Audrey Hepburn na capa da VANITY FAIR FRANCE AUGUST 2013
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
20 anos sem Audrey Hepburn...
Ontem fez 20 anos da morte da eterna diva Audrey Hepburn. Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema. Hepburn é um clássico e até hoje continua como um dos ícones de beleza e sofisticação.
Über Audrey Hepburn!
sábado, 4 de agosto de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Persol, "luxo, rhyqueza e glamour" Made in Italy
Com nome derivado da expressão italiana "per il sole" (para o sol), a marca italiana Persol é uma das mais cool e renomadas quando o assunto são óculos de sol que misturam contemporaneidade, design elaborado e a inigualável tradição italiana artesanal. O símbolo da marca, uma seta prateada conhecida como "Supreme Arrow", está intimamente ligado ao mundo da aviação, das celebridades e das pessoas cool há quase um século.
A marca foi fundada em 1917, quando o italiano Giuseppe Ratti, fotógrafo
e dono de uma loja de óculos, se aventurou pelo mundo do design de
óculos de sol para a proteção de pilotos de carro e avião, produzindo
peças tecnicamente avançadas. Assim foram criados os óculos protetores
com elásticos ajustáveis, que logo foram adotados pelos pilotos da
aviação militar italiana. A marca ganhou ainda mais fama quando, em
1918, o mais célebre poeta italiano da época e major da aeronáutica,
Gabriele d'Annunzio, em dupla com um capitão, realizou um histórico vôo
sobre Viena usando modelos Persol, fattisumisura, ou seja, feitos sob
medida.
Em 1930, a Persol criou os primeiros óculos com hastes flexíveis,
abrindo um novo caminho que passou a ser copiado pelos concorrentes.
Outro grande diferencial dessa marca, preferida de modernos e
descolados, são suas lentes de cristal que possuem uma tecnologia capaz
de absorver mais radiação emitida pelos raios de sol, que as das outras
marcas, em geral, garantindo mais proteção e clareza visual.
Até hoje as peças são feitas à mão, garantindo qualidade e o máximo
de cuidado na produção dos modelos. Os modelos que mais fazem sucesso
são aqueles com design retrô, lente marrom-esverdeada e dobráveis, super
práticos e originais.
Óculos dos famosos com estilo
Os óculos Persol já apareceram em diversos filmes, como "Cassino
Royale", onde Daniel Craig interpreta o agente 007, e "La Dolce Vita",
protagonizado pelo talentoso Marcello Mastroiani, que usa um par de
óculos Persol praticamente em todas as cenas. Outros adeptos do estilo
são Audrey Hepburn, Greta Garbo, Pierce Brosnan, Angelina Jolie, Julia
Roberts e Steve McQueen, ator e corredor de carro e moto, que chegou a
participar da publicidade da marca e a desenhar modelos exclusivos para a
Persol, que, hoje, chegam a ser leiloados por 60 mil dólares.
Persol, com seu design, discreto, impecável, é definitivamente uma marca cool!
www.persol.com
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Audrey Hepburn ensina como aguentar os blocos de rua
Audrey Hepburn que é experte em blocos de rua (ALOKA), está sempre se alongando para aguentar as "sambadinhas"e as horas em baixo desse sol.
Ah, se eu estivesse seguindo os conselhos da Audrey, minhas pernas estão acabadas... Mas é carnaval, se joga na folia!!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
As mudanças da moda jovem ao longo dos anos
Na década de 50, a moda entre os jovens era usar trajes confortáveis, que não atrapalhassem nos movimentos da dança.
Audrey Hepburn era um dos ídolos da década de 50 e seus trajes femininos foram bastante copiados.
O futurismo do filme Barbarella marcou a década, assim como os trajes de vinil
No início da década de 60, os trajes eram retos e com forma geométrica, como este vestido usado por Jane Fonda, que tornou-se ícone após o filme Barbarella, da mesma década.
O uso de plástico (vinil) e brilho passaram a ser vistos na moda nos anos 60, lembrando o futurismo
A onda hippie dominou a moda entre os jovens da década de 70, que protestavam contra a Guerra do Vietnã. Calças boca de sino, colares, batas etc marcaram a época.
A transição entre as décadas de 70 e 80 foi marcada pela era disco. Watusi, cantora brasileira, chegou a se apresentar no exterior usando um macacão de lurex, material que fazia sucesso na época e era usado por jovens de todo o mundo. No Brasil, o fashion era combinar meias de lurex com sandálias de plástico.
