Megan Fox e Chris Folz para Armani Sport Code 2012
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sábado, 6 de outubro de 2012
domingo, 13 de março de 2011
über-green: A História do eco fashion
A sustentabilidade tem sido um tema cada vez mais discutido, e vem sendo adotada por muitas empresas que começam a olhar para os problemas sociais e ambientais que enfrentamos em nosso planeta. É com esta preocupação e com o objetivo de solucionar o tais problemas, que nasce a ideia de moda sustentável.
Para entender melhor as chamadas “Questões Verdes” temos que pensar um pouco sobre o surgimento do tema. Com início na década de 50 com a introdução do Ar Limpo (1956 e 1968) e os anos 60, quando o ambientalismo atingiu de fato moda através do estilo e pensamento hippie. Nesta década houve também a publicação em massa da causa ambiental. Mas foi nos anos 70 que estas questões começaram a surgir no cenário governamental em 1972 com o Limits to Growth Report. e a Conferência de Estocolmo. Este período coincidiu com a opinião pública forte do meio ambiente, já que esta foi na década em que o Greenpeace foi fundado. O Livro Verde da Comissão Européia e o Livro Verde sobre o Ambiente Urbano (1990) foi o ponto de partida no despertar ambiental. Em 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), estabeleceu uma série de diferentes iniciativas para promover a aceitação de desenvolvimento sustentável no mundo inteiro.
A moda como uma das maiores indústrias de produção e consumo, não podia estar fora dessa tendência sustentável. Acredito que para a indústria da moda a idéia ecológica seja uma questão óbvia, visto que a moda se faz através do pensamento coletivo. Hoje vivemos uma intensificação progressiva do pensamento dos jovens dos anos 70 , onde o eco fashion deixa de ser um assunto de grupos alternativos passando a ser tema inserido no dicionário fashion .
A onda eco fashion está começando a ocupar papel de destaque no cenário da moda, principalmente, porque deixou de ser produzida por marcas desconhecidas e ganhou etiquetas de grifes renomadas e a atenção de grandes estilistas como Stella McCarteney , Phillip Lim. Outros estilistas como Oscar de la Renta, Anna Cohen, John Patrick Organic, Linda Loudermilk, e marcas de vestuário e calçado como Patagonia, Armani e Levis são exemplos de moda mais sustentável com linhas de algodão orgânico e materiais ecológicos inovadores, como fibras têxteis de bambú, pó de café, milho e algas, nas suas coleções, mostrando que roupas e acessórios que contribuem para a preservação do planeta estão na moda. Outro exemplo do sucesso desta tendência foi o lançamento de uma bolsa de algodão orgânico da estilista Anya Hindmarch em 2007. “I’m not a plastic bag” (Não sou um saco de plástico). Foi um sucesso de vendas em supermercados na Inglaterra.
A moda sustentável tem servido de veículo de difusão de uma nova consciência social e ambiental. Ali Hewson e o cantor Bono, da banda irlandesa U2, criaram em 2005, a EDUN, uma marca de roupas com tecidos orgânicos produzidos por comunidades locais da África. A EDUN assume a responsabilidade social e ética da marca através da criação de negócios e emprego sustentável e do compromisso com os princípios do comércio justo nos países em vias de desenvolvimento, particularmente na África Sub-Sahariana. As T-shirts produzidas pela marca são em algodão orgânico, 100% biodegradáveis. A marca EDUN está presente na Índia, Perú, Tunísia, Quénia, Lesoto, Ilhas Maurícias e Madagáscar.
A moda ecológica pode também refletir a adoção de comportamentos e estilos de vida mais sustentáveis das sociedades atuais. Na Europa e nos Estados Unidos, as marcas de vestuário e calçado, especializadas em moda ecológica, estimulam a criação de comunidades de consumo mais sustentável como a Organic Avenue, em Nova York.A marca inglesa Marks & Spencer e a japonesa Uniqlo apostaram em campanhas para incentivar os seus consumidores a reciclar e reutilizar roupas usadas. Os materiais em bom estado de conservação descartados pelos consumidores são enviados para doação a campos de refugiados em países em desenvolvimento. O restante é transformado em novas fibras têxteis, utilizadas para sistemas de isolamento térmico industrial ou convertidos em matéria-prima para produção de energia. Em troca, os consumidores ganham vouchers de desconto para utilizar em novas compras.
