidas se a compra de determinado produto é certa!
Outra tecnologia, que podemos dar como exemplo, foi lançada pela empresa Fictix no Rio Fashion Business Tech, evento de inovações tecnológicas para lojistas, apresentado junto com o Fashion Rio, em janeiro. Funciona da seguinte forma: a consumidora seleciona e leva para o provador tudo de que gostou. A cada modelo provado, ela toca no espelho (que é uma tela touch screen) instalado dentro do provador para ser fotografada. No final, as fotos com as diversas peças experimentadas estarão disponíveis no espelho para que possam ser escolhidas.
Destaque ainda para o sistema MFace, da empresa de tecnologia Milonga, que oferece aos lojistas a possibilidade de rastrear o cliente.
Em segundos, uma câmera registra a imagem do consumidor, que diz seu nome, telefone e e-mail e pode também apresentar suas características especiais. O sistema fornece informações sobre as lojas da rede que ele mais visitou, por onde passou, quais compras fez e quanto gastou. Não se pode deixar de mencionar a importância da presença do negócio nos mais diversos canais de vendas, principalmente os virtuais. Inserir a loja nas redes sociais, entrar no e-commerce e investir no e-mail marketing já são itens básicos de sobrevivência junto aos novos consumidores.
Imagine o novo cenário: uma consumidora, que trabalha e estuda, vai ao shopping comprar novas lingeries. A atendente reconhece que ela é aquela cliente que recentemente fez cirurgia de implante de silicone nos seios e também adora lingeries de cor preta. A consumidora prova cinco modelos de sutiã de acordo com suas medidas; o inovador espelho do provador mostra a peça de frente e costas; uma música francesa toca no som ambiente e um aroma floral marcante sopra no ar.
A consumidora, entusiasmada com as provas bem sucedidas, certamente levará todos os cinco modelos, porque lhe faltará oportunidade para voltar à loja e, além do mais, faz tempo que ela não recebe um atendimento tão eficiente e encontra produtos tão bem feitos para suas necessidades. Eis uma compra perfeita! Hoje, os consumidores vão em busca de um atendimento de acordo com suas preferências e necessidades e o varejo vem percebendo que conhecer bem (e mostrar que conhece) o consumidor é garantia certa de venda e além disso, economiza-se tempo, recursos e dinheiro.
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Por: Cristina Marinho
Consultora de Marketing e Comportamento
Consultora de Marketing e Comportamento
Fonte:Textila
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
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