A transição entre os anos 70 e 80 também teve influências da onda punk inglesa, sendo marcada pelo uso de couro, tachinhas e cabelos coloridos.
O visual da banda inglesa Sex Pistols foi muito copiado pelos jovens no início dos anos 80
Ombreiras, blusas de duas cores, jeans de cintura alta, entre outros, marcaram a moda dos anos 80, como mostrou o filme Curtindo a Vida Adoidado, de 1986.
A sobreposição de peças distintas, bijuterias, texturas etc também foi característico dos anos 80. A tendência foi copiada pelos fãs de Madonna, ídolo da época.
O grunge mostrou a influência da música na moda. Jovens usavam camiseta com logotipo de bandas, camisa xadrez e calça larga tipo skatista.
A primeira década de 2000 foi marcada pela influência do funk na moda. Calça justa de cintura baixíssima, como a da marca Gang, conquistaram o mundo das celebridades e dos jovens. Até Britney Spears adotou.
As jovens de hoje em dia usam vestidos curtos e justos para ir à balada.
A banda Restart, com seu visual colorido, no melhor estilo color blocking, tem sido bastante imitada. A mistura de cores ganhou as ruas principalmente entre os mais jovens.
A moda entre os jovens se transformou com o passar dos anos, representando as alterações de cada tempo e cada geração. Geralmente, as tendências são apresentadas pelos ídolos dos jovens, que acabam copiando os modelistos usados.
Na década de 50, com o surgimento do rock 'n' roll, os jovens passaram a usar trajes que os permitiam dançar com conforto. Para elas, saias rodadas e camisetas. Para eles, ternos ajustados ou jeans e camiseta. Ídolos como James Dean, com seu jeans surrado, camiseta branca e jaqueta de couro, e Elvis Presley e Audrey Hepburn, com seu visual romântico e delicado, eram os ícones da época.
Os anos 60 revolucionaram a moda e os jovens, claro, foram os primeiros a aderir às novidades. No início da década, as roupas eram retas, com traços geométricos. Jane Fonda, no filme Barbarella, levou para as ruas peças um pouco mais ousadas. Neste período, surgiu também o brilho e o vinil, que passaram a fazer parte de alguns trajes de maneira discreta, mas deixando as peças com ares futuristas. Mary Quant inventou a minissaia, que era realmente pequena e media 30cm, revolucionando a moda. A peça era usada com camisetas e botas.
A Guerra do Vietnã aconteceu entre os anos de 1959 e 1975. E a transição entre os anos 60 e 70 ficou marcada pelo surgimento do movimento hippie, que defendia o fim da guerra e a manutenção da paz. Jovens de todo o mundo deixaram os cabelos crescer e passaram a usar calça boca de sino, saias longas, camisetas, coletes, diversos colares longos, alpargatas, faixas e flores nos cabelos e roupas artesanais de couro, camurça e crochê, além de peças tingidas no estilo tie-dye.
No fim da década de 70 e no início dos anos 80, a moda jovem foi tomada pela inspiração punk inglesa, que trazia trajes de couro e tachinhas metalizadas. Os cabelos coloridos e o penteado moicano também fizeram, literalmente, a cabeça de muita gente. A discoteca marcou a época, com os trajes ajustados, ainda com boca de sino, e muito lurex dando brilho aos modelitos. No Brasil, a moda era usar meias de lurex com sandálias de plástico, como pregava a novela Dancing Days.
Nos anos 80, houve muita mistura: os jovens usavam jeans de cintura alta e modelagem ampla (a famosa calça baggy), camisetas compridas, ombreiras, peças coloridas, além de mesclarem rendas, sobreposições, polainas etc. Madonna, Cindy Lauper, Michael Jackson, entre outros, eram os ídolos mundialmente conhecidos. No Brasil, Xuxa lançou a moda da overboot, que atualmente voltou à moda.
Os anos 90 foram marcados pela influência da música na moda, mais uma vez. O grunge passou a ser sucesso e jovens de todo o mundo adotaram o visual, usando camisas xadrezes por cima de camisetas com logotipo de bandas, calças largas, estilo skatista e um ar "desleixado-arrumadinho". Para elas, baby look e calças de cintura baixa fizeram sucesso, além do tênis Keds, que foram combinados a saias, calças e bermudas.
A primeira década de 2000 foi marcada pelo uso de calças de cintura baixíssima e, no Brasil, pelo funk, que passou a ser sucesso nas rádios. Trajes justos, marcando o corpo foram o hit da década, sem perder o conforto.
