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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dolce & Gabbana vai abrir sua primeira loja no Brasil

 

Dolce & Gabbana vai abrir as portas de sua primeira loja no Brasil. O espaço vai ocupar 800 metros do shopping JK, cuja inauguração está prevista para a primeira semana de abril em 2012.

Essa não é a primeira vez que a desejada marca mostra a garra de suas oncinhas e o poder dos seus corsets no País. A grife italiana foi vendida por muito tempo na Daslu. E sua outra label, a D&G, tem uma loja no piso superior do Shopping Iguatemi desde novembro de 2004.

A assessoria da D&G no Brasil afirmou que a loja continua aberta até o recebimento da coleção do verão 2012, que acontece entre maio e junho do ano que vem, mas que os próximos passos ainda não foram definidos... Quem sabe eles não aproveitam o espaço e quandoa  D&G acabar eles não abrem uma Dolce & Gabbana no Iguatemi também?

Fonte:Vogue Brasil

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Brasil terá a 1ª loja masculina GUCCI do mundo

 

O Brasil receberá a primeira loja no mundo da Gucci exclusiva para o público masculino, conta Chris Pitangy. O endereço escolhido é o Shopping JK, empreendimento do Grupo Iguatemi. A Gucci se juntará à Topshop, Burberry, Daslu, com lojas confirmadas no novo espaço, que ainda tem grandes chances de receber uma de Diane Von Furstenberg. 

A grife italiana já tem uma loja no Shopping Iguatemi e outra prevista no Cidade Jardim.

Fonte:VogueBrasil

GaleriaMais a bolsa de negócios da SPFW

 

A 31ª edição da São Paulo Fashion Week, que ocorre entre os dias 13 e 18 de junho no Prédio da Bienal, terá bolsa de negócios. 

A GaleriaMais, bolsa de negócios com 30 grifes já selecionadas, mas ainda não divulgadas, será voltada a compradores e profissionais do setor, com ênfase para marcas que reúnam criatividade, qualidade, além de capacidade de produção e distribuição. O salão ocupará dois andares da Oca, um com os estandes e outro com lounges e restaurante. 

"O critério de seleção apontou para criadores autorais, que possam representar o Brasil internacionalmente no futuro", afirmou Flávia Rotondo, uma das proprietárias do evento Galeriashowroom, que acontece há cinco anos, com cinco edições anuais, e desde 2008 na Daslu. "Os expositores da GaleriaMais são mais voltados à roupa. A Galeriashowroom, que ocorre no mesmo período na Daslu, tem mais criadores de acessórios", disse. O salão de moda estará aberto para pessoas credenciadas entre os dias 13 e 17 de junho, das 10h às 20h.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sapatos: prévia de inverno 2011

 Recortes: é do designer Alexandre Birman a ankle com vazados geométricos. O efeito também aparece em pumps e ballerines. Use com meias coloridas para realçar o detalhe.

 Veludo: o veludo retorna dando charme vintage ao guarda-roupa da estação e aparece tanto em vestidos e casacos como em peep toes, como na versão assinada pelo Studio TMLS. Dica: aposte em uma peça forte e fuja do look combinadinho.

Ankle noturna: a ankle se veste de paetês, rendas e bordados e cai na noite, substituindo escarpins e sandálias. O salto fino e poderoso acompanha a novidade. A da foto, com laço poderoso, é do Studio TMLS.


 Wedge: o salto anabela chega repaginado ao inverno 2011. O shape é dos mais modernos e combina com meia-pata, como na bota de Christian Louboutin da foto, ou sola rasa. É total refresh no closet de quem não abre mão de um bom salto alto. 

  Ouro: não tem tempo frio que apague este brilho: o dourado vira uniforme e transita 24 horas iluminando qualquer look, como o modelo ladylike Chanel. Aproveite para elevar a mesma categoria o prateado e os laminados coloridos.

