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quinta-feira, 4 de julho de 2013

A moda nacional está em liquidação!

A moda nacional vem enfrentando uma forte crise já faz algum tempo, uma parte por conta da carga tributária e toda a falta de apoio do governo... A outra parte por falta de uma administração inteligente com capacidade de equilibrar o sucesso de crítica com o sucesso comercial. 

As marcas brasileiras tiveram um boom depois dos anos 90'. Cresceram e ganharam força no mercado nacional e alguma projeção no internacional. Desde então, a gente viu marca nova nascendo toda semana, o fortalecimento da SPWF e Fashion Rio, muita badalação, glamour, poder... A moda nacional estava na boca do povo. Todos sabiam o nome de algumas marcas e conheciam Gisele Bündchen. 

Mas o sucesso foi tão grande que o "ego" de muitas marcas/estilistas ficou ainda maior e fechou o olho de muita gente que precisava entender que moda é também negócio e não só badalação e boas críticas. 

O tempo passou, o mundo mudou, e hoje, por incrível que pareça, o Brasil está na rota das grandes grifes internacionais. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro foram invadidas por marcas poderosas no mundo inteiro. E o melhor, há para todos os bolsos. Os mais ricos vão preferir comprar Chanel, Prada e cia ao invés de marcas nacionais que muitas vezes custam até mais caro. E os menos abonados vão se jogar nas araras da Top Shop ao invés de pagar mini fortunas por peças bem comuns da Osklen, Ellus, Reserva, Forum e cia. 

Onde tudo isso vai parar? Não faço ideia. Mas me preocupa ver que as liquidações de Inverno estão começando em Junho, antes mesmo do Inverno chegar.  Que muitas marcas estão falindo - Zoomp, Zapping, Maria Bonita, Maria Bonita Extra e Neon, e que as outras estão baixando os preços de seus produtos e revendo toda a estratégia para descer do salto e tentar se adaptar a uma nova realidade. Que a SPFW e Fashion Rio estão meio perdidos e que o Salão Bossa Nova anda mais preocupada com a briga dos egos de seus organizadores (Eloysa Simão X Paulo Borges -Luminosidade) do que com o sucesso dos participantes.

A moda nacional está em liquidação e muito pouco tem sido feito para reverter essa situação. Vamos torcer para que nossos governantes entendam que essas marcas são patrimônio nacional e que precisam estar em pauta. E para que os poderosos da moda moda nacional desçam do salto para pensar em algo juntos, ou o mais próximo possível.

É a hora de reinventar uma nova e mais profissional moda nacional. 

Fábio Monnerat

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Fashion é se jogar/refugiar em Pedra Aguda!

 

Foi um feriadão totalmente desconectado do "mundo moderno". Nada de internet, telefone, TV... Mas tinha muita natureza, amigos incríveis, um céu perfeito, muito vinho e chocolate para dar um plus de alegria.

Pedra Aguda em Bom Jardim/RJ é um dos lugares mais bonitos e interessantes para dar uma pausa na vida agitada, recarregar as energias e voltar com tudo. 

Se joguem! 

Fábio Monnerat

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Über-Recomendo: Mostra "Di Humanista" de Di Cavalcanti no MAC USP

 

Como parte da celebração de seus 50 anos, o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a mostra "Di Humanista" com obras que mostram diversas de suas facetas e ressaltam suas interpretações da paisagem social do Brasil 
 
 
Expoente da arte brasileira e um dos articuladores da Semana de 22, Emiliano Di Cavalcanti era famoso por sua ousadia estética, perícia técnica, riqueza de cores e exploração de temas do cotidiano. A mostra "Di Humanista" apresenta 67 obras e diversas facetas de seu trabalho, dirigindo seu olhar para as pessoas comuns como trabalhadores, homens e mulheres realizando atividades cotidianas.

 
Algumas de suas grandes influências foram Olavo Bilac, Machado de Assis e José do Patrocínio e, juntamente com Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Graça Aranha, Di Cavalcanti se tornou um dos mais ilustres representantes do modernismo brasileiro. Seu grande diferencial era contar o que via e vivia em sua obra, fosse através de desenho, pintura ou caricatura, capturando através de um olhar sincero a vida da sociedade no seu tempo. 
 
 
E é exatamente para homenagear sua alma humanista, que a exposição é dividida em núcleos ilustrando suas paixões e interesses como Vida Real, Mulheres, Boemia e Carnaval, Gente (Trabalhadores e Famílias) e Política. "Essa atitude contribui para inaugurar a gênese do Brasil Moderno, mobilizando artistas, intelectuais e certa elite abastada a pensar e definir nossa identidade social", afirma Katia canton, curadora da exposição. Entre os destaques, estão as obras "Nazismo, Plutocracia, Opressão", "Pescadores" e "O Beijo". Vale a visita! 
 


