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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Marc Jacobs Beauty chega ao Brasil em maio


Quando um dos estilistas mais adorados, comprados e influentes estilistas do mundo deixa escapar que vai se aventurar no mundo da maquiagem, bingo! As consumidoras enlouquecem na expectativa.

Foi o que aconteceu quando Marc Jacobs disse que desenvolveria sombras, bluses, esmaltes, batons, delineadores com a Sephora — ambas as marcas pertencem ao grupo LVMH.

A pergunta que não queria calar é: Quando a Marc Jacobs Beauty chega ao Brasil? Segundo Paula Larroque, vice-presidente da Sephora para a América Latina, os produtos chegam em maio de 2014.

Agora é esperar ou aproveitar para viajar se se jogar na linha do Jacobs.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Céline - must have entre modernas e antenadas



O templo da moda inglesa, Dover Street Market, no coração de Londres, recebeu recentemente uma incrível adição ao seu time de marcas badaladas, a francesa Céline. Referência de estilo desde a década de 60, a Maison Céline esteve por muito tempo esquecida por fashionistas e modernas. Desde 2008 quem comanda a marca é Phoebe Philo, estilista que criou um DNA novo para a casa, transformando-a em must have novamente. Feita para mulheres urbanas e contemporâneas, as peças Céline trazem um ar clássico e atemporal, ao mesmo tempo em que incorporam tendências de maneira sutil.

O espaço Celine foi concebido inteiramente por Philo e é lindo em sua simplicidade. O conceito é de um guarda-roupa onde você pode entrar e andar pelas peças, sem manequins, um ambiente bem intimista. Não coincidentemente, o corner da marca fica na ala masculina, deixando claro que a androgenia é parte fundamental do conceito da marca, assim como as estampas próprias e tecidos sofisticados que foram usados em almofadas e sofás. Como a Céline não tem flagship em Londres, o espaço da marca gerou um burburinho entre antenadas e fashionistas.

Parte do grupo LVMH, Céline foi fundada em 1945 pela francesa Celina Vipiana. Originalmente criada para ser uma marca de sapatos infantis feitos sob medida, a marca evoluiu para acessórios e roupas femininas . A linha de ready-to-wear apareceu na década de 60, tornando-se ícone de estilo com suas modelagens clássicas e design atemporal. Em 1997, o estilista americano Michael Kors assumiu o controle da Maison, e foi responsável pela marca até 2008, quando a francesa Phoebe Philo foi nomeada diretora de criação.

Nascida em Paris em 1973, Philo trabalhou como assistente de Stella McCartney na maison Chloé, se transformando posteriormente na diretora criativa, quando McCartney começou sua marca própria. Em apenas dois anos ela foi capaz de trazer a Céline de volta ao topo, como referência em estilo para todas as idades. Minimalismo, casacos 'wrap', estampas asiáticas, referências a peças masculinas e formas geométricas em looks inspirados na mulher que tem uma vida corrida, são algumas das características mais fortes da maison. Super fashion!

www.celine.com
www.doverstreetmarket.com

sábado, 13 de agosto de 2011

Marc Jacobs + Dior e Julie de Libran + Louis Vuitton... Será?

Julie de Libran com Sofia Coppola

Acabei de ler na Vogue que: "A LVMH ainda não se posicionou sobre a escolha do novo diretor criativo da Dior, mas as últimas notícias dão conta de que Marc Jacobs (quando foi apontado como substituto de Galliano no início do ano, ele declarou que não havia sido convidado) deve assumir o cargo.

Por enquanto, tudo não passa de especulação. Mas há uma movimentação na Louis Vuitton que dá força para esse boato. Julie de Libran, que trabalha há três anos ao lado de Jacobs na marca (ela é diretora de estilo da área feminina), de repente começou a aparecer na imprensa – antes de ingressar na LV, Julie passou dez anos na Prada com a própria Miuccia, depois de trabalhar com Gianfranco Ferré na Dior e na Versace.

Se antes Marc Jacobs respondia publicamente por todos os desfiles e coleções da Vuitton, nos últimos meses isso mudou. O melhor exemplo é o Resort 2012 da marca, comandado inteiramente por ela (com ajuda do olhar de Sofia Coppola) e assim creditado. O fato é um ponto fora da curva das grandes grifes, que raramente divulgam o nome de algum membro da equipe de estilo, deixando seus diretores criativos como porta-vozes oficiais.

O esforço da Louis Vuitton em fazer o nome de Julie ficar conhecido pode ter uma explicação: a grife está preparando a estilista para um cargo mais alto, provavelmente na própria casa. Agora, é só juntar as peças: Julie assumiria o lugar de Marc porque… O designer deve ser transferido para a Dior, outra marca importante do conglomerado. Não é uma má ideia, mesmo. A confiança de Bernard Arnault, CEO do LVMH, Marc Jacobs já tem."

Foto: Reprodução
Fonte:VogueBrasil

segunda-feira, 27 de junho de 2011

E ainda há boatos de que Galliano está na pior... Está mesmo! Porran!