O que vemos, portanto é que a sustentabilidade está mesmo na moda e é fruto da busca de todo ser humano que em seu dia-a dia procura manter o equilíbrio do ecossistema através de suas atitudes, tomando iniciativas críticas e inovadoras para criação de uma sociedade ambientalmente sustentável!
Fonte:modaecologica.blogspot.
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sábado, 2 de outubro de 2010
Naomi Campbell banca a dominatrix ao lado de homem nu
Comemorando 25 anos de carreira, a top model Naomi Campbell posou incorporando uma dominatrix em um dos editoriais do mês de outubro da revista Interview.
Quem assina as imagens é a conhecida dupla de fotógrafos Mert Alas e Marcus Piggott, que possui trabalhos publicados pela Armani, Dsquared2, Calvin Klein, entre outros catálogos.
No editorial, a britânica aparece usando roupas das grifes Gucci, Bottega Veneta e Lavin e torturando o modelo Alex Kovas, que está nu e com o corpo repleto de tatuagens.
Fonte:TerraModa
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domingo, 22 de agosto de 2010
Marc Jacobs cria roupas para manequim tamanho 48
(Foto: Divulgação) |
O presidente Robert Duff, da grife Marc Jacobs, anunciou em seu Twitter, que a próxima coleção da grife poderá ter tamanhos grandes nas lojas da marca.
O parceiro do estilista Marc Jacobs pretende estampar, em uma próxima coleção, modelos com manequim tamanho 48, já que estas roupas não são encontradas em lojas de grifes grandes, como Armani, Versace, Dior, entre outras.
A ideia partiu depois que Robert Duff não encontrava roupas certas para seu corpo em lojas famosas do mundo da moda. Ele declarou que pretende não chamar os modelos de plus size e sim de acima da média.
O presidente e o estilista estão trabalhando com outros parceiros, para que o projeto saia do papel e entre no guarda-roupa das mulheres que têm o manequim maior que o número 48.
O parceiro do estilista Marc Jacobs pretende estampar, em uma próxima coleção, modelos com manequim tamanho 48, já que estas roupas não são encontradas em lojas de grifes grandes, como Armani, Versace, Dior, entre outras.
A ideia partiu depois que Robert Duff não encontrava roupas certas para seu corpo em lojas famosas do mundo da moda. Ele declarou que pretende não chamar os modelos de plus size e sim de acima da média.
O presidente e o estilista estão trabalhando com outros parceiros, para que o projeto saia do papel e entre no guarda-roupa das mulheres que têm o manequim maior que o número 48.
Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/14315/acima-da-m-dia
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Couture - Chanel e Armani
Duas das marcas mais sofisticadas do mundo, Chanel e Armani, apresentaram em Paris suas coleções de alta costura. Confira as tendências para o outono inverno!
Confira as tendências para o outono/inverno desfiladas em Paris pelas tradicionais marcas Chanel e Armani:
Confira as tendências para o outono/inverno desfiladas em Paris pelas tradicionais marcas Chanel e Armani:
Chanel - Em um dos desfiles mais esperados da temporada parisiense de alta costura, a Chanel levou para o Grand Palais um leão de sete toneladas, representando o signo e a personalidade forte de Coco Chanel. O responsável pela Maison, Karl Lagerfeld, apresentou uma coleção de outono de inspiração medieval. Modelagens estruturadas, silhuetas amplas, cores diversas, vestidos com brilhos sofisticados, os xadrezes e as estampas florais foram alguns dos destaques nos looks Chanel. A tradicional marca francesa também mostrou um novo comprimento para vestidos, saias e casacos, com as peças no meio da canela.
Os looks do desfile começaram mais sérios, com casacos e tailleurs de lã sóbrios, sempre evidenciando a silhueta oversized. Pulseiras largas de pedrarias acompanharam quase todas as modelos, assim como botinhas de cano médio, feitas em couros enrugados e texturizados ou do mesmo tecido da roupa, sem nunca esquecer as biqueiras escuras, fazendo referência aos sapatos bicolor que se tornaram clássicos por conta de Mademoseille Chanel. A cartela de cores foi composta por diferentes tons de vermelho, e cores sóbrias como areia, marrom, preto e azul. Sempre lançando moda quando o assunto é esmaltes, as modelos Chanel usaram uma nova cor, um tom de vermelho queimado, que tem tudo para se tornar must have na próxima temporada. Muito luxo e sofisticação!
