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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Über-green: Rio de Janeiro vai ter Bolsa Verde em 2012

 

O estado do Rio de Janeiro será o primeiro a pagar a Bolsa Verde no país. A iniciativa tem o objetivo de desenvolver um mercado de ativos ambientais para promover a economia sustentável. A Bolsa Verde, que entra em operação em abril de 2012, será o primeiro mercado de carbono brasileiro, em que as indústrias do Rio poderão negociar energia renovável ou biomassa, além da recuperação de áreas florestais e tratamento de resíduos. A expectativa é que no futuro outros estados também possam participar das transações na bolsa fluminense.

O acordo de cooperação foi assinado esta semana entre a Secretaria do Ambiente do Estado do Rio, a Secretaria de Fazenda do Município do Rio e a Bolsa Verde Rio (BVRio), uma associação sem fins lucrativos.

A Bolsa Verde vai pagar R$ 300 por trimestre a famílias em situação de extrema pobreza que vivam em unidades de conservação e desenvolvam ações para preservá-las. O objetivo é aliar a preservação ambiental à melhoria das condições de vida e a elevação da renda.

Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, o Rio de Janeiro está dando um passo importante em relação a outros estados, colocando em prática o projeto que fomenta a economia ambiental, além de incentivar uma postura positiva dos produtores de poluentes. “Na verdade você introduz um elemento de mercado que valoriza as empresas que conseguem cumprir além de suas metas de redução de poluentes ou de reflorestamento”, destacou.

Para a secretária municipal de Fazenda do Rio, Eduarda La Rocque, é difícil estimar inicialmente quanto essa economia verde pode movimentar, mas acredita que será algo significativo na economia do estado. Ela disse que serão criados grupos de trabalho para atuar na regulação e acompanhar a legislação tributária do mercado financeiro.

“É um esforço de coordenação para que o estado vire referência no tema. Então a economia do Rio vai sair na frente mostrando como a gente pode articular instrumentos financeiros e o estado com o seu papel regulador, definindo multas, impostos, permissões e de que forma a gente vai regular esse mercado financeiro.”

Fonte: Ciclovivo

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Electrolux une design inovador e ecologia

Já há alguns anos, a Electrolux vem incrementando sua atuação no mercado de eletrodomésticos para o uso doméstico e profissional com uma ligação maior com design e moda. Exemplo recente disto é que na temporada de verão 2010/11 do São Paulo Fashion Week, Gloria Coelho misturou o logo da empresa com a proposta de sua coleção.


A mais nova iniciativa da marca diferencia-se por valorizar não só o design inovador, mas também a sustentabilidade envolvida na criação dos produtos. Através do projeto Vacs from the Sea, a empresa recolheu plástico de mares e oceanos ao redor do mundo e criou uma série de aspiradores de pó.

Todos os modelos serão leiloados e a renda será revertida para as 6 organizações que coletaram o lixo do fundo do mar. No entanto, outro modelo ecológico, composto por 70% de material reciclado e chamado Ultra One Green, será comercializado normalmente.

Fonte:UseFashion

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ecobags ainda são vistas como acessório de moda




  Com a mudança de comportamento do consumidor e o aumento de produtos criados em prol da preservação ambiental, muitas empresas têm investido nesse nicho de mercado e é cada vez mais comum encontrarmos no varejo a oferta de ecobags, bolsas produzidas com fibras orgânicas ou recicladas. Mas o que foi criado como alternativa funcional para o uso de sacolas plásticas, não tem passado de conceito de moda. Isto é o que aponta a pesquisa realizada pela empresa Gatto de Rua que entrevistou 1.064 pessoas em diversos comércios e identificou que 71% delas não utilizam suas ecobags para os fins de transportar produtos, e sim, como artigo de moda.

Pesquisa realizada no litoral sul de São Paulo, nas cidades de Santos, Bertioga, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Cubatão, Itanhaém, Mongagá e Peruíbe, participaram do levantamento supermercados, lojas, livrarias, farmácias e quitandas. Das pessoas entrevistadas, apenas 34% possuíam sacolas ecológicas e dessas, 71% não estavam utilizando-as na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram o esquecimento, a pouca praticidade para carregá-las e a opção de reuso das sacolas plásticas, principalmente como sacos de lixo.