Ainda seguindo os ídolos, os jovens de atualmente não têm medo de ousar e brincam com as cores, em tendência conhecida como color blocking, usada pela banda Restart e como marcou a passagem de Fiuk pela novela Malhação, em 2010. Shorts com meia-calça, renda, xadrez e vestidos curtos são vistos pelas meninas nas baladas.Fonte:TerraModa
Na década de 50, com o surgimento do rock 'n' roll, os jovens passaram a usar trajes que os permitiam dançar com conforto. Para elas, saias rodadas e camisetas. Para eles, ternos ajustados ou jeans e camiseta. Ídolos como James Dean, com seu jeans surrado, camiseta branca e jaqueta de couro, e Elvis Presley e Audrey Hepburn, com seu visual romântico e delicado, eram os ícones da época.
Os anos 60 revolucionaram a moda e os jovens, claro, foram os primeiros a aderir às novidades. No início da década, as roupas eram retas, com traços geométricos. Jane Fonda, no filme Barbarella, levou para as ruas peças um pouco mais ousadas. Neste período, surgiu também o brilho e o vinil, que passaram a fazer parte de alguns trajes de maneira discreta, mas deixando as peças com ares futuristas. Mary Quant inventou a minissaia, que era realmente pequena e media 30cm, revolucionando a moda. A peça era usada com camisetas e botas.
A Guerra do Vietnã aconteceu entre os anos de 1959 e 1975. E a transição entre os anos 60 e 70 ficou marcada pelo surgimento do movimento hippie, que defendia o fim da guerra e a manutenção da paz. Jovens de todo o mundo deixaram os cabelos crescer e passaram a usar calça boca de sino, saias longas, camisetas, coletes, diversos colares longos, alpargatas, faixas e flores nos cabelos e roupas artesanais de couro, camurça e crochê, além de peças tingidas no estilo tie-dye.
No fim da década de 70 e no início dos anos 80, a moda jovem foi tomada pela inspiração punk inglesa, que trazia trajes de couro e tachinhas metalizadas. Os cabelos coloridos e o penteado moicano também fizeram, literalmente, a cabeça de muita gente. A discoteca marcou a época, com os trajes ajustados, ainda com boca de sino, e muito lurex dando brilho aos modelitos. No Brasil, a moda era usar meias de lurex com sandálias de plástico, como pregava a novela Dancing Days.
Nos anos 80, houve muita mistura: os jovens usavam jeans de cintura alta e modelagem ampla (a famosa calça baggy), camisetas compridas, ombreiras, peças coloridas, além de mesclarem rendas, sobreposições, polainas etc. Madonna, Cindy Lauper, Michael Jackson, entre outros, eram os ídolos mundialmente conhecidos. No Brasil, Xuxa lançou a moda da overboot, que atualmente voltou à moda.
Os anos 90 foram marcados pela influência da música na moda, mais uma vez. O grunge passou a ser sucesso e jovens de todo o mundo adotaram o visual, usando camisas xadrezes por cima de camisetas com logotipo de bandas, calças largas, estilo skatista e um ar "desleixado-arrumadinho". Para elas, baby look e calças de cintura baixa fizeram sucesso, além do tênis Keds, que foram combinados a saias, calças e bermudas.
A primeira década de 2000 foi marcada pelo uso de calças de cintura baixíssima e, no Brasil, pelo funk, que passou a ser sucesso nas rádios. Trajes justos, marcando o corpo foram o hit da década, sem perder o conforto.
Ainda seguindo os ídolos, os jovens de atualmente não têm medo de ousar e brincam com as cores, em tendência conhecida como color blocking, usada pela banda Restart e como marcou a passagem de Fiuk pela novela Malhação, em 2010. Shorts com meia-calça, renda, xadrez e vestidos curtos são vistos pelas meninas nas baladas.Fonte:TerraModa
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domingo, 24 de julho de 2011
über-preview: Tiffany & Co liberou outono 2011
A joalheria Tiffany & Co liberou uma prévia da sua coleção de outono 2011 em um evento fechado realizado na última semana. As novidades mantêm a sofisticação e a elegância características da loja eternizada por Audrey Hepburn em Bonequinha De Luxo (1961).
As novas joias trazem muito diamante e platina, em peças clássicas, como o colar Peacock, também feito com turmalinas, e um broche de flor – reedição de um que pertenceu à atriz Elizabeth Taylor. Em um estilo mais contemporâneo, o designer Frank Ghery trouxe delicados braceletes pintados a mão, que serão feitos e vendidos em edição super limitada.
Outra designer, Elsa Peretti, trouxe colares com pingentes em formato de garrafa, que têm tudo para fazer a cabeça de quem não gosta de acessórios muito chamativos.
