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domingo, 10 de abril de 2011

über-green: "Ou você é verde, ou você não é" Lilian Pacce

http://www.usefashion.com/imagensportal/Conteudos/Noticias/Editor/249-11-02_20110407_1336.jpg

Na quarta-feira, 6 de abril, rolou palestra de Lilian Pacce durante o  Arte & Moda, que está acontecendo em Porto Alegre (RS) até 24 de abril. A jornalista contou que abraçou a causa da sustentabilidade quando foi convidada pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo para encabeçar uma campanha a favor das ecobags, apoiada por 120 estilistas e que gerou o livro "Ecobags - moda e meio ambiente".

Ressaltou que, tanto empresários quanto consumidores, devem estar atentos à preservação. "Cada um deve fazer a sua parte," declarou. Entre as dicas, coisas simples, mas que acabam não sendo feitas pela grande maioria das pessoas, como uso indevido da água nas casas, muitos copos plásticos nas empresas e até descarte acelerado das roupas compradas.

Para ela, tsunamis, terremotos e outros desastres ambientais são a natureza gritando por socorro, e que muitos empresários têm consciência disso, mas travam na questão dos investimentos."Hoje não existe mais direita ou esquerda. A  grande questão é ou você é verde ou você não é verde, tenho plena convicção".

Quando questionada sobre o que existe de novo nesta área, ela disse que felizmente há novidades o tempo inteiro, destacando o crescimento da cultura do algodão orgânico no Nordeste. Adidas foi citada como empresa exemplo por usar somente este material nas suas peças.

Arte & Moda segue no Barra Shopping Sul até 24 de abril, com exposição de trabalhos de estilistas, fotógrafos, designers, artistas plásticos e grafiteiros.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ecobags ainda são vistas como acessório de moda




  Com a mudança de comportamento do consumidor e o aumento de produtos criados em prol da preservação ambiental, muitas empresas têm investido nesse nicho de mercado e é cada vez mais comum encontrarmos no varejo a oferta de ecobags, bolsas produzidas com fibras orgânicas ou recicladas. Mas o que foi criado como alternativa funcional para o uso de sacolas plásticas, não tem passado de conceito de moda. Isto é o que aponta a pesquisa realizada pela empresa Gatto de Rua que entrevistou 1.064 pessoas em diversos comércios e identificou que 71% delas não utilizam suas ecobags para os fins de transportar produtos, e sim, como artigo de moda.

Pesquisa realizada no litoral sul de São Paulo, nas cidades de Santos, Bertioga, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Cubatão, Itanhaém, Mongagá e Peruíbe, participaram do levantamento supermercados, lojas, livrarias, farmácias e quitandas. Das pessoas entrevistadas, apenas 34% possuíam sacolas ecológicas e dessas, 71% não estavam utilizando-as na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram o esquecimento, a pouca praticidade para carregá-las e a opção de reuso das sacolas plásticas, principalmente como sacos de lixo.

"Embora tenha havido um avanço considerável na conscientização ambiental, os consumidores compram as sacolas ecológicas, mas a utilizam mais como um acessório para passeio do que como medida de preservação ambiental. As pessoas precisam se conscientizar que suas atitudes geram conseqüências para o nosso planeta", diz Elaine Guapo, diretora de Marketing da empresa realizadora da pesquisa.

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres são as que mais utilizam as sacolas ecológicas, representando 83% dos consumidores do artigo. A utilização das ecobags é mais notada em supermercados com 68%, contra 23% em quitandas, e 9% em outros tipos de estabelecimentos.  

Produção de sacolas plásticas diminui
 Apesar dos dados apontarem o pouco uso das ecobags, há uma diminuição na produção de sacolas plásticas. De acordo com dados da Plastivida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, até agora, houve uma queda de 16,2% na sua fabricação. Das 17,9 bilhões sacolinhas fabricadas em 2007, houve uma redução para 15 bilhões em 2009. Apesar da diminuição, seja pela ampla divulgação sobre os problemas para o meio ambiente ou pelas legislações que proíbem ou impõem a substituição por biodegradáveis, os índices continuam altos e há a expectativa que haja uma redução no consumo para 14 bilhões até o final deste ano.

No Brasil, são distribuídas mais de 1 bilhão de sacolas plásticas por mês nos supermercados. Isso equivale, em média, a 66 sacolas por pessoa e cada uma, leva até 300 anos para se decompor. Além disso, as sacolas emitem diversos gases poluentes durante o processo de fabricação.  "O percentual de sacolas plásticas recicladas é quase zero, pois a maioria é usada como saco de lixo, ficando contaminada por restos de alimento, entre outros materiais. As sacolas ecológicas continuarão sendo uma solução para diminuir a poluição e o acúmulo do lixo no planeta, as pessoas apenas têm de ser educadas ambientalmente para evitar a plastificação do nosso planeta", afirma Elaine.

