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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Über-Green: Carnaval e consumo consciente combinam!



Super tudo a matéria do Akatu. Não resisti e trouxe pra vocês.

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? O Akatu preparou dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa.

Confira!

1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!

10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

terça-feira, 17 de maio de 2011

über-green: De onde vem a sacolinha plástica? por Akatu Mirim


Eu já havia falado pra vocês sobre o AKATU MIRIM, para quem não lembra é só acessar Akatu lança Portal Mirim, um projeto genial que tem tudo para ser um lugar divertido e muito educativo - pode deixar seu filho horas no site...

A novidade é que a partir de hoje, os pequenos internautas poderão conhecer o ciclo da sacolinha plástica no Akatu Mirim. Por meio de um novo bloco de aplicativos, – animação, jogos e atividades – os visitantes vão entender os componentes que formam a sacola descartável até o seu descarte.

O pacote de conteúdos chega para dialogar com a criançada sobre o produto em um momento em que diversos municípios brasileiros discutem leis para banir as sacolinhas do varejo.

Interatividade
 
O jogo da Máquina do Tempo demonstrará para as crianças o tempo de decomposição de diversos produtos e, sobre cada um, haverá uma dica ou curiosidade para contribuir com o aprendizado.
Há também uma atividade para ser realizada fora do ambiente online, que convidará as crianças a fazerem sacos de papel jornal para serem utilizados no lixo do banheiro, substituindo a sacola plástica descartável.

O mural contará com a seguinte pergunta: “O que você imagina que os arqueólogos do futuro vão encontrar na Terra? Será que eles vão achar que a gente consumia sem consciência?", para provocar as crianças a refletirem sobre o impacto do nosso consumo excessivo sobre a capacidade que o planeta tem de absorver os resíduos, principalmente quando esses resíduos demoram muito para se decompor, como é o caso do plástico.

Na seção para Pais e Educadores, serão lançadas novas dicas para os pais e planos de aula para os educadores sobre o uso da sacola plástica para que tenham a possibilidade de abordar o tema de uma maneira transversal dentro da escola.

Se você quiser seguir o Akatu no Twitter, clique aqui.
Aproveite e dê um curtir no facebook do Akatu Mirim ;)

segunda-feira, 28 de março de 2011

über-green: Akatu lança Portal Mirim

 
 
A partir de hoje, os pequenos internautas poderão navegar pelo mundo do consumo consciente. Basta digitar www.akatumirim.org.br para descobrirem de onde vêm e para onde vão os diversos produtos que consomem, além de saberem os impactos de suas cadeias produtivas sobre o meio ambiente.

Com animações, brincadeiras, jogos e muita interatividade, o site é uma iniciativa inédita do Instituto Akatu sobre o consumo consciente pensada e desenvolvida para crianças. A ação é patrocinada pelo refresco em pó Tang, da Kraft Foods Brasil, apoiador benemérito do Akatu.

“O Akatu Mirim surge como uma ferramenta de conscientização sobre o consumo consciente para as crianças, despertando o interesse pelo tema por meio da diversão e aproveitando a curiosidade natural para saberem do que é feito o tênis que ela está usando, o caderno no qual ele escreve ou qualquer outro produto que está presente no seu dia-a-dia” explica Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

Segundo Mattar, desse modo, desde pequenos, as crianças descobrem que nossos atos causam impactos em nós mesmos, na nossa cidade e no planeta e, de maneira divertida, elas percebem que pequenos atos repetidos ao longo da vida e por muitas pessoas podem fazer um planeta melhor.

O petróleo será o primeiro tema tratado. Depois será a vez da sacola plástica, da garrafa d'água, do celular e da bala, entre outros.

Todos os temas serão abordados também por meio de ilustrações que vão mostrar o conceito "de onde vem?" e "para onde vai?", para explicar que bens e serviços vêm de uma cadeia produtiva e causam impactos, da origem até o descarte do resíduo.

Jogos e atividades
O portal trará jogos on-line e sugestões para serem feitas também fora do computador. "Já parou para pensar quantas coisas legais você deixa de ver por usar sempre o carro, ônibus ou metrô?", é uma das perguntas do Akatu Mirim.