Veja algumas fotos:
As novas joias trazem muito diamante e platina, em peças clássicas, como o colar Peacock, também feito com turmalinas, e um broche de flor – reedição de um que pertenceu à atriz Elizabeth Taylor. Em um estilo mais contemporâneo, o designer Frank Ghery trouxe delicados braceletes pintados a mão, que serão feitos e vendidos em edição super limitada.
Outra designer, Elsa Peretti, trouxe colares com pingentes em formato de garrafa, que têm tudo para fazer a cabeça de quem não gosta de acessórios muito chamativos.
Veja algumas fotos:
Colar Peacock (Foto: Reprodução)
Reedição do broche de Liz Taylor (Foto: Reprodução)
über-amou! Braceletes pintados por Frank Ghery (Foto: Reprodução)
Pigentes de Elsa Peretti (Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
quinta-feira, 23 de junho de 2011
über-brand: GUCCI - Sofisticação Atemporal
Mocassim com fivela de metal, a assinatura verde e vermelha, o logotipo com dois Gs, bolsas com alça de bambu. Esses são alguns dos clássicos de uma das marcas italianas mais luxuosas de todos os tempos, a Gucci, que completa 90 anos no mundo da moda. Estrelas como Jaqueline Kennedy, Audrey Hepburn, Sofia Loren e Ingrid Bergman, eram fãs declarados da qualidade e da tradição da marca, e ajudaram a torná-la o sucesso atemporal que é hoje em dia.
A história de sucesso da marca começou a ser traçada quando Guccio Gucci, filho de um artesão, encantou-se com o luxo e o bom-gosto ao trabalhar como ascensorista e maitrê no renomado hotel Savoy, em Londres. Ao voltar para Florença, em 1921, ele abriu uma loja de malas e valises de luxo, feitos pelos artesãos de sua família. A qualidade única e o trabalho primoroso foram reconhecidos pela burguesia da região, e a Gucci se tornou sinônimo de elegância em toda a Itália.
Já na década de 30, as bolsas, luvas, malas, sapatos e cintos Gucci ganhavam projeção internacional, com estrelas de Hollywood indo para a Itália atrás dos produtos da marca. Com a falta de couro durante a segunda guerra, a família Gucci criou uma alternativa para poder continuar produzindo suas peças e não sofrer com a baixa da economia, e passou a criar bolsas em couro e algodão, com um logotipo de dois Gs, hoje em dia sinônimo de sofisticação. Apenas na década de 50 a empresa abriu uma loja em NY, tendo um crescimento e um sucesso estrondoso.
Depois de algum tempo fora dos holofotes, a Gucci decidiu reformular a marca, e trouxe o estilista Tom Ford como diretor criativo de todas as linhas de acessórios e também de roupas. Ford conferiu sensualidade e contemporaneidade à marca, sem nunca perder o glamour e a tradição que a transformaram em uma das principais maisons do mundo. Para comemorar as nove décadas de vida, a Gucci relançou sua primeira coleção de bolsas e malas da década de 20, prestando uma homenagem ao talento do fundador Guccio!
A história de sucesso da marca começou a ser traçada quando Guccio Gucci, filho de um artesão, encantou-se com o luxo e o bom-gosto ao trabalhar como ascensorista e maitrê no renomado hotel Savoy, em Londres. Ao voltar para Florença, em 1921, ele abriu uma loja de malas e valises de luxo, feitos pelos artesãos de sua família. A qualidade única e o trabalho primoroso foram reconhecidos pela burguesia da região, e a Gucci se tornou sinônimo de elegância em toda a Itália.
Já na década de 30, as bolsas, luvas, malas, sapatos e cintos Gucci ganhavam projeção internacional, com estrelas de Hollywood indo para a Itália atrás dos produtos da marca. Com a falta de couro durante a segunda guerra, a família Gucci criou uma alternativa para poder continuar produzindo suas peças e não sofrer com a baixa da economia, e passou a criar bolsas em couro e algodão, com um logotipo de dois Gs, hoje em dia sinônimo de sofisticação. Apenas na década de 50 a empresa abriu uma loja em NY, tendo um crescimento e um sucesso estrondoso.
Depois de algum tempo fora dos holofotes, a Gucci decidiu reformular a marca, e trouxe o estilista Tom Ford como diretor criativo de todas as linhas de acessórios e também de roupas. Ford conferiu sensualidade e contemporaneidade à marca, sem nunca perder o glamour e a tradição que a transformaram em uma das principais maisons do mundo. Para comemorar as nove décadas de vida, a Gucci relançou sua primeira coleção de bolsas e malas da década de 20, prestando uma homenagem ao talento do fundador Guccio!