"Embora tenha havido um avanço considerável na conscientização ambiental, os consumidores compram as sacolas ecológicas, mas a utilizam mais como um acessório para passeio do que como medida de preservação ambiental. As pessoas precisam se conscientizar que suas atitudes geram conseqüências para o nosso planeta", diz Elaine Guapo, diretora de Marketing da empresa realizadora da pesquisa.

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres são as que mais utilizam as sacolas ecológicas, representando 83% dos consumidores do artigo. A utilização das ecobags é mais notada em supermercados com 68%, contra 23% em quitandas, e 9% em outros tipos de estabelecimentos.  

Produção de sacolas plásticas diminui
 Apesar dos dados apontarem o pouco uso das ecobags, há uma diminuição na produção de sacolas plásticas. De acordo com dados da Plastivida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, até agora, houve uma queda de 16,2% na sua fabricação. Das 17,9 bilhões sacolinhas fabricadas em 2007, houve uma redução para 15 bilhões em 2009. Apesar da diminuição, seja pela ampla divulgação sobre os problemas para o meio ambiente ou pelas legislações que proíbem ou impõem a substituição por biodegradáveis, os índices continuam altos e há a expectativa que haja uma redução no consumo para 14 bilhões até o final deste ano.

No Brasil, são distribuídas mais de 1 bilhão de sacolas plásticas por mês nos supermercados. Isso equivale, em média, a 66 sacolas por pessoa e cada uma, leva até 300 anos para se decompor. Além disso, as sacolas emitem diversos gases poluentes durante o processo de fabricação.  "O percentual de sacolas plásticas recicladas é quase zero, pois a maioria é usada como saco de lixo, ficando contaminada por restos de alimento, entre outros materiais. As sacolas ecológicas continuarão sendo uma solução para diminuir a poluição e o acúmulo do lixo no planeta, as pessoas apenas têm de ser educadas ambientalmente para evitar a plastificação do nosso planeta", afirma Elaine.

A gerente afirma também que em cidades onde foram adotadas medidas educativas para coibir a utilização de sacolas plásticas, a população colaborou bastante. “Quando há conscientização das pessoas, o número de adesões é muito significativo. Por exemplo, em Xanxerê, cidade de 42 mil habitantes no interior de Santa Catarina, por iniciativa da própria população, pois não há legislação específica, conseguiu-se cortar 91% do uso dos sacos desde abril de 2009, quando os supermercados passaram a cobrar pelas sacolas plásticas”, diz a diretora. 

Legislação


 A proibição do uso de sacolas plásticas já virou lei em cidades dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.  A substituição pelas embalagens biodegradáveis, oxi-bio e retornáveis já foram implantadas em Goiás, Espírito Santo e Maranhão. Só em São Paulo, a proibição já está em vigor nos municípios de Jundiaí, Osasco, Sorocaba, Santos, Piracicaba e Guarulhos.

Na Europa, países como Itália, Bélgica, Alemanha, Holanda e Suíça, tributam o uso de sacolas plásticas. Na Irlanda, em 2003, foi adotada uma lei de imposto sobre o uso dos sacos plásticos, o que reduziu o consumo em 90%. Na Espanha, Noruega e Reino Unido está em debate a adoção de proibições ou impostos sobre o uso. Em Taiwan, o uso também é tributado e nas cidades de Dhaka (Bangladesh) e Bombaim (Índia) o uso já é proibido. Na África do Sul os plásticos mais finos são proibidos e os de espessura maior são tributados, assim como na Eritréia, Ruanda, Somália, Tanzânia, Quênia e Uganda.

Nos Estados Unidos, Washington proíbe a distribuição gratuita de sacolas plástica. As cidades de San Francisco e Oakland, na Califórnia, proíbem os sacos, e promovem a utilizam de sacolas reutilizáveis ou recicláveis. No restante do Estado, os supermercados são forçados a aceitar sacos vazios de volta para reciclagem. Iniciativas semelhantes de coleta e reciclagem estão sendo estudadas em Nova York, Nova Jersey e Maryland.