"Di Humanista" Até 27/10/2013

MAC USP - Av. Pedro Álvares Cabral, 1301, São Paulo

Terça a domingo, das 10 às 18h, entrada gratuita

http://www.mac.usp.br

sábado, 16 de junho de 2012

Über-Green: Brasil pode liderar o “novo luxo” na moda

 
Nada de brilhos suntuosos, texturas plásticas ou superfícies metálicas. O novo conceito fashion, defendido por Oskar Metsavath, diretor da grife Osklen, deve ser um produto sofisticado sim, mas de origem sustentável.

A ideia foi debatida na Bienal de São Paulo, durante apresentação do projeto ‘Traces’, fruto da cooperação ítalo-brasileiro que rastreou a pegada de carbono e os impactos sócios ambientais de seis artigos produzidos pela marca. O encontro, realizado na Sala 3, antes do início dos desfiles da São Paulo Fashion Week, contou com as presenças do ministro italiano Corrado Clini, do Meio Ambiente Terra e Mar (IMELS) e da coordenadora Martina Hauser; Mario Garnero, presidente do Fórum das Américas, Rafael Cervone, diretor do Programa TexBrasil, da Abit e Paulo Borges, diretor criativo do SPFW, mediador do evento.
Embora de muletas, devido a um acidente sofrido recentemente, Oskar Metsavaht, que também é presidente do Instituto-e, estava muito entusiasmado com a possibilidade de expandir o projeto, do qual é pioneiro no Brasil. “Não temos que ficar competindo com produtos baratos da Ásia, ou com a moda iconográfica dos Estados Unidos ou da Europa, que deixou de ser elegante para ser esnobe. Hoje, o novo luxo é a inovação aliada à produção sustentável. É a inclusão social em sinergia com criatividade e design. É possível fazer algo bonito, sofisticado e de valor sem agredir a natureza. O Brasil tem tudo para ser protagonista deste novo luxo”, defendeu o empresário e ativista ambiental.
O Instituto-e é uma associação privada civil sem fins lucrativos, criada e sediada no Rio de Janeiro, voltada para a promoção da vocação do Brasil como “país do desenvolvimento sustentável”. Visa sensibilizar a sociedade e dar visibilidade a temas, projetos e parceiros envolvidos com o desenvolvimento social, ambiental, cultural e econômico. A entidade atua também nas esferas da educação e da promoção social.
Parceria ecológica
Não menos animado, o ministro italiano disse que “países irmãos como Brasil e Itália” podem criar juntos um novo mercado de produtos que despertem o desejo do consumo consciente. “Eu acredito que o projeto Traces será o primeiro passo, o primeiro bloco de um programa ambicioso de autogestão da indústria em adotar a pegada de carbono como balizador para o desenvolvimento de um novo ciclo produtivo. Tenho certeza de que os europeus estão prontos a pagar mais caro para enfrentar este desafio”, ressaltou Corrado Clini. Segundo o ministro, o governo da Itália já investiu até agora 8 milhões de euros, sendo 1 milhão de euros só no Traces, para os projetos sustentáveis no Brasil. Além do setor têxtil/moda, há ações no campo da bioenergia e alimentos orgânicos.
Clini informou que foi lançado, há duas semanas, em São Paulo, o projeto para a produção da segunda geração de biocombustíveis, que utiliza rejeitos (bagaços) da cana de açúcar. “A primeira geração era derivada da própria cana, porém, a produção de biomassa não pode afetar a segurança alimentar. Esta é uma questão muita discutida hoje nos países emergentes. Como conciliar produção sustentável como necessidade de ser reduzir a fome e a pobreza. Ao utilizar o bagaço, subproduto da cana direcionada para usina de açúcar e álcool, é possível conciliar o aproveitamento da mesma fonte de matéria prima em outras cadeias de valor”, defende o ministro italiano.
O que é o projeto Traces
Em junho de 2011, o Instituto e o Ministério do Meio Ambiente da Itália, em parceria com o Fórum das Américas e o Senai-Cetiqt, do Rio de Janeiro, rastrearam a pegada de carbono e os impactos socioambientais de seis e-fabrics® (materiais sustentáveis) usados pela marca Osklen para a produção de artigos de moda. Os materiais foram: algodão orgânico, algodão reciclado, couro de peixe Pirarucu, juta da Amazônia, malha feita de fibra de garrafa PET reciclada e seda orgânica. Especialistas de ambos os países estudaram a cadeia de produção de cada um desses seis produtos para conferir o manejo sustentável, identificar aspectos sociais e avaliar as emissões de gases de efeito estufa. Os técnicos também observaram possíveis medidas de mitigação para minimizar os impactos ambientais durante o ciclo de produção das peças. A equipe viajou pelo Brasil de Norte a Sul durante quase um ano, colhendo e compilando dados. Os resultados indicam como os impactos ambientais da produção da Osklen são mínimos se comparados com os da indústria têxtil convencional e como seu fomento evita que questões sociais da maior gravidade.