Puro luxo, glamour e riqueza!
sábado, 4 de junho de 2011
über-divine: The Icons... Audrey Hepburn, Michael Jackson, Twiggy, Gracie Jones...

über-iconized - Olhando para o futuro, sem esquecer o passado como fonte de inspiração, a primeira edição da revista Virgine recria aspecto icônico, com a ajuda de dez fotógrafos e vinte modelos. De Audrey Hepbern a Grace Jones, fotógrafos Hugh Lippe, Bjarne Jonasson, Seiji Fujimori, Ryan Yoon, Tim Zaragoza, David Ribeiro, Sebastian Mader, Rony Shram, Chek Wu e Erik Swain capturam nomes como Tiiu Kuik, Iekeliene Strange, Natalie Keyser em papéis masculinos e femininos.über-divine²!
Fábio Monnerat
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Os principais ícones fashion do século XX
Em primeiro lugar está o vestidinho preto criado por Coco Chanel e eternizado por Audrey Hepburn, no filme Bonequinha de Luxo.
Na quarta posição estão o terno e a graveta pretos que, até hoje, funcionam como um figurino clássico.
O sexto lugar é do mundialmente conhecido perfume Chanel nº 5
Qual a maior invenção do século 20 e que ainda faz parte da vida moderna? Segundo pesquisa realizada na Inglaterra, é o vestidinho preto.
A peça essencial para estilistas e eternizada por musas do cinema não é apenas item fundamental do guarda-roupa feminino, mas resume todo um século na opinião de mil entrevistados sobre o ícone do século passado que ainda sobrevive nos dias de hoje.
A peça, criada por Coco Chanel na década de 1920, foi apontada por 64% dos pesquisados e bate outros itens como a garrafa de Coca-Cola, que aparece em segundo lugar. Outra criação de Chanel aparece na lista: o perfume Chanel nº 5, em sexto lugar.
O levantamento feito pela seguradora Sheilas' Wheels também destacou o terno e a gravata preta, assim como o terno com padrão risca-de-giz entre os mais lembrados. Alguns itens são bem específicos do estilo de vida inglês. Confira o ranking:
1 - Vestidinho preto - 64%
2 - Garrafa de Coca-Cola - 60%
3 - Jaguar modelo E-type (fabricado nas décadas de 60 e 70 na Inglaterra) - 55%
4 - Terno e gravata preta - 54%
5 - Cabine telefônica vermelha (típica da Inglaterra) - 50%
6 - Perfume Chanel nº 5 - 47%
7 - Mapa do metrô de Londres - 42%
8 - Juke Box da marca Wurlitzer - 39%
9 - Ônibus de dois andares - 32%
10 - Terno risca-de-giz - 31%
Pesquisa realizada na Inglaterra destacou os principais ícones do século 20. O terno risca-de-giz, que ainda aparece nas ruas do mundo e também no tapete vermelho, ficou com a décima posição.
Qual a maior invenção do século 20 e que ainda faz parte da vida moderna? Segundo pesquisa realizada na Inglaterra, é o vestidinho preto.
A peça essencial para estilistas e eternizada por musas do cinema não é apenas item fundamental do guarda-roupa feminino, mas resume todo um século na opinião de mil entrevistados sobre o ícone do século passado que ainda sobrevive nos dias de hoje.
A peça, criada por Coco Chanel na década de 1920, foi apontada por 64% dos pesquisados e bate outros itens como a garrafa de Coca-Cola, que aparece em segundo lugar. Outra criação de Chanel aparece na lista: o perfume Chanel nº 5, em sexto lugar.
O levantamento feito pela seguradora Sheilas' Wheels também destacou o terno e a gravata preta, assim como o terno com padrão risca-de-giz entre os mais lembrados. Alguns itens são bem específicos do estilo de vida inglês. Confira o ranking:
1 - Vestidinho preto - 64%
2 - Garrafa de Coca-Cola - 60%
3 - Jaguar modelo E-type (fabricado nas décadas de 60 e 70 na Inglaterra) - 55%
4 - Terno e gravata preta - 54%
5 - Cabine telefônica vermelha (típica da Inglaterra) - 50%
6 - Perfume Chanel nº 5 - 47%
7 - Mapa do metrô de Londres - 42%
8 - Juke Box da marca Wurlitzer - 39%
9 - Ônibus de dois andares - 32%
10 - Terno risca-de-giz - 31%
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
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