   . Foto: AFP
John Galliano na chegada de seu julgamento em Paris - Foto: AFP
 
E ainda há boatos de que Galliano está na pior... Está mesmo! Porran! Depois da fofoca fashion de que ele voltaria para a Dior, Bernard Arnault, presidente da LVMH, empresa detentora das marcas Louis Vuitton e Dior, informou que não existe a possibilidade de John Galliano retornar a nenhuma das marcas do grupo, incluindo a que leva o nome do estilista, segundo informações divulgadas pelo jornal The New York Post.

Arnault negou que os executivos da empresa estejam conversando sobre o retorno do estilista à empresa e sobre a preocupação da possível reação do público e da mídia, como divulgado anteriormente pelo jornal.
"Ele não voltará a trabalhar para a LVMH. Depois do escândalo que culminou em sua demissão, ele sequer teve o mínimo de educação para me contatar", falou Arnault, lembrando do episódio ocorrido em fevereiro deste ano, quando o estilista foi flagrado fazendo comentários antissemitas durante uma discussão em um café parisiense.

Bill Gaytten, membro do time de designers da Galliano, foi anunciado na semana passada como o novo diretor criativo da grife Galliano. O profissional também fez parte do estúdio Dior e apresentou sua coleção masculina de primavera/verão em Paris na noite de sexta-feira (24).

O julgamento de John Galliano teve início na quarta-feira (22) e o estilista contou à corte que é viciado em álcool e remédios e, por isso, não consegue se lembrar dos comentários racistas que proferiu. Sua sentença está prevista para ser anunciada no dia 8 de setembro. Sidney Toledano, diretor executivo da Dior contou que o estilista chegou a ser advertido oficialmente por causa de seu vício em álcool e das constantes faltas ao trabalho em decorrência do problema. "Conversei com os advogados da empresa durante anos sobre o assunto", contou.

Nos últimos anos, as coleções de John Galliano mostram-se uma mistura de releituras e certamente entre os jornalistas de moda havia a sensação de que o envolvimento do estilista com a coleção era limitada, já que ele estava sempre com estilistas assistentes ao redor. Houve períodos em que Galliano mostrou-se produtivo e controlado, o que convenceu os diretores da LVMH a manterem seu contrato. Além disso, ajudaram os desfiles apoteóticos e os agradecimentos no backstage. Mas, ao que parece, se John Galliano quiser retomar a carreira, terá de ser em outra empresa.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O casamento real deve decidir o novo estilista da Dior...Como assim?

Se Sarah Burton, da Alexander McQueen, assinar o vestido de Kate Middleton, seu nome estará à frente no páreo . Foto: Getty Images

Desde a saída de John Galliano da Christian Dior, foram muitas as especulações sobre o nome que assumiria a direção criativa da marca. Boatos apontaram uma lista de possíveis nomes. Entre eles Tom Ford, Marc Jacobs, Alber Elbaz, da Lanvin, Haider Ackermann, Ricardo Tisci, da Givenchy, que faria dupla com Carine Roitfeld. 

Pois segundo o site WWD, o casamento do Príncipe William e de Kate Middleton, marcado para o dia 29 de abril, pode ser um fator importante para escolher o substituto de Galliano. 

Bernard Arnault, presidente do grupo LVMH, ao qual pertence a Dior, estaria esperando ver se Sarah Burton, diretora criativa da Alexander McQueen, foi quem criou o vestido de noiva de Kate, o que a colocaria à frente no páreo. Arnault teria achado uma boa oportunidade "relançar" a Dior tendo como estilista um profissional que vai ficar em alta em todo o mundo na próxima semana como autor da peça. 

Por outro lado, Ricardo Tisci estaria fazendo lobby para sua escolha para o cargo, mostrando aos diretores do grupo suas ideias e visão de futuro para a marca. Por enquanto, o estilista Bill Gaytten, da equipe de John Galliano, é quem assumiu a direção interna e tem coordenado os trabalhos de produção da coleção Cruise 2012.

quarta-feira, 9 de março de 2011

über-bafon: Parece que Tisci já assinou com a DIOR

Parece que Riccardo Tisci será mesmo o escolhido por Bernard Arnault para assumir a direção-criativa da Dior. O comentário em Paris é de que o estilista já chegou a assinar o contrato com a maison, fato que os executivos do grupo LVMH não confirmam, porém também não negam. O negócio é esperar...

                  Riccardo Tisci: será que vail rolar baixa na Givenchy? 
 
