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terça-feira, 2 de julho de 2013

Über-Recomendo: Rio Festival Gay de Cinema - 5 a 14 de julho



A edição 2013 do RIO FESTIVAL GAY DE CINEMA traz 8 longas-metragens e 43 curtas, brasileiros e estrangeiros, que irão sensibilizar o público com diversas realidades. O festival acontecerá de 5 a 14 de julho no Odeon Petrobras, Cine Cultural Justiça Federal e Instituto Cervantes, Rio de Janeiro, Brasil.

O primeiro filme na história do cinema a lidar diretamente com a homossexualidade foi Anders als die Andem (1919), onde um homem conhece um rapaz numa dança, leva-o para casa e lhe acaricia (brevemente) o peito (completamente vestido). Foi tudo, mas o suficiente: o tabu em mostrar contato sexual entre homens tinha sido quebrado, pelo menos pela insinuação. No Rio Festival Gay de Cinema o beijo é o provocador de arrepios.

Os filmes internacionais abordam os gêneros e sexualidades e o público do Rio Festival Gay de Cinema 2013 é diverso.

Fiquem atentos:

Nos dias 7 e 14 de Julho a DUO recebe o Rio Festival Gay de Cinema no 00 Rio de Janeiro. Com o ingresso de qualquer filme, você já garante nome na lista DUO.

Todas as informações sobre o festival: www.riofgc.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A capa da Vanity Fair vem cheia de estrelas Hollywoodianas


A edição Hollywood da Vanity Fair de março de 2012, fotografada por Mario Testino traz as atrizes Rooney Mara, Mia Wasikowska, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Elizabeth Olsen, Adepero Oduye, Shailene Woodley, Paula Patton, Felicity Jones, Lily Collins, and Brit Marling.

Über-stars!

Fábio Monnerat

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cineastas dirigem campanhas de moda

Campanhas publicitárias de grifes costumam utilizar celebridades, desde astros do esporte até grandes estrelas de Hollywood. Nos últimos meses, acompanhamos uma nova vertente surgindo, com famosos também atrás das câmeras. A parceria entre marcas e renomados diretores do cinema enfatiza ainda mais o prestígio das coleções. Acompanhe a seguir algumas dessas recentes parcerias.

Dior e Guy Ritchie


Diretor inglês, Guy Richie assina a nova campanha da linha de perfumes "Dior Homme", com um curta-metragem estrelado pelo ator Jude Law. O clima é escuro e misterioso, assim como o restante dos filmes de Ritchie. A trilha sonora é de Muse, "Exogenesis Symphony". Vale lembrar que a marca já teve campanha dirigida por Sofia Coppola.

Chanel e Martin Scorsese



Ganhador do Oscar de Melhor Diretor em 2006 por "Os Infiltrados", Martin Scorsese empresta seu talento para a linha de perfumes "Bleu de Chanel", com uma narrativa sedutora, deixando a impressão de ser mais que apenas um comercial, mas um teaser de possível novo filme. Na trilha sonora, mais celebridades: Rolling Stones, com “She Said Yeah”.

Gucci e Frank Miller



Frank Miller aplicou suas influências como desenhista e autor de histórias em quadrinhos para os perfumes da linha "Gucci Guilty". Estrelada por Evan Rachel Wood e Chris Evans, é uma sequência legítima de ação, vista em outras criações do diretor, como "Sin City". A campanha terá lançamento especial no VMA, dia 12 de setembro. A trilha fica por conta de Friendly Fires, com “Strangelove”, original do Depeche Mode. Outro diretor que também já criou para Gucci foi David Lynch.

Missoni e Kenneth Anger



Cineasta underground, o norte-americno Kenneth Anger aplicou toda sua referência criativa no desenvolvimento da campanha outono-inverno 2011 da marca italiana. Enquanto as outras 3 grifes seguem um padrão típico "mistério e sedução", o filme da Missoni parece mais vanguardista do que comercial, com a psicodelia de muitas cores e formas abstratas.

Fonte:UseFashion

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Exposição com vestidos de estrela do cinema em SP

 


(Foto: Divulgação)

O canal TCM, em parceria com o amante do cinema e estilista Gene London, promove aos visitantes do Shopping Iguatemi uma exposição que deixará todos mais próximos dos ícones do cinema e da moda. A mostra De Hollywood para a Moda acontece entre os dias 16 e 30 de agosto e apresenta seis vestidos das estrelas do cinema americano.