Edição: Stéfanie Privado
Fotos: Divulgação
Fonte: Atelier de Idéia

Lenzing lança nova fibra para tecidos finos


 


A Lenzing, maior fabricante de fibras texteis celúlósicas com sede na Áustria, acaba de apresentar a patente para a microfibra de maior qualidade da gama Modal. A  nova MicroModal® Air é considerada pela empresa a grande inovação em termos de fibras para o setor da lingerie e tecidos muito finos. Nas instalações austríacas já estão sendo fabricadas amostras do novo produto, que ainda não tem data para chegar ao mercado brasileiro. De acordo com a Lenzing, o processamento da fibra será realizado em parceria com os clientes.  Os fios obtidos a partir desta fibra podem atingir títulos de até 225Nm – Número Metrico (corresponde a 225 metros de fio pesam 1 grama).

“O novo Modal foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado de tecidos cada vez mais finos e suaves, como o segmento de lingerie, e pode ser produzido em máquinas de elevado desempenho”, explica Gilberto Campanatti, diretor técnico da Lenzing no Brasil. Ele diz que por ser uma tecnologia recente, a produção ainda está limitada no mundo, mas aposta: “Não tenho dúvidas de que em breve o produto conquistará o mercado de lingerie e de moda”.  

Os títulos de MicroModal® Air deverão ser processados conforme características especiais do produto final. Por essa razão, a Lenzing colabora com empresas de malharia que possuem máquinas com galgas mais finas (e36). As primeiras amostras  de tecidos já estão sendo fabricadas e, além de uma superfície suave e uniforme, apresentam um peso inferior a 100 gramas por metro quadrado.
Tecnologia e ecologia
De acordo com a Lenzing, a nova fibra é muito mais fina e suave do que as suas congéneres, permitindo a produção de tecidos mais “macios, envolventes e tão agradáveis como uma segunda pele”. Além destas propriedades, a empresa também ressalta o caráter ecológico da produção, assegurando que as fibras Modal® da Lenzing são fabricadas a partir de madeira de faia e que todos os produtos derivados do fabrico das fibras são recuperados e utilizados em outros processos. “A faia é uma árvore com grande poder de regeneração e a técnica de manejo gerenciado bem como a tecnologia empregada pela Lenzing primam pelo respeito ao ambiente”, conclui Campanatti.




Fonte: Depto. Comunicação Lenzing

Por: Marcia Mariano

terça-feira, 10 de agosto de 2010

über-green: “Lei do Lixo”

LixãoA chamada “Lei do Lixo” foi sancionada dia 2 de agosto pelo presidente Lula e deve começar a valer em até 90 dias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na segunda-feira (2/8), a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS). Além de obrigar o fim progressivo dos lixões em todos os municípios do país, a nova lei cria, entre outras garantias, a “logística reversa”.

A determinação obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher, depois de usados pelo consumidor final:

• agrotóxicos e seus resíduos e embalagens;
• pilhas e baterias;
• pneus;
• óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
• lâmpadas fluorescentes;
• produtos eletrônicos e seus componentes.

A lei deve ser regulamentada em até 90 dias, estabelecendo prazos para que as empresas implantem a nova conduta e informem ao consumidor sobre o recolhimento dos produtos usados.

Além disso, as instituições terão que comprovar a destinação ambientalmente correta desses resíduos. O desrespeito à norma é crime ambiental, que prevê pena de até cinco anos de reclusão e multa.

Clique aqui para ver mais detalhes sobre a PNRS.

Daqui três meses, será obrigatório, mas já há iniciativas de logística reversa para alguns produtos no país.

Para conhecer mais visite o site do AKATU.


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Prada incentiva eco bags

Na onda das sacolas retornáveis para supermercados e feiras, tentando icentivar a grande maioria que ainda não usa, a grife italiana Prada lança sua linha "B.Y.O. Bags" (bring your own bag), em português, "traga sua própria sacola".


Elas têm formato tote, retangular, com a base em náilon e algodão, e alças de couro. Pesam apenas 150 gramas, facilmente dobráveis. Nas estampas, padrões antigos da Prada, como flores, grafismos, xadrezes e pinceladas, criando o efeito de um caleidoscópio psicodélico. Vendidas exclusivamente nas lojas da grife, custam  U$ 295, cerca de R$ 520.