Armani - Deixando os luxuosos vestidos destinados para os red carpets em segundo plano, Giorgio Armani começou seu desfile em Paris apresentando uma coleção sóbria, voltando às suas origens na alfaiataria. Tudo com muita sofisticação. A coleção de outono/inverno 2010-2011 prestou uma homenagem a velha Hollywood dos anos 40, com modelos sexys e ainda sim discretos. Tailleurs, jaquetas drapeadas, capas de crepe e roupas assimétricas dominaram os looks dia, que apareceram em diversos tons de bege, que deram um tom de glamour para a coleção.
Destaque para os ombros marcados, e as saias evasê, que deixaram a mulher Armani ainda mais feminina. A peça mais comentada de toda a coleção foi o macacão, que é metade ajustado e metade oversized, fazendo a ponte entre as roupas para o dia e os vestidos de noite. Em seus modelos longos, ele abusou nos drapeados com cascatas de dobra de cetim, brilho sofisticado com vestidos inteiros bordados de lantejoulas e uma cartela de cores que faz uma brincadeira com a cor âmbar. Impecável!
http://www.giorgioarmani.com/
Fonte:Tastenews
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Marcas de Luxo go online
A visita a uma boutique deve proporcionar ao consumidor a maior interatividade possível, visto que estamos falando de produtos sensoriais por sua essência. Esse tipo de compra demanda alta apreciação estética e utilização dos sentidos humanos como toque, visão e aroma.
As lojas de produtos de luxo são elementos fundamentais durante o processo de venda desses produtos no varejo. Sua atmosfera remete a palavras como sentimento, sensação, impressão, entre outras.
Mas como sustentar uma experiência de compra inesquecível?
Pesquisas apontam que os consumidores regulares de alto luxo (também conhecidos como affluents), estão preparados para comprar online.
Existem três expertises vitais para alcançar o sucesso de uma marca de luxo na “aventura” online:
1-Habilidade para vender para um público mais distante (geograficamente) de suas lojas.
2-Oferecer aos clientes a indulgência da conveniência.
3-Proporcionar um espaço para que clientes potenciais possam pesquisar e desenvolver o desejo pelo seu produto.
E, claro, manter os valores da marca.
Sem dúvida, o desafio atual é reproduzir o ambiente psicológico do luxo na internet. Marcas de luxo precisam estar um passo na frente nas redes sociais, por exemplo. Muitas estão desenvolvendo seus próprios social networkings ou comunidades que exigem convites exclusivos. Os maiores cases de sucesso mantém a regra máxima do segmento da “qualidade sobre quantidade”.
Importante termos em mente que a web 2.0 (redes sociais) não se justifica somente na criação do marketing viral. Marcas de luxo precisam de social media de luxo! Elas devem ser estratégicas o suficiente para encontrar a segmentação correta (nichos) e se comunicar com seus top consumers, assim como seus fãs aspiracionais.
Nesse “novo mundo” de conveniência e alta tecnologia, as oportunidades que o e-commerce agrega ao processo de distribuição e seu impacto nas estratégias offline é imenso. Entretanto, é sabido que muitas marcas têm repudiado a ideia, com medo de prejudicar sua imagem, que pode ser atrelada à venda para as massas ou à temida “cultura do desconto”.
Pesquisas apontam que os consumidores regulares de alto luxo (também conhecidos como affluents), estão preparados para comprar online. Em recente pesquisa, o Institute of Luxury Home Marketing revelou que 80% dos consumidores de luxo estão online e 20% faz negócios através do seu networking virtual. Também deixam claro que gostariam de se relacionar com suas marcas preferidas através do Facebook ou LinkedIn. O Twitter, fenômeno de adesão no Brasil em 2009, ainda não gerou grande interesse por parte desse público.