O evento tem diversos vestidos em destaque, como o da diva Marilyn Monroe, que foi utilizado no filme Os Desajustados (1961). O clássico vestido branco do filme O Pecado Mora ao Lado (1955), da cena onde o vestido é levantado por uma tubulação de ar, também aparecerá na exposição.

Além dos vestidos da Marilyn Monroe, estarão expostos os usados pelas atrizes Vivien Leigh, em E o Vento Levou (1939), Audrey Hepburn, em Cinderela em Paris (1957), Rita Hayworth, em Gilda (1946), e Grace Kelly, em Ladrão de Casaca (1955).

O norteamericano Gene London, que cedeu os vestidos ao Shopping Iguatemi, estará presente no dia da abertura da exposição. Além da sua coleção de vestidos hollywoodianos expostos, London possui milhares de relíquias, inclusive peças do cinema francês.

Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/14317/exposi-o-hollywoodiana

domingo, 8 de agosto de 2010

über-Blond Diva - 48 anos sem Marilyn Monroe


Há 48 anos morria uma das mais importantes estrelas de Hollywood. Com sua sensualidade natural e aparente inocência, Marilyn Monroe foi uma das principais divas da década de 50, e um símbolo sexual admirado até os dias de hoje. Sua beleza única e seus filmes clássicos entraram para a história do cinema, assim como a vida agitada até hoje discutida e analisada. A morte precoce, aos 36 anos, e declarações polêmicas, fizeram com que o encanto sobre ela se tornasse ainda maior, transformado Marilyn em um verdadeiro clássico mundial.

Um dos maiores símbolos sexuais e glamourosos já produzidos por Hollywood, Norma Jean Baker Mortenson (seu nome verdadeiro) nasceu em Los Angeles, na Califórnia (1 de junho de 1926), e viveu parte da infância em orfanatos. Casou-se aos 16 anos com James Dougherty, e aproveitou quando o marido serviu na 2ª Guerra para tentar a sorte no cinema. Quando trabalhava em uma fábrica na Califórnia, o fotógrafo Davis Conover a viu enquanto fazia uma matéria para a revista Yank e decidiu transformá-la em modelo. Depois de estampar diversas capas de revista, Norma Jean passou a estudar teatro, escolheu a carreira ao invés do marido e se tornou Marilyn Monroe após assinar um contrato com a Twentieth Century Fox.

Ela começou no cinema com aparições em "O Segredo das Jóias" (1950) e "A Malvada" (1950), e despontou com "Só a Mulher Peca" (1952) e "Torrentes de Paixão" (1953). Depois de pequenas participações, virou mito, um dos símbolos dos anos 50 e do cinema norte-americano. Sua exuberância pode ser conferida em "Os Homens Preferem as Louras" (1953), "O Pecado Mora ao Lado" (1955) e "Quanto Mais Quente Melhor" (1959). Todos clássicos.

Sua vida amorosa também rendeu boas histórias. Divorciada de James Dougherty, casou-se com o ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio e com o dramaturgo Arthur Miller. Teve um romance com o ator francês Yves Montand durante as filmagens de "Adorável Pecadora" (1960), e teria mantido relações com o presidente John Kennedy (numa aparição surpresa, Marilyn cantou em seu aniversário) e com seu irmão, Robert. A sua aparição surpresa para cantar "Happy birthday to you" no aniversário de Kennedy é um dos episódios mais lembrados de sua vida. A hipótese de que ela teria sido amante dos Kennedy ganhou força quando sua casa foi vasculhada - supostamente por agentes da CIA - antes da chegada da polícia no dia em que morreu, 4 de agosto de 1962 aos 36 anos, devido a uma overdose de sedativos e barbitúricos. Uma diva atemporal!


www.marilynmonroe.com

Fonte:http://taste.uol.com.br/news/templates/noticia.asp?t=3&idNoticia=9665&secao=Clássicos#

quarta-feira, 23 de junho de 2010

über-dica: Flor do Deserto


"A mutilação genital feminina não tem nenhuma relação com a cultura, a tradição ou a religião. É um crime."
- Waris Dirie
Waris Dirie chamou a atenção da imprensa quando seu belo rosto passou a ser estampado nas revistas e nas passarelas mundo afora nos anos 90. Ao ser entrevistada, a modelo somali negou que o dia em que foi descoberta por um consagrado fotógrafo enquanto fazia limpeza em uma lanchonete de Londres tenha significado a grande mudança da sua vida. O dia decisivo, que daria as cartas e direcionaria seus passos, teria acontecido muito antes e marcaria sua vida para sempre.

