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sábado, 23 de abril de 2011

Tendências para o consumo no varejo de moda

 
Identificamos algumas tendências que influenciam diretamente no sucesso ou fracasso do branding de moda e Marketing. Para isso foi preciso medir a direção dos valores de consumo para esse período. Confira abaixo:

O valor é a primeira tendência. Aquilo que é percebido pelo consumidor, pois ele é quem define o valor. Na prática, os gastos excessivos serão substituídos pelo consumo racional. A marca deve expressar esse valor. Sua essência deve envolver os consumidores, em todas as ações onde está presente.

A conexão emocional entre as empresas e os clientes permanece. Os varejistas terão que captar aquilo que impulsiona a sua categoria de produtos. É fundamental conhecer o que os consumidores esperam e só então concentrar as estratégias nessa direção. Se os clientes esperam atendimento personalizado, interatividade, inovação, enfim, prestar atenção nos serviços e valores que estão ao redor da marca. 

As marcas devem construir algo próprio e original. Não basta fazer o que os outros estão fazendo, porque não vai funcionar. As ações sociais, ou de sustentabilidade, devem ter credibilidade. A diferenciação virá do apelo emocional. A proliferação de produtos e serviços continua, mas não é garantia de inovação. Essa inovação é melhor percebida pelas experiências em consumo, que as marcas podem oferecer.

A interatividade permitiu que os consumidores falem entre si antes de conversar com a marca. As redes sociais estabeleceram a troca de informações e tendem a aumentar, na medida em que os consumidores estão mais confortáveis para obter essa opinião de estranhos. A missão das marcas será projetar um feedback positivo no mundo virtual. 

A influência dos amigos também vai aumentar. Há uma confiança nas comunidades, que se estendem para a confiança que eles têm na marca. O boca a boca somente não se impõe. Hoje, a palavra certa nesse processo é o que importa.

Fazer uso do Facebook Connect é básico. Colocar o canal de venda nas mãos do consumidor.
 
O mobile marketing está crescendo, fazendo com que as empresas criem tecnologia portátil que facilite as transações, pelos smartphones. Facilitar esse consumo estimula a compra por impulso, junto às diversas promoções, em especial se a marca personalizar essa experiência.

Olhar para a concorrência, e não apenas para as marcas tradicionais. As proliferações de marcas e novos produtos se espalham facilmente na rede, portanto, é preciso superar com comentários sobre a sua marca. Oferecer aquilo o que os consumidores esperam se transforma em fidelidade e garante uma vantagem significativa em relação às novas marcas. 

Estar antenado às expectativas, que hoje mudam a toda hora. Todos os dias surgem novas tecnologias e inovações. Os aplicativos tornaram-se necessários à vida das pessoas, e as marcas vão brigar por esse espaço móvel. Oferecer serviços de forma criativa nessas ferramentas será o grande diferencial. O engajamento com a marca continua a ser o objetivo principal.

O uso dos métodos é que está mudando a cada dia, como as plataformas de relacionamento criativas, aliando a moda ao entretenimento.

Juliana Dornelles (Publicitária, professora e pesquisadora na área de Moda e Cibercultura. Pós-graduada em Moda e Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi e mestre em Estética e História da Arte – MAC/USP - juliana@julianadornelles.com.br @judornelles)

Fonte:Portal HSM

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Qual a sua marca brasileira preferida?


Preparamos uma enquete - essa do lado direito do monitor, ou seria esquerdo, enfim, isso é relativo, o impoortante será ver qual a marca que os leitores da über mais amam.

O difícil foi escolher as 17 da lista, mas a gente usou o seguinte critério: escolhemos as marcas que mais se destacaram nos últimos anos (SPFW e Fashion Rio) e nas mais mencionadas nas redes de relacionamento. A parte boa é saber que em pouco tempo de história de moda, o Brasil já tem uma lista tão boa e se a gente quisesse, daria pra fazer uma com 100 marcas, mas a ideia é filtrar mesmo. Caso vocês queiram outros nomes é só deixar um comentário aqui... Depois a gente faz uma segunda pesquisa e mais outra até sair a marca mais querida.

