Depois da Xuxa mudando a cor dos cabelos em uma campanha da Wella, a nova mudança que vai dar o que falar é a da Taís Araújo. A atriz, dona de um cabelão cacheado, abandonou tudo e adotou um look super curtinho. Nós adoramos! Arrasou!
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Celebs erram e acertam no Festival de Cinema do Rio
A atriz Alinne Moraes ficou belíssima no vestido azul, com detalhes de
cetim convergentes para o centro de sua silhueta. O recurso ajuda a
delinear o corpo, deixando mais curvilíneo. A clutch preta completou o
visual. Mas uma bolsa clara ou com brilho também cairia bem.
Grazi Massafera ficou perfeita nesse vestido preto, meio envelope, com fenda lateral e cintura marcada. Ousada na medida certa.
A produtora e atriz Antonia Fontenelle, mulher do diretor Marcos Paulo,
optou por um vestido preto com saia plissada. O modelo é lindo, mas se
estivesse um pouco só mais curto ficaria ainda mais elegante. Fez bem ao
apostar apenas nos brincos, deixando o colo livre.
O branco está mais do que na moda para o dia a dia ou para ocasiões mais
formais, aparecendo em longos ou curtos, como esse da atriz Dira Paes.
Bem discreto, o modelo tem a cintura levemente marcada. Opção segura e
elegante. Ela usa carteira e sandálias pretas. Outra opção segura, mas,
se quiser ousar mais, vale colocar cores nos acessórios e os dois nem
precisam ser da mesma tonalidade.
A atriz Ildi Silva escolheu um vestido de fundo branco com franjas
manchadas. Tendência atualíssima nas passarelas e que promete ficar por
muito tempo. O recurso dá movimento à roupa. Belíssimo.
O pretinho básico escolhido por Letícia Sabatella ganha ar sofisticado
com a aplicação de brilhos na lateral. Nos pés, peep toe preto. Está
correto, mas optar por um escarpim vermelho, nude ou com brilho deixaria
a produção ainda mais sofisticada.
Mãe e filha são exemplos de elegância. Luiza Brunet veste uma peça
bordada com rendas e pedrarias em tom nude. A filha Yasmin usa um
vestido com fendas e vazados estratégicos, ideais para sua idade e sua
silhueta.
A transparência na parte de baixo no vestido de Nathalia Dill, um
recurso que requer leveza, não caiu bem com a ankle boot fechada. Um
calçado mais aberto deixaria o look menos pesado. O PIOR DA NOITE!
Paola Oliveira está deslumbrante nesse vestido branco, com aplicações
brilhantes e cinto marcando a cintura alta, acessório em alta nas
passarelas. O anel e a carteira completam a acertada produção.
A atriz Daniela Escobar escolheu um vestido azul drapeado com decote
fechado e manga cavada, usado com meias escuras. O modelo é legal, mas
acaba não favorecendo a silhueta, por esse ângulo a atriz parece estar acima do peso, coisa que não é verdade.
O vestido estampado com predominância de azul caiu bem na atriz Mariana
Lima, mas a meia preta acabou deixando o visual pesado. Meia-calça mais
transparente ou simplesmente excluir o acessório do look teria sido
melhor.
A atriz espanhola Marisa Paredes foi uma das únicas que escolheu
vermelho, cor que tem sido muito usada nos "red carpets" internacionais.
Está superelegante, mas a barra frontal poderia estar um pouco mais
curta.
Taís Araújo usou um tomara-que-caia preto com certo brilho e caimento
que contornou o corpo. Ficou ótimo nela. Se quisesse, poderia optar por
um colar, mas preferiu usar um brincão. Opção acertada também.
A atriz Maria Eduarda acertou no uso do vestido transparente com forro
nude. Nada exagerado nem ousado demais. A sandália é legal, mas, se
usasse uma mais alta e levemente mais fechada, o look ganharia mais
glamour.
O preto e branco no mesmo visual é tendência em alta. A atriz Natália
Soutto usa regata branca e saia preta reta longa, combinação que deixou o
visual sofisticado, mas, ao mesmo tempo, jovem. A carteira grande foi
uma boa escolha. O único detalhe é que a regata poderia ser mais
justinha.
A atriz Maria Paula optou por uma saia com paetês prateados, cintura
alta e leve volume. Combinou com uma jaqueta com mangas que ampliam os
ombros. As peças separadas são lindas, mas juntas acabaram avolumando a
silhueta. Uma peça seca na parte de cima ou uma saia tipo lápis embaixo
deixariam a produção mais equilibrada.