Outra pesquisa, encomendada pela Ledbury, revelou que o consumidor europeu de alto luxo sente-se mais confortável em efetuar todo o processo de compra online do que trocar emails e passar dados para um vendedor. A pesquisa aponta que 47% deles já compraram produtos acima de 250 libras pela internet. Em comparação a clientes normais, somente 16% gasta esse valor. A pesquisa finaliza com a conclusão de que 77% dos consumidores de alto luxo não concordam que uma marca de luxo se tornaria menos exclusiva se vender seus produtos online.
O crescimento exponencial do share de vendas na web em todo o mundo é um fato que não pode mais ser ignorado.
Apesar de algumas marcas de luxo ainda não se sentirem preparadas para a venda online, não há razão para a internet não ser utilizada para disseminar informação e criar desejos. Importante somente lembrar que o e-commerce no mercado de luxo requer formas inovadoras de diferenciação para gerar mais tráfego online e manter a lealdade do consumidor.
Ushe Okonkwo, analista independente de negócios de luxo com base em Paris, afirma que o grande desafio é montar a estratégia online transferindo o “look and feel” dos produtos e ambientes das lojas para o universo digital. Como exemplo, ela cita o case da Gucci.com que chega mais próximo na tentativa de substituir o atendimento humano offline. Eles oferecem uma “personal shopper online”. E, para deixar o serviço realmente customizado, exigem que o cliente preencha um formulário, envie e aguarde um contato posterior por telefone.
Desde 2001, a IHT (International Herald Tribune´s) Luxury Business Conference tem sido um sucesso.
Depois da Sustainable Luxury em Nova Déli, capital da Índia, ano passado, a TechnoLuxury surpreendeu os 450 participantes de 35 países que reuniram-se em Berlim no último novembro para analisar a fundo o desafio das marcas de luxo no mundo digital.
Reynaldo Pasqua, Diretor de Marketing da Carmin, fez o seguinte comentário sobre o evento: “O branding online aumentou o desejo nas lojas físicas, em ruas e shoppings. Você cria e desperta o desejo online e as pessoas buscam também uma experiência de compra offline. O online e o offline se complementam e dão sustentabilidade de marca e vendas um ao outro. O futuro do luxo não existirá sem a sedução virtual, cada vez com mais velocidade, qualidade e interatividade. Os novos consumidores do luxo são os jovens, potenciais consumidores de amanhã. Para quem inovar, os resultados virão.”
Não há dúvida que a importância da marca no marketing de luxo é incontestável e o cuidado com sua imagem deve ser redobrado:
Deixe o cliente “sentir” a promessa da sua marca. A importância de criar um elo emocional entre o cliente e a marca, no segmento de luxo, muitas vezes, vai além do produto e serviço oferecidos.
Encontre seus fãs mais ardorosos. Além dos clientes que já compram a marca, é importante nutrir o relacionamento com aqueles que “aspiram”, que “sonham” com ela. Assim como meninos que sonham, hoje, em ter uma “Ferrari”. Esse tipo de ação pode assegurar que, quando puderem pagar por um carro de luxo, não hesitarão na escolha da marca.
Crie experiências exclusivas. Um ponto muito positivo nas mídias sociais é a quantidade de oportunidades disponíveis para a criação de networks privados ou informações especiais, somente acessado por clientes ou VIP´s. Oferecer algum benefício exclusivo, que não é aberto ao público, pode fazer a diferença e fazer o cliente se sentir realmente especial.
Procure por oportunidade de produtos e serviços. As pessoas falam sobre tudo online. Fique atento pois talvez possa surgir a idéia de um novo serviço que as pessoas “desejam”, mas ainda não encontram em nenhum lugar.
Identifique problemas e/ou crise da sua marca. A informação “em tempo real” proporciona que opiniões negativas sejam detectadas e minimizadas antes mesmo de se tornarem um problema de maior amplitude. Só isso já justificaria o investimento em escutar o que as pessoas estão falando sobre sua marca na internet.
Steve Adams, presidente da agência de branding Dragon, dá conselhos bem diretos:
- Conte a história da marca.
- Fale para onde sua marca está indo no futuro.
- Crie um equilíbrio entre design e funcionalidade.
- Resista à tentação de dar mais importância à tecnologia do que ela merece.
- Não abale a confiança dos seus clientes dividindo seus dados com outras empresas ou mandando e-mails com informações irrelevantes.