Fonte:Glamurama

Bvlgari agora é do grupo LVMH

 

Enquanto a Hermès luta contra o assédio agressivo do grupo LVMH (Patrick Thomas, o CEO da grife, declarou nessa Semana de Moda de Paris em frente dos jornalistas que “se você quer seduzir uma mulher linda, você não começa estuprando-a pelas costas” – a analogia deixou todo mundo boquiaberto), a família Bulgari vendeu 51% da sua empresa pra eles. O acordo é de US$ 5,2 bilhões, com Paolo e Nicola Bulgari mantendo os cargos de presidente e vice-presidente da empresa, e com a família conquistando 2 vagas no conselho de diretores do LVMH (eles se tornam também os que mais têm ações do grupo depois de Bernard Arnault). “Nossa entrada no LVMH permite à Bulgari reforçar seu crescimento global e alcançar notáveis sinergias, em particular nas áreas de compra e distribuição”, diz o CEO da marca comprada Francesco Trapani.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Marc Jacobs vai renovar contrato com Louis Vuitton

O estilista Marc Jacobs deve renovar seu contrato com a Louis Vuitton. Foto: Getty Images

O estilista Marc Jacobs deve renovar seu contrato com a Louis Vuitton. A informação é de seu sócio, Robert Duffy, que divulgou que o grupo LVMH não manifestou nenhuma intenção em mudar a parceria, iniciada em 1997 quando Jacobs foi contratado para lançar a linha de pret-à-porter da grife francesa. 

"Está apenas começando, mas ambos querem a continuidade. Não é nenhum segredo. Quando duas pessoas querem renovar seus votos, elas fazem", disse à imprensa internacional. 

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, também manifestou que a parceria deve continuar. "Marc Jacobs tem sido um enorme sucesso à frente da Vuitton, e ele está próximo ao espírito da marca", afirmou à edição asiática da revista Tatler.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Louis Vuitton x Hermès - A guerra fashion do ano

Compra secreta de 17% das ações da Hermès pelo grupo da Louis Vuitton deflagra batalha entre as duas principais grifes francesas

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O mercado de moda internacional tem sido palco de uma disputa entre dois gigantes. De um lado do ringue está a Hermès, a marca de luxo mais prestigiada do mundo, com 170 anos de excelência na fabricação de artigos de couro, entre eles a icônica bolsa Birkin. Do outro, o poderoso grupo LVMH, que administra uma dezena de grandes grifes, incluindo Dior, Marc Jacobs, Moet & Chandon e seu carro-chefe, a Louis Vuitton, também famosa por suas bolsas. Numa duvidosa manobra financeira realizada nos bastidores da bolsa de Paris, Bernard Arnault, presidente da LVMH e um dos homens mais ricos do mundo, adquiriu 17,1% das ações da Hermès, fato descoberto só no final de outubro. O inesperado ataque deixou em choque os herdeiros da companhia francesa, uma das últimas casas de moda financiadas majoritariamente por capital familiar, que resiste há décadas a investidas de conglomerados de negócios.

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TOPO
Birkin, a bolsa mais desejada da
Hermès, pode custar até R$ 91 mil
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FAMA
LV Speedy, conhecida como “bolsa
médica”, é o artigo mais vendido da Louis Vuitton


O interesse do grupo LVMH pela Hermès tornou-se público em 2008, quando Arnault fez uma proposta formal de compra de ações da empresa. Patrick Thomas, CEO que representa os cerca de 70 acionistas da sexta geração da família Hermès, recusou prontamente. Arnault não se deu por vencido e começou a estudar uma forma de conseguir as ações mesmo sem o consentimento dos sócios majoritários. Lançando mão de um estratagema financeiro, o grupo LVMH comprou de um agente financeiro o direito de adquirir as ações da Hermès sem revelar sua verdadeira identidade. “Para a família, não havia nada de suspeito na transação, que está totalmente dentro das leis do mundo financeiro”, explica Cristina Melo, professora de economia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “Porém, utilizar-se deste expediente para comprar ações secretamente não é uma prática bem-vista no mercado.”

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FARPAS DOURADAS
Patrick Thomas, CEO da Hermès, foi surpreendido
pelo ataque de Bernard Arnault (abaixo), presidente da LVMH
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O estilo agressivo de negócios de Arnault é notório. Em 1999, o grupo LVMH lutou por ações da grife italiana Gucci com outro conglomerado de moda francês, o PPR. Após perder a disputa para seu rival, Arnault tentou, sem sucesso, anular o contrato entre Gucci e PPR, alegando que havia sido prejudicado pela decisão da maison. Agora, mesmo com os apelos públicos da Hermès para que ele venda as recém-compradas ações da empresa, o magnata defende que suas intenções são pacíficas e amigáveis. “Não vejo como é possível o presidente de uma companhia pedir para que um acionista devolva sua parte”, disse Arnault ao jornal “Le Figaro”. “Nosso maior interesse é proteger a Hermès do capital suíço e chinês”, acrescentou. Thomas considerou a justificativa de Arnault “pura invenção” e declarou que a família mantém-se unida e focada no mesmo modelo de negócios de sempre. “Não pretendemos vender nenhum lote significativo de ações”, disse.

