Mostrando postagens com marcador Sex and the City. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sex and the City. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Sarah Jessica Parker "Bradshaw" é a estrela da Maria. Valentina

Eu nem ia comentar, mas recebi até e-mails de leitores querendo saber se era verdade... Enfim, é verdade. Sarah Jessica Parker, a eterna fashionista Carrie Bradshaw, posou para o inverno 2013 da Maria. Valentina, substituindo Fernanda Lima, habitual garota-propaganda. A atriz foi fotografada pelas ruas de Nova York e no hotel Plaza Athénné por Guy Aroch, com inspiração nos anos 1930 e styling feito por seu amigo e queridinho das celebridades, Tracy Cox.

Por falar em Carrie Bradshaw... Super recomendo a série The Carrie Diaries

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Über-Recomendo: The Carrie Diaries


Amei o piloto de The Carrie Diaries*, acho qur vai ser uma série super fofa e divertida, talvez até melhor que Sex and the City. Exageros a parte, vale a pena ficar ligado em The Carrie Diaries.

E a protagonista AnnaSophia Robb (Carrie) é incrível e fofa!

 The Carrie Diaries é imperdível!
Fábio Monnerat

* The Carrie Diaries é uma série de televisão americana transmitida pela The CW. A série estreou em 14 de janeiro de 2013. É uma prequel da série de televisão Sex and the City será transmitido pela HBO e baseado no livro de mesmo nome por Candace Bushnell.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Über-fun: TRANSSEX & THE CITY é o novo Sex and the City

Candy Magazine - TRANSSEX & THE CITY
Ellen von Unwerth - Photographer
James Rosenthal - Fashion Editor/Stylist
Brian Shimansky - Model
Zeb Ringle - Model

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Über-adoro: As 5 figuras mais antipáticas do mundo da moda

Hoje eu acordei com o link dessa matéria no meu Facebook, era um "presentinho" de um amigo (Ivison) dizendo carinhosamente: "Lembrei de você! uhauhauhaua" - Confesso que não entendi muito bem, mas adorei e decidi trazer aqui pro Über essas pessoas mais fofas da moda

 Óculos escuros inseparáveis, meio-sorriso, olhares furtivos de reprovação, nariz em pé e troca de farpas. Toda a sisudez do mundo da moda se traduz neles, os poderosos editores de revista, estilistas e modelos. Em meio a tamanha animosidade, a gente admira seus trabalhos – com uma distância preventiva de alguns quilômetros, é verdade – e acaba achando graça das “rosnadas”. Saiba, com a lista abaixo, quem são as figuras mais antipáticas do universo fashion. Em tempo: nós os amamos do jeitinho que eles são!


  • 1
    Anna Wintour
    A editora da Vogue americana está entre as 100 mulheres mais poderosas do mundo, segundo o ranking da revista Forbes divulgado nesta semana. Quer mais? Então toma: é ela a inspiração da personagem Miranda Priestly, de “O Diabo veste Prada” (2006), e também o mote do documentário “The September Issue” (2009), que retrata seu trabalho. Segundo a fama que tem, Wintour – que já recebeu o apelido “Nuclear Wintour”, em alusão a “Nuclear Winter” (“inverno nuclear”, em português) – é o próprio capeta em forma de editora. Mas, tratando seus funcionários a chicotadas ou não, há de se reconhecer que atrás dos indefectíveis óculos escuros e cabelo milimetricamente cortado mora uma senhora de pulso firme com doses de muito talento e criatividade.

  • 2
    Coco Chanel
    A imagem da senhorinha toda arrumada, com semblante enfezado, andando ligeira e curvada sobre sua bengala vem à mente de qualquer pessoa que conheça a história de Coco Chanel. Pavio curto – ai de quem mexesse com ela! –, a estilista francesa era mesmo uma rebelde e, por ser assim, revolucionou a moda ao vestir calça nas mulheres dos anos 1920 e aumentar a alça das bolsas por conta da falta de paciência de carregá-las na mão. Ah, e vem bafo por aí: uma nova biografia dela, lançada neste mês nos Estados Unidos, diz que a estilista teria sido espiã nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Especulações à parte, Chanel é fina, rica e não quer ser sua amiga.