“Esperamos que a partir daí, as crianças se sintam motivadas a ir à escola a pé, por exemplo. E, com isso, elas estarão cuidando da sua saúde, do meio ambiente, já que estarão evitando a emissão de mais gases no efeito causados pelo uso excessivo do automóvel, que contribuem para as mudanças climáticas”, diz Mattar.

A atividade estimula os consumidores a deixarem o carro em casa. Assim, a criança se conscientiza e ajuda a mobilizar a família.

Por que ir sozinho para a escola? Que tal juntar os amiguinhos e irem todos em um só carro. Pais e mães podem se revezar levando a criança e menos carros estarão circulando, assim o trânsito melhora e jogamos menos gás carbônico na atmosfera, reduzindo o efeito estufa.

Animações
Vídeos animados apresentam a descoberta da matéria-prima, o primeiro uso em grande escala, até onde podemos encontrá-lo no dia a dia, sua importância para o ser humano e o mais importante: trata-se de uma fonte finita que precisa ser consumida conscientemente.

Mural
Os temas ainda podem ser discutidos no Mural, com enquetes e perguntas ao site, que de forma interativa, vai descobrir, com a colaboração dos internautas, como consumir com responsabilidade e tirar dúvidas sobre o conteúdo do site.

“Vale lembrar que consumir de forma consciente não é não consumir. É consumir menos e diferente, tendo no consumo um instrumento para o bem-estar, deixando de comprar por comprar”, explica Mattar.

Que tal começar hoje, propondo para seus pais deixar o carro na garagem e ir caminhando até a padaria comprar o pãozinho?

über-adoramos a ideia!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Consumidores consciente somam 5% da população

  Consumo

Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.

Os dados são da pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010”, realizada e apresentada pelos institutos Akatu e Ethos, nesta terça-feira (14/12), em São Paulo. O levantamento foi feito com o patrocínio de Bradesco, Faber Castell, Santander e Walmart e executado pela GfK.

“A manutenção significativa dos níveis mais altos do consumo consciente é um dado bastante positivo, principalmente porque parte das informações foi coletada durante o terceiro trimestre de 2010, quando se registrou o maior crescimento econômico dos últimos anos no país”, considera Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. “O mais importante é que as práticas sustentáveis não foram abandonadas devido ao aumento dos benefícios financeiros”, completa.

Para ler a matéria completa (que é imperdível) acesse o site do AKATU.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Já consumimos 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer

 RELATORIO_WWF

Relatório da WWF diz que humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer

Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças

Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje já consumimos 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.

Os dados são da edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicada mundialmente na quarta-feira (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500
espécies.

A pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, utilizamos o equivalente a um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida. Se continuarmos a viver além da capacidade do planeta, aponta o relatório, até 2030 precisaremos de uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas. 

Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a conseqüente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil –, que também são as mais pobres, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais.

Segundo o relatório, nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies, graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.

“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados  nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF.

O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.

Clique aqui para ler a versão completa do relatório.

Consumo desigual


O relatório reafirma um dado que já é conhecido: além de excessivo, o consumo é desigual. O excesso é predominante em nações mais ricas. Apenas os 32 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo das economias mais ricas e industrializadas do planeta – são responsáveis pelo consumo de 40% dos recursos disponíveis. 

Brasil, Rússia, índia e China não fazem parte da OCDE, mas, somados, têm o dobro dos habitantes dos países do grupo. E o relatório alerta que, mantido o atual modelo de desenvolvimento, os chamados países emergentes seguirão a mesma trajetória de degradação ambiental dos ricos.

“Seriam necessários quatro planetas e meio para atender a uma população mundial (6,8 bilhões de pessoas) com um estilo de vida equiparável ao de quem vive hoje nos Emirados Árabes ou nos Estados Unidos", alerta Leape.

Mudanças climáticas

Segundo o documento, devido ao aumento da geração e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, causado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e processos industriais, o planeta entrou em uma espécie de “cheque sem fundo” ecológico.

Nossa pegada de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, aumentou em 35% nos últimos 20 anos e atualmente é responsável por mais da metade da pegada ecológica global.

Segundo o documento, os dez países com a maior pegada ecológica per capita são: Emirados Árabes Unidos, Catar, Dinamarca, Bélgica, Estados Unidos, Estônia, Canadá, Austrália, Kuwait e Irlanda.  O Brasil ocupa a 56º posição neste ranking.

