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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

domingo, 8 de agosto de 2010

über-Blond Diva - 48 anos sem Marilyn Monroe


Há 48 anos morria uma das mais importantes estrelas de Hollywood. Com sua sensualidade natural e aparente inocência, Marilyn Monroe foi uma das principais divas da década de 50, e um símbolo sexual admirado até os dias de hoje. Sua beleza única e seus filmes clássicos entraram para a história do cinema, assim como a vida agitada até hoje discutida e analisada. A morte precoce, aos 36 anos, e declarações polêmicas, fizeram com que o encanto sobre ela se tornasse ainda maior, transformado Marilyn em um verdadeiro clássico mundial.

Um dos maiores símbolos sexuais e glamourosos já produzidos por Hollywood, Norma Jean Baker Mortenson (seu nome verdadeiro) nasceu em Los Angeles, na Califórnia (1 de junho de 1926), e viveu parte da infância em orfanatos. Casou-se aos 16 anos com James Dougherty, e aproveitou quando o marido serviu na 2ª Guerra para tentar a sorte no cinema. Quando trabalhava em uma fábrica na Califórnia, o fotógrafo Davis Conover a viu enquanto fazia uma matéria para a revista Yank e decidiu transformá-la em modelo. Depois de estampar diversas capas de revista, Norma Jean passou a estudar teatro, escolheu a carreira ao invés do marido e se tornou Marilyn Monroe após assinar um contrato com a Twentieth Century Fox.

Ela começou no cinema com aparições em "O Segredo das Jóias" (1950) e "A Malvada" (1950), e despontou com "Só a Mulher Peca" (1952) e "Torrentes de Paixão" (1953). Depois de pequenas participações, virou mito, um dos símbolos dos anos 50 e do cinema norte-americano. Sua exuberância pode ser conferida em "Os Homens Preferem as Louras" (1953), "O Pecado Mora ao Lado" (1955) e "Quanto Mais Quente Melhor" (1959). Todos clássicos.

Sua vida amorosa também rendeu boas histórias. Divorciada de James Dougherty, casou-se com o ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio e com o dramaturgo Arthur Miller. Teve um romance com o ator francês Yves Montand durante as filmagens de "Adorável Pecadora" (1960), e teria mantido relações com o presidente John Kennedy (numa aparição surpresa, Marilyn cantou em seu aniversário) e com seu irmão, Robert. A sua aparição surpresa para cantar "Happy birthday to you" no aniversário de Kennedy é um dos episódios mais lembrados de sua vida. A hipótese de que ela teria sido amante dos Kennedy ganhou força quando sua casa foi vasculhada - supostamente por agentes da CIA - antes da chegada da polícia no dia em que morreu, 4 de agosto de 1962 aos 36 anos, devido a uma overdose de sedativos e barbitúricos. Uma diva atemporal!


www.marilynmonroe.com

Fonte:http://taste.uol.com.br/news/templates/noticia.asp?t=3&idNoticia=9665&secao=Clássicos#

terça-feira, 22 de junho de 2010

Keds lança customização em tênis infantis

Consagrada pelo modelo the Champion e com mais de 90 anos de mercado, a Keds pouco altera o visual de seus tênis em novas coleções. As linhas do principal calçado da marca quase não sofreram modificações desde 1916 e até mesmo os modelos infantis são muito semelhantes aos utilizados por celebridades como Audrey Hepburn, Marilyn Monroe.


Em seus lançamentos para crianças a marca manteve o modelo básico, em cores sólidas, e apostou em apenas 3 versões realmente novas. Uma estampada, com desenhos com traços infantis, outra com pingentes em formato de coração, figura presente também no cadarço, além de uma opção inteiramente branca com velcro e uma flor aplicada.


A maior novidade é a opção de customização dos calçados para crianças. Em 3 passos, o cliente escolhe se quer criar seu modelo desde o começo ou a partir de um desenho proposto pela marca. Durante a criação, o calçado é dividido em 16 partes que podem ser modificadas, como lingueta, cadarço e palmilha. Quando finalizado, tênis pode ser comprado ou postado no site, para que outros visitantes vejam e comprem.


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=86566

domingo, 6 de junho de 2010

Marilyn Monroe completaria 84 anos em 2010

 






Em 1º de junho deste ano, se estivesse viva, Norma Jean Baker teria completado 84 anos. Talvez você não conheça a figura dona deste nome, mas certamente sabe quem é Marilyn Monroe, nome artístico que a fez conhecida pelo mundo todo.

A musa passou por vários casamentos, casos amorosos e inúmeros escândalos em sua carreira, mas, ainda assim, se mantém há décadas como sinônimo de beleza, sensualidade e glamour.

Para homenagear este ícone do cinema, confira essa retrospectiva da história de Marilyn Monroe. Fique por dentro da vida da diva!