- Seja cuidadoso com ações como competições ou promoções, que podem diminuir o valor da sua marca.
- Invista no posicionamento das ferramentas de busca da internet.
Com a consolidação do mercado de luxo online, 2010 já traz um novo desafio: o Mobile Marketing. Grandes nomes dos segmentos luxo e premium já estão se preparando. E, com certeza, a sofisticação das suas marcas estará presente em cada clique.
Fonte:http://www.gestaodoluxo.com.br/
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Cosmopolitan elege os 11 jogadores mais bonitos da Copa
A revista Cosmopolitan publicou um ranking com os 11 jogadores mais bonitos que disputarão a Copa do Mundo da África do Sul que começa no próximo dia 11 de junho. Rostos bonitos e corpos atléticos foram os critérios de maior peso na hora da votação dos escolhidos. Entre os galãs, apenas um brasileiro: o meia Kaká. Cristiano Ronaldo, que já desfilou e participou de ensaios por várias grifes (é muito engraçado e até curioso como os jogadores de futebol estão virandos astros da moda), também figura na lista. Confira os jogadores eleitos pela Cosmopolitan:
Cristiano Ronaldo (Portugal)
O gajo português não poderia ficar de fora dessa lista. Ronaldo, que tem 1,86 m e 84 kg, já realizou trabalhos como modelo da Armani. Joga atualmente no Real Madrid (ESP). (Foto: Reprodução) |
Kaká (Brasil)
O camisa 10 do Brasil é o único representante sulamericano na lista. Aos 28 anos, Kaká esbanja charme e é garoto propaganda de diversos comerciais. O jogador do Real Madrid (ESP) tem 1,86 m e 82 kg. (Foto: Reprodução) |
Lukas Podolski (Alemanhã)
Podolski é um dos representantes alemães na lista, apesar de ter nascido na Polônia. O veloz jogador de 25 anos, atualmente, é o camisa 10 do Colônia (ALE). O Alemão naturalizado tem 1,82 m e 81 kg. (Foto: Reprodução) |
Carlos Bocanegra (Estados Unidos)
Um dos destaques do time Americano, Bocanegra também figura na lista da revista. O jogador de 31 anos joga atualmente no Rennes (FRA). O zagueiro tem 1,82m e 78 kg. (Foto: Reprodução) |
Carlos Marchisio (Itália)
Os italianos não poderiam ficar de fora do ranking da Cosmopolitan. Carlos Marchisio tem 24 anos, 1,79 m e 76 kg. O galã de olhos azuis é volante e joga atualmente na Juventus (ITA). (Foto: Reprodução) |
Thierry Henry (França)
O atacante francês que atua no Barcelona (ESP) também foi lembrado como um dos jogadores mais bonitos que estarão presentes nos gramados da África do Sul. Henry tem 32 anos e 1,88 m. (Foto: Reprodução) |
Maarten Stekelenburg (Holanda)
O goleiro holandês está entre os jogadores mais bonitos da Copa de acordo com a Cosmopolitan. Maarten, de 27 anos, tem 1,97 e joga atualmente no Ajax (HOL). (Foto: Reprodução) |
Lucas Neill (Austrália)
Lucas Neill tem 1,82 m, 32 anos e é o representante da Oceania na lista dos mais bonitos da Copa. O jogador atua como zagueiro no West Ham (ING). (Foto: Reprodução) |
Alberto Gilardino (Itália)
Mais um representante italiano na lista dos 11 mais bonitos do Mundial, Gilardino é atacante e joga na Fiorentina (ITA). O jogador de 27 anos, tem 1,87 m e 76 kg. (Foto: Reprodução) |
Bastian Schweinsteiger (Alemanha)
Schweinsteiger é mais um alemão que figura no ranking da revista internacional. O jogador de 25 anos tem 1,83 m e 79 kg. Ele atua no meio-de-campo da seleção e do Bayern Munique (ALE). (Foto: Reprodução) |
Valon Behrami (Suiça)
O jogador é o representante da Suíça no ranking da Cosmopolitan. Valon tem 25 anos e atua no West Ham (ING). (Foto: Reprodução) |
Fonte:http://www.onne.com.br/esportes/materia/13502/cosmopolitan
sábado, 29 de maio de 2010
Zegna e a fonte da juventude
Em 2010, comemora-se o centenário de fundação da Ermenegildo Zegna, uma das marcas mundiais mais antigas e ao mesmo tempo mais importantes do luxo masculino, símbolo de status, poder e elegância.