Mais uma vez, a maior pegada é a dos países de alta renda. Em média, a pegada desses países é cinco vezes maior do que a dos países de baixa renda. 

“As espécies são a base dos ecossistemas,” afirmou Jonathan Baillie, diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, entidade que participou do levantamento.  “Ecossistemas saudáveis constituem as fundações de tudo o que nós temos – se perdemos isso, destruímos o sistema do qual depende a vida”, completou Baillie.

Brasil

O Brasil possui uma alta biocapacidade – relação entre a área disponível para agricultura, pastagem, pesca e florestas e o potencial de produtividade –, mas isso não nos coloca em uma situação confortável.

“A redução da desigualdade com aumento do poder aquisitivo da população brasileira é uma conquista positiva. No entanto, também nos coloca frente a um grande desafio que é o de crescer sem esgotar nossos recursos naturais”, destaca a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.

Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, o consumo das riquezas naturais é indispensável para a vida no planeta e é fator determinante do crescimento econômico. “O que precisamos é consumir menos e diferente. Ou seja, consumir de forma mais responsável, buscando um equilíbrio entre nossas necessidades e a capacidade da renovação da Terra”.

“O principal benefício do relatório é servir de ferramenta para os tomadores de decisão estimularem uma economia de baixo carbono, uma economia verde, criando novas oportunidades de crescimento para o país e protegendo os serviços ecossistêmicos que são a base de nosso desenvolvimento econômico”, afirma Hamú.

Fonte:http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja-consome-50-mais-recursos-do-que-a-terra-consegue-oferecer
 

terça-feira, 10 de agosto de 2010

über-green: “Lei do Lixo”

LixãoA chamada “Lei do Lixo” foi sancionada dia 2 de agosto pelo presidente Lula e deve começar a valer em até 90 dias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na segunda-feira (2/8), a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS). Além de obrigar o fim progressivo dos lixões em todos os municípios do país, a nova lei cria, entre outras garantias, a “logística reversa”.

A determinação obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher, depois de usados pelo consumidor final:

• agrotóxicos e seus resíduos e embalagens;
• pilhas e baterias;
• pneus;
• óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
• lâmpadas fluorescentes;
• produtos eletrônicos e seus componentes.

A lei deve ser regulamentada em até 90 dias, estabelecendo prazos para que as empresas implantem a nova conduta e informem ao consumidor sobre o recolhimento dos produtos usados.

Além disso, as instituições terão que comprovar a destinação ambientalmente correta desses resíduos. O desrespeito à norma é crime ambiental, que prevê pena de até cinco anos de reclusão e multa.

Clique aqui para ver mais detalhes sobre a PNRS.

Daqui três meses, será obrigatório, mas já há iniciativas de logística reversa para alguns produtos no país.

Para conhecer mais visite o site do AKATU.


sábado, 5 de junho de 2010

Fashion é ser ECO - Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente



Que tal juntar-se a uma ação global e tornar-se “verde”? É o que propõe o WED 2010, ação liderada pelo PNUMA

A urgência por um melhor gerenciamento da riqueza de espécies e ecossistemas do Planeta é a mensagem do WED 2010, que significa tornar-se “verde”. A celebração, liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é realizada todo dia 5 de junho. Para este ano, o WED tem como tema “Muitas espécies, um Planeta, um futuro” e, com isso visa incentivar a tomada de atitudes em prol da proteção do meio ambiente. Vale tudo, desde pequenas atividades individuais e escolares até grandes iniciativas de comunidades e corporações multinacionais.

Mesmo com resultados promissores resultado dos esforços para a conservação em diferentes partes do Planeta, espécies estão se extinguindo em um ritmo muito rápido e isso, em sua maior parte, se deve às ações de consumo do homem. “Podemos ter atitudes e práticas mais conscientes e contribuir para a sustentabilidade da vida no Planeta. Consumir com consciência não é não consumir, mas sim consumir de uma forma diferente, conhecendo os impactos desse consumo para a sociedade, para o meio ambiente e para a economia”, afirma Heloisa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu.

Portanto, que tal participar dessa mobilização? Junte-se ao WED 2010, convide sua comunidade a aderir às ações individuais e coletivas em busca de um estilo de vida mais sustentável. Saiba mais clicando aqui.


Fonte:http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/mobilize-se-e-celebre-o-dia-mundial-do-meio-ambiente

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
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