Em 1º de junho de 1926, nascia em Los Angeles Norma Jean Baker, filha de Gladys Pearl Baker e de pai desconhecido. Sua mãe trabalhava como editora de filmes, mas problemas psicológicos a impediram de permanecer no emprego e ela foi levada para uma instituição para pessoas com problemas mentais.

Norma Jean passou grande parte de sua infância em orfanatos até que, com 11 anos mudou-se para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, a família Goddard foi transferida para a costa Leste americana e não tinha condições financeiras para levar a garota. Na época com 16 anos, Marilyn tinha duas opções: voltar para o orfanato ou se casar.


No dia 19 de julho de 1942, ela se casou com Jimmy Dougherty de 21 anos, com quem estava namorando há seis meses. Foram dois anos de um casamento feliz, até que em 1944 Jimmy também foi transferido, só que para o Pacífico Sul, pois entrou para a marinha.

Após a partida de seu marido, Norma Jean começou a trabalhar na fábrica Radio Plane Munition em Burbank, na Califórnia. E lá foi descoberta, pelo fotógrafo Davis Conover que a convidou para posar como modelo. Assim, em 1946 ela se tornou uma modelo respeitada, estampou as capas de diversas revistas e começou a estudar teatro, sonhando com o estrelato. Porém, Jimmy Dougherty retornou para a Califórnia no mesmo ano, e reprovava o trabalho da esposa. Norma Jean tinha que fazer outra escolha, dessa vez entre seu casamento e sua carreira. Ela então pediu o divórcio e assinou um contrato com a Twentieth Century Fox.


Marilyn Monroe no filme "Os Homens Preferem as Loiras"


Em 1947 ela tingiu seu cabelo de loiro e se transformou em Marilyn Monroe (sobrenome de sua avó), e assim começava a gravar seu nome na história.

O primeiro papel de Marilyn em um filme foi a participação, em “The Shocking Miss Pilgrim”. Fez pequenas atuações até 1950, quando seu papel como Claudia Caswell em “All About Eve”, filme que estrelou Bette Davis, lhe rendeu muitos elogios. A partir daí, interpretou personagens cada vez mais importantes.

O sucesso de Marilyn no filme Niagara, que a tornou estrela de fato, proporcionou os papéis principais em "Os Homens Preferem as Loiras" e "Como Agarrar um Milionário". A revista Photoplay votou em Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953, e aos 27 anos de idade, ela era sem dúvida a loira mais amada de Hollywood.


No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn se casou com o jogador de baseball Joe DiMaggio, em São Francisco, Califórnia. Mas a fama e a figura sensual de Marilyn se tornaram um problema em seu casamento, que terminou nove meses depois.

Marilyn queria se livrar da imagem de furacão loiro. Para isso mudou-se de Hollywood para Nova York para estudar na escola de atores de Lee Strasberg, onde conheceu o dramaturgo Arthur Miller, com quem se casou em 1955.

No mesmo ano, Marilyn abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu “O Príncipe Encantado” e “Nunca Fui Santa”. Esses dois filmes serviram para mostrar seu talento e versatilidade como atriz e lhe trouxeram elogios da crítica.

Com sua personagem na comédia musical “Quanto Mais Quente Melhor”, em 1959, ela ganhou o Globo de Ouro como Melhor Atriz na categoria Comédia. Mas mesmo no auge de seu sucesso, Marilyn começou a ter problemas com drogas, álcool e com seu marido.



Marilyn Monroe no filme "O Pecado Mora Ao Lado"

Depois de dois abortos e um caso com o ator italiano Yves Montand, seu casamento com Arthur Miller chegou ao fim. Mas o escritor deixou para a loira o papel principal em “Os Desajustados”, último filme completo de Marilyn.

No Golden Globes de 1962, Marilyn foi nomeada a personalidade feminina favorita de todo cinema mundial, mas poucas semanas depois foi cortada do elenco de “Somethings Gotta Give” por atrasos freqüentes e uso de drogas.


Na manhã do dia 5 de agosto do mesmo ano, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, Califórnia. A notícia chocou o mundo todo, e inúmeros boatos da causa de sua morte foram explorados pela mídia, inclusive o de que ela teria sido morta por interesses do FBI. Mas a versão oficial foi a de que Marilyn teria tido uma overdose.

No dia 8 de agosto de 1962, seu corpo foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles, Califórnia.

Durante sua carreira, Marilyn atuou em 30 filmes, sendo o mais marcante "O Pecado Mora Ao Lado", de 1955, que traz a famosa cena de seu vestido branco esvoaçante.

Mais do que uma estrela, ela foi um marco na história do cinema. A popularidade da diva ultrapassou as barreiras do tempo e está presente até hoje como figura pop.


Curiosidades:

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sensual do século 20 pela revista Playboy.

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sexy do mundo pela “People´s Magazine”.

Em 2009 a sepultura ao lado do túmulo de Marilyn foi leiloada, por uma viúva para pagar a hipoteca da casa, pelo valor de 4,6 milhões de dólares.

