Mostrando postagens com marcador GAP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GAP. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A Gap chega ao Brasil no mês que vem...



A empresa Blue Bird anuncia a chegada da icônica marca norte-americana GAP ao Brasil. Serão abertas duas lojas em São Paulo, no Shopping JK Iguatemi, em 26 de setembro, e no Morumbi Shopping, no mês de outubro. O Grupo prevê um plano de expansão gradual da marca no País, buscando uma presença significativa nos principais mercados brasileiros nos próximos cinco anos.


Criada em São Francisco em 1969, a marca GAP desde então consolidou-se como ícone do american casual style, para todas as ocasiões. A marca desembarca no país dando continuidade ao seu anunciado plano de expansão na América Latina - a GAP já tem lojas no Chile, Uruguai, Panamá, Colômbia, Peru e México. “O Brasil é o quinto maior país do mundo, a maior economia da América Latina, com uma classe média em ascensão e que valoriza o consumo de marcas. Nossa percepção é que esse cenário trará uma oportunidade de crescimento bastante expressiva para uma marca como a GAP, democrática e acessível.” explica Pierre Schrappe, diretor comercial da GAP no Brasil.


Segundo Dipa Di Pietro, diretor de branding da GAP no Brasil, “ é fato que GAP tornou-se um ícone cultural em função da sua competência em traduzir o moderno american style. Essa estética casual “cool” faz uma conexão muito eficiente com as exigências do consumidor contemporâneo, e ao estilo de vida do brasileiro. As novas lojas oferecerão a mais completa expressão da marca e uma experiência de compra direrenciada para os consumidores. Estamos orgulhosos em anunciar nossa parceria com a GAP e entusiasmados com a chegada da marca ao Brasil.” As lojas no Iguatemi JK e no Morumbi, com 650 e 750 m2, respectivamente, oferecerão aos consumidores brasileiros uma seleção completa de produtos para homens, mulheres, crianças e bebês.


As lojas novas serão inauguradas com a coleção Verão 2013. Com uma paleta de cores que combina com o espirito da estação, da cor mais fresca às mais vibrantes. Lavagens claras de denim, muitas peças brancas com detalhes em neon, azuis, listras e os famosos khakis em diversos tons, com destaque para a Skinny mini, no feminino. Na coleção infantil, diversas histórias de cores e temas: náuticos, lavados, pink, active, surf, preppy. Sempre em materiais premium e muito confortáveis, complementados por acessórios divertidos.


Para a sua estreia em território nacional, a GAP lança ainda a campanha "Hello Brasil”, com a estética única da marca. A campanha poderá ser vista por por meio de ações exclusivas nas plataformas digitais e mídias sociais como Facebook, Twitter e Instagram. “ Essas iniciativas visam engajar o consumidor jovem brasileiro e, principalmente, fazer com que ele vivencie uma experiência única na forma de vestir e de se expressar. Com isso, pretende conectá-lo com a cultura urbana que influencia o estilo GAP, em representações culturais que permeiam o universo da música, da arte, moda e das tendências globais”, conclui Carolina Correa, Gerente de Marketing da GAP no Brasil.

Agora é esperar para conferir. A GAP é bem básica, mas tem ótimas opções e tem feito boas parcerias com grandes nomes da moda. 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

CEOs avisam: indústria da moda tem que acabar com a burocracia

 
Andrew Rosen, CEO da Theory, um dos empresários visionários que falou em seminário do “WWD” ©Reprodução

O “WWD” organizou mais uma edição do seminário Apparel & Retail CEO Summit, que convida economistas e empresários de vários setores da indústria de moda e têxtil para falar sobre como o mercado deve funcionar para prosperar – hoje e no futuro – em meio a tantas mudanças e competição. Basicamente, as principais respostas são: foco nos detalhes, paixão pelo produto, não ter medo de quebrar as regras e acabar com a burocracia.

Um dos estudos mostrado por Nathalie Remy, da McKinsey & Co, apontou que São Paulo está entre as cinco cidades onde o mercado de vestuário midmarket (composto por empresas com renda entre US$ 10 milhões e US$ 1 bilhão por ano) mais vai crescer no mundo até 2015, junto com Xangai, Moscou e Londres.

Veja abaixo algumas frases dos especialistas que participaram do evento em Nova York.
Millard Drexler, ex-CEO da Gap e palestrante no seminário organizado pelo “WWD” ©Reprodução

“Há pouquíssimas empresas hoje que colocam a integridade de seu produto em primeiro lugar e se forçam a serem inovadoras e criativas a ponto de extrapolar a expectativa de seus clientes”, Millard “Mickey” Drexler, CEO do J.Crew Group e ex- CEO da Gap Inc

“A pessoa é o próprio CV e não o que está em um pedaço de papel. Eu conheço todo mundo pessoalmente antes de contrata-los. Para mim CVs não importam. Títulos não importam, assim como não importa a escola onde você estudou. Inteligência emocional e um histórico de trabalho duro são muito mais relevantes”, Millard “Mickey” Drexler