Em 2010, comemora-se o centenário de fundação da Ermenegildo Zegna, uma das marcas mundiais mais antigas e ao mesmo tempo mais importantes do luxo masculino, símbolo de status, poder e elegância.
Quando em 1910, na pequena cidade de Trivero, Itália, Ermenegildo Zegna transformou a fiação criada pelo seu pai a meados do século XIX, no Lanifício Zegna, talvez nem pudesse imaginar que após 100 anos, sua marca continuaria na vanguarda do desejo e, se guiando e zelando pelos mesmos princípios instituídos à época da sua fundação.
A busca pela qualidade aliada à inovação e ao empreendedorismo, foram valores estabelecidos por Ermenegildo e que norteiam a gestão do negócio ao longo de todas as gerações dos Zegna.
Num movimento impensado para a época, Zegna foi buscar na Inglaterra a tecnologia necessária para estabelecer o padrão de qualidade que almejava para os seus tecidos. Com todo o maquinário importado, alinhavou parcerias diretas com fornecedores de matérias-primas de altíssima qualidade na Austrália e na América Latina, o que trouxe notáveldiferenciação e imediato reconhecimento para seus produtos.
Visionário e com forte senso comercial e mercadológico, foi o primeiro a assinar os tecidos e já em 1938, exportava para os Estados Unidos, aproveitando da sua fama junto aos alfaiates italianos emigrados para esse país.
Visionário e com forte senso comercial e mercadológico, foi o primeiro a assinar os tecidos e já em 1938, exportava para os Estados Unidos, aproveitando da sua fama junto aos alfaiates italianos emigrados para esse país.
A terceira geração Zegna, integrada pelos filhos Angelo e Aldo, assumiu o controle em 1960 e foi responsável pelo início da verticalização do grupo. A Ermenegildo Zegna agora assinava uma linha de alta alfaiataria e uma pret-à-porter. Posteriormente, em 1968, surge uma linha de acessórios e outra de sportswear, propostas que ainda hoje continuam atraindo as novas gerações, filhos e netos dos antigos e atuais clientes da marca.
A diversificação e a inovação do portfólio continuou e em 1972, o Su Misura ("sob medida"), um serviço de alfaiataria personalizado, foi criado com uma oferta que vai além das medidas certas do corpo. Nele, um mundo de exclusividade se abre ao cliente: uma vasta gama de cores, texturas e materiais top quality Zegna, fundamento da marca. Aquele cliente que passar pela discreta, mas não menos imponente porta de madeira escura e entrar no espaço reservado Su Misura, irá se surpreender com o finíssimo 14 Milmil 14 de lã australiana e o Traveller Micronsphere, que não amassa e possui tratamento para repelir líquidos, além de 450 outros tipos de tecidos.
Anúncio para a marca Su Misura (2007) |
A quarta geração, ainda hoje no comando da marca, deu continuidade ao processo de verticalização e trouxe o varejo como forma de garantir a qualidade também nas vendas. Assim a primeira loja foi aberta em Paris, em 1980, servindo como uma grande vitrine para a marca, e até o final da década, Zegna inauguraria as lojas de Milão e a primeira nos Estados Unidos. Era o início de um sistema capilarizado que hoje conta com 547 pontos de venda, sendo 320 lojas próprias com o trunfo da proximidade junto ao cliente, do controle da ambientação da marca e dos serviços de venda e pós-venda.
O empreendedorismo levou também a marca a ser uma das pioneiras no setor do luxo masculino a abrir operações na China. Já em 1991, a marca inaugurou sua primeira loja, talvez visualizando a importância que esse país viria a assumir para o Grupo Zegna. A China é hoje, a segunda operação da marca e com um ritmo de crescimento que logo ultrapassará a primeira, os Estados Unidos.