A ofensiva da LVMH ocorre no ano em que a Hermès registrou a melhor performance de toda a sua história. Segundo dados divulgados pela companhia, as vendas cresceram em média 20% em 2010, atingindo 1,6 bilhão de euros em apenas três trimestres. De julho a dezembro, as ações da grife subiram mais de 65%, tornando-se um dos ativos mais rentáveis da bolsa francesa. “Além da questão financeira, ter a Hermès em seu portfólio traz um enorme prestígio ao grupo LVMH”, afirma Suzane Strehlau, autora do livro “Marketing de Luxo”. “Com a popularização de sua principal marca, a Louis Vuitton, o conglomerado necessitava de um novo nome que representasse o máximo de exclusividade, caso da Hermès.” Enquanto a bolsa de Paris investiga a compra das ações pela LVMH, o grupo deve focar seus planos no futuro. “Mesmo que Arnault não consiga aumentar sua parte na Hermès hoje, a expectativa reside nas futuras gerações de herdeiros, que talvez não tenham a mesma paixão e desejo de união de seu fundador”, diz Suzane.

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 Fonte:Istoé

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Carine Roitfeld - o boato é que ela não saiu e sim... foi mandada embora

Outra versão sobre a saída da editora Carine Roitfeld da “Vogue” Paris começou a pipocar pela web. Diz que na verdade a revista de fim de ano era pra ser especial da LVMH (leia-se grupo da Louis Vuitton). Carine teria passado por cima desse “pedido” e chamou Tom Ford pra ser o editor convidado. E a diretoria da LVMH não teria gostado nada disso e deu um ultimato pra editora Condé Nast: “ou ela ou nós”. Ui! Enquanto isso, Ford nega que o plano seja que Carine volte a trabalhar com ele – agora em sua marca própria. Ele disse à jornalista Cathy Horyn que está tão surpreso quanto todos nós com a notícia e que “Carine e eu não temos planos de trabalhar juntos no momento, e isso também não é algo que a gente já tenha discutido. mas claro que acho que ela é brilhante e somos amigos próximos então quem sabe sobre o futuro?”
 
Quem vai ocupar essa cadeira?

Enquanto isso, a bolsa de apostas sobre quem ocupa a vaga está quente. Nomes fortes: Katie Grand (atual “Love“), Emmanuelle Alt (atual diretora de moda da “Vogue” Paris), Aliona Doletskaya (ex-“Vogue” Rússia), Olivier Zahm (atual “Purple“), e até Anna Dello Russo (atual “Vogue” Japão).

Fonte:LilianPacce

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

über-presente: Moët & Chandon Swarovski Elements


A Moët & Chandon cria especialmente para o Brasil edição limitada de suas desejadas garrafas personalizadas com cristais SWAROVSKI ELEMENTS na cor Golden Shadow


Poucos sabem festejar como a Moët & Chandon, a Maison que fez do champagne um ícone do luxo e das celebrações mundo afora. Por isso, a Moët reedita sua cobiçada garrafa personalizada com SWAROVSKI ELEMENTS. A novidade são as letras douradas, cor escolhida pela marca para as comemorações do final de ano, criadas com cristais na cor Golden Shadow, elaborados especialmente para o Brasil. As garrafas estarão disponíveis para compra através de um exclusivo Atelier Moët online.

Os fãs da marca terão a oportunidade única de encomendar suas garrafas de Moët personalizadas, que também estarão disponíveis nos cobiçados tamanhos Magnum (1,5 litros) e Jeroboam (3 litros) – e escolher a frase que querem escrever com os famosos cristais austríacos – nomes, datas e breves mensagens.

As garrafas personalizadas com cristais SWAROVSKI ELEMENTS na cor Golden Shadow, se transformam em um presente inesquecível.

A Moët customizada é o presente perfeito para as festas deste fim de ano, símbolo máximo de comemoração, exclusiva e luxuosa. O Atelier Moët online estará no ar apenas de 01 a 30 de dezembro de 2010.


Preços:

Moët Impérial 750ml R$ 300,00
Moët Rosé Impérial 750ml R$ 340,00
Moët Impérial Magnum R$ 550,00
Moët Rosé Impérial Magnum R$ 640,00
Moët Impérial Jeroboam R$ 1700,00
Moët Rose Impérial Jeroboam R$ 2700,00
 
Olha a versão que a gente fez pra über (só faltou aceitar o trema, mas tudo bem)... Não há jeito melhor pra começar o ano! 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Loewe é relançada no Brasil


O mercado de luxo no Brasil vem comemorando o seu melhor momento com a chegada de marcas internacionais renomadas. Decidida a conquistar o consumidor brasileiro, a grife espanhola Loewe anuncia sua entrada definitiva no país, inicialmente introduzindo a sua linha de fragrâncias que atualmente é vendida em mais de trinta países.

Símbolo do luxo e modernidade, a grife foi fundada em 1846, em Madrid, pelo alemão Enrique Loewe Roessberg, em parceria com artesãos especializados em couro. A prestigiosa marca, fruto da paixão Enrique Loewe pela cultura espanhola, está entre os principais nomes mundiais do segmento de moda e artigos de couro. Seu conceito combina tradição e trabalho manual com um espírito de constante renovação, envolvendo tendências e ao mesmo tempo mantendo-se exclusiva e prestigiada.