  • 3
    Karl Lagerfeld
    Ele tem horror a gente acima do peso, defende o uso de roupas de pele e não tem a menor cerimônia em dizer que alguém é feio e cafona (“Seria muito difícil ter uma filha feia”, disse recentemente). Até Heidi Klum e Seal já foram alvo de seus “ataques”. Ah, e ele não tira os óculos escuros jamais – funcionam como uma “burca”, segundo o próprio. O Kaiser, à frente da Chanel, é mesmo um discípulo da fundadora da grife (totalmente sem papas na língua!) e, certa vez, declarou que gosta de se relacionar com michês. Tá aí a personificação da palavra “antipatia” – mas, com aqueles desfiles-espetáculos que promove a toda edição da Semana de Moda de Paris, a gente até perdoa o grisalho.

  • 4
    Naomi Campbell
    Naomi é a “patada” em forma de modelo. A morena chegou a receber o apelido “neta honorária” de Nelson Mandela por ajuda humanitária prestada à África, mas mal sabia ele do que viria depois: foi empregado processando Naomi por maus tratos; amiga, por agressão; policiais, por "chilique" no aeroporto... Aliás, da polícia ela fugiu depois de agredir um motorista e, no ano passado, teve que depor em um tribunal de Haia sobre diamantes de extração ilegal. Se isso não é estar na pior...

  • 5
    Manolo Blahnik

    Cuspir no prato em que comeu é com ele mesmo. Com a fama consagrada pelo seriado "Sex and the City" – Carrie Bradshaw não tirava seus modelos do pé –, o designer de sapatos, em vez de agradecer a forcinha que o tornou conhecido, declarou que de-tes-ta a atração. Oi?! Isso mesmo. “Fico doente só de ouvir alguém falar em ‘Sex and the City’. Até o motorista do táxi me reconhece! Isso passou dos limites e não me sinto confortável. Eu nunca quis me tornar um designer celebridade”, disse ele, que não perde a chance de espinafrar o seriado e o filme. É, apesar de ser especialista em calçados, de “pé no chão” ele não tem nada.

    Fonte:GNT

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

'Queridinho das tops' ensina a andar de salto com elegância

Manter as pernas firmes e alongadas faz parte das regras básicas anti-tropeço  Foto: DivulgaçãoPara andar de salto alto é preciso ter uma técnica toda especial, que Namie ensina em suas aulas  Foto: Divulgação
Segunda Namie, para a mulher não basta usar o salto e sim gostar de ser feminina  Foto: Divulgação

Namie Wihby é o nome certo quando o assunto é andar com elegância. Paranaense da cidade de Maringá, ele tem como uma de suas características mais fortes a de saber andar com salto alto melhor que muitas mulheres. Não à toa, foi o responsável por ensinar Izabel Goulart, Raica Oliveira, Viviane Orth, Bruna Tenório e outras tantas a arte de "não descer dos saltos". Até mesmo a atriz Taís Araújo, ao protagonizar a novela global Viver a Vida. tomou lições com o expert.

E se os sapatos de Manolo Blahnik (famoso designer que em um dos episódios de Sex and the City a personagem de Sarah Jessica-Parker diz: "Por favor não encoste no meu Manolo", referindo-se ao cobiçado objeto fashion) já salvaram casamentos, Namie é o cara que ajuda a mantê-los. A convite, Namie Wihby revela dicas preciosas de como andar sem tropeçar, confira.

Como andar em um salto altíssimo sem tropeçar?

Não utilizando os braços como ponto de equilíbrio, ou seja, jamais abrir ou levantar os braços. Manter as pernas firmes e alongadas faz parte das regras básicas anti-tropeço. Lembrando que para saltos de 15 ou 18cm as passadas do andar devem ser menores e não largas. Pise com os pés, desde suas pontas, bem retos. Algumas pessoas pisam com o lado esquerdo do calcanhar para dentro (o famoso 10 para às 2 ou pé de pato), isso contribui para gerar um tropeço ou até mesmo uma queda.