A pesquisa vai até o dia 01/12/2010. VOTEM À VONTADE!

Fábio Monnerat
über Fashion Marketing

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Gap muda logo, mas pede ideias no Facebook

O novo logo Gap chegou sem festa de boas vindas e nem foi divulgado pela marca. Depois de duas décadas de identificação com o público e reconhecimento internacional, o box azul com fonte serifada em caixa alta foi substituído por uma fonte Helvetica minúscula e um pequeno quadrado no canto superior direito.

A mudança não foi repentina, já que algumas tags já vinham sendo produzidas há quase um ano com o logo novo, mas a polêmica começou quando a marca alterou silenciosamente o logotipo em seu site. No mesmo dia, a repercussão no Twitter foi tão grande e negativa que o próprio logo ganhou um perfil no microblog, que já tem mais de 2 mil seguidores e cuja bio declara "eu também tenho sentimentos".

Novidade não agradou e agitou redes sociais

Em sua página no Facebook, bombardeada por mais de 300 críticas, a grife declarou:

"Obrigado pela opinião de todos sobre o novo logotipo! Nós tivemos o mesmo logotipo por mais de 20 anos, e esta é apenas uma das coisas que estamos mudando. Sabemos que esse logo está sendo muito comentado e estamos muito contentes de ver debates apaixonados! Tanto é que estamos pedindo para vocês compartilharem seus projetos. Nós amamos a nossa versão, mas gostaríamos de ver outras ideias. Fique ligado para mais detalhes nos próximos dias sobre este projeto crowdsourcing."

Nem a Gap nem a agência que criou o logo comentaram os motivos da mudança e nem se ela será definitiva.

Fonte:UseFashion

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A CANTÃO quer acabar com meu namoro!

A maravilhosa língua da bolsa!

Então, o buraco no couro era muito mais largo que o pino de metal, será que é por isso que ela não ficava presa?

Vagaba essa alça!

A bendita placa de metal que por vergonha de morar ali vivia tentando se esconder dentro da bolsa.

O fecho magnético não funcionava


Essa foi a frase que uma super amiga usou para falar da indignação dela com a marca carioca Cantão...

No dia dos namorados Clarissa ganhou de presente uma bolsa, ela ficou super feliz e empolgada com o mimo fashion. Mas, desde o começo, a bolsa que era para celebrar o namoro dos dois começou a dar problemas...

No bolso menor existe um tipo de fecho que não fecha, não é incrível? Pois é, a bolsa vivia com uma língua pendurada Nem a placa de metal com a marca Cantão ficava no lugar certo. Como uma placa de metal pesada ia se manter firme afixada em um tecido bem mais leve? Quem desenvolveu a bolsa não deve ter a mínima noção de nada, qualquer um que pega a bolsa na mão já sabe que a coisa não iria funcionar, mas nessas horas é até bom pra Cantão esconder sua marca.


Mas até aí Clarissa, que é bastante evoluída espiritualmente, relevou e percebeu que para o básico que era carregar suas coisinhas a pobre da bolsa servia e que o valor do presente estava no amor e, claro, na fatura do cartão de crédito... Diga-se de passagem, essa porcaria custou mais de R$ 250,00.


Até que no dia 12 de julho, um mês depois, a pobre da bolsa faleceu... A alça que é de couro ecologicamente correto (só pra não dizer que é um sintético vagaba) começou a descolar. A correntinha dourada que também é de um material vagaba não aguentou... Enfim, uma porcaria que chega a ser pior que as cópias baratas compradas na 25 de março em São Paulo.

A única parte boa da história é que o namoro de Clarissa e Guilherme não começou em uma loja da Cantão e, por isso, vai muito bem. Claro que no próximo ano ele não vai arriscar só para garantir vai ficar bem longe da Cantão.