Outra contribuição da quarta geração da família foi a expansão do portfólio através de parcerias e licenciamentos que ampliaram a oferta de produtos - sempre alinhados com a qualidade tradicional - completando assim o "estilo Zegna". Desta forma, nos anos 2000, a marca passou a vender óculos, fragrâncias e acessórios de couro, esses últimos resultado de uma joint venture com a Salvatore Ferragamo. E é com discreta satisfação que Paolo Zegna, atual Presidente do Conselho, admite que produz os ternos das marcas Gucci, Armani, Versace e Tom Ford.
A missão atual do Grupo Zegna é tornar a marca líder no segmento luxo de moda masculina, objetivo este que passa por uma globalização cada vez maior. Assim, mercados como Brasil, Índia, Rússia e China são a bola da vez. No Brasil, a marca existe desde 2001, a princípio no regime de franchising, mas a partir em 2008, o Grupo assumiu a operação no país abrindo cinco lojas.
O público-alvo nos mercados emergentes é composto principalmente por jovens com um perfil mais moderno, dinâmico e sofisticado. Nesses países, o espírito da inovação, do empreendedorismo e da vanguarda - que são importantes diretrizes na vida desses novos consumidores - vem de encontro aos valores que na sua época o próprio fundador Ermenegildo Zegna estabeleceu para a marca de sua criação.
Esses valores, impregnados nos produtos e serviços Zegna são a materialização do DNA da marca e continuam atraindo "novos" homens pelo mundo todo.
Fonte:http://www.gestaodoluxo.com.br/
terça-feira, 18 de maio de 2010
Saiba o que vestir para cada tipo de trabalho
Entenda o que são e que tipo de roupa pedem os ambientes de trabalho casual, formal e informal:
Algumas regrinhas são válidas para todo e qualquer ambiente de trabalho:
1) Seja qual for o perfil da empresa onde trabalha (e isso vale para autônomos também), estão vetadas roupas curtas, justas, transparentes e decotadas. Elas podem até fazer bonito na balada, mas no trabalho, não. Mesmo que o seu chefe seja um gato, nada de barriga de fora. Impressione-o pela sua eficiência, pois nos dotes físicos ele certamente já reparou.
2) Calça jeans é curinga e pode, e deve, ser usada até pela advogada (na sexta-feira). O jeans só não pode ter lavagem manchada, rasgos ou bordados exagerados.
3) Sapatos são um caso à parte: tênis de ir à academia não é sapato de trabalho, nem sandália altíssima, de salto finíssimo, que dói o pé só de olhar. Opte pelo meio-termo – sapatênis ou tênis mais discretos, sandálias de saltos mais grossos ou um pouco mais baixas.
4) Sua roupa precisa estar limpa, bem-passada e em bom estado, sempre.
5) Isso vale para você também. Cabelo limpo, pele bem cuidada e boca com hálito bom e dentes bem cuidados são fundamentais.
6) Você não precisa estar na moda e suas roupas não precisam ser novas, mas devem cair bem em seu tipo de corpo. Use o bom-senso. E o espelho, que sempre diz a verdade.
7) Tatuagem, piercing, cabelo roxo – e aí? Os tempos mudaram. Hoje em países como a Inglaterra dá para entrar em no banco para conversar com o gerente e ele ter cabelo moicano verde. Mas isso vai depender de empresa para empresa. Continue usando o bom-senso.
8) Dúvidas? veja como outros profissionais se vestem, principalmente sua/seu chefe.
9) Um profissional bem-vestido causa boa-impressão e conta pontos na hora da promoção. Afinal, empresas querem ser bem representadas.
(Foto: Divulgação das marcas Huis Clos, Cori e Victoria's Secret) |
Trabalho casual: Conforto e praticidade são tudo o que se extrai do guarda-roupa dela, traduzidos em camisetas, jeans, malhas, tênis ou sandálias sem salto.
Trabalho formal: Seu guarda-roupa do dia a dia inclui peças comportadas e conservadoras, como terninhos, tailleurs, calças e camisas sociais, de cores neutras ou sóbrias. A desvantagem: é careta. A vantagem: não dá para ousar muito com roupas clássicas, portanto a margem de erro na hora de montar os looks é menor. Basta não se encantar com um terninho justo verde-maçã, ou com uma camisa estampada em vermelho e laranja que está tudo bem.