Nenhuma mulher está livre de um tropeço ou escorregão, mas se ela seguir estas regras pode evitá-los. Caso a mulher sofra um tropeço a saída é manter a postura alongada e, elegantemente, continuar andando. 

O que é preciso para ter um andar de modelo?

Treino. Portanto, se faz necessário ter atitude, ou seja, ser determinada e ter autoconfiança. Essa é a condição principal durante o processo de aprendizado de adequação da coordenação motora porque é difícil observar e corrigir os detalhes. Às vezes você anda com ombros caídos e nem percebe e esta é uma das características que tira a elegância do andar. O mais importante é a postura, nunca deixe cair o ombro. 

Como não perder a elegância no dia a dia?

O bom senso é muito importante. Não usar saltos ou sapatos desconfortáveis já ajuda bastante. A mulher moderna, que trabalha fora e passa o dia na correria, carrega um verdadeiro arsenal nas bolsas e isso acaba prejudicando a coluna e perde a elegância. O correto é alternar constantemente a bolsa de ombro e manter a postura ereta e com os movimentos de braços iguais sem movimentar um mais que o outro. 

Como suportar o salto alto durante uma noite inteira de festa?

Não pensar apenas na aparência do sapato, mas também no conforto. É loucura usar sapatos com aqueles saltos gigantescos para ir à uma festas que você terá de ficar horas, principalmente, se for à trabalho.
A dor dos pés ou o desconforto acabam refletindo no corpo inteiro e isso vira um desastre corporal. Dependendo do seu look, faça a opção por sapatos confortáveis e com o salto mais grosso, como o vírgula. Hoje os saltos meiapata também não cansam tanto as pernas.

A mulher ao usar um salto alto passa a imagem de...

Sempre digo que não basta usar o salto e sim gostar de ser feminina. A sensação de segurança e a autoafirmação quando a mulher sobe no salto é de deixar outras mulheres com inveja e os homens literalmente babando. Existe mesmo essa coisa da superioridade de estar nas alturas. Estudos mostram que o salto alto é o elemento que mais desperta a libido e o fetiche dos homens. A mulher se sente sim, mais poderosa e as tímidas mais confiantes. Quando se usa um salto com segurança eles remetem à sensualidade da mulher, ressaltando seios, pernas e quadris.

Os homens também irão aderir aos saltos altos?

Pelo menos nos próximos dez anos, não. O engraçado nesta história é que o salto alto quando utilizado no homem é de maneira escondida. Por exemplo : algumas celebridades como Mel Gibson e Tom Cruise usam plataformas durante as filmagens para ficarem mais altos, só para ajudar a compor o ângulo de uma cena, e o salto nem é mostrado. Mas, se voltarmos para o século 17, na corte do rei Luiz XV, o salto era peça exclusiva do vestuário masculino e a função era a mesma que a utilizada pelos diretores dos filmes nos atores, ou seja, deixá-los mais altos. No caso do rei Luiz XV ele tinha somente 1,60 m de altura e por isso adorava sapatos que aumentavam sua altura.

A mesma tática foi usada por europeus no período anterior ao salto por açougueiros egípcios que utilizavam a plataforma para manter os pés longe da sujeira.

Sendo assim, se na moda tudo que vai volta, podemos esperar uma linguagem atual para o homem contemporâneo. Mesmo achando difícil pode ser possível. Afinal, estamos na pós-modernidade.

Fonte:TerraModa

domingo, 24 de outubro de 2010

Manolo Blahnik ensina como andar de salto


O designer de saptos de luxo Manolo Blahnik - o favorito de Carrie, em Sex and the City - resolveu dar uma dica às mulheres que não têm prática em andar de salto alto. "Primeiramente, gostaria de dizer que não tenho nada contra mulheres que não usam sapatos de salto. As pessoas muitas vezes acham que admiro mais mulheres de salto, mas não é verdade", diz Blahnik. "Mas se você se sentir insegura na hora de sair na rua com eles, a melhor maneira de praticar é caminhar sobre bolas em seus pés em uma piscina ou na praia. O movimento é o mesmo."