Enfim, só mais um caso,   já falamos sobre esse descaso das marcas aqui no über - TNG, ARMADA, TOULON, FERRACINI e tantas outras.


As marcas querem ser fortes, mas com porcaria não se constrói uma marca amada pelos consumidores e um dia eu espero muito que elas aprendam que só o glamour construído com a presença de grandes tops não é suficiente.



E viva as redes fast fashion, se é pra comprar coisas medianas, que, pelo menos, não custem caro.

Quem entrou na campanha contra essas marcas que brincam com os consumidores foi o site Fashion Export do querido Giordano Bruno en la Red Fashíonísíma.es  Leia: Cantao Brasil 100% belleza 0% calidad e La firma Cantão Brasil Pésima Calidad

Outra que está na luta contra essas marcas que brincam com seus consumidores é a Julia Salqgueiro do M³ - Cantão: Qualidade contestável

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Em 2010 o consumidor está ainda mais conservador, conectado e difícil de agradar


O relatório “10 Crucial Consumer Trends for 2010”, do site Trendwatching.com, deixa claro que o relacionamento entre a sociedade de amanhã e as marcas mudarão radicalmente no próximo ano.

Mas o que será luxo nos próximos anos? A resposta é: “Tudo o que você quiser que seja”. Não há limites para o luxo, pois ele depende do “olhar” de quem o vivencia. Aplicando essa tendência ao mundo da hospitalidade, os hotéis deverão se tornar ainda mais inovadores para manter sua relevância na mente do hóspede.

Redes sociais (web 2.0), consciência ambiental e responsabilidade social são alguns itens que deverão fazer parte da estratégia dos negócios de luxo que almejam um futuro sustentável. Além disso, a entrega de produto / serviço “único”, ao invés de caro, deve ser o carro chefe para a entrega da “promessa da marca”.

De acordo com um Estudo do Consumidor, chamado “Spending & Saving Tracker”, lançado no segundo semestre de 2009 pela American Express, há um ano, dois terços dos típicos clientes do mercado de luxo disseram que pretendem gastar em roupas (43%), jantar fora (47%) e viagens de férias (56%).
Na última Luxury Travel Expo, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, algumas tendências ficaram claras:

1. Mais viagens em família
Com as pessoas tendo filhos mais tarde e os avós ainda tendo mais condições financeiras que os pais, a velha idéia de que luxo e viagens em família não combinam está acabando.
Não é difícil você chegar a um hotel de luxo hoje em dia e encontrar a piscina cheia de crianças, um Kid´s Club parecendo a Disneylândia, muitas reservas de apartamentos conectados e inúmeros “amenities” infantis. Além disso, os “Concierges” estão sendo cada vez mais requisitados por excursões, passeios de aventuras e parques.

2. Experiências ainda mais profundas
Já se foi o tempo em que fazer compras em Milão ou Paris impressionava os amigos. Agora, o que vale é visitar lugares que nunca ninguém ouviu falar. Viagens de aventura, voluntariado e destinos exóticos estão no “cardápio do dia” para os viajantes de luxo. Lugares como Colômbia (recomendo Cartagena de Índias em especial), Nicarágua e Guatemala têm sido cada vez mais procurados na América Latina. Não é raro vermos turistas com alto poder aquisitivo viajando como “backpackers” (mochileiros), querendo se integrar à comunidade local e buscando experiências autênticas ao invés de ficarem presos no “mundo artificial” dos hotéis de alto luxo, que já não os surpreende mais.



3. Crescente procura por hotéis e viagens “verdes”

Os hóspedes estão cada vez mais exigentes em relação às práticas ambientais dos hotéis - 44% deles preferem hotéis com “consciência ambiental”. Luxo e “eco-friendly” são dois conceitos que devem caminhar juntos daqui para frente.

Mesmo com um 2009 difícil e uma baixa de 25% nas viagens de negócios, o lazer continua em alta. Os destinos de luxo da América Latina saíram muito bem da recessão (com exceção da Argentina, que já amargava uma crise interna quando a mundial chegou), em comparação com o restante do mundo, principalmente Europa e Estados Unidos.