Aos cinco anos, Waris foi vítima da mutilação genital feminina - ato brutal em que o clitóris da menina é extirpado para evitar que tenha prazer na relação sexual. É justificado pela tradição e pelo islã e praticado principalmente em países africanos, entre eles a Somália. Vítima da barbaridade, Waris escolheu abandonar a rentável carreira de modelo internacional para levantar a bandeira contra a brutalidade. Escreveu o livro homônimo Flor do Deserto (que é a tradução de Waris) e criou uma fundação que leva o seu nome para angariar fundos para a causa, montar projetos que possam assistir cerca de 150 milhões de mulheres que sofrem as consequencias da mutilação e conscientizar as pessoas através de campanhas internacionais. E mais, autorizou a produção deste filme, que conta a sua história.

Flor do Deserto fala da trajetória real da menina nômade, que foge da família pelo deserto, vai para Londres, passa fome e necessidade, encontra ajuda, é descoberta pelo mundo da moda e hoje é embaixadora da ONU (interpretada pela top-model etíope Liya Kebede). A história é incrível, dirigida com sensibilidade e até com toques de humor. Aliás, acho que esse é o ponto. Apesar do tema difícil, o filme tem mais humor, cor e graça do que se imagina para uma vida sofrida como essa e não cai no provável dramalhão. Talvez por isso não tenha cara de documentário. Faz alarde sem fazer terror. Talvez uma estratégia para não tornar tudo tão pesado e, assim, atrair o grande público aos cinemas. Afinal, alardear o assunto e conseguir apoio mundial para punição dos culpados é o grande objetivo. Além de fazer, é claro, alguma diferença.

Estreia dia 25 de junho nos cinemas.
DIREÇÃO: Sherry Horman
ROTEIRO: Waris Dirie (livro), Smita Bhide, Sherry Horman
ELENCO: Liya Kebede, Sally Hawkins, Craig Parkinson, Meera Syal, Anthony Mackie, Juliet Stevenson, Timothy Spall, Soraya Omar-Scego Inglaterra, Aústria, Alemanha, 2009 (min)

domingo, 6 de junho de 2010

Marilyn Monroe completaria 84 anos em 2010

 






Em 1º de junho deste ano, se estivesse viva, Norma Jean Baker teria completado 84 anos. Talvez você não conheça a figura dona deste nome, mas certamente sabe quem é Marilyn Monroe, nome artístico que a fez conhecida pelo mundo todo.

A musa passou por vários casamentos, casos amorosos e inúmeros escândalos em sua carreira, mas, ainda assim, se mantém há décadas como sinônimo de beleza, sensualidade e glamour.

Para homenagear este ícone do cinema, confira essa retrospectiva da história de Marilyn Monroe. Fique por dentro da vida da diva!


Em 1º de junho de 1926, nascia em Los Angeles Norma Jean Baker, filha de Gladys Pearl Baker e de pai desconhecido. Sua mãe trabalhava como editora de filmes, mas problemas psicológicos a impediram de permanecer no emprego e ela foi levada para uma instituição para pessoas com problemas mentais.

Norma Jean passou grande parte de sua infância em orfanatos até que, com 11 anos mudou-se para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, a família Goddard foi transferida para a costa Leste americana e não tinha condições financeiras para levar a garota. Na época com 16 anos, Marilyn tinha duas opções: voltar para o orfanato ou se casar.


No dia 19 de julho de 1942, ela se casou com Jimmy Dougherty de 21 anos, com quem estava namorando há seis meses. Foram dois anos de um casamento feliz, até que em 1944 Jimmy também foi transferido, só que para o Pacífico Sul, pois entrou para a marinha.