 Botas retrô: as botinhas tipo polaina usadas pelas chiques do século 19 inspiram a it boot do próximo inverno. Elas retornam conservando a cara de antiguinha, com direito a fitas, botões ou fivelas. Para reforçar o mood vintage, o designer Jorge Bischoff deu ao couro aspecto desgastado.
 Montaria: a bota montaria da Hermès nunca saiu de moda, mas o shape volta a ser tendência no inverno 2011. Vai bem com vestidos românticos e looks com pegada masculina, no mais puro estilo dândi.

 Slippers: Eles saíram do quarto de dormir aristocrático e ganharam as ruas nos pés mais badalados do planeta. Entre os lançamentos nacionais, as versões em renda, glitter e onça da Luiza Barcelos são imbatíveis.

Bicho: a botinha Gianvito Rossi, marca da top list da Daslu, é daquelas peças imperdíveis para quem é fã do print de oncinha. A estampa de onça encabeça o zoológico fashion que já anda fazendo sucesso desde já e que inclui pintinhas de dálmata, cobra com cara de leopardo e zebra, além dos couros exóticos: croco, lézard, phyton, arraia e avestruz.

Com as semanas de moda inverno 2011 se aproximando é inevitável a vontade de acrescentar novidades no closet. Por isso a gente aponta os dez modelos mais bacanas da próxima estação, entre as marcas nacionais associadas à Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e grifes internacionais, para você sair na frente.

Fonte:VogueBrasil

WWD destaca amadurecimento do mercado de luxo no Brasil

 Loja da Chanel no Shopping Iguatemi

Referência entre as publicações de moda, o WWD voltou esta manhã sua atenção ao Brasil.

Uma matéria assinada por Simone Esmanhotto, colaboradora de Vogue Brasil e correspondente do portal, discorre sobre o crescimento e amadurecimento do mercado de luxo no Brasil, nos últimos dois anos.
O artigo repassa a recente chegada por aqui de inúmeras grifes de luxo — Chanel, Hermès, Emilio Pucci, Burberry, Christian Louboutin, Diane von Furstenberg, Carolina Herrera, Marc Jacobs – e como muitas delas vem deixando de operar no País por meio de multimarcas brasileiras para apostar em lojas próprias. É o caso da Chanel que trocou seu espaço dentro da Daslu por boutiques nos shoppings Cidade Jardim e Iguatemi — os dois, redutos do luxo tupi, também são assunto para matéria. “O mercado brasileiro está maduro. Agora é hora de consolidarmos nossa presença no País, operando diretamente aí, como fazemos em outros lugares”, disse Bruno Pavlovsky, presidente da divisão de moda da Chanel.

Em novembro, o The New York Times também abordou o mesmo assunto, com artigo assinado por Maria Prata, editora da FashionTV no Brasil e também colaboradora de Vogue Brasil. São nossas jornalistas abastecendo o mundo sobre o mercado de luxo do momento.

O espaço da Burberry, também no Iguatemi

Fonte:VogueBrasil

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sylvia Toledano chega ao Brasil


A marca francesa Sylvia Toledano acaba de desembarcar no Brasil. São bolsas de mão cravejadas com cristais Swarovski, vendidas exclusivamente na Daslu, que conquistaram lulus no mundo todo e agora estão à disposição das brasileiras. Os modelos são bem descoladinhos.

Fonte:Glamurama

domingo, 17 de outubro de 2010

Varejo para a Classe A

 

A pesquisa nacional por Amostra de Domicílios apresentada pelo IBGE no meio deste ano, constatou. Entre 2005 e 2009, mais de 200 mil famílias subiram ao que chamamos no Brasil de Classe A, o degrau mais alto da escada da riqueza. Esta classe econômica brasileira é quem tem renda mensal familiar superior a 20 salários mínimos, o equivalente a 10 mil reais por mês. Ao todo são mais de 7 milhões de consumidores, divididos em 2,4 milhões de famílias pelo Brasil! Não é um número a se desprezar.

Este crescimento faz entrar em lojas de luxo mais consumidores, e fez o setor crescer, criando uma expectativa de 20% no aumento do consumo no varejo de moda de luxo.

O varejo de moda para a Classe A tem algumas características e exigências um pouco complexas, principalmente no que se refere ao atendimento. Este consumidor mais abonado é bastante experiente em compras da maioria dos produtos, muito instruído, bem relacionado, mas tende ser infiel à loja. Qualquer deslize no atendimento, o faz trocar para qualquer uma das inúmeras ofertas de lojas para a Classe A no mercado.