Para 2010, o Tripadvisor, após pesquisa com 3.000 turistas americanos, afirma que 41% das pessoas gastarão mais em viagens e 92% farão duas ou mais viagens no próximo ano (diferente dos 89% de 2009). Para completar a pesquisa, 66% afirmaram que a economia não afetará seus planos de viagens em 2010.
O ITB World Travel Trends Report, realizado com 60 experts em turismo de 30 países, confirmou que 2009 foi um ano difícil em função da insegurança do consumidor. No ano de 2009 foram batidos todos os recordes de “last-minute booking” (reservas de última hora), dificultando enormemente a possibilidade de um correto forecast (previsão de negócios).

Com todo esse cenário descrito, os hotéis de alto padrão já se preparam para as novas tendências. Luxo na hospitalidade tem a ver com experiência e não excesso. Um serviço excepcional é uma arte. Aliás, exceder as expectativas dos hóspedes é resultado de paixão e acreditar que tudo é possível. E que o impossível pode, no máximo, demorar um pouco mais. Em geral, o verdadeiro luxo é, de longe, muito mais etéreo do que material.

O luxo e a hospitalidade não devem somente satisfazer, mas inspirar. Não somente exceder expectativas, mas transcendê-las. E, finalmente, oferecer um valor percebido muito além da sensação do preço.
Na última ILTM (International Luxury Travel Market), que ocorreu em Cannes em dezembro de 2009, vários profissionais, referências no segmento do turismo de luxo mundial, expuseram seus conceitos de luxo. Tom Storey, Presidente da Rede Fairmont Hotels definiu a estratégia da marca: “O truque é unir o produto à história e criar memórias.”

Daniel Levine, expert em tendências e fundador da Avant-Guide Institute sugeriu que luxo é resultado de experiências com muito significado. A natureza dessas experiências é diferente do ano passado e mudará para o próximo. Estamos falando agora de educação, conhecimento e crescimento pessoal.

No artigo “Luxury Hospitality: Back to the Future”, da Revista Hotels, vários executivos do setor definem o luxo na hospitalidade dos mais variados pontos de vista. Mas o que realmente define luxo não é dar mais ou necessariamente ser o mais caro, mas fazer as coisas certas de maneira surpreendente. Em se tratando de hotelaria, é possível tangibilizar isso quando o capitão porteiro cumprimenta o hóspede pelo nome, mesmo sendo sua primeira hospedagem ou conhecendo a marca de seu café preferido e oferecendo a ele a qualquer hora do dia, mesmo não constando no cardápio.



Nos últimos anos, a hospitalidade de luxo se transformou em um “estado de riqueza” para um “estado de espírito”. O “estilo de vida” mudou para “a arte de viver”. No futuro, o consumidor de hotelaria de luxo considerará seus gastos como investimento, onde o ROI (return on investment) é tornar sua vida mais agradável, tanto pessoal quanto profissionalmente. Hóspedes escolherão uma marca em particular baseados nos benefícios, experiências e significados pessoais que o hotel poderá contribuir para suas vidas.
No Brasil, de acordo com a fornecedora de informação de crédito de consumidores e empresas Equifax, é esperado um aumento da inflação devido ao aquecimento da economia e conseqüente aumento da demanda para 2010.

Considerando a linha de investimento de 1 bilhão de reais que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pretende  colocar à disposição para o setor hoteleiro em 2010, o foco deverá ser nas categorias de luxo e low-cost.

De acordo com o Diretor da ABIH-Nacional (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Alexandre Sampaio, o setor deve se voltar à categoria de luxo nos próximos anos, aquela em que as diárias superam os US$ 300. Além disso, os empreendimentos urbanos ganharão mais força que pousadas e resorts.