Após a partida de seu marido, Norma Jean começou a trabalhar na fábrica Radio Plane Munition em Burbank, na Califórnia. E lá foi descoberta, pelo fotógrafo Davis Conover que a convidou para posar como modelo. Assim, em 1946 ela se tornou uma modelo respeitada, estampou as capas de diversas revistas e começou a estudar teatro, sonhando com o estrelato. Porém, Jimmy Dougherty retornou para a Califórnia no mesmo ano, e reprovava o trabalho da esposa. Norma Jean tinha que fazer outra escolha, dessa vez entre seu casamento e sua carreira. Ela então pediu o divórcio e assinou um contrato com a Twentieth Century Fox.


Marilyn Monroe no filme "Os Homens Preferem as Loiras"


Em 1947 ela tingiu seu cabelo de loiro e se transformou em Marilyn Monroe (sobrenome de sua avó), e assim começava a gravar seu nome na história.

O primeiro papel de Marilyn em um filme foi a participação, em “The Shocking Miss Pilgrim”. Fez pequenas atuações até 1950, quando seu papel como Claudia Caswell em “All About Eve”, filme que estrelou Bette Davis, lhe rendeu muitos elogios. A partir daí, interpretou personagens cada vez mais importantes.

O sucesso de Marilyn no filme Niagara, que a tornou estrela de fato, proporcionou os papéis principais em "Os Homens Preferem as Loiras" e "Como Agarrar um Milionário". A revista Photoplay votou em Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953, e aos 27 anos de idade, ela era sem dúvida a loira mais amada de Hollywood.


No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn se casou com o jogador de baseball Joe DiMaggio, em São Francisco, Califórnia. Mas a fama e a figura sensual de Marilyn se tornaram um problema em seu casamento, que terminou nove meses depois.

Marilyn queria se livrar da imagem de furacão loiro. Para isso mudou-se de Hollywood para Nova York para estudar na escola de atores de Lee Strasberg, onde conheceu o dramaturgo Arthur Miller, com quem se casou em 1955.

No mesmo ano, Marilyn abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu “O Príncipe Encantado” e “Nunca Fui Santa”. Esses dois filmes serviram para mostrar seu talento e versatilidade como atriz e lhe trouxeram elogios da crítica.

Com sua personagem na comédia musical “Quanto Mais Quente Melhor”, em 1959, ela ganhou o Globo de Ouro como Melhor Atriz na categoria Comédia. Mas mesmo no auge de seu sucesso, Marilyn começou a ter problemas com drogas, álcool e com seu marido.



Marilyn Monroe no filme "O Pecado Mora Ao Lado"

Depois de dois abortos e um caso com o ator italiano Yves Montand, seu casamento com Arthur Miller chegou ao fim. Mas o escritor deixou para a loira o papel principal em “Os Desajustados”, último filme completo de Marilyn.

No Golden Globes de 1962, Marilyn foi nomeada a personalidade feminina favorita de todo cinema mundial, mas poucas semanas depois foi cortada do elenco de “Somethings Gotta Give” por atrasos freqüentes e uso de drogas.


Na manhã do dia 5 de agosto do mesmo ano, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, Califórnia. A notícia chocou o mundo todo, e inúmeros boatos da causa de sua morte foram explorados pela mídia, inclusive o de que ela teria sido morta por interesses do FBI. Mas a versão oficial foi a de que Marilyn teria tido uma overdose.

No dia 8 de agosto de 1962, seu corpo foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles, Califórnia.

Durante sua carreira, Marilyn atuou em 30 filmes, sendo o mais marcante "O Pecado Mora Ao Lado", de 1955, que traz a famosa cena de seu vestido branco esvoaçante.

Mais do que uma estrela, ela foi um marco na história do cinema. A popularidade da diva ultrapassou as barreiras do tempo e está presente até hoje como figura pop.


Curiosidades:

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sensual do século 20 pela revista Playboy.

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sexy do mundo pela “People´s Magazine”.

Em 2009 a sepultura ao lado do túmulo de Marilyn foi leiloada, por uma viúva para pagar a hipoteca da casa, pelo valor de 4,6 milhões de dólares.