“O mundo mudou muito. As empresas devem ser inovadoras, inspiradoras, devem ter integridade e paixão. Eu aprendi com meu pai como criar um ambiente que seja estimulante, excitante, como vender um produto e inovar. Aqueles eram tempos em que não havia o Google. Se a gente quisesse descobrir algo, saber o quanto uma peça havia sido vendida, tínhamos que ir para a Saks ou Bloomingdale’s no final do dia e conferir os comprovantes de pagamento”, Andrew Rosen, CEO das marcas Theory e Helmut Lang e investidor de marcas como Proenza Schouler, Rag & Bone e Alice + Olivia

“Acredito que toda empresa deve ter sua própria cultura e identidade. Todas as marcas com as quais trabalho operam individualmente. Minha filosofia é: é importante entender a missão de cada companhia, a estética do designer, seus desejos e direções e para onde ele imagina levar a empresa. Temos que criar uma plataforma em conjunto com eles que irá transformar esses sonhos e essa criatividade em realidade”, Andrew Rosen

“Para eu investir em uma marca hoje, ela deve ter inovação e integridade. Tem de ter autenticidade e paixão. A ideia, quando você está em busca de empresas jovens, não é simplesmente fazer roupas para pendurar em uma arara nas lojas, mas sim achar grifes que encontrem um filão no mercado porque têm uma boa ideia”, Andrew Rosen

“Eu acredito que o CEO tem que ser responsável e tem que saber o que está acontecendo. Acho que algumas das melhores ideias vêm das pessoas que estão fazendo o trabalho. Eu quero criar um ambiente onde as pessoas têm vontade de vir trabalhar e onde elas se sintam tranquilas em dividir seu ponto de vista. Eu não tenho que concordar com elas, mas tenho que ouvir. A porta da minha sala está sempre aberta e eu encorajo as pessoas a conversarem comigo sobre problemas ou boas ideias”, Andrew Rosen

“Acredito em dar liberdade criativa aos designers. Você também tem que entender, e fazer com que eles entendam, quais são os objetivos. Meu trabalho é trabalhar com eles e transforma-los em um negócio de sucesso. Minha definição de sucesso é fazer roupas que os estilistas sintam orgulho e que a gente possa ver em lojas importantes mundo afora. O resultado de um bom processo é o lucro”, Andrew Rosen

Ron Johnson, CEO da J.C. Penney ©Reprodução

“Na era da Internet, se uma loja não pode ser um acontecimento, ela não oferece mágica e uma ótima experiência, ela terá dificuldades em sobreviver. Se você entra em uma loja de departamentos, que tem 10 ou 20 anos de vida, elas têm se mantido, mas não foram repensadas para os tempos de hoje”, Ron Johnson, CEO da J.C. Penney Co.

“Parte da resposta para o mercado é se voltar às marcas de verdade. Caso contrário, todos os produtos vão acabar muito parecidos. Há um valor enorme em grifes com identidades únicas. Marcas boas são autênticas e inspiradoras”, Ron Johnson

“Como você cria uma companhia extraordinária quando o seu chefe talvez não seja um Steve Jobs? A resposta é armar o poder intelectual coletivo cativando os trabalhadores”, Gary Hamel, professor da London Business School e diretor do Management Innovation Exchange

“Vemos empresas que, para a maior parte das pessoas, não são tão inspiradoras assim”, Gary Hamel

“Nós temos chutado a burocracia na canela, mas ainda não demos um golpe de nocaute. Nós temos que colocar uma estaca no coração da burocracia”, Gary Hamel

Fonte:FFW

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Os 12 modismos que não queremos em 2013

Os sneakers com saltinho invadiram as lojas e rapidinho as cafonetes adotaram o modelo e o rebaixaram de IN para ultra OUT.

Unhas decoradas... Já deu, não é? Será que precisa mesmo dizer o motivo? 

Sabrina Sato queridinha dos fashionistas? Como assim estão dando tanto espaço pra ela? Ok, ela é bonita, engraçada e ousada, mas a figura dela fica bem longe do que consideramos sofisticado, vanguarda, cult e interessante. 
Logomania - Abercrombie & Fitch, Hollister, Calvin Klein Jeans, Reserva, Gap, Toulon, Taco,  Armani Exchange... Não importa a marca e o preço, a falta de bom gosto é a mesma. É uma uniformização da cafonice!

Neon, flúor e fluo - Enfim, esses tons já passaram por aqui faz alguns poucos anos e a gente percebeu o desastre, pois é, agora eles prometem voltar. Pra variar, vimos nas semanas de moda da Europa e logo trouxemos para as nossas coleções. O que as marcas esquecem é que as européias tem mais tradição/informação de moda que nós, então elas sabem usar na medida certa. Aqui no Brasil essas cores logo chegam nos armários das cafonetes que colocam vestido bandage neom, super decotes, unhas, acessórios e tudo mais que puderem em um mesmo look. É um desastre fashion! 

Por falar em bandage, todo mundo sabe que eles já saíram de moda, mas ainda assim vemos essas cafonetes insistindo em usar. NÃO! Em 2013 queime o seu!
Sapatênis, que desgraça que é essa categoria, temos de modelos incríveis e raros, até essas coisas medonhas que dominam os pés de 97% dos brasileiros (chutei esse índice, mas deve ser maior). Para começar: Achar um sapatênis bonito em uma sapataria comum é o mesmo que ganhar na Mega Sena, pode até ser que exista, mas ninguém conhece um "vencedor". Ou seja fuja desses modelos cheios de recorte, com solado de tênis "outdoor" e dos que imitam os primeiros modelos que a Osklen lançou - nem ela faz mais muitos desses modelos.