O cenário é positivo, mas também exigirá investimentos altos em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Não é à toa que as marcas Four Seasons e Jumeirah já pensam em novos projetos de hotéis de alto padrão no Brasil nos próximos anos. É o nosso país (ainda emergente, mas amadurecendo rápido) se consolidando no mercado de luxo mundial. Bons ventos.


Fonte:http://www.gestaodoluxo.com.br/

domingo, 29 de novembro de 2009

Presença no twitter dobra número de menções à marca




A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig – Instituto Digital com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo. Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009.

Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período.

Segundo o consultor do iDig Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores.

 Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.

O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.

Veja os principais dados da pesquisa:

• Das 50 marcas analisadas, 42% têm perfil no Twitter.
• Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.
• As marcas que têm perfil no Twitter correspondem a 74% das mensagens sobre marcas.
• A presença no Twitter dobra a quantidade de mensagens sobre a marca.
• As dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas.
• Os setores com maior penetração no Twitter são telefonia, bebidas, automotivo e financeiro.
• Em média, 11,2% das mensagens sobre marcas são retransmitidas pelos consumidores. O setor de cosméticos está significativamente acima desta média.

Além disso, a pesquisa monitorou o volume total de mensagens postadas (Tuits) no Twitter no Brasil e constatou, no período analisado, que:

• A cada 600 mensagens (tuits), uma menciona uma das marcas analisadas.
• A cada 33 segundos, há uma mensagem (tuit) mencionando uma das marcas analisadas.


Segundo Andréa Dunningham, Diretora Executiva do iDig, essa análise é o primeiro produto do iDig Monitor, que pretende colaborar com a disseminação de conhecimento no mercado digital. A pesquisa está disponível gratuitamente no site do iDig.


Fonte:http://br.hsmglobal.com/notas/55581-presen%C3%A7a-no-twitter-dobra-numero-men%C3%A7%C3%B5es-%C3%A0-marca

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O ressurgimento de Granado e de Phebo



Há pouco mais de cinco, dez anos, quando se falava da marca Granado, o único produto que vinha na cabeça dos consumidores era o Polvilho Antisséptico. O talco que nossos pais e avós sempre tiravam do fundo do baú era imbatível para resolver os problemas de odores vindos dos pés e até das axilas. Phebo também era outra marca líder em seu segmento. Quem pelo menos nunca lavou as mãos com o sabonete em formato oval de glicerina com seu perfume único de Odor de Rosas?



Mas esta história, como o nome diz, mostra o passado de duas marcas que eram sucesso de vendas e lembradas pelos consumidores. O tempo, e mais precisamente as gestões das duas, as deixaram para trás. Granado se tornou uma marca desgastada de um produto só, enquanto Phebo se marginalizou como produtos de segunda linha. De novo, estamos falando do passado, pois essas duas marcas que o tempo havia deixado para trás foram buscar em suas essências uma redenção e, acredite, estão na moda de novo. Voltaram com tudo.


Lojas são centros de experiência com a marca





As embalagens são uma estratégia a parte. Na compra da Granado, havia um grande acervo de layouts que são revisitados nos novos produtos. Algumas originais foram reeditadas. O objetivo é manter a linha tradicional. “Queremos manter a essência da marca”, ressalta Sissi, para quem o desafio de trabalhar uma marca centenária é encarado com a tranquilidade de uma especialista. “O importante é manter a qualidade, a consistência dos produtos e oferecer outras linhas. Se uma pessoa usa um produto da marca e gosta, não tem porque não usar outros”.

Outra ponta importante nesta virada de mesa da Granado, as lojas estão entre os 20 maiores faturamentos das marcas. São três no Rio de Janeiro - no Centro, Tijuca e no Leblon -, duas em São Paulo – nos Jardins e na Daslu – e uma em Belém, na maior fábrica da empresa. “As lojas são ferramentas de propaganda enorme porque contamos a história da marca e dos produtos. Uma coisa é ter um produto num supermercado e outro na nossa loja, onde as pessoas podem experimentar. O (supermercado) Zonal Sul hoje vende o dobro do que vendia antes da loja ser vizinha. As pessoas começam a conhecer melhor os produtos”, aponta a Diretora da marca em entrevista ao Mundo do Marketing.