Em depoimentos que obtive em muitas pesquisas realizadas nos últimos 10 anos junto a lojistas de moda de todo o Brasil, percebo que o sonho de 90% deles é vender para o público Classe A, e os que já vendem falam disto com muito orgulho. Vender para este público lhe dá reconhecimento, mostra que chegou ao topo, contudo o lojista esquece que a concorrência neste segmento é muito grande, e atraída por uma falsa “produtividade” no atendimento, e iludida com o “pouco esforço para muito ganho” em cada venda. O “muito ganho” pode até ser verdadeiro, contudo o “ pouco esforço” é falso.

Vender e agradar este consumidores é uma tarefa trabalhosa, e deve seguir algumas regras:
  1. Garanta exclusividade. Ao argumentar os benefícios de uma roupa, sapato ou acessório para uma consumidora desta classe, jamais utilize a expressão “Está todo mundo usando!”, pois ela vai odiar saber que outros usarão a mesma peça que ela escolheu. A expressão “ninguém tem este produto ainda” é sim um argumento forte e tranqüiliza o consumidor quanto à exclusividade.
  2. Mantenha um atendimento formal. Consumidores de Classe A não gostam muito do atendimento caloroso, com o toque e chamegos, pois confunde as hierarquias. Mantenha a simpatia e o respeito, mas tudo a uma certa distância e se mostre sempre disposto a lhe servir. Posturas como se abaixar para calçar o sapato para ele, ajudar a  vestir ou tirar o casaco para ele funcionam.
E desta mesma forma, trate o produto ao demonstrar para ele. Demonstre delicadeza ao tocar no produto, eleve-o com cuidado e guarde-o novamente na caixa ou cabide com todo esmero. O vendedor da loja de canetas Mont Blanc usa luvas brancas ao demosntrá-las aos seus clientes!
  1. Conheça sobre a origem e história do produto. Consumidores de classe Alta gostam de comprar produtos com “conteúdo”. Sua equipe deve conhecer a histórias das marcas, o estilo de seu designer, os detalhes sobre o tema da coleção. Informações como estas dão um charme a qualquer produto. Na rede catarinense de lojas Albore, se dá preferência às vendedoras que tem formação em moda e todas estudam sobre cada coleção de marcas expostas na loja. Ao final da semana, preenchem um teste com perguntas sobre o que aprenderam.
  2. Evite falar em preços inicialmente, principalmente para clientes homes. Os consumidores de classe alta apreciam o auto merecimento, querem simplesmente comprar o que gostam sem se importarem com o quanto aquilo custa. A verdade é que todas as pessoas querem saber o preço de algo, contudo isto não é o fator decisivo para as de classe A. Os homens, então como provedores e amantes do poder, percebem o interesse pelo preço como humilhante.
  3. Poupe tempo do seu cliente. Estes consumidores consideram suas horas muito caras, cada minuto perdido gera uma sensação de desperdício. Você precisa trazer tecnologia e o que for necessário na sua loja para evitar filas na hora de pagar ou esperas na hora de comprar.
E além do atendimento, alguns detalhes fazem a diferença no ambiente da sua loja:
  1. Exposições clean. Poucas peças e iluminação focada transmitem exclusividade e dão a um produto o requinte de como se fossem jóias expostas. Até mesmo a fachada da loja com letreiro discreto já transmite um ar elitista ao negócio. A loja de luxo Capoani, de Curitiba tem fachada discreta, que parece mais uma mansão de família do que uma loja de confecções.
  2. Decoração assimétrica. Isto é, objetos em posições inusitadas, misturas de materiais ou cores descombinadas tiram a obviedade de um espaço.  Os consumidores de classe alta não apreciam visuais óbvios. Eles conseguem e querem divagar sobre o que vêem. A loja Sergio K na Oscar Freire, inovou com decoração inusitada para os homens tão ricos e conservadores da Classe A paulistana. Colocou um lindo Porsche 550 Spyder prateado ano 1954 carro, dentro da loja exposto em uma das colunas, de cabeça para baixo.
  3. Entrada da loja discreta. Quanto mais luxuosa for a loja, menos e mais restrita será a sua entrada. Na loja Daslu, se entra somente pelo estacionamento, isto garante que pessoas com a intenção de entrar a pé na loja se sintam constrangidas. “Só entra quem pode” é a sensação que o consumidor de Classe Alta quer ter na sua loja preferida.
Caro varejista leitor, ao todo são 7 milhões de famílias dispostos a comprar e ser atendidos de forma especial.