Vale lembrar que Hermés foi precursora ao propor seus tradicionais lenços de seda em forma de "eco bags". Da coleção "Silky Pop, de 2007, a seguir um revival:




Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=86604

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dez tendências cruciais de consumo para 2010




Confira o que está por vir no próximo ano, em termos de comportamento do consumidor. Nada será como antes em tempos de “madurialismo” – a explicação você encontra no item 10.

Sob a chamada “Uma bonança de oportunidades”, o site trendwatching.com selecionou dez tendências inspiradoras para o lançamento de produtos e serviços em 2010. Elas são “à prova de recessão”, porque consumidores sempre valorizam inovações que os beneficiem de alguma maneira. A lista você confere abaixo, mas leve em conta que todas as tendências já acontecem e estão permanentemente em evolução.

1. Nada será como antes: as empresas terão de acompanhar os movimentos da cultura, o que pode significar mostrar mais transparência e honestidade, conversar (em vez de comunicar unilateralmente), ou promover a colaboração. Podem, ainda, ter de encarar a questão “generosidade versus ganância”, ou ser um pouco desafiadoras e limítrofes, em vez de seguras e brandas. A sustentabilidade, em todos os sentidos possíveis da palavra, é o único caminho.

2. Urbanidade: os consumidores urbanos serão mais sofisticados, exigentes, abertos ao novo e conectados ao mundo. Crescerá o chamado “orgulho urbano”, uma referência ao sentimento de orgulho pela localidade em que se vive. Oferecer produtos e comunicação específicos para cada agrupamento urbano será uma ótima maneira de mostrar respeito aos cidadãos de todo o mundo. É o que faz a Guerlain, ao lançar fragrâncias tendo as cidades como referência. Por exemplo, o perfume Paris-New York é uma combinação de canela, baunilha e cedro.

3. Críticas em tempo real: o que você lançar em 2010 será comentado em massa, ao vivo, o tempo todo. Consumidores terão acesso a um fluxo vivo de experiências de outros consumidores. O Twitter, então, ganhará ainda mais força. Após ler uma crítica, os consumidores precisarão de mais detalhes e tentarão contato com quem comentou, sem que a empresa saiba o que está sendo dito. Nesse sentido, envolver os consumidores no desenvolvimento de produtos desde a momento zero é uma estratégia mais segura para evitar críticas ruins.

4. (F)Luxo: ainda que o luxo tradicional permaneça, “luxo” e “status” serão o que o consumidor quiser que seja –um fluxo dinâmico de significados para diferentes segmentos de consumidor, dependendo do que for considerado escasso. Poderá ser “tempo para si”, “residências para seis pessoas”, “informação relevante” ou até “não ter de consumir”. O segredo será encontrar e cunhar o gatilho correto de status para a audiência correta.

5. Reunião da massa: contrariando muitos prognósticos, as pessoas que viverão a maior parte de sua vida no mundo online também se congregarão com mais frequência. A oportunidade, então, está em facilitar o relacionamento entre pessoas afins, antes, durante e depois de um encontro off-line. É o que faz o Channel 4, da TV inglesa, ao oferecer aos espectadores um aplicativo que ensina as pessoas a organizarem festas com seus contatos do Facebook.

6. Ecofacilitação: será preciso facilitar ao consumidor ser mais “verde”, isto é, os processos e produtos devem ser mais sustentáveis, sem que o consumidor precise se dar conta disso e, se necessário, não deixando margem para a escolha de alternativas menos responsáveis. Isso talvez exija a ação de governos e empresas corajosas. A Chrysler, por exemplo, distribuirá os manuais dos proprietários de seus automóveis em DVDs, em vez de em papel.

7. Rastrear e alertar: o novo sistema de busca (tracking & alerting) permitirá que informações relevantes encontrem os consumidores, baseadas em preferências que eles voluntariamente revelam. Economia de tempo e aumento do controle das pessoas será o resultado. O MySkyStatus, da Lufthansa, envia mensagens automáticas aos amigos dos passageiros, publicando localização, altitude, embarque e chegada no Twitter e no Facebook do passageiro.