Phebo virou fashion


A reviravolta de Phebo se deu com o resgate da fórmula original do sabonete e do lançamento de perfumes. Entre eles, a linha Águas de Phebo, assinada pela estilista Isabela Capeto. “Queríamos fazer um perfume da Phebo, mas a marca estava com a imagem desgastada. Começamos a procurar algumas pessoas e houve esse encontro com a Isabela, que ama Phebo e sempre gostou de Odor de Rosas. Ela tinha o sonho de fazer o perfume boneca”, conta Sissi.




Marketing de Formiguinha


São eles, as velas perfumadas, os cremes, os difusores e as linhas especiais que servem de presente. Homens também enchem as lojas na hora do almoço. “Ninguém dá sabonete para uma amiga. Mas com as lojas e com os produtos diferenciados conseguimos fazer isso. A marca está Premium e as pessoas têm um carinho por ela, um laço emocional. Elas estão presentes na memória afetiva de muitas pessoas”, atesta Sissi.



As marcas também estão presentes na internet, com e-commerce que logo venderá os produtos no exterior e uma forte mídia espontânea em blogs. É o caso do blog Trendy Twins, com 14 posts que citam a Granado, incluindo a foto da loja que ilustra essa reportagem. “Cada vez mais tem blogs com as pessoas escrevendo sem a gente mandar nenhum produto”, diz Sissi, que entra em contato e convida as blogueiras a conhecerem as lojas e como é feita a criação de cada produto. Este tipo de ação é o que a executiva chama de Marketing de Formiguinha.




O Marketing de Formiguinha é este boca a boca, muito proveniente de um trabalho de assessoria de imprensa e das parcerias feitas com hotéis e eventos para distribuição de produtos entre os hóspedes e formadores de opinião. “Não temos verba para investir em muita coisa”, afirma Sissi. “O mais importante é a pessoa experimentar o produto e, depois que vê a qualidade, comprar”.

 
 
Matéria completa no: http://www.mundodomarketing.com.br/1,11819,o-ressurgimento-de-granado-e-de-phebo.htm

Marcas nacionais movimentam mais de meio milhão de reais em feira em Dubai





Doze marcas brasileiras foram levadas pelo Texbrasil (Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira) para a edição especial da feira de moda Who´s Next & Première Classe, realizada entre os dias 11 e 13.10, em Dubai.



Normalmente realizada nos meses de janeiro e setembro em Paris, a edição nos Emirados Árabes foi uma oportunidade bem aproveitada pelos 12 expositores brasileiros: eles fizeram 294 contatos, 10 marcas fecharam negócios que somam U$ 336.547 (mais de R$ 583 mil) e sete têm expectativas de que, nos próximos 12 meses, venham a selar acordos que podem chegar a quase um milhão dólares.



O maior volume de transações foi feito pelas marcas Thais França, Gig, Marcia Ganem, Andre Ungaratto, Les Parents, Meudoxia, Patricia Bonaldi, Piedad, Lucidez, Eliane Matos, Feriado Nacional e Miezko. Além dos Emirados Árabes Unidos, Kwait, Egito, França, Arábia Saudita e Alemanha também devem fechar negócios com marcas nacionais.



Fonte: Chic- Gloria Kalil

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Brandsclub apoia "O Câncer de Mama no Alvo da Moda"



A partir de hoje, vendas até sábado, dia 31, serão revertidas para a campanha do IBCC
 
 
O portal Brandsclub fechou parceria com 10 marcas em uma promoção que acontece entre 28 e 31 de outubro. O site reverterá a renda total deste período para a campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda”, feita pelo IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer). As marcas participantes darão descontos de até 80%. São elas: 284, Carina Duek, Guerreiro, Jo de Mer, Lilly Sarti, Talie NK, Reserva, Thelure, Ventura e Zapalla.