Quem sabe você não consegue uma fatia deste bolo de... trufas importadas!

Entre em contato comigo através do e-mail cristina@nmarinho.com.br ou pelo site www.nmarinho.com.br
Por: Cristina Marinho
Consultora especialista em marketing e comportamento do consumidor.

sábado, 21 de agosto de 2010

Como ser um vendedor de moda de Sucesso

Vendedoras da Daslu – Consultoras de moda e visual impecável


A “moda” agora no Varejo de Moda é falar da necessidade de proporcionar ao consumidor a tal da Experiência de Compra.

E quando se fala em Experiência de compra, a abordagem fica em torno dos apelos sensoriais que a loja pode transmitir com cheiros, cores, tecnologia, eventos e tudo mais que estimula os sentidos do consumidor. Um verdadeiro arsenal, que age como um “aspirador” de clientes para a loja.

Mas, você vai concordar comigo, que de nada adianta trazer o consumidor para dentro da loja se um bom atendimento não completar esta experiência. O papel do vendedor no varejo de moda é fundamental para que o consumidor saia da loja seguro e convicto de que está levando um produto adequado para ele, atual e de qualidade. E isto vai além do ato comercial de vender. Muitos vendedores se transformam em consultores de moda, de visual e se tornam grandes confidentes e amigos dos clientes. Estas experiências são insubstituíveis e podem ser inesquecíveis!

São muitas as características que um vendedor de moda precisa ter, contudo há 3 delas que são fundamentais para a profissão e que devem fazer parte da busca constante do varejista quando compor sua equipe.
Segue, então, algumas dicas de seleção e treinamento para vendedores de moda:

1. Vendedores de moda precisam gostar de se relacionar!

Mais do que relacionamento, os vendedores de moda de sucesso estabelecem vínculos com seus clientes. Ações simples como cumprimentar em datas especiais, informar sobre novidades, convidar para eventos especiais da loja tem efeitos surpreendentes na impressão que os consumidores tem de uma loja. As relações estão cada vez mais impessoais e os vendedores que sabem e gostam de se relacionar se destacam. “Muitas vezes, eu sou a única pessoa que ligou no aniversário de minhas clientes”, comentou Beliza, uma vendedora da rede de calçados e acessórios Mr. Cat, que é impecável no relacionamento com seus clientes.
Contudo, é muito importante que o vendedor tenha sensibilidade para perceber quais são seus clientes que preferem uma relação menos informal, e que gostam de realizar suas compras sem a interação do vendedor. Para estes, o tratamento é diferente.

2. Vendedores de moda precisam ter senso de observação muito bem desenvolvido!

Ser bom observador não é só talento, é fruto de muito treino! O senso de observação para o vendedor de moda é útil não somente para ressaltar detalhes e acabamentos dos produtos, mas principalmente para oferecer o que o seu cliente quer, sem que precise fazer muitas perguntas ou perder tempo em mostrar uma pilha de produtos até chegar no “É este aqui!”

O treino do bom observador é feito 24 horas por dia, isto é, não só na loja com os clientes, mas também nas ruas, no cinema, no shopping, e nas outras horas de lazer. Toda situação onde há muitas pessoas diferentes é excelente para treinar. O vendedor de sucesso testa sua capacidade de observação, classificando constantemente as pessoas que vê por estilo. É algo como criar categorias mentalmente, “ esta é do estilo sensual, gosta de decotes, fendas, roupas mais justas e salto” ou “ essa é mais esportiva, vai querer algo confortável, com cores neutras, e prático para rapidamente compor” e assim por diante. À medida que sua habilidade se aperfeiçoa, ele melhora sua relação com os clientes e consegue atuar com confiança como personal stylist. É fidelização na certa!