Alguns produtos da marca, como as bolsas confeccionadas em uma cooperativa de reciclagem de lixo de Marambaia, em São Gonçalo, Rio de Janeiro, já foram expostas no MoMA - Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.
Desafios para continuidade
Rafael Cervone, diretor do Programa TexBrasil, disse que o projeto é um grande desafio para a indústria têxtil brasileira que ainda precisa ser mais eficiente no que se refere à produção sustentável. Ele, entretanto, revelou alguns avanços já conquistados pelas empresas brasileiras, que engloba 30 mil estabelecimentos (fiação à confecção): 23% delas já têm créditos de carbono. 56% possuem programas de reflorestamento, 63% reutilizam águas industriais e mais 3 mil possuem certificações ambientais.

Já Mario Garnero, presidente do Fórum das Américas, elogiou a iniciativa da Osklen de apostar em um projeto pioneiro no Brasil. “Oskar Metsavath é um ambientalista prático. Não é teórico. Ele provou que é possível fazer moda de bom gosto e valor agregado com ação social e preservação da natureza. Por isso, apoiamos este e qualquer outro projeto nesta linha. A função do fórum é desenvolver novas tecnologias de produção verde, como o carro a álcool, que já fizemos no passado e que foi a primeira vitrine brasileira nesta área”.
Oskar Metsavath acrescentou que o principal desafio é atrair mais empresas para o projeto e difundir a ideia junto aos consumidores brasileiros que hoje estão ávidos para comprar, mas que ainda não consideram a questão ambiental. Isso é em razão de a maioria dos produtos sustentáveis, de roupa a alimentos orgânicos, ainda ser muito caros para grande parte da  população. “Eu espero que o governo brasileiro passe a incentivar, com isenções fiscais, por exemplo, a inovação feita por empresas que estão comprometidas com a produção sustentável. Senão, o discurso ambientalista acabará caindo no descrédito”.
Paulo Borges enalteceu os debatedores e disse estar orgulhoso de um tema tão relevante ter sido debatido durante a SPFW, ao mesmo tempo em que acontece no Rio de Janeiro a Conferência da ONU para a Sustentabilidade, a Rio + 20, que termina dia 22 de junho.

Fonte:PortalTextila - Por: Marcia Mariano
Fotos: Divulgação

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Balmain chega ao Brasil em 2012... Saiba mais sobre a marca

 

Uma marca sem história e sem o peso de sua tradição não é uma marca de luxo. Mas uma grife com história, mas sem um elemento contemporâneo que mostre que pertence à nossa época, é uma grife parada no tempo. No campo da moda, que se alimenta mais que qualquer outro de novidades, isso é ainda mais verdadeiro. Algumas maisons sentiram na pele o fracasso temporário porque não deram atenção a esse requisito. Mas sempre há tempo de corrigir esse descompasso. E a situação é revertida com a contratação de um novo talento que compreenda a história da marca e faça uma projeção de como ela se apresentaria nos dias de hoje. Isso aconteceu com a Gucci nos anos 1990 e a chegada de Tom Ford à direção criativa saneou as contas da grife. E com a Balmain em 2006, quando, depois de cerca de duas décadas de ostracismo, Christophe Decarnin foi contratado. 

Reprodução

Marca que nasceu das mãos de Pierre Alexandre Claudius Balmain em 1945 e cuja característica principal era a arquitetura das roupas, com destaque para um blazer – simples, porém extremamente bem acabado –, e até pouco tempo atrás reviveu pelo talento de Decarnin, o chic mais rock`n roll da história da moda. Decarnin provocou desejo – atire uma pedra quem nunca sonhou com as calças skinny que mais parecem costuradas ao corpo da modelo ou com a jaqueta militar com ombros marcados – e trouxe contemporaneidade a uma marca conhecida por sua elegância singela.

Mas e por que falar da Balmain justamente agora, dois anos depois da icônica coleção de 2009, que trouxe as peças acima mencionadas e projetou Decarnin? Por que pensar na grife justamente agora que Decarnin a deixou e seu posto foi ocupado por Olivier Rousteing? Porque, para delírio das consumidoras brasileiras, a grife inaugura sua primeira boutique em solo nacional em fevereiro de 2012 no shopping Cidade Jardim. E, para compreender seu estilo hoje, vale conhecer melhor sua história.