Na dúvida pode até me escrever, mas não continuem com essas coisas medonhas no pé.

 Michael Kors. Queria entender o motivo de uma marca como essa virar sucesso de vendas e cópias aqui no Brasil.  Basta algum famoso ou uma novela usar e todos copiam. O pior é que as coisas boas que estão na novela as pessoas não copiam. Gata, se você tem um relógio ou uma bolsa dourada da MK, esconde por uns tempos, deixa passar essa onda dourada. Ou usa sua bolsa no lugar das ecobags.


Outro item trash do armário masculino são essas camisas pólo com adornos - Por favor, isso é o mesmo que usar unha decorada. 

A qualidade do som em um headfone, de boa qualidade, é muito superior, mas faz uns 2 ou 3 anos que as pessoas no Brasil buscaram no streetwear americano essa tendência de substituir os fones pequenos por essas coisas, no começo até que era bacana, mas como tudo o que é bom dura pouco, o headfone virou um acessório "estiloso" na mão dos cafonetes. Agora eles andam com isso pendurado para compor o look. OK, é melhor do que esses que colocam o som alto no celular sem os fones, mas já deu. Guarda para escutar em casa.

 Óculos espelhado, outro item que não precisa de explicação.

Imagens de reprodução

Por fim e não menos importante a onda de fotos de compras - Uma desgraça o que tem de gente postando no Facebook e no Instagram fotos cafonas de compras que acabaram de fazer só para mostrar que compraram coisas boas. Para que essa necessidade em parecer ser uma pessoa abonada? Coisa boa não precisa de etiqueta, de longe a gente percebe que é bacana. Cafona plus!
 ____________________________________

Algumas coisas são modismos de 2012, outras já estão ultrapassadas faz tempo, mas, infelizmente, continuam em nossas ruas... Espero, de verdade, que as coisas mudem, para melhor esse ano!

Um beijo grande e feliz ano novo para todos!

Fábio Monnerat

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Gap chega ao Brasil em 2013... Devemos comemorar?

 
A GAP anunciou sua chegada no Brasil para 2013. Antes disponível apenas nos espaços Duty Free dos aeroportos, agora, os brasileiros poderão conferir as novidades da gigante varejista de vestuário em São Paulo e também no Rio de Janeiro, cidade que está nos planos da loja para daqui até cinco anos.

"O Brasil é um passo crítico em nossa estratégia de expansão global e estamos empolgados em introduzir nossa experiência de lojas para clientes", disse o diretor de gestão de alianças estratégicas da Gap, Stefan Laban, em comunicado.

A expansão global da empresa pela América Latina começou em 2011, abrindo sua primeira loja em Santiago, no Chile, e depis no Uruguai, Panamá, Colômbia e México.

Mais uma fast fashion chega ao Brasil, não sei se isso é bom ou ruim, a principio acho bem ruim, creio que teremos mais uma febre de logomania bem ao estilo Hollister, Abercrombie & Fitch, Tommy Hilfiger, Michael Kors entre outras.

Por outro lado, talvez faça as redes fast fashion que já estão no Brasil e as marcas que disputam o mesmo público, melhorarem seus produtos em todos os sentidos. Infelizmente nossas fast fashion são bem fracas e raramente criam coisas boas. Achar uma peça bacana em lojas como Renner, Riachuelo e C&A é um verdadeiro trabalho de garimpo, principalmente na moda masculina. 

Enfim, vamos esperar para ver...

Fábio Monnerat

Fonte:UseFashion

terça-feira, 13 de março de 2012

Pinterest é o novo "preto"/"it" da moda


Pinar ou repinar. Você ainda vai ouvir e falar muito expressões como essas. Elas são a base da rede social mais falada no momento: o Pinterest. Depois do boom do Twitter e do Instagram, em 2010 e 2011, respectivamente, 2012 deve marcar a ascensão desse grande painel de compartilhamento de interesses em forma de imagens.

Estar no Pinterest é muito fácil. Nele se pode organizar imagens (fazendo upload do seu computador ou buscando da web) e comparilhar esses interesses. As pessoas usam "pinboards" para planejar ideias para seus casamentos, decoração de casas, dicas do que vestir ou quaisquer outros tipos de inspiração. Para começar, é necessário solicitar a entrada no site, que demora até algumas horas para ser autorizada, ou pedir para algum amigo que já está na rede enviar um convite.    

Design e moda estão no DNA do Pinterest. Isso atrai o público, que gera conteúdo. Consequentemente, as marcas precisam estar atentas a essas movimentações. Gap, por exemplo, possui um dos perfis mais interessantes no site, com conteúdo ativo. Já outras grifes, como Levi´s e Diane von Furstenberg têm perfis no site, porém ainda sem postagens.
Claro que nós do ÜberFashion também estamos no Pinterest! Se joga no Pin! 

Fábio Monnerat
Fonte:UseFashion

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Top 5: deslizes da moda em 2010


1. Mudança de logomarca da Gap: O novo logo proposto pela Gap não era tão desconhecido assim, pois já estampava alguns produtos e vitrines. O que causou furor do público da marca foi a mudança repentina de identidade nas mídias digitais. A empresa até tentou uma ação de crowdsourcing, pedindo sugestões na web, mas acabou por adimitir o erro, se retratou publicamente e manteve o logo antigo.