E para o varejista de moda, dispor de vendedores que ajudam seus clientes na construção do visual adequado e personalizado é mais importante que usar as tendências de moda como argumento de venda.
O único alerta que faço é que os vendedores devem “observar para orientar”, e jamais “julgar para intimidar”. Isto é um desastre para qualquer loja e expulsa os clientes!

3. Vendedores de moda precisam cuidar da aparência.

No varejo de moda a boa aparência vale tanto quanto a experiência! E quando falo em aparência não quero dizer que o lojista deve contratar somente beldades. Aparência aqui quer dizer tratamento visual, o vendedor deve ter brilho e personalidade. A maquiagem é obrigatória, unhas impecáveis, cabelos com corte ou penteado moderno e roupas com o espírito da loja. Enfim, o visual deve ser inspirador! Ao ponto de as clientes pedirem dicas e sentirem confiança em todas as opiniões e sugestões do vendedor.

Enfim lojistas, um dos fatores de sucesso para qualquer loja é ter seus vendedores com a “cara” da sua loja!
É preciso torná-los consultores, e proporcionadores da mais completa e inesquecível experiência de compra!


Entre em contato comigo através do e-mail cristina@nmarinho.com.br ou pelo site www.nmarinho.com.br
Por: Cristina Marinho
Consultora especialista em marketing e comportamento do consumidor.
Foto: Blog Sanduíche de Algodão

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Summer is Coming - Cris Barros, NK Store e Daslu


Confira as novidades para o verão das marcas Cris Barros, NK Store e Daslu:

Cris Barros - Com inspiração nos nômades e na mistura de etnias, Cris Barros trouxe para sua coleção de verão 2011 modelagens simples, uma cartela de cores clean e muito estilo. Laranja, ouro velho, muitos cinzas, cobre e tons terrosos apareceram em vestidos mais sequinhos, saias, shorts e paletós. Calças bocas de sino e saias longas apareceram para dar uma silhueta mais longilínea para as mulheres, muitas vezes combinados com blazers de estilo alfaiataria, que também foram usados como vestido. Os materiais sedas, algodões resinados, gazes de linho, couro com brilho, aplicações de metais, brilhos, muitos plissados e tecidos desfiados e navalhados merecem destaque. Entre os principais acessórios, anéis global traveller, braceletes, pulseiras de franja, bolsas de duas fivelas e uma Anabela de juta. Tudo para que as peças exalassem uma sensação de mistério e raridade. Sofisticação e despojamento na medida certa!

Rua Vitório Fasano 85 - São Paulo
Tel: (11) 3082 3621 http://www.crisbarros.com.br/


NK Store - A marca de Natalie Klein mostrou uma coleção charmosa e básica para o verão 2011. Os shorts vêm com brilho, em paetês, ou mais básicos, como os modelos em branco, combinados com camisas e cintos largos. Cinza, preto, ouro velho, prateado, verde militar e areia são misturados a amarelo, rosa chá e pink. Os comprimentos são mini e as cintura é no lugar. Algumas peças ficam super femininas com toques de renda, e a camiseta com quatro bolsos, tipo militar, é must have da marca. O brilho também aparece em vestidos mais sequinhos e calças tipos saruel, sempre combinado com alguma peça mais clean pra poder ser usado durante o dia. Para deixar as fashionistas babando!

Rua Sarandi, 34 - São Paulo
Tel: (11) 3897-2600 http://www.nkstore.com.br/

Daslu - A marca apostou no nude, nas animal prints e na tendência militar em sua coleção verão. Os vestidos brancos com muitas rendas e decotes são ideais para a época mais quente do ano e, misturados com faixa de oncinha, ficam contemporâneos e femininos. O estilo hippie chic também aparece nas peças e nos acessórios, como as faixas na cabeça, e jaquetas mais estruturadas são combinadas com minis e brilho. Além do branco, vários tons de azul, verde e amarelo compõem a cartela de cores. Estampas florais, cintos finos marcando a cintura e texturas deixam os vestidos ainda mais charmosos e sofisticados. Um verão bem fresquinho!