O luxo impecável de sua mais recente flagship em Valencia (Espanha)

Ícone do luxo da aristocracia espanhola durante séculos, a grife mantém até hoje o grau de desejo de seus consumidores e a perfeição em suas criações. Sua boutique na famosa Gran Via, em Madrid, foi inaugurada no final dos anos 30 e hoje é uma das flagships da grife. Presente com lojas próprias na Espanha e França, seus produtos também podem ser encontrados em lojas luxuosas ao redor do mundo, como a britânica Harrods, El Corte Inglés, Bergdorf Goodman, Galeries Lafayette, além de outros seletos locais da Europa, América, Ásia, Oceania e Oriente Médio.

Fachada externa da flagship em Valencia, projetada por Peter Marino

Foi a partir dos anos 70 que a Loewe entrou no segmento de perfumaria, criando essências sedutoras e estimulantes. Os perfumes da Loewe já podiam ser encontrados no varejo brasileiro, graças á distribuição da Neutrolab. Agora que é distribuída pela divisão de Perfumes e Cosméticos do grupo LVMH, que controla a marca desde 1996, a Loewe passa por um reposicionamento. A fragrância feminina Aire Loco será o destaque do desembarque oficial da marca no país. De acordo com a empresa, essa criação representa um conceito inovador que combina grandeza, desejo e luxo.

A Loewe seguirá uma estratégia de distribuição seletiva como no mercado europeu e demais países, buscando ganhar destaque e ares de exclusividade por aqui, já que estará presente apenas nas melhores perfumarias do país.

A fragrância feminina Aire Loco, com
lançamento previsto para Novembro de 2010

De acordo com Monica Ceballos, Gerente de Marketing da grife no Brasil, “o conceito Loewe combina um equilíbrio entre a tradição e a modernidade, trabalhando sempre com tendências, sem perder a essência da marca. É muito importante manter os elementos que uma marca de luxo precisa para ser exclusiva no mercado. Queremos conquistar os brasileiros, assim como o mercado europeu foi seduzido”.


Em recente visita ao Brasil, Cedric Mahe, Gerente de Marketing da Loewe para as Américas, concedeu entrevista e contou-nos sobre a estratégia de negócios da marca no Brasil:

 Qual o público-alvo da Loewe no Brasil? Quais as estratégias da marca para conquistar o consumidor brasileiro?
Cedric Mahe: A Loewe tem como público-alvo homens e mulheres de alto poder aquisitivo, interessados por moda e que valorizem a sofisticação, elegância e a excelência. A marca esteve presente em cerca de 200 pontos-de-venda no país. Agora, sendo distribuída pelo grupo LVMH, nosso objetivo é reposicioná-la, diminuindo a concentração de pontos-de-venda para cerca de 20 unidades, todas localizadas em lugares-chave do segmento do Luxo. Pretendemos, assim, ter a nossa marca consolidada e expandida, sempre buscando a imagem impecável, apostando nos locais de venda e no treinamento de nossos funcionários, buscando o reconhecimento como uma marca de luxo, que desperte o desejo.

 Como será a comunicação da Loewe no Brasil?
Cedric Mahe: Em uma primeira etapa, teremos uma forte campanha de lançamento para antes do final deste ano, permitindo a nosso consumidor conhecer nossas fragrâncias e a marca em si. Em uma segunda etapa, teremos campanha em TV por assinatura e faremos publicações em revistas especializadas em beleza, moda e dirigidas ao público feminino.

Onde poderão ser encontrados os produtos da marca?
Cedric Mahe: Os produtos Loewe estarão disponíveis em perfumarias especializadas e localizadas em locais de varejo de luxo, como a Perfumaria Fauré do Shopping Iguatemi São Paulo, a Fragrance do Shopping Cidade Jardim, as perfumarias Suil e Vent Vert do Morumbi Shopping, Calèche e outros pontos em locais estratégicos.

A Loewe tem planos de trazer lojas com o seu portfólio completo de produtos, já que a marca é forte em artigos de couro e moda feminina e masculina?
Cedric Mahe: Estamos sempre estudando oportunidades em mercados potenciais. O Brasil é hoje um dos países com maior potencial para negócios do luxo. Não temos informações precisas ainda, porém o mercado brasileiro de moda é um de nossos alvos.

Fonte:gestãodoluxo-FAAP

LVMH compra participação acionaria da Hermès

O plano da LVMH em dominar o universo do luxo subiu mais um degrau após a aquisição de 1501600 em cotas da Hermès Internacional, o que equivale a 14,2% do capital social da grife francesa.

Não é de hoje que sabemos que a Hermès tem tomado um lugar de destaque no mercado, teve um aumento de 20% nas vendas durante o primeiro semestre de 2010, ajudado por fortes vendas na Ásia, particularmente a classe emergente da China, tudo isso graças as suas bolsas e lenços que seduzem os ultra-ricos. A Hermès está sob o comando da família Dumas desde sua fundação por Thierry Hermès. O capital foi aberto em 1993 e o seu presidente foi o tataraneto de Thierry, Jean-Louis Dumas que presidiu a empresa até 2006.