A gerente afirma também que em cidades onde foram adotadas medidas educativas para coibir a utilização de sacolas plásticas, a população colaborou bastante. “Quando há conscientização das pessoas, o número de adesões é muito significativo. Por exemplo, em Xanxerê, cidade de 42 mil habitantes no interior de Santa Catarina, por iniciativa da própria população, pois não há legislação específica, conseguiu-se cortar 91% do uso dos sacos desde abril de 2009, quando os supermercados passaram a cobrar pelas sacolas plásticas”, diz a diretora. 

Legislação


 A proibição do uso de sacolas plásticas já virou lei em cidades dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.  A substituição pelas embalagens biodegradáveis, oxi-bio e retornáveis já foram implantadas em Goiás, Espírito Santo e Maranhão. Só em São Paulo, a proibição já está em vigor nos municípios de Jundiaí, Osasco, Sorocaba, Santos, Piracicaba e Guarulhos.

Na Europa, países como Itália, Bélgica, Alemanha, Holanda e Suíça, tributam o uso de sacolas plásticas. Na Irlanda, em 2003, foi adotada uma lei de imposto sobre o uso dos sacos plásticos, o que reduziu o consumo em 90%. Na Espanha, Noruega e Reino Unido está em debate a adoção de proibições ou impostos sobre o uso. Em Taiwan, o uso também é tributado e nas cidades de Dhaka (Bangladesh) e Bombaim (Índia) o uso já é proibido. Na África do Sul os plásticos mais finos são proibidos e os de espessura maior são tributados, assim como na Eritréia, Ruanda, Somália, Tanzânia, Quênia e Uganda.

Nos Estados Unidos, Washington proíbe a distribuição gratuita de sacolas plástica. As cidades de San Francisco e Oakland, na Califórnia, proíbem os sacos, e promovem a utilizam de sacolas reutilizáveis ou recicláveis. No restante do Estado, os supermercados são forçados a aceitar sacos vazios de volta para reciclagem. Iniciativas semelhantes de coleta e reciclagem estão sendo estudadas em Nova York, Nova Jersey e Maryland.



Edição: Stéfanie Privado
Fotos: Divulgação
Fonte: Atelier de Idéia

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ecobag: de 10 pessoas, 3 têm e só 1 usa


Não é novidade que sacolas reutilizáveis de pano, nylon, plástico reciclado e outros materiais já podem ser facilmente adquiridas em supermercados e lojas de todo o país. Depois de várias campanhas, grande apoio midiático e respaldo de marcas consagradas, a conscientização chegou aos consumidores e as sacolas plásticas foram marginalizadas.

Hoje, 34% das pessoas têm sacolas ecológicas, o que representaria então 34% menos lixo no meio ambiente. No entanto, este tímido índice é muito menor: só 29% destas pessoas usa suas ecobags. Em suma, mesmo com todos os esforços, menos de 10% da população brasileira usa sacolas ecológicas. 

Os dados são de uma pesquisa da Gatto de Rua, realizada em em supermercados, lojas, livrarias, farmácias e quitandas, que ainda constatou os motivos para esta baixa estatística. Esquecimento e reciclagem das sacolas para outros fins são os principais. Entre os homens, que representam apenas 17% dos compradores ecologicamente corretos, a reclamação foi a falta de praticidade.

Wal-Mart contabiliza ganhos em quase 2 anos

Em vigor desde o final de 2008 em mais de 300 lojas do Nordeste e do Sul e em fase de implantação no Sudeste e Centro Oeste, um projeto do Wal-Mart já tirou do meio ambiente mais de 30 milhões de sacolas plásticas e concedeu mais de R$ 900 mil em desconto.

Quem usa sacolas de tecido da loja, que custam R$ 2,50 cada, ou outras, ganha R$0,03 de desconto a cada 5 itens adquiridos.

A rede se antecipou ao que hoje é lei para todos supermercados de algumas capitais, como Rio de Janeiro. O objetivo, segundo o governo do Estado, não é acabar com as sacolas plásticas, mas educar a população e reduzir a utilização do plástico.

Veja 3 outros caminhos ecológicos

Para a grande maioria da população que não adquiriu o hábito das ecobags e não vê um futuro promissor para elas, já que sujam, se contaminam e têm que ser lavadas, gastando água, sabão e energia, há outras soluções. Confira 3 delas:

• Oxibiodegradáveis: os sacos oxibiodegradáveis são polêmicos, mas são melhores do que os modelos convencionais. Esta novidade é feita com mesmo plástico que vem do petróleo, mas com o diferencial de não poluir durante muito tempo. Em sua composição, foi retirado 1% de plástico e adicionado 1% de aditivos químicos que quebram sua cadeia molecular;

• Energia: a reciclagem energética de sacolas plásticas, processo já executado na Europa, poderia ser mais difundido no Brasil. Estudos indicam que 1 kg de plástico produz a mesma energia que 1 kg de óleo diesel, então basta investimento para transformar desperdício em benefício;

• Plástico verde: em 2011, será iniciada a comercialização em grande escala do chamado “polietileno verde”, gerado a partir do etanol da cana-de-açúcar. A fabricação do 1º plástico 100% renovável do mundo já ocorre na Braskem, e a organização também estuda a possibilidade de desenvolver a tecnologia do “polipropileno verde”.