Av. Chedid Jafet, 131 - São Paulo
Tel: 11 3841 4000 http://www.daslu.com.br/


Fonte:Tastenews.com

sábado, 24 de julho de 2010

Daslu a loja que mudou o mercado de luxo do Brasil


O dia 1º de março de 2010 marca o momento em que o Grupo Iguatemi passa a administrar a Daslu. O acordo foi a solução encontrada pela loja para dar fim aos problemas administrativos e fiscais que vinham acometendo a loja desde 2005.

Independentemente do que acontecer daqui em diante, a história da Daslu, que se confunde com a história do luxo no País, já contém elementos suficientes para que mereça ser contada e analisada.

Se fôssemos usar o jargão dos profissionais de marketing, poderíamos dizer que Eliana Tranchesi, a proprietária da Daslu, era uma empresária com o “dedo no pulso do mercado”, ou seja, sempre soube  exatamente o que sua clientela queria e que não encontrava no Brasil: luxo, marcas famosas e logotipos conhecidos. E, ao contrário do que rezam os manuais do bom marketing, Eliana tomava-se como o referencial dos desejos de consumo de uma classe social inteira, visto que quando voltava de viagens ao exterior trazia “tanta mala que precisava ocupar até três táxis na hora de deixar o aeroporto”, conforme disse uma vez à imprensa.


Dois meses depois da posse do ex-presidente Fernando Collor, em 1990, Eliana iniciou um tour pela Europa para convencer as grandes grifes a comercializar seus produtos no Brasil. De porta em porta, tentava provar que, num país assolado por inflação, recessão e pela absoluta falta de dinheiro em circulação, seria possível vender luxo. Peregrinou por grifes como Chanel, Gucci, Valentino e tantas outras procurando atraí-las para o mercado brasileiro. O histórico do Brasil, associado ao momento delicado pelo qual passava, indicava que a proposta da dona da Daslu não era mais do que um convite à aposta. Foi complicado, mas aos poucos a empresária conseguiu rechear sua loja de marcas conhecidas e cobiçadas.

A partir daí, e impulsionada pela estabilidade da moeda em 1994, a Daslu experimentou um crescimento espetacular – no volume de negócios e no nível de exposição e badalação na mídia. A revista Vogue inglesa, por exemplo, concedeu à loja o título de “um dos melhores locais para se fazer compras no mundo”, o que fez do local um ponto turístico em São Paulo.

 Mais do que uma butique, a Daslu se tornou um universo à parte no luxo mundial. Não só pela quantidade de marcas e produtos caros comercializados, mas também, e principalmente, pela primorosa gestão dos detalhes tão bem cuidados e planejados. Tudo isso para que os clientes se sentissem entrando num clube da elite - atmosfera que nenhuma loja conseguiu igualar até hoje.


 
Alguns exemplos no manejo destes detalhes são amplamente conhecidos e foram incorporados ao folclore que cerca a loja. O principal deles: as vendedoras da Daslu sempre foram jovens da sociedade paulistana, com sobrenomes tão ou mais tradicionais que os das clientes que atendiam. Frise-se: tão ou mais tradicionais. Diferentemente do que se poderia imaginar, a função das vendedoras socialites não era só proporcionar familiaridade de atendimento às clientes da velha sociedade paulistana, como também ajudar na socialização daquelas recém-incorporadas ao universo da elite. Eram elas que acolhiam os novos-ricos que, sem passado e sobrenome, recorriam à loja na hora de comprar seus primeiros símbolos de ingresso na alta roda. Nos corredores da Daslu, dois mundos se encontravam: o dinheiro antigo recepcionava o dinheiro novo, ensinando-lhe o que comprar, como vestir e quais marcas idolatrar.

Outro exemplo de cuidado com o simbolismo que envolvia a loja: a Daslu registrava todas as peças vendidas no computador, anotando quem e quando comprou para evitar que duas clientes da loja vestissem a mesma roupa numa festa.