O pagamento das compras ainda poderá ser parcelado em três vezes com qualquer cartão. Além da promoção, haverá um evento feito pelas mesmas marcas junto a Smart Jardins, que customizará carros da Mercedes. Os modelos serão apresentados dia 4 de novembro e estarão disponíveis para venda com 2% do valor revertido para a campanha do IBCC. Para participar da promoção, é preciso se cadastrar no site http://www.brandsclub.com.br/account/registertrigger e digitar o código BCGIFT.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vale a pena investir em redes sociais?


Especialistas indicam o que as empresas devem ou não fazer para se relacionar com os consumidores na internet

O boom das redes sociais não deixou dúvidas: se as marcas desejam se relacionar com os seus consumidores, devem estar presentes nestes canais. Não é mais novidade a presença das empresas em espaços virtuais como blogs e sites de relacionamento como o Orkut e o Facebook, além do microblog Twitter, fenômeno virtual do momento. Mas até que ponto vale a pena investir em mídia social? Para saber quais são as vantagens, desvantagens e principais características, o Mundo do Marketing conversou com profissionais que apostam em ações voltadas para as comunidades on-line.

Estes canais são base para relacionamento, pesquisa, promoção e tudo o mais que se possa imaginar em termos de estratégia de Marketing. Hoje, não há internauta que compre um produto sem antes fazer uma pesquisa no Google ou em fóruns e comunidades relacionadas à marca ou à categoria de interesse. São também as redes sociais que esses consumidores procuram quando desejam reclamar. E acredite: as críticas negativas às marcas ou aos produtos podem repercutir muito mais do que você pensa. Vide sites como o Reclame Aqui.

Mas qual é o papel das marcas nas redes sociais? De acordo com Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life, empresa que monitora e analisa o conteúdo gerado na mídia social, a principal função das empresas é gerar relacionamento. “As pessoas que estão nas redes sociais procuram muito mais se relacionar, obter informações. Elas querem conversar”, aponta o profissional em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas nem sempre é possível se relacionar com o seu consumidor na internet, como lembra o próprio CEO da E.life, o que não significa que as empresas não possam se beneficiar das redes sociais.


Monitorar, avaliar, criar pontos de contato e ativá-los

“Muitas empresas já têm pontos de contato tradicionais como 0800 e e-mail que não funcionam bem. Enquanto não resolverem esses problemas, não podem se aventurar nas redes sociais. Isso apresentaria mais ameaça do que oportunidade”, explica o especialista. Para isso, é necessário que todas as marcas, sem exceção, sigam os dois primeiros passos indicados por Barbosa: monitorar e analisar.

Primeiro, é necessário que as empresas levantem dados quantitativos e depois informações qualitativas e conclusivas a respeito de seus consumidores na internet. A partir deste trabalho, as marcas são capazes de saber se os pontos de contato tradicionais estão funcionando ou falhando. O ideal é entender o que e onde o consumidor fala da marca, para depois realizar as duas últimas etapas sugeridas pelo CEO da E-life: criar pontos de contato e ativá-los.

Foi o que fez a Wine, site de e-commerce de vinho. Estando mais próxima do seu consumidor por ser uma loja on-line, a empresa conseguiu conhecer o seu público e criar mecanismos para se aproximar ainda mais dele. Para se relacionar com os internautas, a Wine criou um Twitter que recebe dicas sobre o universo do vinho. “Diferente de algumas empresas que trabalham o conceito de venda, procuramos focar o lado educativo”, diz Anselmo Endlich, Diretor de Marketing e TI da Wine, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Marcas se unem aos blogueiros

A empresa também aposta em promoções exclusivas para o microblog para ampliar o relacionamento com os usuários. No começo do mês, a Wine lançou a ação “Você é o sommelier”. Quem desse mais “retwitts” – ação de encaminhar conteúdos postados adicionando “RT” antes do texto – ganharia um prêmio. A iniciativa buscou motivar a divulgação das informações postadas pela Wine.