8. Generosidade embutida: generosidade e colaboração entraram no Zeitgeist, o espírito de nossa época, e toma a forma de doações vinculadas a compras, de maneira prática. Os consumidores codoam e/ou codecidem, como no caso da campanha das sopas Campbell’s, na qual os consumidores decidem, pelo voto, quais celeiros precisam de restauração. A cada voto, US$ 1 é doado para a reforma dos cinco celeiros mais votados.

9. Exploração de perfis: ajudará os indivíduos a extrair benefícios de seus perfis online. Oportunidades virão, por exemplo, da representação de consumidores que estão dispostos a divulgar aspectos de suas intenções de compra para as empresas, ou da proteção e armazenagem de registros digitais de alguém. Pela taxa única de US$ 399, o Swiss DNA Bank armazena dados do seu DNA e mais 1 GB de outros dados.

10. “Madurialismo”: o termo (“maturialism”) refere-se ao comportamento do consumidor em mercados maduros, combinando maturidade com materialismo. Eles não toleram ser tratados como desinformados, facilmente impactáveis e inexperientes. Encaixam-se em várias ou todas as tendências acima expostas. A questão para 2010 será: até onde você vai como marca, ao espelhar crenças sociais que dizem respeito a tudo, menos a ser submisso? Trata-se de ser um pouco mais ousado e distinto, se você quiser seguir o movimento da cultura. Nessa linha, a designer parisiense Nicole Locher, por exemplo, lançou uma coleção de blusas femininas com mensagens bordadas que incluíam frases como “Pequena vadia” e “Nem ouse olhar para mim”.



Fonte:HSM Online

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Estilistas Sustentáveis: Conheça a moda reciclada de Geová Rodrigues





Com retalhos de roupas que foram parar no lixo, o estilista brasileiro mostra como a sustentabilidade na moda pode reduzir gastos, aumentar o lucro e de quebra ter papel atuante para um mundo melhor

Segundo o dicionário da língua portuguesa, a palavra Sustentável é um adjetivo referente àquilo que se pode sustentar. Mas para um mundo onde excessos e desequilíbrios são variáveis comuns, o termo ganha força e diferentes formas de ser expressado.




Em meio a esta turbulenta realidade, o estilista Geová Rodrigues assume a sua interpretação do que é sustentabilidade e em entrevista ao portal EcoDesenvolvimento.org mostra como atribuiu à moda um importante conceito de responsabilidade, mesmo sem levantar a bandeira de estilista sustentável.

Trabalhando com tecidos reutilizados e muito estilo, Rodrigues confecciona verdadeiras esculturas de tecido, onde os reaproveitados ganham nova vida e a moda, um grande aliado. Um dos novos ícones do movimento Descontruction Couture (onde a criação de roupas se dá por meio da desmontagem e remontagem de peças antigas), o brasileiro brinca com cores, contornos e já usou 10 tecidos diferentes em uma só criação, para ele, isto é ser original.

Se termina a linha branca, continuo com uma amarela.

“Eu uso o que eu tenho”. Essa é a ideia de Geová ao elaborar suas criações exageradas nas cores e cortes, mas sem exageros de produção.

“A minha inspiração veio da vontade de fazer roupas e como na época não tinha dinheiro pra comprar os materiais, surgiu daí a ideia de reciclar. Fiz, agradou e agora sigo reciclando e lapidando este recurso a cada coleção”, afirmou o potiguar.




Entre as modelos que já desfilaram Geová, as tops Gisele Bündchen e Fernanda Tavares (na foto acima)

De maneira livre, o artista encontrou no lixo da 7ª Avenida em Manhattan (região dos Estados Unidos conhecida mundialmente por abrigar grandes marcas como Calvin Klein e Donna Karan) as primeiras sobras de tecidos para a criação de vestidos e blusas, e brinca: “Moda sustentável? Como o próprio nome diz, é vender pra se sustentar”.


Com os pés fincados igualmente na realidade e na abstração da pintura, o também artista plástico acredita que, apesar da espontaneidade da criação, a moda também precisa ser levada a sério, e critérios de consciência ambiental e social podem ser, além de importantes para o planeta, lucrativos.



Made in Brazil

Para o estilista, o segredo está em produzir roupas que encantem os consumidores e, em poucas palavras, mostrem como são exclusivas e originais – ainda que sejam resultantes de reutilização ou reciclagem.