O Festival de Cinema do Rio, que acontece até o dia 18 de outubro,
tem reunido atrizes brasileiras no tapete vermelho de seus eventos.
Muitas usaram produção digna de "red carpets" internacionais, outras
apareceram mais despojadas, seguindo um estilo mais "low profile", como
se dissessem "não estou nem aí para moda".
As celebs apostaram em longos com brilhos ou nos chamados coquetel dresses. O preto e o branco foram as principais apostas deste primeiro final de semana do evento. Mas, na cartela de cores, surge também o azul. A maioria optou por algum tipo de brilho, seja com paetês ou bordados. Transparências e fendas também surgiram aqui e ali. Muitas ficaram deslumbrantes, outras pecaram por um ou outro detalhe.
De um modo geral ainda não estamos prontos para um red carpet de luxo, talvez pelo jeito brasileiro de ser ou mesmo pela falta do glamour, fato é que ainda pecamos por produções simples e bobinhas.
Fábio Monnerat
Fonte:TerraModa
As celebs apostaram em longos com brilhos ou nos chamados coquetel dresses. O preto e o branco foram as principais apostas deste primeiro final de semana do evento. Mas, na cartela de cores, surge também o azul. A maioria optou por algum tipo de brilho, seja com paetês ou bordados. Transparências e fendas também surgiram aqui e ali. Muitas ficaram deslumbrantes, outras pecaram por um ou outro detalhe.
De um modo geral ainda não estamos prontos para um red carpet de luxo, talvez pelo jeito brasileiro de ser ou mesmo pela falta do glamour, fato é que ainda pecamos por produções simples e bobinhas.
Fábio Monnerat
Fonte:TerraModa
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
'Queridinho das tops' ensina a andar de salto com elegância
Namie Wihby é o nome certo quando o assunto é andar com elegância. Paranaense da cidade de Maringá, ele tem como uma de suas características mais fortes a de saber andar com salto alto melhor que muitas mulheres. Não à toa, foi o responsável por ensinar Izabel Goulart, Raica Oliveira, Viviane Orth, Bruna Tenório e outras tantas a arte de "não descer dos saltos". Até mesmo a atriz Taís Araújo, ao protagonizar a novela global Viver a Vida. tomou lições com o expert.
E se os sapatos de Manolo Blahnik (famoso designer que em um dos episódios de Sex and the City a personagem de Sarah Jessica-Parker diz: "Por favor não encoste no meu Manolo", referindo-se ao cobiçado objeto fashion) já salvaram casamentos, Namie é o cara que ajuda a mantê-los. A convite, Namie Wihby revela dicas preciosas de como andar sem tropeçar, confira.
Como andar em um salto altíssimo sem tropeçar?
Não utilizando os braços como ponto de equilíbrio, ou seja, jamais abrir ou levantar os braços. Manter as pernas firmes e alongadas faz parte das regras básicas anti-tropeço. Lembrando que para saltos de 15 ou 18cm as passadas do andar devem ser menores e não largas. Pise com os pés, desde suas pontas, bem retos. Algumas pessoas pisam com o lado esquerdo do calcanhar para dentro (o famoso 10 para às 2 ou pé de pato), isso contribui para gerar um tropeço ou até mesmo uma queda.
Nenhuma mulher está livre de um tropeço ou escorregão, mas se ela seguir estas regras pode evitá-los. Caso a mulher sofra um tropeço a saída é manter a postura alongada e, elegantemente, continuar andando.
O que é preciso para ter um andar de modelo?
Treino. Portanto, se faz necessário ter atitude, ou seja, ser determinada e ter autoconfiança. Essa é a condição principal durante o processo de aprendizado de adequação da coordenação motora porque é difícil observar e corrigir os detalhes. Às vezes você anda com ombros caídos e nem percebe e esta é uma das características que tira a elegância do andar. O mais importante é a postura, nunca deixe cair o ombro.
Como não perder a elegância no dia a dia?
O bom senso é muito importante. Não usar saltos ou sapatos desconfortáveis já ajuda bastante. A mulher moderna, que trabalha fora e passa o dia na correria, carrega um verdadeiro arsenal nas bolsas e isso acaba prejudicando a coluna e perde a elegância. O correto é alternar constantemente a bolsa de ombro e manter a postura ereta e com os movimentos de braços iguais sem movimentar um mais que o outro.
Como suportar o salto alto durante uma noite inteira de festa?