 
A estratégia da LVMH é ajudar na preservação da família e os atributos da grife francesa, sendo um acionista em longo prazo, ainda não foi cogitada uma oferta de compra para assumir o controle, mas isso não esta descartado. A LVMH pretende agora converter mais 301246 em cotas de instrumentos derivados que totalizará cerca de 18017246 em cotas, ou seja, 17,1% do capital. O custo total da aquisição soma quase 2 bilhões de euros. O que não se sabe é como a LVMH conseguiu comprar as cotas com um preço médio de 80,5 euros ontem. Um desconto de 54,5%, visto que as cotas da Hermès fecharam na sexta feira com um preço médio de 176,2 euros.
 
É parece que Bernard Arnault não dorme em serviço!
 
Fonte:http://marketingnaweb2009.blogspot.com/

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Phoebe Philo - It minimalismo


Referência de estilo desde a década de 60, a Maison Céline esteve por muito tempo esquecida por fashionistas e modernas. Desde 2008 quem comanda a marca francesa é Phoebe Philo, estilista que criou um DNA novo para a casa, transformando-a em must have novamente. Feita para mulheres urbanas e contemporâneas, as peças Céline trazem um ar clássico e atemporal, ao mesmo tempo em que incorporam tendências de maneira sutil. Looks sóbrios são quebrados com toques de jeanswear e um pouco de cor, e uma silhueta original faz com que as combinações sejam amadas por mulheres de todas as idades.

Parte do grupo LVMH, Céline foi fundada em 1945 pela francesa Celina Vipiana. Originalmente criada para ser uma marca de sapatos infantis feitos sob medida, a marca evoluiu para acessórios e roupas femininas . A linha de ready-to-wear apareceu na década de 60, tornando-se ícone de estilo com suas linhas clássicas e design atemporal. Em 1997, o estilista americano Michael Kors assumiu o controle da Maison, e foi responsável pela marca até 2008, quando a francesa Phoebe Philo foi nomeada diretora de criação.

Nascida em Paris em 1973, Philo trabalhou como assistente de Stella McCartney na maison Chloé, se transformando posteriormente na diretora criativa da marca quando McCartney abriu começou sua marca própria. Em apenas dois anos ela foi capaz de trazer a Céline de volta ao topo, como referência em estilo para todas as idades. Na coleção Spring/Summer 2011, apresentada na ´Paris Fashion Week o minimalismo - marca da estilista - continuou forte, combinado a casacos 'wrap', estampas asiáticas e formas geométricas, em looks inspirados na mulher que tem uma vida corrida. Referências a uniformes industriais em peças masculinas fizeram o balanço perfeito entre o sofisticado e o casual.

Com uma predominância de diversos tons de branco (do alvíssimo ao off-white), a coleção de primavera/verão usa cores com parcimônia, para criar peças alegres e discretas ao mesmo tempo. Toques de azul cobalto, verde esmeralda e laranja deixam as calças com silhueta masculina originais e cool que, combinadas a referências ao sportswear, ganham um ar urbano e sofisticado. Ideal para a mulher contemporânea que pode usar os looks do trabalho ao happy hour, sempre com um ar chic e moderno. Kimonos, lenços vintage e decotes exóticos e profundos completam as produções.

http://www.celine.com

Fonte:Taste  

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

10 siglas da moda desvendadas

No imenso mundo da moda, entre diversos nomes de grifes, as siglas concentram um bom percentual e normalmente são envoltas por lendas urbanas. Você deve ter alguma peça de roupa cuja marca é representada por uma sigla, mas você sabe o que ela siginifica? Pensando nisso, separamos o significado de 10 siglas muito famosas da moda nesta matéria exclusiva. Confira: 



Y-3
 O significado deste nome reúne o Y, do designer japonês Yohji Yamamoto, e as 3 listras famosas da Adidas. Iniciada em 2003, esta parceria é sucesso de público e crtítica por unir as criações vanguardistas de Yamamoto com os tecidos tecnológicos e visual esportivo da Adidas.


VPL (Visible Panty Line)
Estilista, Victoria Bartlett tinha uma visão para criar uma coleção para preencher o nicho entre lingerie e roupas esportivas. Surgia a Visible Panty Line, com um conceito simples de tornar a roupa uma parte visível, alicerçada nos princípios fundamentais de conforto, funcionalidade e estilo.


GAP                                                                                                                                                                       
A palavra gap em inglês significa fenda, lacuna. Na grife, referencia a lacuna de mercado vista por jovens que não queriam roupas de adolescente nem de adulto. A marca surgiu em São Francisco, nos Estados Unidos, em 1969, para suprir esta carência. A ideia de que GAP significa "Gay and Proud" (gay e orgulhoso, em português) não passa de lenda urbana, que ganhou força devido ao grande número de homossexuais de São Francisco.


H&M (Hennes & Mauritz)
Marca sueca, nasceu como loja feminina "Hennes", significado na língua para "dela". Fundada por Erling Persson, que em 1968 adquiriu as instalações e estoque de uma loja de equipamento de caça chamada Mauritz Widforss Estocolmo, passando a expandir suas linhas masculinas. O nome mudou para Hennes & Mauritz , mais tarde abreviado para H&M.