“Moda, como tudo em nossas vidas, tem que ter responsabilidade, e a reciclagem é algo em que temos que acreditar, pois está sendo bem aceita [pelos consumidores]. As pessoas, quando gostam de uma peca, simplesmente pagam o preço, não importa se o tecido é italiano, novo, achado ou ganhado, o que importa é que estão levando uma criação com a qual se identificaram”, destacou Geová.

Com sua última coleção lançada em setembro, o artista que tem a sede do seu atelier na cidade de Nova York também pode ser encontrado na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro.


Para mais informações, o contato pode ser feito através do e-mail geova@geovafashion.com.



Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/estilistas-sustentaveis-conheca-geova-rodrigues

domingo, 13 de dezembro de 2009

Rede popular lança loja ecológica no Brasil



A C&A acaba de inaugurar a sua primeira loja ecologicamente sustentável no Brasil. Localizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, abriu as portas na última terça-feira, dia 8. Trata-se da segunda unidade "verde" da empresa no mundo. A primeira começou a funcionar em 2008, em Mainz, na Alemanha.

Uma das atrações da nova loja é o Espaço Cliente, com coleções sustentáveis da C&A, como camisetas de algodão orgânico, sacolas retornáveis, chinelos de pneu reciclado e camisetas de malha feitas com garrafas pet recicladas. O local ainda terá coletor de lixo eletrônico (celulares, pilhas e baterias); painéis com ações de sustentabilidade da empresa e monitores treinados para dar informações sobre o tema.

Nós da über super amamos! Não vejo a hora de ter uma assim no Rio, ou melhor várias lojas assim e não só da C&A, mas de todos que respeitam o planeta.


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sim, é legal fazer xixi no banho.




Você já fazia né? Pois agora você pode fazer E DIZER!

Segundo a Fundação S.O.S Mata Atlântica o maior desperdício d'água no banheiro acontece na descarga, que gasta uma média de 12 litros por "puxada de cordinha".

Para saber o "abc" do xixi no banho acesse xixinobanho, o site tem um sapinho super fofo e várias estatísticas do BEM que o ato de fazer xixi no banho pode fazer ao meio ambiente.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EcoVOGUEAmérica





“Vogue” América fez as malas e se mudou pro campo na edição de novembro, dedicada ao meio ambiente. A capa diz que não é fácil ser verde – mas o importante é começar.


Esqueça de vez a ideia de que ser eco é coisa de chato. Se faltava inspiração, ela chega em forma de revista na edição de novembro da “Vogue” norte-americana. Ela está toda cheia de referências ao modo de vida mais saudável pra cada um – e consequentemente pro meio ambiente. Já imaginou Hamish Bowles escoteiro? O editor superengomado se enfiou no mato a pedido de Anna Wintour e trocou os looks urbanos por tênis e bandanas pra cruzar rios e dormir em barracas. Nas propagandas, destacam-se produtos que prometem menos agressão ao planeta e nas dicas de compras, peças florais, cartões em papel reciclado e kits pra “jardinagem fashion”.







Na matéria “Salad Days”, Sally Singer conta como transformou sua vida depois da contratação do “Deep Greeen Living”, serviço especializado em estratégias personalizadas pra ações mais sustentáveis nas casas e até escritórios de grandes empresas. A diretora trocou o carro pela bicicleta e ganhou em troca uma forma mais agradável de encarar as ruas de NY. O fotógrafo Jonathan Becker foi até o Quênia conhecer o projeto “Lion Guardians”, que protege os leões do risco de extinção; e um grupo de artistas foi convidado pela revista para criar obras tendo a natureza como tema.




Nos editoriais, locações externas com muito verde, incluindo uma fazenda orgânica onde Mario Testino fotografou modelos em looks do tipo camponês-chique. O clima mais urbano chega em editorial inspirado no movimento “Guerrilla Gardening”, que ignora as leis e faz plantio nos espaços públicos das grandes cidades sem autorização dos governos locais. Saldo final: a “Vogue” não quer ficar atrás do movimento de consciência ambiental – espera-se que a moda também não!






Fonte: http://msn.lilianpacce.com.br/

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com