O lendário designer - que dia 21assinou 700 cópias de seu novo livro, 'Manolo's New Shoes', para seus fãs ém Londres - disse também que as mulheres britânicas têm um estilo único. "É espontâneo e peculiar. Cresci com mulheres como Jean Shrimpton e Twiggy, cujo estilo pertence à Inglaterra. É tão livre aqui."

Durante o evento, Vogue UK perguntou se ele considera a adição de uma nova linha de acessórios em sua grife. "Não tenho uma inclinação megalomaníaca, como todos os outros designers. Mas tenho algumas bolsas que faço todos os anos e gostaria muito criar luvas, que, infelizmente, ninguém mais usa hoje em dia. Ou talvez gostaria de tentar fazer chapéus, mas suponho que as pessoas iriam até alguém como Stephen Jones para comprar esse tipo de peça."

Saiba mais sobre sobre Blahnik na matéria especial que fizemos sobre os maiores designer de sapato: Sapateiros superstars - Manolo Blahnik


Fonte:IGModa

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Conheça vestidos que marcaram personagens das telonas

A relação entre moda e cinema é antiga. Vindos da telona, vários modelos influenciaram o mundo fashion e o guarda-roupa de muitas mulheres. Muitas vezes, essa influência é tão grande que o longa passa a ser lembrado mais por seu figurino do que pela trama, atores ou diretor. Quem nunca se imaginou em um Givenchy usado por Audrey Hepburn? Ou no fatalíssimo vestido tomara-que-caia de Rita Hayworth em Gilda?
(Foto: Reprodução)
Bonequinha de luxo, 1961.

O longo preto e justinho usado pela personagem Holly Golightly, vivida por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo (1961), se tornou um dos looks mais célebres do cinema. Criado pelo francês Hubert de Givenchy, o vestido impulsionou o glamour minimalista, sóbrio e sexy ao mesmo tempo, tornando-se um marco da década de 1960 e permanecendo atual até hoje. Desejado por muitas e muitas mulheres, o modelito sugere sofisticação, poder e sensualidade.


(Foto: Reprodução)

Uma linda mulher, 1990.
O vestido vermelho de Uma Linda Mulher transformou a pesonagem Vivian Ward, vivida por Julia Roberts, numa verdadeira Cinderela do século 20. Pronta para ir à ópera, a protagonista também usou uma joia dada pelo personagem de Richard Gere, Edward Lewis, que deixou muitas mulheres babando por ai. Depois desse look, a atriz alcançou o posto de estrela máxima de Hollywood.  

(Foto: Reprodução)
Titanic, 1997.

A história de amor a bordo do maior navio do mundo ficou famosa nos quatro cantos do planeta, e entre uma cena e outra é impossível de esquecer-se dos belíssimos vestidos usados por Kate Winslet, no papel de Rose. Em especial, o usado durante o jantar de gala, em que a moça desce as escadas do Titanic ao encontro de Jack, protagonizado por Leonardo Dicaprio.
(Foto: Reprodução)

Maria Antonieta, 2006.

Tudo foi pensado nos mínimos detalhes para que Maria Antonieta do cinema, vivida por Kirsten Dunst, fosse a própria reprodução do luxo e glamour. Elaborado por Milena Canonero, o guarda-roupa da rainha rendeu ao filme seu único Oscar, o de melhor figurino. Já os sapatos foram especialmente desenhados pelo estilista espanhol, Manolo Blahnik. Os milhares de detalhes nas jóias e os vestidos característicos do século 18 fazem do filme uma obra inesquecível para os fashionistas.

(Foto: Reprodução)

Gilda, 1946

Impossível esquecer-se da atriz Rita Hayworth cantando ‘Put the Blame On Mame’ com um vestido sensualíssimo tomara-que-caia e luvas longas, no filme Gilda (1946). Foi a partir dessa cena (e desse vestido) que a atriz tornou-se o símbolo da mulher fatal e o vestido de cetim sem alças, desenhado pelo figurinista Jean Louis, nunca mais saiu de moda.