LAMB (Love. Angel. Music. Baby) 
Reúne as iniciais do nome do 1º álbum solo da cantora Gwen Stefani, "Love. Angel. Music. Baby." Fundada em 2003, a marca de Gwen ainda congrega uma marca de calçados, relógios, bolsas e perfumes chamada "L".


TNG (Teenager)
TNG é a abreviação da palavra em inglês teenager (adolescente). Com esse nome, a marca só poderia mesmo focar nos jovens, e é isso o que faz há mais de 20 anos, sob o comando de Tito Bessa Júnior. No começo, era voltada apenas para o público masculino. Depois de um tempo, começou a criar também para as mulheres. Isso foi no começo dos anos 2000 e logo em seguida, em 2003, fez sua estreia no Fashion Rio.


ACNE (Ambition to Create Novel Expressions)
Em português, "Ambição para Criar Novas Expressões". É uma fabricante sueca de jeans, unindo estilos inovadores com um guarda-roupa versátil para homens e mulheres, desde T-shirts de algodão a calçados e acessórios de luxo. A marca já fechou uma parceria inclusive com Lanvin.


BCBG Max Azria (Bon chic, bon genre)"Bom estilo, boa atitude", essa é uma tradução bem literal do significado das letras. A marca é comandada pelo estilista Max Azria, sob a supervisão da sua mulher, Lubova. Tem 475 lojas de varejo no mundo, e uma série de outras linhas. Recentemente, adquiriu a etiqueta Hervè Léger, dos famosos vestidos bandagem.




C&A (Clemens e August Brenninkmeijer)
A sigla corresponde ao nome dos irmãos fundadores da marca. Criada na Holanda em 1841, conta hoje com filiais na Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Eslováquia, Espanha, França, Hungria, Luxemburgo, México, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Rússia, Suíça, China e Turquia.



DKNY (Donna Karan New York)
Fundada em 1989, Donna Karan New York é uma criação da designer-chefe homônima, seu marido, Stephan Weiss, e a empresa de gestão de moda Takihyo. Tinha uma meta desafiadora de combinar conforto e luxo em suas linhas. Em 2001, foi comprada pela francesa LVMH (Louis Vuitton Moet Hennessy).

Fonte:Use Fashion

domingo, 16 de maio de 2010

Conglomerado de luxo LVMH negocia a venda da Kenzo



O conglomerado francês LVMH (que controla as marcas de luxo Louis Vuitton, Celine, Loewe, Givenchy, Fendi, Donna Karan e Marc Jacobs) está interessada em vender um dos nomes de seu portfólio, a Kenzo, adquirida em 1993 por US$ 80,5 milhões.

Segundo o jornal especializado WWD, a gigante do luxo contratou uma empresa de investimentos para avaliar a possível venda da marca fundada em 1970 por Kenzo Takada. A estimativa de preço e a identidade dos possíveis compradores interessados ainda não foram reveladas. Um porta-voz da LVMH disse apenas que "a empresa não comenta rumores."

Fonte:http://chic.ig.com.br/moda/noticia/conglomerado-de-luxo-lvmh-negocia-a-venda-da-kenzo

domingo, 11 de abril de 2010

Inbrands deve anunciar a compra das marcas Richards e Salinas


O poderoso grupo Inbrands, detentor das marcas Ellus, Alexandre Herchcovitch, Isabela Capeto e 2nd Floor, deve anunciar nessa segunda-feira (12/04) a compra das marcas Richards e Salinas. Esse povo compra tudo e não demora muito eles serão a LVMH brasileira, estou até pensando em vender parte da über fashion marketing pra eles.

terça-feira, 9 de março de 2010

“Na real, meu objetivo é dominar o mundo!”



Em 11 de fevereiro o mundo da moda se chocou pela última vez com o estilista londrino Alexander McQueen. Dessa vez, infelizmente, porque ele fora encontrado morto em seu apartamento em Mayfar, Londres. O enfant terrible, o bad boy da moda britânica não poderia mesmo ter um fim convencional. Afinal, ao longo de seus 40 anos, ele nunca foi dado a convenções mesmo.

Filho de um humilde taxista, Lee Alexander McQueen precisou abandonar a escola aos 16 anos e passou a estagiar em boutiques da tradicional rua de alfaiataria inglesa Savile Row como Anderson & Sheppard e Gieves & Hawkes, onde confeccionou ternos que seriam usados por poderosos como o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Passou, então, um curto período de tempo na alfaiataria de Romeo Gigli, na Itália.

Dessa época, herdou uma técnica precisa no feitio de ternos. Louise Wilson, diretora do curso da Central Saint Martins, disse em entrevista à revista americana WWD, que o estilista trouxe essas habilidades ao curso que frequentou, tendo se formado em 1994. “Ele tinha trabalhado na Itália para pessoas como Romeo Gigli, e tinha habilidades que faziam com que distorcesse o corpo da mulher e alargasse os limites do corte e da alfaiataria”.