2. Linha de maquiagem cancelada por incitar violência: Literalmente não deu para maquiar o deslize da gigante do setor M.A.C. A linha de cosméticos que seria lançada em conjunto com a Rodarte foi cancelada, após uma chuva de críticas por parte dos fãs, na internet. Isso porque os produtos seriam inspirados na cidade de Juarez, no México, que tem alto índice de violência contra as mulheres. Na campanha, fica claro o aspecto mórbido e ofensivo dos makes. As marcas pediram desculpas, mas o erro, com o perdão do trocadilho, ficou na cara.

3. Vitrine polêmica: Um dos grandes estilistas da última década Alexander McQueen foi encontrado morto no ínicio do ano. Causa da morte, suicídio por enforcamento. Como um ícone da moda, seria natural que ele recebesse homenagens póstumas e destaque nas vitrines. Mas Selfridges incomodou os fãs do estilista ao pendurar um vestido McQueen em uma estrutura de madeira, que lembrava uma forca. Os polêmicos elementos foram retirados, mas o deslize ficou.

 

4. Campanhas publicitárias banidas: Agressivos e ofensivos. Foi o mínimo que se ouviu de campanhas publicitárias de 2 grandes grifes da moda, Calvin Klein e Diesel. A 1ª, estrelada pela modelo Lara Stone, foi banida em diversos países, acusada de incitar a violência e o abuso sexual. Já Diesel teve seus anúncios tirados de circulação no Reino Unido, sob alegação de ofensividade e nudez. A grife declarou não entender os motivos para a censura do ensaio, premiado no Festival de Cannes. 

5. Gabbana critica Stella McCartney: O Twitter completou em 2010 o processo de explosão iniciado em 2009. Praticamente tudo que acontece no mundo é noticiado e comentado pelo microblog. Muitas vezes, a opinião exposta pode gerar um grande transtorno, e ganhar proporções homéricas. Que o diga Stefano Gabbana que, em conversa com um amigo, afirmou desconhecer a estilista Stella McCartney e ainda adimirar o companheiro por dar importância para profissionais insignificantes. O deslize ficou completo, pois Gabbana, supostamente arrependido dos dizeres, apagou o comentário de seu perfil.

Fonte:UseFashion

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O futuro da Alexander McQueen

Sarah Burton e dois looks da última coleção de McQueen, assinada por ela

Depois da boa estreia de Sarah Burton à frente da Alexander McQueen — sucedendo ao estilista depois de sua morte, em fevereiro deste ano — a marca vai delineando seu futuro.

Há um mês, a casa inglesa retomou o controle da McQ, segunda linha da marca, após o fim do contrato de licença com a companhia italiana SINV SpA. O estilo será comandado por Pina Ferlisi, que já passou pela Gap e pela Marc By Marc Jacobs.


Pina Ferlisi, que assume a McQ, e looks da última coleção da marca, exibida em 2007

“A nova coleção terá muita referências a McQueen – uniformes escolares, smokings, trajes militares e fetichistas, além do McQueen clássico”, disse Pina à Vogue inglesa. “No ano que vem, a McQ terá acessórios, jóias, sapatos e bolsas. Há muita moda descartável por aí, mas a McQ está longe disso. Serão peças em edições limitadas”, completa a estilista. A linha será ainda 25% mais barata do que anteriormente, segundo adiantou o The Cut.
 
Enquanto isso, Sarah Burton reafirma sua reverência a McQueen na linha principal da casa. “Olhando seu arquivo, há um frescor de ideias. Lee fez coisas incrivelmente inovadoras”, disse Sarah à Vogue inglesa. “A marca sempre foi muito boa em contar histórias e vamos contar uma sobre individualidade.” Assiste o vídeo fofura com a modelo Charlotte Benson vestindo a coleção de inverno 2011 da McQ.

 

Fonte:VogueBrasil

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A volta de Paco Rabanne


Ele previu o “Pacolypse”, em 1999, e nunca mais foi levado a sério. Paco Rabanne “profetizou” que a estação espacial russa Mir despencaria sobre Paris, mas, sejamos justos, vale mais se lembrar dele por sua enorme contribuição à moda do que pelos devaneios apocalípticos. A linha de prêt-à-porter foi desativada em 2006, depois de um revival frustrado com o estilista Patrick Robinson (que depois migraria para a GAP) e coube aos perfumes a tarefa de manter ativo o nome de Rabanne, hoje com 76 anos. Pois a grife está sendo reativada, sob a consultoria do próprio, e o efeito fênix passa pelo relançamento de uma bolsa de 1969.

A peça, feita de malha de metal, não deve ter sido escolhida à toa. Paco Rabanne ganhou fama com suas criações em que abusava, justamente, dos metalizados. Quem não se lembra do vestido de moedas lançado nos anos 60 ou do figurino futurista de Barbarella, interpretada no cinema por Jane Fonda? Coco Chanel o chamava de “metalúrgico da moda”. Na versão 2010 da bolsa, os materiais mudaram. Entram a arraia, o couro e o chamois, enobrecendo a peça, que custa entre US$ 1,400 e US$ 2,200. Apresentada pela primeira vez durante a última temporada de Paris, será posta à venda em exclusividade na Dover Street Market, em Londres, durante o mês de Janeiro, seguindo depois para distribuição em outros seletos pontos-de-venda. A escolha da DSM para o lançamento tem a ver com o fato de Rei Kawakubo – diretora artística da loja – ter assinado três reinterpretações da bolsa de Rabanne. Versões estas que só poderão ser compradas em nove boutiques da Comme des Garçons pelo mundo.