Uma nova mulher

Fundada em 1945, assim que a Segunda Guerra Mundial acabara, a Balmain bebeu da mesma fonte que a Dior e visitou um estilo elegante, feito para mulheres cansadas das restrições do duro período do conflito. Em grande parte graças à experiência adquirida por Pierre em duas grandes maisons da época: a Molyneux e a Lelong. À frente de sua grife, marcou um estilo. “Criava-se a imagem de uma mulher ativa, petulante, bem cuidada, elegante e com um toque de desenvoltura. Era o nascimento da ‘Jolie Madame’, que simbolizou perfeitamente os anos 50”, diz o site da grife. Entenda-se bordados, estolas e grandiosos vestidos. Estilo esse que se imortalizou no cinema, visto que Balmain criou o figurino de clássicos da telona como E Deus criou a mulher, que projetou Brigitte Bardot e seu olhar cândido-sexy para o mundo.
Nos anos 1970, o prêt-à-porter fez a marca se expandir e chegar a 200 licenciados. Quando Pierre Balmain morreu, em 1982, Erik Mortensen, seu primeiro assistente desde 1951, assumiu a haute couture da grife até 1990. A direção criativa passaria então por várias mãos até 1993, quando Oscar de la Renta chegou à maison. Ele ficaria até 2002. Somente em 2006 Decarnin chegaria e a Balmain voltaria ao topo da lista dos desejos fashionistas

Reprodução
Loja de Balmain

O que as brasileiras podem esperar da Balmain brasileira é a coleção primavera/verão 2012: influências da montaria, jaquetas inspiradas nas touradas, calças skinny, toques de dourado, muita cintura marcada e uma elegância não óbvia com espírito andrógino e sexy nos detalhes, como um decote ou um bordado. Ah, sim, e poderão acompanhar de perto o reinado de Olivier Rousteing e tirar suas próprias conclusões sobre o mais novo sucessor de Pierre Alexandre Claudius Balmain.

Fonte:FAAP

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Lanvin cria bonecas (vudu deluxe) para ajudar pessoas com HIV na África




Alber Elbaz criou um edição limitada de bonecas de pano para a Lanvin, são quatro modelos, vestidas com versões miniatura das roupas presentes na linha infantil. 

As bonecas são feitas à mão, por mulheres contaminadas pelo vírus HIV, da Swizaland (1 em cada 4 mulheres tem AIDS neste país localizado no sul da África). Cada boneca vai custar 250 euros, e  parte do que for arrecadado será doado ao país. As bonecas/vudu serão vendidas a partir de dezembro em todas as lojas da Lanvin.

A causa é ótima, mas o resultado não é assim um Lanvin, essas bonecas estão mais para vudu deluxe, de todo jeito vale comprar para ajudar, mas depois esconde esse monstrinho... #ficadica

Brincadeiras a parte, adoro esse tipo de ação que a Lanvin está fazendo e sinto falta dessas iniciativas por parte das grandes marcas nacionais. Acho que eventos como SPFW, Fashion Business, Minas Trend Preview e Fashion Rio poderiam contribuir - ainda mais - por um Brasil melhor.

Fábio Monnerat

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Diretora do Studio Berçot diz que a moda brasileira é muito bem vista lá fora

 

Com a palavra, Marie Rucki ©Midori De Lucca/Divulgação

“O Brasil precisa parar de pensar que tem que ter uma moda diferente, vocês são muito bem vistos lá fora”, afirmou Marie Rucki, diretora do Studio Berçot, renomada escola de moda de Paris.
Rucki contou que acredita que a moda brasileira está muito bem vista no exterior. “Vocês têm ótimos criadores e uma indústria muito forte”, defendeu. De fato, não é novidade que o mundo está com olhos grandes sobre o Brasil. Suzy Menkes, por exemplo, vai trazer sua conferência de luxo para São Paulo neste ano.

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Os convidados que participaram do bate-papo ©Midori De Lucca/Divulgação

Durante a conversa, Rucki, que já esteve no Brasil diversas vezes, falou sobre processo criativo, os rumos da moda,  a diversidade de materiais e como os jovens percebem e usam a moda atualmente.

Para Marie, o processo criativo é separado em etapas: a seleção de informações (sabendo por que está se escolhendo aquilo); seleção do estilista (com instinto e sensibilidade); e por fim, um longo processo de edição de imagens. “Pesquisar, pesquisar, pesquisar e eliminar, eliminar, eliminar”, ensinou.

 Über-curti, mas a gente sabe que muito ainda precisa ser feito...

Fábio Monnerat

Fonte:FFW

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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