Não pensar apenas na aparência do sapato, mas também no conforto. É loucura usar sapatos com aqueles saltos gigantescos para ir à uma festas que você terá de ficar horas, principalmente, se for à trabalho.
A dor dos pés ou o desconforto acabam refletindo no corpo inteiro e isso vira um desastre corporal. Dependendo do seu look, faça a opção por sapatos confortáveis e com o salto mais grosso, como o vírgula. Hoje os saltos meiapata também não cansam tanto as pernas.
A mulher ao usar um salto alto passa a imagem de...
Sempre digo que não basta usar o salto e sim gostar de ser feminina. A sensação de segurança e a autoafirmação quando a mulher sobe no salto é de deixar outras mulheres com inveja e os homens literalmente babando. Existe mesmo essa coisa da superioridade de estar nas alturas. Estudos mostram que o salto alto é o elemento que mais desperta a libido e o fetiche dos homens. A mulher se sente sim, mais poderosa e as tímidas mais confiantes. Quando se usa um salto com segurança eles remetem à sensualidade da mulher, ressaltando seios, pernas e quadris.
Os homens também irão aderir aos saltos altos?
Pelo menos nos próximos dez anos, não. O engraçado nesta história é que o salto alto quando utilizado no homem é de maneira escondida. Por exemplo : algumas celebridades como Mel Gibson e Tom Cruise usam plataformas durante as filmagens para ficarem mais altos, só para ajudar a compor o ângulo de uma cena, e o salto nem é mostrado. Mas, se voltarmos para o século 17, na corte do rei Luiz XV, o salto era peça exclusiva do vestuário masculino e a função era a mesma que a utilizada pelos diretores dos filmes nos atores, ou seja, deixá-los mais altos. No caso do rei Luiz XV ele tinha somente 1,60 m de altura e por isso adorava sapatos que aumentavam sua altura.
A mesma tática foi usada por europeus no período anterior ao salto por açougueiros egípcios que utilizavam a plataforma para manter os pés longe da sujeira.
Sendo assim, se na moda tudo que vai volta, podemos esperar uma linguagem atual para o homem contemporâneo. Mesmo achando difícil pode ser possível. Afinal, estamos na pós-modernidade.
Fonte:TerraModa
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Ray-Ban consolida marca no Brasil usando arte como Marketing
Investimento em música, cinema e ações diferenciadas reforça o poder da marca.
Tom Cruise, Bob Dylan, Fergie, Taís Araújo. Astros da TV, da música e do cinema, estas celebridades são alguns dos “modelos” que a marca Ray-Ban tem em seu portfólio para promover uma das marcas de óculos mais conhecidas do planeta. Voltada para o consumidor “cool”, a Ray-Ban agora concentra sua estratégia de Marketing em apoiar a arte independente e, desta forma, se aproximar mais do consumidor jovem.
Este ano, a Ray-Ban desenvolveu a promoção Colorize Kit resgatando um modelo antigo de óculos escuros personalizado por celebridades e leiloado na internet. Esta é uma das ferramentas usadas pela empresa para se diferenciar no mercado, assim como a associação da marca com o cinema.
Criado para ajudar os pilotos aviadores americanos em missões durante o dia, os modelos Ray-Ban ganharam o mundo e hoje são populares a ponto de realizar ação junto com a banda Coldplay no Brasil. Fazendo sol ou não, o objetivo da Ray-Ban é fornecer aos seus consumidores a visão diferenciada e contemporânea que ainda perdura na marca.
Distribuída no Brasil pelo Grupo Luxottica, a Ray-Ban nasceu em 1937. Quando entrou no mercado, a Ray-Ban buscava “educar” os consumidores quanto à conscientização para a prevenção dos raios ultra-violetas do sol. Em 1952, a marca teve seu primeiro ápice ao lançar o modelo Wayfarer usado por Bob Dylan. A partir de então outros artistas começaram a desejar a marca. Tanto que nos anos 1970 a Ray-Ban estava presente em quase todos os “looks” das personalidades da época.
Apesar disso, Ana Carolina Cardoso (foto), Gerente de Marketing da Luxottica, acredita que a Ray-Ban não é e nunca foi uma marca fashion. De acordo com ela, o foco é atingir o público “cool” que busca cultura e arte. “Onde existe arte independente a Ray-Ban está posicionada. A marca apoia cultura independente e não comercial. A Ray-Ban não segue moda e nem é uma marca fashion. Procuramos definir um estilo e não uma tendência”, explica Ana Carolina em entrevista ao Mundo do Marketing.