Hugh Hefner, criador da revista Playboy, também garantiu seu lugar próximo à estrela. Mas o empresário de 84 anos adquiriu seu túmulo por preço mais em conta: US$ 75 mil, em 1992.


Fonte:http://www.onne.com.br/lifestyle/materia/13456/marilyn-monroe

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Conheça vestidos que marcaram personagens das telonas

A relação entre moda e cinema é antiga. Vindos da telona, vários modelos influenciaram o mundo fashion e o guarda-roupa de muitas mulheres. Muitas vezes, essa influência é tão grande que o longa passa a ser lembrado mais por seu figurino do que pela trama, atores ou diretor. Quem nunca se imaginou em um Givenchy usado por Audrey Hepburn? Ou no fatalíssimo vestido tomara-que-caia de Rita Hayworth em Gilda?
(Foto: Reprodução)
Bonequinha de luxo, 1961.

O longo preto e justinho usado pela personagem Holly Golightly, vivida por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo (1961), se tornou um dos looks mais célebres do cinema. Criado pelo francês Hubert de Givenchy, o vestido impulsionou o glamour minimalista, sóbrio e sexy ao mesmo tempo, tornando-se um marco da década de 1960 e permanecendo atual até hoje. Desejado por muitas e muitas mulheres, o modelito sugere sofisticação, poder e sensualidade.


(Foto: Reprodução)

Uma linda mulher, 1990.
O vestido vermelho de Uma Linda Mulher transformou a pesonagem Vivian Ward, vivida por Julia Roberts, numa verdadeira Cinderela do século 20. Pronta para ir à ópera, a protagonista também usou uma joia dada pelo personagem de Richard Gere, Edward Lewis, que deixou muitas mulheres babando por ai. Depois desse look, a atriz alcançou o posto de estrela máxima de Hollywood.  

(Foto: Reprodução)
Titanic, 1997.

A história de amor a bordo do maior navio do mundo ficou famosa nos quatro cantos do planeta, e entre uma cena e outra é impossível de esquecer-se dos belíssimos vestidos usados por Kate Winslet, no papel de Rose. Em especial, o usado durante o jantar de gala, em que a moça desce as escadas do Titanic ao encontro de Jack, protagonizado por Leonardo Dicaprio.
(Foto: Reprodução)

Maria Antonieta, 2006.

Tudo foi pensado nos mínimos detalhes para que Maria Antonieta do cinema, vivida por Kirsten Dunst, fosse a própria reprodução do luxo e glamour. Elaborado por Milena Canonero, o guarda-roupa da rainha rendeu ao filme seu único Oscar, o de melhor figurino. Já os sapatos foram especialmente desenhados pelo estilista espanhol, Manolo Blahnik. Os milhares de detalhes nas jóias e os vestidos característicos do século 18 fazem do filme uma obra inesquecível para os fashionistas.

(Foto: Reprodução)

Gilda, 1946

Impossível esquecer-se da atriz Rita Hayworth cantando ‘Put the Blame On Mame’ com um vestido sensualíssimo tomara-que-caia e luvas longas, no filme Gilda (1946). Foi a partir dessa cena (e desse vestido) que a atriz tornou-se o símbolo da mulher fatal e o vestido de cetim sem alças, desenhado pelo figurinista Jean Louis, nunca mais saiu de moda.

(Foto: Reprodução)
Como perder um homem em 10 dias, 2003.

Kate Hudson, na pele da personagem Andie Anderson, deixou uma legião de mulheres (e homens) babando nas cenas do baile de gala, ao usar um longo amarelo de cetim com as costas abertas e um detalhe cruzado atrás. O modelo, que deixou o filme famoso, foi especialmente criado para combinar com o diamante amarelo de 87 quilates, especialmente criado para o filme por Harry Winston.
(Foto: Reprodução)
Sex and the City, 2008.

Sarah Jessica Parker adotou o vestido rosa de tule em diversos episódios da série Sexy and The City. Já no primeiro filme, a protagonista e suas amigas relembram a peça. A atriz é adepta do modelito, seja como Carrie Bradshaw (sua personagem na série) ou nas suas produções pessoais, em que o tecido está sempre presente. A saia de tule surgiu nos anos 1980, compondo o figurino das bailarinas em suas apresentações, mas também é muito usada por baixo de vestidos para dar volume às saias, como nos vestidos de noivas e de festas em geral.



(Foto: Reprodução)
O Pecado Mora ao Lado, 1967.


Quem não se lembra do clássico vestido branco voador de Marylin Monroe no filme o Pecado Mora ao Lado? Com seu cabelo loiro platinado, a atriz usou o vestido frente única de saia plissada, desenhado por William Travilla, um dos estilistas mais famosos da chamada época de ouro de Hollywood. A peça provavelmente vai ficar na memória dos aficionados pelo cinema por muito tempo.


Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/13339/moda-e-cinema

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