(Foto: Reprodução)
Como perder um homem em 10 dias, 2003.

Kate Hudson, na pele da personagem Andie Anderson, deixou uma legião de mulheres (e homens) babando nas cenas do baile de gala, ao usar um longo amarelo de cetim com as costas abertas e um detalhe cruzado atrás. O modelo, que deixou o filme famoso, foi especialmente criado para combinar com o diamante amarelo de 87 quilates, especialmente criado para o filme por Harry Winston.
(Foto: Reprodução)
Sex and the City, 2008.

Sarah Jessica Parker adotou o vestido rosa de tule em diversos episódios da série Sexy and The City. Já no primeiro filme, a protagonista e suas amigas relembram a peça. A atriz é adepta do modelito, seja como Carrie Bradshaw (sua personagem na série) ou nas suas produções pessoais, em que o tecido está sempre presente. A saia de tule surgiu nos anos 1980, compondo o figurino das bailarinas em suas apresentações, mas também é muito usada por baixo de vestidos para dar volume às saias, como nos vestidos de noivas e de festas em geral.



(Foto: Reprodução)
O Pecado Mora ao Lado, 1967.


Quem não se lembra do clássico vestido branco voador de Marylin Monroe no filme o Pecado Mora ao Lado? Com seu cabelo loiro platinado, a atriz usou o vestido frente única de saia plissada, desenhado por William Travilla, um dos estilistas mais famosos da chamada época de ouro de Hollywood. A peça provavelmente vai ficar na memória dos aficionados pelo cinema por muito tempo.


Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/13339/moda-e-cinema

domingo, 30 de maio de 2010

Sapateiros superstars - Manolo Blahnik

Manolo Blahnik - Drama king


Características: sapatos finos para mulheres idem.
O que só ele tem: salto stiletto reconhecido a distância.
Quem usa: Madonna, Sarah Jessica Parker e Lady Gaga.
O melhor: acabamento perfeito.
Preços: de US$ 600 a US$ 1,5 mil.

Se não fosse por Diana Vreeland, possivelmente Manolo Blahnik não estivesse hoje entre os sapateiros mais influentes do mundo. Nascido nas ilhas Canárias, em 1942, filho de mãe espanhola e pai tcheco, ele estudou literatura e arquitetura na Universidade de Genebra, Suíça, antes de se mudar para Paris, em 1965, a fim de trabalhar como cenógrafo. Cinco anos depois, fez uma viagem a Nova York e conheceu Diana, que não se empolgou com os cenários teatrais desenhados por ele, mas com os sapatos que Manolo usava.

Aconselhado por ela a se lançar como designer, Blahnik passou a visitar fábricas, entrevistando dos operadores das máquinas aos técnicos. Logo ele adquiriu um vasto conhecimento de produção e começou a criar. Em 1972, já estava em Londres, fazendo sapatos para Ossie Clark. No ano seguinte, abria sua primeira loja, em Chelsea. Da experiência como cenógrafo, tirou a dramaticidade e a arquitetura que imprime aos pés femininos, com shapes inovadores e acabamento perfeito – até hoje o designer acompanha a materialização dos seus desenhos, da produção ao marketing. Empenho e criatividade levaram Manolo a calçar coleções de grandes estilistas, como Jean-Paul Gaultier, Zac Posen, Calvin Klein, Carolina Herrera, John Galliano, Versace, Dior... Ganhou diversos prêmios, entre eles, o concedido anualmente pelo Council of Fashion Designers of America (CFDA), em 1987, 1990 e 1998. Também na década de 1990, Madonna declarou que calçar um Manolo era melhor do que fazer sexo! Assim, não foi surpresa quando Carrie Bradshaw, em Sex and the City, se declarou viciada na grife. Em 2005, Manolo chegou ao cinema: desenhou os sapatos de Maria Antonieta no longa homônimo de Sofia Coppola e ajudou a figurinista Milena Canonero a conquistar o Oscar de melhor figurino.