Detalhes como estes ajudaram a criar uma  “cumplicidade elitista” entre loja e clientes, promovendo a sensação de pertencimento a uma tribo que, a despeito das origens diferentes, tinha no luxo seu denominador comum, sua semelhança gregária. Hoje, chama-se isso de "comunidade de marca", conceito do qual Eliana nunca deve ter ouvido falar, mas que conseguiu implementar à perfeição.

Talvez não se tenha dado o destaque merecido, mas a Daslu é um dos maiores cases de marketing da história empresarial brasileira. Um equivalente, em menor escala, do case Ralph Lauren nos EUA – com a diferença de ter sido desenvolvido em um país de condições econômicas e sociais bem mais adversas ao empreendedorismo e, por que não, até ao luxo.

Fonte:http://www.gestaodoluxo.com.br/

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dudalina uma das maiores camisarias da América Latina


No interior de Santa Catarina, um casal com 16 filhos vivia do lucro de uma pequena loja de “secos e molhados”. A história seria uma típica cena da vida no campo se não fosse um erro que se transformou em oportunidade e, mais tarde, fez com que todos aqueles irmãos assumissem uma das maiores camisarias da América Latina, a Dudalina.


Hoje, com 53 anos, a empresa produz dois milhões de peças de roupa por ano e está presente em 1.800 pontos-de-venda do Brasil com suas três marcas. Seus produtos chegam a 50 países, fazendo da Dudalina a responsável - até o ano passado - por 70% das exportações de camisas do Brasil, faturando cerca de 10 milhões de dólares nessa atividade. A fabricante também é responsável por parte da produção de grifes como Daslu, Brooksfiled e Zara.

Para alcançar esse resultado e expandir seus negócios, a marca investe em marketing e em pessoas. “O segredo do nosso sucesso são as pessoas e o carinho que temos por elas”, garante Rui Leopoldo Hess de Souza, que junto com sua irmã Sônia Regina comanda a empresa. Além disso, externamente, o executivo garante que para o sucesso das vendas é necessário investir em planejamento de Marketing para fazer com que as três marcas da Dudalina sejam desejadas.

Consolidação das marcas

A produção de blusas na lojinha da família começou quando uma compra errada de tecido fez encalhar por mais de um ano o material que se transformaria no pontapé inicial da camisaria. Desde então a Dudalina percorreu um grande caminho até consolidar as suas três marcas: a Base, a Individual e a Dudalina.

Dudalina: do pequeno comércio à grande industriaFocada nas classes A e B, a marca com que leva o nome da empresa tem como alvo homens de negócios acima dos 40 anos. A Individual é a que mais vende e tem um produto mais casual e foca em um consumidor um pouco mais novo, enquanto a Base busca atingir os jovens. “Criar um personagem que transmita a ideologia de cada uma dessas etiquetas é essencial para que o público se identifique com elas”, garante o Diretor de Varejo e Exportação da Dudalina em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para isso, a cada coleção a empresa aumenta os investimentos em Marketing. Entre as ações para o grande público está a parceria com a Rede Globo no fornecimento de roupas que vestem, muitas vezes, um mesmo personagem durante toda a novela. Mas, o mais importante para a empresa é fortalecer seus valores junto ao consumidor e os parceiros comerciais, trabalhando ideias que atraem aqueles que se identificam com a natureza da Dudalina.

Relacionamento e Valores

Entre os principais valores citados pelo profissional estão o investimento em relações pessoais e projetos ligados à sustentabilidade.  Internamente, ações fortalecem diálogo com funcionários, clientes e fornecedores. “O consumidor atual procura empresas com as quais seus valores se identifiquem, por isso investimos em ações que valorizam nossos ideais”, afirma Hess.

Para os empregados da fábrica, são priorizadas atividade como incentivo à formação acadêmica, aproximação entre presidência e empregados, proximidade da família do funcionário com a empresa, Programa de Participação nos Resultados e atividades de entretenimento. Já com os fornecedores e clientes, a Dudalina realiza fóruns em que transmite e treina toda a cadeia para que todos estejam alinhados com os valores que são pregados dentro da empresa. “Temos carinho com quem se relaciona com a gente, pois com relações verdadeiras a gente consegue trabalhar muito melhor”, afirma Rui Leopoldo.