Os planos de relançamento da marca são ambiciosos e prevêem o retorno também da linha de vestuário. Pelo visto o futuro de Paco Rabanne, desta vez, não tem nada de apocalíptico.

Fonte:VogueBrasil

Gap invade a América do Sul


Depois da Ásia, a Gap mira a América do Sul. A gigante americana, conhecida por suas roupas casuais, irá abrir sua primeira loja no continente – uma franchise –, em setembro de 2011, na capital chilena.

A marca, que não anda muito bem das pernas nos Estados Unidos, investe na melhoria de suas peças para atrair novos clientes e, segundo a Reuters, vem cortando custos operacionais. Nos últimos anos, mudou de diretor criativo (Patrick Robinson assumiu),  associou-se ao CFDA/Vogue Fund e aderiu à onda de coleções cápsulas assinadas por nomes fortes (Stella McCartney e Philip Lim). Nada mais apropriado então do que o formato de franchise, que permite com que a rede promova uma expansão com rapidez e menos custos do que abrindo suas próprias lojas.

Ainda este mês, a Gap inaugura sua primeira loja na Itália e, no ano que vem, uma franchise na Austrália. A meta da marca é aumentar o número de franquias espalhadas pelo mundo de 165 para 400 até 2015. Com a chegada da Topshop no Brasil no ano que vem, não deve demorar para a marca aportar no Brasil.

Na paralela, a Gap  fechou parceria com a Keds, com quem lança um modelo do famoso tênis, que dispensa cadarço e traz estampa de brilho fake.

Fonte:VogueBrasil

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Gap: calças grátis pelo Facebook


No último mês, Gap, em uma frustrada tentativa de mudar o logotipo, recebeu uma chuva de críticas através de seu perfil no Facebook. Porém, a marca não desistiu de interagir com seu público nas mídias sociais. A mais recente ação para a rede norte-americana, que ocorreu na última sexta-feira, dia 5 de novembro, foi um sucesso e rendeu filas em busca dos produtos, além de 28 mil confirmações pela internet.

As primeiras 10 mil pessoas que comparecessem em lojas GAP e dessem "check-in" utilizando a nova plataforma do Facebook, o Places (que permite ao usuário compartilhar sua localização através de GPS), levariam uma peça jeans gratuitamente. Para quem não conseguisse chegar a tempo, era oferecido um desconto de 40% nas peças. 

Outras ações com ferramentas de geolocalização

Adeptas do Foursquare (outra ferramenta como o Places), marcas como Marc Jacobs criam um vínculo de proximidade com seu público. Sem utilizar promoções ou descontos, o estilista interage dando dicas de lugares e premiações no próprio aplicativo, as chamadas "badges". Por outro lado, a cafeteria Starbucks concedia descontos de US$ 1 aos clientes que dessem check-in em seus estabelecimentos.


Fonte:UseFashion

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Gap volta atrás em mudança de logo


"Ok! Ouvimos alto e claro que vocês não gostam do novo logotipo. Aprendemos muito com os comentários. Só queremos o que é melhor para a marca e nossos clientes. Então, estamos trazendo de volta a Blue Box." Este foi o comunicado oficial da Gap em sua página no Facebook, que atendeu aos pedidos de seu público e voltou atrás na mudança do logotipo.

Presidente da marca admite erro

Conforme antecipamos na matéria "Gap muda logo, mas pede ideias no Facebook", a renovação iniciou sem ser definitiva, já que houve imensa repercussão negativa nas mídias sociais. A marca ainda tentou um projeto de crowdsourcing, pedindo que fossem enviadas sugestões de projeto. Mas, em vista da última divulgação, sem sucesso.

"Ouvimos todos esses comentários... Vimos expressarem a paixão que têm por nossa logo, e que a querem de volta. Portanto, tomamos a decisão de a recuperar em todas as redes" disse Marka Hansen, presidente da Gap.

Fonte:UseFashion

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Gap muda logo, mas pede ideias no Facebook

O novo logo Gap chegou sem festa de boas vindas e nem foi divulgado pela marca. Depois de duas décadas de identificação com o público e reconhecimento internacional, o box azul com fonte serifada em caixa alta foi substituído por uma fonte Helvetica minúscula e um pequeno quadrado no canto superior direito.

A mudança não foi repentina, já que algumas tags já vinham sendo produzidas há quase um ano com o logo novo, mas a polêmica começou quando a marca alterou silenciosamente o logotipo em seu site. No mesmo dia, a repercussão no Twitter foi tão grande e negativa que o próprio logo ganhou um perfil no microblog, que já tem mais de 2 mil seguidores e cuja bio declara "eu também tenho sentimentos".