Fonte:http://elle.abril.

domingo, 23 de maio de 2010

Sapatilhas Sex and the City

Oficializando sua presença no mundo fashion, a franquia Sex and the City lançou uma linha de sapatos em homenagem à série de televisão. A paixão por sapatos da protagonista Carrie Bradshaw foi o que inspirou a criação das sapatilhas estilo bailarina.

Uma opção prática e confortável, o sapato foi criado para dobrar e encaixar em bolsas pequenas, podendo ser calçado depois de uma noite de festa, por exemplo, dispensando assim os saltos altíssimos e super poderosos usados por Carrie na série.

Ao todo são seis modelos, quatro deles levam nome de personagens do seriado: Carrie, Charlotte, Samantha e Miranda. O preço gira em torno de R$ 115 e os modelos estão à venda nas lojas da HBO ou pela internet.
(Foto: Divulgação)
 
Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/13248/sex-and-the-city

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Acessórios com cara de sobremesa

Adoce sua vida com peças em formato de chocolates, biscoitos e cupcakes
  Divulgação 
 
Cupcake mania: pingente Olivias (R$ 54,90), brinco Paula Velloso (R$ 65) e kit gloss Alice disse (R$ 59)

Quantas vezes você não viu um doce que, de tão bonitinho, dava até pena de comer? Ao que parece isso serviu de inspiração para alguns designers, que passaram a investir em acessórios enfeitados com guloseimas de mentirinha, ou candy bijoux, como muitos preferem chamar.

As criações não apareceram nas passarelas das semanas de moda, mas são uma grande tendência. Várias marcas nacionais vendem os acessórios (alguns confeccionados artesanalmente e com cara de doce de verdade). Eles garantem um ar superfofo e, em certos casos, dão um colorido especial ao look.

No cardápio de bijoux as opções são diversas: barras de chocolate, pirulitos, pedaços de torta e até cookies. O maior sucesso, porém, fica por conta dos fofíssimos cupcakes, sobremesa tradicional nos Estados Unidos. Criados no século XIX como bolos individuais de aniversário, eles ganharam o mundo com a série Sex and the City. Carrie e suas amigas adoravam o doce vendido na loja nova-iorquina Magnolia Bakery.

De lá eles desembarcaram no Brasil e se tornaram febre em pouco tempo – nas mesas e nos looks.

  Divulgação 
 
Outras guloseimas: colar de biscoito e chocolate Glorinha Paranaguá (R$ 360), colar com pingente de cerâmica plástica em formato de cookie Cerejas Cintilantes (R$ 25) e chaveiro com docinhos Diamantstadt (R$ 15)
 
 
Fonte:http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI122725-17376,00-ACESSORIOS+COM+CARA+DE+SOBREMESA.html

sábado, 26 de dezembro de 2009

Confira 11 filmes imperdíveis para quem ama moda





Em época de férias, em que às vezes não há nada para fazer, principalmente se você estiver na praia e o tempo teimar em chover, que tal escolher um filme que, além de uma boa história, tem um figurino de fazer inveja? É um programa ideal para quem adora estar por dentro das tendências e ver como era a roupa usada em várias épocas retratadas nas obras.

A  stylist Flávia Padilha, co-autora da obra 46 livros de moda que você não pode deixar de ler e também sócia/estilista da marca de moda infantil Mélange, a recomendação de 11 filmes imperdíveis:

O Diabo veste Prada: Os bastidores de uma revista de moda, o glamour e todas as intrigas que fazem parte do dia a dia de uma redação do tipo são mostrados neste filme, inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Lauren Weisberger. A intragável Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep, foi inspirada numa personagem da vida real: Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para a qual a autora trabalhou como assistente. Os bastidores dos desfiles internacionais também aparecem nesta produção, mas sob o olhar de uma estagiaria novata. Direção: David Frankel. Ano: 2006.

Prêt-à-Porter: O filme gira em torno da apresentação das novas coleções na semana da moda em Paris. A partir daí, várias subtramas envolvendo modelos, fotógrafos, jornalistas e celebridades se desenvolvem paralelamente. Entre elas, o assassinato de uma figura importantíssima no mundo fashion. Clássico de Robert Altman, o filme mostra os bastidores de uma semana de moda em Paris. No filme, vários personagens do mundinho fashion interpretam a si mesmos. Vale a pena ver. Direção: Robert Altman. Ano: 1994.