A empresa também realiza o Programa Fã Clube da Camisa, destinado aos vendedores de lojas que comercializam as marcas da Dudalina. Os produtos da empresa vêm com selos que podem ser juntados e trocados por outras camisas. No passado essa ação distribuiu 10 mil peças. Além disso, viagens e brindes são dados também como prêmios aos comerciantes.

NegóciosDudalina: do pequeno comércio à grande industria

Embora atualmente Rui e Sônia sejam os únicos da família que comandam a Dudalina, todos os 16 irmãos já trabalharam na empresa. Hoje a família se reúne para discutir negócios apenas nos conselhos que definem as estratégias de crescimento e de atuação da companhia que mexem com os investimentos dos negócios que pertencem a todos. Todas essas relações são reguladas por um estatuto que coordena sucessão e participação de filhos e netos.

Entre os planos decididos para a empresa este ano estão a diminuição da exportação e a expansão da rede de lojas Dudalina Concept, que comercializam as três marcas da companhia.  Essas ações devem resultar em um crescimento de 15% no fim de 2010.

A exportação começou na década de 1970 e até o ano passado trazia 10 milhões de dólares para a marca, mas agora deixou de ser o foco da Dudalina e deve contribuir em apenas três milhões no faturamento deste ano. “O Brasil não tem muito acordos comerciais favoráveis, isso dificulta o nosso trabalho”, explica Hess. Por isso a empresa deixou de exportar para os Estados Unidos e Europa e, por enquanto, concentra suas atividades no Paraguai, Venezuela e Argentina.

Mesmo com o desfalque de alguns milhões de dólares, as previsões da Dudalina são otimistas. A empresa pretende crescer dois dígitos contra 5% do ano passado. Esse resultado se deve, em grande parte, ao investimento em lojas da marca, com seis inaugurações ainda em 2010. ”Fazemos investimentos, mas sabemos que nossos resultados se devem mesmo às relações que construímos com as pessoas”, completa o profissional.

Fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/1,15014,dudalina-do-pequeno-comercio-a-grande-industria.htm
 
 
 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Conheça o uniforme do inverno 2010

Balmain

Patrícia Vieira


Ausländer (o masculino está ótimo também)


Triton


 
Printing

Faça o seguinte exercício: olhe as fotos das passarelas nacionais. Depois, quando estiver passeando pelo shopping, dê uma olhada nas vitrines da Zara, C&A e Renner. O que você vai encontrar? O que todas as modelos já apareceram usando nos backstages nessa temporada, e também o que está nas araras luxuosas da Daslu. Improvável? Sim. Impossível? De jeito nenhum.

A explicação é simples: o inverno 2010 tem um uniforme. E você pode até lembrar dos adolescentes para tentar decifrar esse costume. Mas em vez de começar pela menina de saia pregueada e botões fechados, estilo college, vá para a turma do fundão, onde estão as garotas que gostam de rock e preferem andar com os meninos.

Legging, calça de couro, ankle boots, tachas, enfeites, paetês, skinnys são alguns dos itens que compõem esse uniforme – que, inclusive, está também nos editoriais de revistas. E como toda moda tem um começo, essa nasceu nas passarelas internacionais do inverno 09 da Balmain, Givenchy  e Gucci, desfiladas em fevereiro de 2008. Nas ruas, Kate Moss, Alice Dellal e Carine Roitfeld foram algumas das responsáveis por disseminar o estilo rocker. Dois anos depois, ele chega de vez ao mercado brasileiro.

Talvez, por esse tempo de maturação, há quem já considere o visual batido – afinal, para quem acompanha os desfiles e sites lá de fora, couro e tachas não representam nenhuma novidade. Mas não dá pra negar que essa tendência veio com tudo e, não demora muito, você vai ter uma peça pelo menos. E, voilà, que venha o frio.

Espaço Fashion

Animale

Ellus

Iódice

Patrícia Vieira


Fonte:http://chic.ig.com.br/moda/noticia/conheca-o-uniforme-do-inverno-2010

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com