Novidade não agradou e agitou redes sociais

Em sua página no Facebook, bombardeada por mais de 300 críticas, a grife declarou:

"Obrigado pela opinião de todos sobre o novo logotipo! Nós tivemos o mesmo logotipo por mais de 20 anos, e esta é apenas uma das coisas que estamos mudando. Sabemos que esse logo está sendo muito comentado e estamos muito contentes de ver debates apaixonados! Tanto é que estamos pedindo para vocês compartilharem seus projetos. Nós amamos a nossa versão, mas gostaríamos de ver outras ideias. Fique ligado para mais detalhes nos próximos dias sobre este projeto crowdsourcing."

Nem a Gap nem a agência que criou o logo comentaram os motivos da mudança e nem se ela será definitiva.

Fonte:UseFashion

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

10 siglas da moda desvendadas

No imenso mundo da moda, entre diversos nomes de grifes, as siglas concentram um bom percentual e normalmente são envoltas por lendas urbanas. Você deve ter alguma peça de roupa cuja marca é representada por uma sigla, mas você sabe o que ela siginifica? Pensando nisso, separamos o significado de 10 siglas muito famosas da moda nesta matéria exclusiva. Confira: 



Y-3
 O significado deste nome reúne o Y, do designer japonês Yohji Yamamoto, e as 3 listras famosas da Adidas. Iniciada em 2003, esta parceria é sucesso de público e crtítica por unir as criações vanguardistas de Yamamoto com os tecidos tecnológicos e visual esportivo da Adidas.


VPL (Visible Panty Line)
Estilista, Victoria Bartlett tinha uma visão para criar uma coleção para preencher o nicho entre lingerie e roupas esportivas. Surgia a Visible Panty Line, com um conceito simples de tornar a roupa uma parte visível, alicerçada nos princípios fundamentais de conforto, funcionalidade e estilo.


GAP                                                                                                                                                                       
A palavra gap em inglês significa fenda, lacuna. Na grife, referencia a lacuna de mercado vista por jovens que não queriam roupas de adolescente nem de adulto. A marca surgiu em São Francisco, nos Estados Unidos, em 1969, para suprir esta carência. A ideia de que GAP significa "Gay and Proud" (gay e orgulhoso, em português) não passa de lenda urbana, que ganhou força devido ao grande número de homossexuais de São Francisco.


H&M (Hennes & Mauritz)
Marca sueca, nasceu como loja feminina "Hennes", significado na língua para "dela". Fundada por Erling Persson, que em 1968 adquiriu as instalações e estoque de uma loja de equipamento de caça chamada Mauritz Widforss Estocolmo, passando a expandir suas linhas masculinas. O nome mudou para Hennes & Mauritz , mais tarde abreviado para H&M.



LAMB (Love. Angel. Music. Baby) 
Reúne as iniciais do nome do 1º álbum solo da cantora Gwen Stefani, "Love. Angel. Music. Baby." Fundada em 2003, a marca de Gwen ainda congrega uma marca de calçados, relógios, bolsas e perfumes chamada "L".


TNG (Teenager)
TNG é a abreviação da palavra em inglês teenager (adolescente). Com esse nome, a marca só poderia mesmo focar nos jovens, e é isso o que faz há mais de 20 anos, sob o comando de Tito Bessa Júnior. No começo, era voltada apenas para o público masculino. Depois de um tempo, começou a criar também para as mulheres. Isso foi no começo dos anos 2000 e logo em seguida, em 2003, fez sua estreia no Fashion Rio.


ACNE (Ambition to Create Novel Expressions)
Em português, "Ambição para Criar Novas Expressões". É uma fabricante sueca de jeans, unindo estilos inovadores com um guarda-roupa versátil para homens e mulheres, desde T-shirts de algodão a calçados e acessórios de luxo. A marca já fechou uma parceria inclusive com Lanvin.


BCBG Max Azria (Bon chic, bon genre)"Bom estilo, boa atitude", essa é uma tradução bem literal do significado das letras. A marca é comandada pelo estilista Max Azria, sob a supervisão da sua mulher, Lubova. Tem 475 lojas de varejo no mundo, e uma série de outras linhas. Recentemente, adquiriu a etiqueta Hervè Léger, dos famosos vestidos bandagem.




C&A (Clemens e August Brenninkmeijer)
A sigla corresponde ao nome dos irmãos fundadores da marca. Criada na Holanda em 1841, conta hoje com filiais na Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Eslováquia, Espanha, França, Hungria, Luxemburgo, México, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Rússia, Suíça, China e Turquia.



DKNY (Donna Karan New York)
Fundada em 1989, Donna Karan New York é uma criação da designer-chefe homônima, seu marido, Stephan Weiss, e a empresa de gestão de moda Takihyo. Tinha uma meta desafiadora de combinar conforto e luxo em suas linhas. Em 2001, foi comprada pela francesa LVMH (Louis Vuitton Moet Hennessy).

Fonte:Use Fashion

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Valentino lança linha feminina em parceria com a GAP

 
Na tentativa de conseguir ampliar cada vez mais o leque de consumidores, e seguindo a tendência de marcas como Karl Lagerfeld, que anunciou uma linha de roupas mais em conta, além da associação da loja de departamentos H&M com a Lanvin, mais uma parceria foi anunciada. Dessa vez a tradicional grife Valentino assinará um coleção feminina para a grife americana GAP.
 