O universo do Rock está inserido no DNA da Ray-Ban. Esta ligação forte com a música se consolidou em 1999 quando a Luxottica comprou a marca e a fábrica para investir no desenvolvimento do portfólio. Em 2003 foi a vez do lançamento de uma linha de óculos de grau e, em 2004, a infantil Ray-Ban Junior. “A partir deste momento houve o rejuvenescimento da marca e a reformulação de portfólio”, diz Ana Carolina.
Com a entrada no mercado teen, a Ray-Ban mudou seu posicionamento e investiu no consumidor jovem. “Passamos por uma fase de transição entre 1999 e 2003. Com este trabalho de rejuvenescimento da marca passamos a adotar modelos comuns que ajudaram a aproximar a Ray-Ban do consumidor jovem”, aponta a gerente de Marketing da Luxottica.
Com o slogan atual “Não siga tendência, siga seu estilo”, a Ray-Ban estimula o consumidor a ser ele mesmo. E isso não é exclusividade para os consumidores do Brasil. Toda a estratégia de Marketing da marca é feita e definida em Milão, na Itália, e cada país faz a leitura de como transmitir este posicionamento de acordo com as ferramentas mais adequadas e a cultura local.
Com currículo e experiência em ações ligadas ao universo da música, este ano a Ray-Ban fez diferente. O projeto Colorize Kit foi criado para reverter as vendas de modelos de óculos personalizados por artistas para a Fundação Dorina Nowill, que dá assistência a deficientes visuais. Com esta ação, a Ray-Ban inseriu mais uma categoria em sua estratégia: o grafismo. “Em 2007, a marca se aproximou do rock. Em 2008 foi a vez do cinema e da música e esse ano escolhemos a arte”, afirma Ana Carolina.
A ação Never Hide Sessions, promovida em 2008, patrocinou nove shows independentes na Barra Funda, em São Paulo. Esta estratégia fez com que a marca deixasse de lado naquele momento as ações de merchandising no cinema. Porém, a Ray-Ban convidou formadores de opinião para assistirem a pré-estreias do longa Big Fish e mais dois filmes. “Mais do que um anúncio, buscamos uma interação com o consumidor por meio de estratégias que não são construídas em cima de mídia tradicional”, salienta Ana Carolina.
Outro projeto diferenciado da Ray-Ban foi feito para a revista Trip. Dentro do título, a marca encartou três poket books que tinham como tema diretores de cinema consagrados. Além disso, outras duas edições foram lançadas, trazendo bandas de rock e por fim escritores. “Usamos mídia impressa, mas em formato não-convencional. Para cada país há um show de rock e uma cultura diferente. Por isso, a Ray-Ban sempre estará dentro dos pilares: música, arte e cinema”, conta a executiva de Marketing ao site.
Recentemente, o projeto Colorize Kit esteve na mídia por conta do apoio a uma instituição voltada para deficientes visuais. Segundo Ana Carolina este é o projeto mais integrado feito pela marca em comunicação. “Usamos 10 artistas de diversos cenários diferentes para resgatar um modelo clássico e atualizá-lo para a linguagem contemporânea. Com personalização livre, os produtos foram leiloados no site, tangibilizando uma experiência no mundo virtual. Esta foi a ação de maior repercussão deste ano”, explica.
Presença física e virtual
A Ray-Ban também está focada no ponto-de-venda. Sem lojas próprias, a marca investiu no primeiro semestre em treinamento para os funcionários e colaboradores das óticas que vendem Ray-Ban. O treinamento é feito duas vezes por ano já que a marca lança produtos o ano todo. Este ano a marca lançou, em abril, uma linha de produtos e, em outubro, outra. “Com as novidades, temos que informar o produto de forma correta, principalmente para público de alta renda”, diz Ana Carolina.
Isto porque os modelos mais caros possuem particularidades que devem ser exaltadas para motivar a compra. Exemplo disso é a aplicação de ouro na hastes, lentes banhadas a ouro, acabamento em couro e costura a mão em novos modelos de óculos.
Sem ter um programa de relacionamento definido no Brasil, a Ray-Ban aposta na interatividade para manter os consumidores por perto. O site é uma das ferramentas de brand experience da Ray-Ban, já que a marca é forte e reconhecida no mercado. “A manutenção do brand equity no mundo virtual e real é a melhor estratégia de relacionamento da Ray-Ban no momento”, completa Ana Carolina Cardoso.
Fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/1,12478,ray-ban-consolida-marca-no-brasil-usando-arte-como-marketing.htm
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
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Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
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