Flashdance: O figurino é extravagante e delicioso de ver. Também, pudera! A história da menina que quer ser uma dançarina famosa a qualquer custo se passa nos anos 80. Na época, peças como as polainas e as ombreiras eram o tem-que-ter! Um dos maiores clássicos dos anos 80. Marcou uma geração não apenas no quesito figurino, mas também como referência na dança e na música. Direção: Adrian Lyne. Ano: 1983.

Caderno de notas sobre roupas e cidades: O documentário dirigido por Wim Wenders, em 1989, mostra todo o processo criativo do estilista japonês Yohji Yamamoto, um dos responsáveis pela introdução de roupas desestruturadas nos anos 1980, quando vários estilistas japoneses começaram a fazer sucesso em Paris e, por conseqüência, no mundo. Tendo paciência para encarar o ritmo lento, quase orgânico, em que se passa o filme, a recompensa é certa. O mestre japonês e o mestre alemão dão uma aula de sensibilidade e poesia nesse encontro.

Blow up - Depois daquele beijo: O filme prova que nos anos 1960 os jovens ingleses já inventavam moda! As minissaias, botas altas e vestidos coloridos e estampados bombaram em Londres (e no mundo) depois da estreia do filme, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin no elenco. Trilha sensacional. Mostra os bastidores da vida de modelo na Londres dos anos 60. Direção: Michelangelo Antonioni. Ano: 1966.

Sabrina e Bonequinha de Luxo: Dois clássicos dos anos 50 e 60, respectivamente, estrelados por Audrey Hepburn. Os modelos usados nas histórias são chiquérrimos e a personagem principal é um ícone de elegância. Logo na primeira cena de Bonequinha de Luxo, a atriz aparece namorando as vitrines da luxuosa loja Tiffany's. Puro glamour! Audrey Hepburn e sua filmografia são um dos maiores legados do cinema para a moda contemporânea. Sabrina foi dirigido por Billy Wilder, em 1954. A direção de Bonequinha de luxo é de Blake Edwards, em 1961.

Sex and the City - O filme: Com o sucesso da série americana, a colunista Carrie Bradshaw e suas inseparáveis amigas Charlote, Miranda e Samantha foram parar no cinema. Todas as personagens servem como referência de moda, cada uma no seu estilo! A continuação do filme estreia em 2010. A figurinista Patrícia Field, responsável pelo guarda-roupa das quatro amigas nova-iorquinas, carimbou seu passaporte dentro da indústria da moda e do cinema graças ao bom humor, à precisão, à ousadia e à originalidade dos looks desfilados sobretudo por Carrie, Sarah Jessica Parker, ao longo da série. Por causa disso, Patrícia tornou-se uma das profissionais mais influentes da moda atual. Direção: Michael Patrick King. Ano: 2008.

O Talentoso Mr. Ripley: Toda sobriedade e elegância dos trajes dos anos 1950 podem ser conferidas neste filme, em que trabalham Matt Damon, Judy Law, Gwyneth Paltrow. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar de melhor figurino! Uma aula de estilo à beira-mar. Todo o glamour da época, um lifestyle cobiçado por muitos e um guarda-roupa desejado por tantos outros. Direção: Anthony Minghella. Ano 1999.

Meu Primeiro Amor: a produção conta com um figurino casual e muito bem produzido. A história também é linda, com o então garoto-prodígio Macaulay Culkin. Uma rara referência no cinema sobre a moda infantil dos anos 1970. Direção: Howard Zieff. Ano: 1991.

A Culpa é do Fidel: Produção francesa que também se passa nos anos 1970, e a atriz principal, a garotinha Anna (Nina Kervel-Bey) dá um show de interpretação! Também é indicado para quem se interessa por moda infantil vintage. Elegância típica parisiense. Direção: Julie Gavras. Ano: 2006.
 


Fonte:http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI4157449-EI1119,00-Confira+filmes+imperdiveis+para+quem+ama+moda.html

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com