A coleção é de autoria dos diretores criativos da Valentino, Maria Grazia Chiuri e Pier Paolo Poccioli, que afirmam ter usado peças icônicas da GAP como base para a criação das roupas. O diretor acredita que reunir ícones da Valentino e da GAP em uma única peça sintetiza a atual tendência de combinar o básico com o luxuoso.
 
Além da loja de Milão, as peças serão vendidas também na loja da GAP de Londres, de Paris e em Roma. Ainda não há previsão de que a coleção chegue aos Estados Unidos e os preços ainda não foram divulgados. A previsão é de que a coleção esteja disponível no final de novembro.
 
Essa é a segunda grande parceria realizada pela GAP, que recentemente lançou uma linha de moda infantil com a estilista Stella McCartney e também produziu uma coleção desenhada pelos vencedores do Concurso de Estilistas de Moda da América.

Fonte:http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4670057-EI1119,00-Valentino+lanca+linha+feminina+em+parceria+com+a+GAP.html

domingo, 25 de abril de 2010

Hermès e Gap usam papelão na vitrine


Nem sempre requinte e sofisticação são sinônimos de materiais caros e composições elaboradas ao extremo. Prova disto é a utilização cada vez mais constante do papel na criação de vitrines. Abaixo, confira 2 exemplos em que o papelão assume destaque principal, em cenografias de lojas de capitais mundiais da moda.

Fábulas saem de livros para vitrines da Hermès


Em Milão, personagens de fábulas e contos de fadas saíram dos livros para ganharem formas e cores em vitrines da Hermès. Ilustrações originais das obras, como "Os Três Mosqueteiros" e "Alíce no País das Maravilhas", foram dispostas ao fundo de desenhos coloridos de animais.


Estes animais, que parecem tentar invadir a realidade ao ultrapassar a borda inferior da moldura foram criados com sobreposição de papéis coloridos e são relacionados com os itens expostos através dos tons, complementares ou semelhantes, das roupas e artigos de decoração das vitrines.

Primavera e rock se unem em arco-íris da Gap

domingo, 11 de abril de 2010

Saiba como se vestir igual a sua cantora pop preferida


Além de cantarem bem e serem presença constante nas paradas de sucesso, elas são lindas, ricas, e muito estilosas. Simplesmente porque são Divas do Pop e não existe possibilidade alguma de passarem despercebidas! Esbanjando estilo e originalidade, as moçoilas desfilam modelitos ousados, sem o menor medo de errar na produção.


Para você que quer seguir as tendências de moda da sua cantora preferida, confira a lista com o estilo de cada uma delas. É claro que nomes como Britney Spears, Amy Winehouse, Madonna, Beyoncé, Fergie, Lady Gaga, Cristina Aguilera, Shakira, Lily Alien e Pink não poderiam ficar de fora. Veja e escolha a sua preferida!


(Foto: Reprodução)

Amy Winehouse


Irreverente, Amy é adepta ao estilo das pin-ups da década de 1950. Apesar de todos seus problemas com álcool e drogas, a cantora foi coroada como uma diva contemporânea. Seu look retrô realmente fez a cabeça da mulherada.

Grife: Chanel
Cor: Amarelo
Peça de roupa: Vestido curto e justinho, colorido e com cintura marcada
Sapato: Sapatilha estilo boneca
Cabelo: O penteado exagerado virou uma marca e ficou conhecido em todo mundo. Madeixas pretas e compridas dão o ar da graça para o coque dramático.
Maquiagem: Delineador líquido preto pesado e lábios vermelhos dão uma ar retrô ao visual.
Acessórios: Lenço, cinto marcando a cintura, piercings e tatuagens.
(Foto: Reprodução)
Beyoncé

Adepta da Street Fashion, Beyoncé costuma vestir-se de forma sexy e glamurosa, misturando grandes estilistas com peças práticas e casuais. A cantora acabou tornando-se um ícone da moda urbana, ditando tendências para muitas meninas ao redor do mundo.

Grife: GAP / Armani
Cor: Dourado
Peça de roupa: Vestidos sereia, decotes nas costas, brilhos e shortinhos.
Sapato: Sandálias com saltos gigantescos e muita sensualidade
Cabelo: Alongamentos, apliques e perucas fazem parte do visual da diva. Se você quer imitar seus looks, vai ter que redobrar os cuidados com as madeixas ou substituir a química por mechas cacheadas ou coloridas.
Maquiagem: Olhos carregados com muito rímel, lápis e sombra preta. Gloss nos lábios e blush pêssego nas bochechas.
Acessório: Maxi colares e brincos grandes.

(Foto: Reprodução)

Britney Spears

De princesinha do pop a símbolo sexual. Apesar de ser super estilosa, Britney não veste nada que defina sua personalidade. Ao invés de lançar tendências, ela prefere adotar o que a sua geração está usando. O estilo Britney é para aquelas garotas que a cada dia adotam uma personagem diferente.

Grife: Candies
Cor: De cor-de-rosa a preto
Peça de roupa: Short jeans ou vestido colado ao corpo
Sapato: Bota estilo country ou sapatilha boneca
Cabelo: Loiro comprido com mexas mais claras, levemente ondulado (ou cabeça raspada para as mais rebeldes!)
Maquiagem: Básica. Rímel, gloss transparente e blush pêssego. Para uma produção mais irreverente a aposta é uma sombra preta.
(Foto: Reprodução)
 Christina Aguilera
Definitivamente essa gata não tem medo de arriscar, ela gosta mesmo é de surpreender. O visual depende do seu estado de espírito, as vezes aposta num visual mais básico, mas o que faz sua cabeça mesmo é glamour. Para seguir o estilo Aguilera é preciso exagerar!