Sua formatura na prestigiada universidade londrina já mostrou que o designer viria para ficar. A stylist – conhecida por guru fashion – Isabella Blow se encantou tanto com a coleção apresentada por McQueen que a comprou inteira, por 5 mil libras, e deu o impulso de que Alexander precisava. Segundo o jornal NY Times, seus primeiros desfiles em Londres, em locais de estilo underground, foram recebidos como um break das tradicionais coleções de luxo mostradas em outros lugares na Europa. O interessante na obra de McQueen é que, apesar de ter estagiado com alfaiates extremamente clássicos, ele virou o nariz para as convenções do estilo inglês e apresentou coleções chocantes nas passarelas, que faziam de seus desfiles verdadeiros espetáculos de moda.




Difícil enumerar todas as vezes que sua ousadia tirou o fôlego da crítica, mas alguns exemplos marcantes são as roupas feitas com ossos de animais, a produção das modelos, que ora pareciam pacientes de um sanatório, ora se assemelhavam a peças de xadrez em tamanho humano. Sua controversa coleção Highland Rape, de 1995, a base de tecidos remendados e patchwork e o desfile realizado em 2008 em homenagem à amiga Isabella Blow (que havia se suicidado) - com uma cortina em forma de asas angelicais e um pôster com a imagem de Isabella indo aos céus em uma carruagem puxada por cavalos alados - foram outros momentos inesquecíveis de sua carreira.

Com uma personalidade tão forte e obras-primas da moda, Alexander não demoraria para chamar a atenção de grandes empresários. Em 1996, seria chamado pelo grupo LVMH para assumir a direção criativa da Givenchy, no intuito de modernizar a marca, conhecida por seus vestidinhos pretos. McQueen aceitou a proposta e os cinco anos à frente da maison foram necessários para seu amadurecimento. Já em 1996 ganharia o primeiro de quatro prêmios British Designer of the Year (os outros foram em 1997, 2001 e 2003). Alexander ganharia ainda, ao longo de sua carreira, o prêmio de Men's Designer of the Year em 2004 e de Best International Designer pelo CFDA em 2003 e recebeu uma homenagem da rainha Elisabeth II por serviços prestados à indústria da moda.



Seu método criativo, é claro, não era nada convencional. “Ele literalmente cortava tecidos direto do rolo, dispunha no chão e pedia a tesoura a sua assistente. Aí ele ia pensar em como 'atacar' o pedaço de tecido. E eis um vestido ou um blazer surgindo”, disse à revista WWD a stylist Camilla Nickerson. “Lembro a primeira vez que vi Alexander McQueen,” completou Suzy Menkes do International Herald Tribune. “Ele estava em um pequeno apartamento no East End. Todo o chão estava caótico com pedaços de tecidos e coisas ao redor, pedaços de fios…” Pois, assim com suas raízes e seu estágio pela Savile Row, sua temporada à frente da Givenchy também acrescentou elementos à obra de McQueen e muitas de suas peças tinham acabamento de alta-costura e eram vendidas sob encomenda. “A moda deveria ser uma forma de escapismo, e não de prisão”, disse em uma entrevista ano passado. Realmente, suas coleções misturavam contos de fada à sua própria biografia e tinham sempre o tempero da vanguarda.

“Ele trouxe um senso muito britânico de coragem e uma ousadia estética ao palco global da moda. Em tão curta carreira, a influência de Alexander McQueen foi impressionante — do street style à cultura musical e aos museus”, disse a editora da Vogue americana Anna Wintour. E ela tem razão, pois McQueen foi além das passarelas. Em 1997, foi diretor de arte da capa do álbum da Björk “Homogenic”, e dirigiu o clipe de uma das faixas do álbum “Alarm Call.” Ele também desenhou o blazer vestido por David Bowie na capa de seu álbum “Earthling” e Lady Gaga usa peças da atual coleção primavera verão do designer — incluindo os famosos sapatos Armadillo — no clipe do single “Bad Romance".



Em toda sua obra, McQueen expunha sua característica agressiva, e uma fascinação por assuntos dark. “Sua imaginação brilhante não tinha limites. Por um lado, ele era o mestre do fantástico, criando assombrosos desfiles de moda que misturavam design, tecnologia e performance. Por outro, era um gênio moderno cuja estética gótica foi adotada por mulheres do mundo todo", disse Alexandra Shulman, editora da Vogue britânica. Além de toda sua contribuição artística, McQueen tinha orgulho de sua marca apresentar grande valor econômico: sua grife (hoje controlada em 51% pelo Grupo Gucci, filial da PPR) tem atualmente 11 lojas próprias, 194 pontos de venda em 39 países e emprega 180 pessoas. E ele era admirado também por chegar onde todo estilista desejo: o topo da pirâmide da moda, mas com a preocupação cada vez maior de chegar a mais e mais pessoas. Há poucas estações, apresentava seus desfiles ao vivo pela internet, com o intuito de chegar a países que não tinham acesso a suas coleções. E brincava: “Na real, meu objetivo é dominar o mundo!”

Fonte:http://www.gestaodoluxo.com.br/

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