Hugh Hefner, criador da revista Playboy, também garantiu seu lugar próximo à estrela. Mas o empresário de 84 anos adquiriu seu túmulo por preço mais em conta: US$ 75 mil, em 1992.


Fonte:http://www.onne.com.br/lifestyle/materia/13456/marilyn-monroe

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Conheça vestidos que marcaram personagens das telonas

A relação entre moda e cinema é antiga. Vindos da telona, vários modelos influenciaram o mundo fashion e o guarda-roupa de muitas mulheres. Muitas vezes, essa influência é tão grande que o longa passa a ser lembrado mais por seu figurino do que pela trama, atores ou diretor. Quem nunca se imaginou em um Givenchy usado por Audrey Hepburn? Ou no fatalíssimo vestido tomara-que-caia de Rita Hayworth em Gilda?
(Foto: Reprodução)
Bonequinha de luxo, 1961.

O longo preto e justinho usado pela personagem Holly Golightly, vivida por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo (1961), se tornou um dos looks mais célebres do cinema. Criado pelo francês Hubert de Givenchy, o vestido impulsionou o glamour minimalista, sóbrio e sexy ao mesmo tempo, tornando-se um marco da década de 1960 e permanecendo atual até hoje. Desejado por muitas e muitas mulheres, o modelito sugere sofisticação, poder e sensualidade.


(Foto: Reprodução)

Uma linda mulher, 1990.
O vestido vermelho de Uma Linda Mulher transformou a pesonagem Vivian Ward, vivida por Julia Roberts, numa verdadeira Cinderela do século 20. Pronta para ir à ópera, a protagonista também usou uma joia dada pelo personagem de Richard Gere, Edward Lewis, que deixou muitas mulheres babando por ai. Depois desse look, a atriz alcançou o posto de estrela máxima de Hollywood.  

(Foto: Reprodução)
Titanic, 1997.

A história de amor a bordo do maior navio do mundo ficou famosa nos quatro cantos do planeta, e entre uma cena e outra é impossível de esquecer-se dos belíssimos vestidos usados por Kate Winslet, no papel de Rose. Em especial, o usado durante o jantar de gala, em que a moça desce as escadas do Titanic ao encontro de Jack, protagonizado por Leonardo Dicaprio.
(Foto: Reprodução)

Maria Antonieta, 2006.

Tudo foi pensado nos mínimos detalhes para que Maria Antonieta do cinema, vivida por Kirsten Dunst, fosse a própria reprodução do luxo e glamour. Elaborado por Milena Canonero, o guarda-roupa da rainha rendeu ao filme seu único Oscar, o de melhor figurino. Já os sapatos foram especialmente desenhados pelo estilista espanhol, Manolo Blahnik. Os milhares de detalhes nas jóias e os vestidos característicos do século 18 fazem do filme uma obra inesquecível para os fashionistas.

(Foto: Reprodução)

Gilda, 1946

Impossível esquecer-se da atriz Rita Hayworth cantando ‘Put the Blame On Mame’ com um vestido sensualíssimo tomara-que-caia e luvas longas, no filme Gilda (1946). Foi a partir dessa cena (e desse vestido) que a atriz tornou-se o símbolo da mulher fatal e o vestido de cetim sem alças, desenhado pelo figurinista Jean Louis, nunca mais saiu de moda.

(Foto: Reprodução)
Como perder um homem em 10 dias, 2003.

Kate Hudson, na pele da personagem Andie Anderson, deixou uma legião de mulheres (e homens) babando nas cenas do baile de gala, ao usar um longo amarelo de cetim com as costas abertas e um detalhe cruzado atrás. O modelo, que deixou o filme famoso, foi especialmente criado para combinar com o diamante amarelo de 87 quilates, especialmente criado para o filme por Harry Winston.
(Foto: Reprodução)
Sex and the City, 2008.

Sarah Jessica Parker adotou o vestido rosa de tule em diversos episódios da série Sexy and The City. Já no primeiro filme, a protagonista e suas amigas relembram a peça. A atriz é adepta do modelito, seja como Carrie Bradshaw (sua personagem na série) ou nas suas produções pessoais, em que o tecido está sempre presente. A saia de tule surgiu nos anos 1980, compondo o figurino das bailarinas em suas apresentações, mas também é muito usada por baixo de vestidos para dar volume às saias, como nos vestidos de noivas e de festas em geral.