Grife: Prada
Cor: Vermelho
Peça de roupa: Calça skinny. Brilhos e decotes estão sempre presentes no seu modelito, uma mistura de pin-ups da década de 1950 e hip-hop.
Sapato: Saltos altíssimos e muitas botas.
Cabelo: Penteados exuberantes, a cantora tem muita inspiração na cultura afro. Faz o que tem vontade, um dia aparece de aplique no cabelo e no outro está de black power.
Maquiagem: Olhos carregados, cílios postiços e batom vermelho dão um toque de glamour à produção.
Acessórios: Muitas e muitas bolsas.


(Foto: Reprodução)

Fergie

Essa diva é uma das poucas que não faz questão de decotes, minissaias e que mesmo assim chama atenção por onde passa. Não, não é só por sua beleza. A vocalista do Black Eyed Peas se veste muito bem sem precisar apelar aos exageros do mundo fashion.

Grife: Kipling
Cor: Verde
Peça de roupa: Macacão ou jeans e camiseta.
Sapato: A diva vai do salto alto glamuroso ao tênis básico, tudo com muito estilo. São mais de 500 pares de sapatos em seu closet.
Cabelo: Longas madeixas onduladas, ora loira, ora morena. Tudo depende de seu estado de espírito.
Maquiagem: Rímel preto, blush cor-de-rosa e batom coral.

(Foto: Reprodução)
Lady Gaga

Com look inconfundível, Lady Gaga é uma diva ousada. Seu estilo é praticamente uma obra de arte, fazendo a linha fashion destruction, a cantora atrai para si todos os holofotes.

Grife: Alexander McQueen
Cor: Preta
Peça de roupa: Combinações bem exóticas, abusando sempre de bodies e meias calças.
Sapato: Com saltos estilizados, a diva é fã dos saltos gigantescos.
Cabelo: Adora um franjão e sempre investe num penteado exótico. Os adereços do cabelo são sua marca registrada. Sem contar com o laço que ela vem usando recentemente, feito de suas próprias madeixas loiras.
Maquiagem: Olhar poderoso e lábios fortes, batom vinho. Utilização de cílios postiços.



(Foto: Reprodução)

Lily Allen

A cantora mistura influências street, retrô e clássicas para compor o seu estilo originalíssimo. Com seu jeito menina, ela é irreverente e desbocada até na maneira como se veste.

Grife: Chanel
Cor: Azul
Peça de roupa: Os vestidos estampados são sua marca registrada.
Sapato: Tênis, salto peeptoe com plataforma, sapatilhas, botas longas ou ankle boots.
Cabelo: A diva muda o tempo todo, desde sempre. Atualmente, ela cortou o megahair e voltou a ter o cabelo curtinho.
Maquiagem: Sombra colorida, rímel e gloss transparente.
Acessórios: Óculos, brincos enormes e cordões dourados, tudo usado ao mesmo tempo.

(Foto: Reprodução)

Madonna

O estilo de Madonna é sempre ancorado nas tendências de moda e nos estilistas mais influentes. Parece que a diva sabe o que vai ser moda e populariza no seu visual. Nada mal para quem é um símbolo sexual há mais de 20 anos.

Grife: Gucci
Cor: Roxo
Peça de roupa: Corpetes e roupas de alfaiataria.
Sapato: Meia-pata, um tipo de calçado que tem uma pequena plataforma na frente.
Cabelo: Cabelo oxigenado e levemente ondulado, com o corte médio.
Maquiagem: Batom coral, rímel e lápis marrom.
Acessório: Crucifixo e chapéu de caubói.


(Foto: Reprodução)

Pink

Intérprete mais rock 'n' roll do pop, a diva faz sucesso não só pelo seu cabelo rosa-choque, mas também pelo seu estilo “revoltado” que virou tendência entre suas fãs.

Grife: Stella McCartney
Cor: Rosa-choque
Peça de roupa: Jeans desbotado e top.
Sapato: Tênis
Cabelo: Loiro, quase descolorido e bem curto. Mas, a cantora gosta também de pintar e usar diferentes cortes de cabelos.
Maquiagem: Maquiagem básica, com os olhos contornados de delineador preto e os lábios nude.
Acessórios: Maxi bolsa com caveiras


(Foto: Reprodução)

 Shakira
Para seguir as tendências da cantora é preciso deixar aflorar seu lado selvagem. Depois  de se tornar loira fatal, Shakira passou a investir em looks com um toque animal.
Grife: Calvin Klein
Cor: Branca
Peça de roupa: Muita estampa animal, camiseta branca e calças jeans
Sapato: Botas até o joelho são sua marca registrada.
Cabelo: Loiro (ruivo, ou moreno) com mexas mais claras. Sempre com o cabelão comprido e ondulado.
Maquiagem: Rímel e gloss transparente, sua maquiagem faz o estilo básico.
Acessório: Adereços com estampas animais, oncinha sempre cairá bem.


Fonte:PortalONNE.com

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com