Fonte:UseFashion

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Prada incentiva eco bags

Na onda das sacolas retornáveis para supermercados e feiras, tentando icentivar a grande maioria que ainda não usa, a grife italiana Prada lança sua linha "B.Y.O. Bags" (bring your own bag), em português, "traga sua própria sacola".


Elas têm formato tote, retangular, com a base em náilon e algodão, e alças de couro. Pesam apenas 150 gramas, facilmente dobráveis. Nas estampas, padrões antigos da Prada, como flores, grafismos, xadrezes e pinceladas, criando o efeito de um caleidoscópio psicodélico. Vendidas exclusivamente nas lojas da grife, custam  U$ 295, cerca de R$ 520.

Vale lembrar que Hermés foi precursora ao propor seus tradicionais lenços de seda em forma de "eco bags". Da coleção "Silky Pop, de 2007, a seguir um revival:




Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=86604

domingo, 23 de maio de 2010

PRADA entre lançamentos e relançamentos


A grife italiana Prada anunciou o lançamento de dois produtos, que prometem movimentar mundo da moda.

O primeiro é uma linha de ecobags que, no verão, podem ser usadas como bolsas de praia. Pesando somente 150 gramas, as peças são espaçosas, coloridas e fabricadas com estampas exclusivas da marca.



Já a segunda novidade é o relançamento do tênis de salto, que foi febre na década de 90. Fabricado na cor azul e de ponteira branca, o calçado é a aposta da grife para o próximo verão.


Fonte:http://liciafabio.uol.com.br/ultimas-noticias/page/3/

domingo, 14 de março de 2010

über-adora: fashion sustentável e biodegradável

 

(Foto: Divulgação)

Quer estar na moda, mas sem deixar de se preocupar com a preservação da natureza? Pois a Oren, loja de houseware, faz seu papel ecologicamente correto e sugere as sacolas retornáveis da marca israelense Bramli, que além de propor um lado fashion sustentável, garante versatilidade no uso.

Feitas em plástico maleável e 100% biodegradável, as sacolas são impermeáveis e laváveis, permitindo o uso em diversas situações: auxiliar no mercado, levar a praia ou até acomodar o adorado bichinho de estimação durante o passeio, pois pode ser higienizada com facilidade.

Além de serem usadas como bolsas, as sacolas podem ainda servir de decoração para a casa, como um charmoso revisteiro, que vai deixar o ambiente muito mais alegre e descontraído. Elas estão disponíveis nas cores vermelha ou rosa, medem 42 cm x 30 cm e custam R$ 60,00.

Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/12435/pl-stico-sustent-vel

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Top 5: ideias sustentáveis em 2009



1. Sacolas retornáveis: se em 2008 elas viraram febre de lançamento por várias marcas, em 2009 se transformaram em hit de brinde. Cada dia é maior a diversidade de tamanhos, modelagens, estampas e preços. A maioria das pessoas ainda usa como bolsa secundária, que já sai cheia de casa. Quem sabe o conceito mude em 2010?



2. Tecidos orgânicos: em uma campanha instituída pela ONU, 2009 foi considerado o ano das fibras naturais. A organização afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor. As marcas responderam à altura, com alguns itens, coleções inteiras ou marcas especializadas, a exemplo da brasileira Eden.



3. Lojas ecológicas: situada na Vila Madalena, em São Paulo, a loja da Farm é conhecida como Harmonia, 57 por causa do endereço. Mas a verdade é que a tal harmonia vai além da localização. O prédio foi construído com sistema de reaproveitamento da água da chuva, todas as paredes têm plantas crescendo nelas, vidros e persianas motorizadas permitem o aproveitamento da luz natural. A C&A segue o mesmo caminho na loja em Porto Alegre.



4. Cargos de controle: empresas têm criado cargos para controle de sustentabilidade. Recentemente, a brasileira Grendene anunciou vaga. Já a norte-americana Levi Strauss calculou que a fabricação de cada jeans do tradicional modelo 501 consome quase 2 mil litros de água e que de nada adiantaria diminuir este número apenas na etapa industrial. Resultado: se associou à Ong Better Cotton Initiative, que atua na educação de agricultores do setor algodoeiro, para adotar técnicas com menos impacto ambiental.



5. Campanhas verdes: não basta ser sustentável, é preciso fazer todos saberem que você é, afinal, isso poderá gerar mais vendas. Na Pitti Uomo de verão 2010/11, marca Tie Ups expôs cinto 100% biodegradável em bloco de terra com grama. Já a Adidas lançou a linha "Plant Pack", que tem a natureza como inspiração. Suas peças publicitárias foram alusivas ao tema.



Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=80685

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com