(Foto: Reprodução)
O Pecado Mora ao Lado, 1967.


Quem não se lembra do clássico vestido branco voador de Marylin Monroe no filme o Pecado Mora ao Lado? Com seu cabelo loiro platinado, a atriz usou o vestido frente única de saia plissada, desenhado por William Travilla, um dos estilistas mais famosos da chamada época de ouro de Hollywood. A peça provavelmente vai ficar na memória dos aficionados pelo cinema por muito tempo.


Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/13339/moda-e-cinema

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Alice no país das maravilhas vem com tudo na moda







Pra quem ainda não entendei o motivo de tantos editoriais e campanhas publicitárias inspiradas em Alice, acho que o trailer do filme vai ajudar a clarear tudo... Alice é a It girl do momento! Creiam!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Quando a moda encontra o cinema

 Reprodução
Cenas do curta "The Lady Noir Affair", protagonizado por Marion Cotillard (assista abaixo)




 Vídeos despontamcomo o novo suporte para criação de imagens que viram referência estética

A moda nasceu descrita pela soma de enfeite, pudor e proteção. Tornou-se fenômeno social, entrou para o hall de criações artísticas e ganhou canais específicos que se prestam a divulgação e crítica de suas obras. Várias linguagens já apareceram para discutir o assunto. Tudo começou com as ilustrações, depois veio a fotografia, fazendo surgir nomes estrelados como Guy Bourdin e David LaChapelle, e agora as roupas adotam o vídeo. É a promessa de um novo caminho para produzir imagens pungentes, feitas tanto por novos cineastas quanto por grandes nomes do cinema.


As grandes grifes de luxo já perceberam a onda de vídeos como o texto não-verbal que faz trajes virarem personagens, construírem cenas e contarem histórias. No Brasil a tendência audiovisual ainda não pegou, mas algumas marcas já apostam no formato para lançar coleções, como a D´Arouche, que produz vídeos novos a cada temporada. Lá fora a francesa Chanel virou ícone da nova onda pelas boas sacadas que vão desde a edição dos bastidores de seu ateliê até filmes de ficção dirigidos por Karl Lagerfeld.

Nessa perspectiva frutífera, algumas parcerias ilustres já aconteceram. O criador de Amélie Poulain Jean-Pierre Jeunet escolheu sua musa Audrey Tatou para o último vídeo do perfume Chanel Nº 5 - e as especulações para o próximo trabalho afirmam que Martin Scorcese será o responsável pela direção.

A Dior preparou um thriller noir para uma linha de bolsas, protagonizado pela atriz Marion Cotillard . E a sequencia do filme chega em breve pelas mãos de David Lynch, que já havia armado suas câmeras para o comercial do perfume Gucci by Gucci. Na galeria ainda estão Ridley Scott, que dirigiu Thunder Perfect Mind para um lançamento do perfume da Prada, e Sofia Coppola, que foi a Paris registrar o perfume Miss Dior Cherie.

Além do povo da sétima arte atacando no mundo fashion e dos habitués da moda virando tema de filme, a tendência audiovisual ganhou representantes de peso, como a famosa jornalista Diane Pernet. Ela organizou em Paris pela segunda vez o A Shaded View on Fashion, festival dedicado a curtas-metragens pensados sobre o tema. Em sua primeira edição, o evento rodou os grandes museus do mundo em Londres, Tokyo, Roma e Seoul. Em setembro de 2009 a premiére francesa reuniu quarenta criadores para um concurso, além de gente tarimbada, como o estilista Rick Owens, os fotógrafos Steven Klein e Nick Knight, os músicos Roisin Murphy e Kim Gordon, do Sonic Youth, além da atriz Chloe Sevigny e da performer Dita Von Teese.


A produção cinematográfica de moda tem boas perspectivas pela frente e, além da discussão sobre o lugar dos fashion vídeos entre trabalhos artísticos, a tendência se anuncia como o novo rumo para o nascimento de imagens poderosas que se tornam referência no mundo contempoâneo que respira agilidade e movimento.





Fonte:http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI110315-17349,00-QUANDO+A+MODA+ENCONTRA+O+CINEMA.html

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

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