Trabalho informal: Que delícia poder usar roupas do meu gosto, expressar meu jeito de ser, pensar e vestir. Mas quando há espaço para a criatividade é que a coisa pega - e muita gente ou não entende o que é a roupa certa para um ambiente de trabalho informal e erra feio nos modelitos. Em regras gerais, não é moletom, tênis de praticar esporte, legging, ou outras "roupitchas" de ficar em casa. Aqui, a aposta certeira é combinar jeans com camisas; camisetas com calças sociais; vestidos com jaquetas ou blazers.
Trabalho formal: Seu guarda-roupa do dia a dia inclui peças comportadas e conservadoras, como terninhos, tailleurs, calças e camisas sociais, de cores neutras ou sóbrias. A desvantagem: é careta. A vantagem: não dá para ousar muito com roupas clássicas, portanto a margem de erro na hora de montar os looks é menor. Basta não se encantar com um terninho justo verde-maçã, ou com uma camisa estampada em vermelho e laranja que está tudo bem.
Trabalho informal: Que delícia poder usar roupas do meu gosto, expressar meu jeito de ser, pensar e vestir. Mas quando há espaço para a criatividade é que a coisa pega - e muita gente ou não entende o que é a roupa certa para um ambiente de trabalho informal e erra feio nos modelitos. Em regras gerais, não é moletom, tênis de praticar esporte, legging, ou outras "roupitchas" de ficar em casa. Aqui, a aposta certeira é combinar jeans com camisas; camisetas com calças sociais; vestidos com jaquetas ou blazers.
(Foto: Divulgação catálogo Armani) |
Algumas regrinhas são válidas para todo e qualquer ambiente de trabalho:
1) Seja qual for o perfil da empresa onde trabalha (e isso vale para autônomos também), estão vetadas roupas curtas, justas, transparentes e decotadas. Elas podem até fazer bonito na balada, mas no trabalho, não. Mesmo que o seu chefe seja um gato, nada de barriga de fora. Impressione-o pela sua eficiência, pois nos dotes físicos ele certamente já reparou.
2) Calça jeans é curinga e pode, e deve, ser usada até pela advogada (na sexta-feira). O jeans só não pode ter lavagem manchada, rasgos ou bordados exagerados.
3) Sapatos são um caso à parte: tênis de ir à academia não é sapato de trabalho, nem sandália altíssima, de salto finíssimo, que dói o pé só de olhar. Opte pelo meio-termo – sapatênis ou tênis mais discretos, sandálias de saltos mais grossos ou um pouco mais baixas.
4) Sua roupa precisa estar limpa, bem-passada e em bom estado, sempre.
5) Isso vale para você também. Cabelo limpo, pele bem cuidada e boca com hálito bom e dentes bem cuidados são fundamentais.
6) Você não precisa estar na moda e suas roupas não precisam ser novas, mas devem cair bem em seu tipo de corpo. Use o bom-senso. E o espelho, que sempre diz a verdade.
7) Tatuagem, piercing, cabelo roxo – e aí? Os tempos mudaram. Hoje em países como a Inglaterra dá para entrar em no banco para conversar com o gerente e ele ter cabelo moicano verde. Mas isso vai depender de empresa para empresa. Continue usando o bom-senso.
8) Dúvidas? veja como outros profissionais se vestem, principalmente sua/seu chefe.
9) Um profissional bem-vestido causa boa-impressão e conta pontos na hora da promoção. Afinal, empresas querem ser bem representadas.
Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/13095/no-expediente
sábado, 15 de maio de 2010
MUST-HAVE! Os itens indispensáveis deste inverno
Xadrez
Perfume marcante
Legging
Glitter
Uma super make, com cores marcantes e glitter é uma das tendências desse inverno.
Meia calça rendada
Acessórios com tachas e correntes
Esmaltes
Anckle Boots
Essa matéria não é nossa (é do blogo da Sépha), mas achei ela tão bacana que resolvi trazer pro nosso blog e compartilhar com as leitoras do über, pois ela é simples, direta e muito boa.
Fonte:http://www.sephablog.com.br/curiosidades/must-have-10-coisas-que-voce-tem-que-ter-nesse-inverno/?origem=newscont_mai03&utm_source=sepha&utm_medium=e-mail&utm_content=newscont_mai03&utm_campaign=newscont_mai03
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
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