Além do Twitter, a loja virtual também monitora e tem ações específicas para o Orkut e o Facebook, como cupons de descontos. A empresa ainda está concluindo o blog oficial da marca, que pretende seguir o mesmo conceito do perfil no Twitter e divulgar dicas para os apreciadores da bebida. Outra ação recente da Wine uniu o on-line ao off-line. A empresa realizou o “Blog com Vinho”, um evento com as principais blogueiras sobre o assunto para se aproximar do público e entender o comportamento dessas consumidoras.

O encontro resultou uma pesquisa com informações sobre como a mulher compra vinho, quais os principais fatores no processo de escolha, em que ocasião elas consomem, quantas vezes por semana, qual a faixa de preço, entre outros. Outra marca que se uniu aos blogueiros foi a Puma. A empresa realizou uma ação em parceria com 100 donos de blogs para promover o produto Puma Lift.


Relacionamento para ativar vendas

Cada blog parceiro direcionava os internautas para um concurso cultural que incentivava os consumidores a responderem a pergunta “O que é ser leve para você?”. Os autores das melhores respostas ganhavam o prêmio, assim como os blogueiros da página visitada. A ação contou ainda com divulgação em perfis do Orkut, Twitter e Facebook.

“A intenção era que os blogueiros também divulgassem a marca porque acreditam no produto. Tudo o que a gente faz em redes sociais tem que ser pertinente”, comenta Araken Leão, Vice-Presidente Digital da CasaNova Comunicação, agência responsável pela ação da Puma, em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo Leão, há espaço para todos nas redes sociais. “As marcas podem trabalhar desde o esclarecimento de produto até o monitoramento dos consumidores, que antecipa as tendências”.

Quando se conhece o consumidor e o terreno em que está pisando, é possível, também, aumentar as vendas pela internet, como fez a Pizza Hut do Rio Grande do Sul. Além de postar informações sobre a rede, a marca interage para fidelizar os internautas. Aqueles que têm maior presença nos canais em que a Pizza Hut está presente têm acesso a promoções relâmpagos e vantagens especiais.

Conhecer as ferramentas é essencial para não errar

Antes de começar a atuar em redes sociais, a empresa se preocupou em conhecer as ferramentas para não correr o risco de errar. “Procuramos nos precaver para que as possibilidades de erro diminuíssem. O maior equívoco das empresas é entrar nos canais sem estar estruturadas para atendê-los. Aqui temos um apoio intenso da área de comunicação. A decisão de ter um canal interativo precisa ter a consciência prévia da responsabilidade, senão a marca fica prejudicada”, aponta Henry Chmelnitsky, franqueado da rede no Rio Grande do Sul.

Outra empresa que utiliza as redes sociais para incentivar as vendas é o Ingresso Rápido. O site está investindo nos canais para comunicar a abertura de venda de ingressos para espetáculos e eventos e a ampliação de temporadas com apresentações extras. Não só uma excelente base de dados sobre consumidores, as comunidades virtuais também se apresentam como ferramenta para divulgação e prestação de serviços.

No Brasil, existem 46,7 milhões de internautas, segundo dados do Ibope Nielsen Online de agosto deste ano. Os números são suficientes para mostrar que o alcance da web ultrapassa qualquer meio de comunicação de massa tradicional. Em 2008, foram vendidos mais computadores do que TVs no país e os dados da pesquisa indicam que os brasileiros passam três vezes mais tempo on-line do que vendo televisão. Este cenário tende a se expandir: a média de crescimento da internet por aqui é de 22% ao ano.

Hoje, a rede já atinge aproximadamente 40% da população, enquanto os meios tradicionais apresentam crescimento moderado ou declínio. Focando apenas os homens AB, de 10 a 24 anos, este número sobe para 85%. A influência que a internet exerce sobre os consumidores é inegável. Mas não se pode negar também a influência que estes consumidores têm sobre a internet. E se eles estão em algum lugar, este lugar são as redes sociais e é para lá que as marcas devem voltar o olhar.


Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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