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domingo, 24 de julho de 2011

über-preview: Tiffany & Co liberou outono 2011


A joalheria Tiffany & Co liberou uma prévia da sua coleção de outono 2011 em um evento fechado realizado na última semana. As novidades mantêm a sofisticação e a elegância características da loja eternizada por Audrey Hepburn em Bonequinha De Luxo (1961).

As novas joias trazem muito diamante e platina, em peças clássicas, como o colar Peacock, também feito com turmalinas, e um broche de flor – reedição de um que pertenceu à atriz Elizabeth Taylor. Em um estilo mais contemporâneo, o designer Frank Ghery trouxe delicados braceletes pintados a mão, que serão feitos e vendidos em edição super limitada.

Outra designer, Elsa Peretti, trouxe colares com pingentes em formato de garrafa, que têm tudo para fazer a cabeça de quem não gosta de acessórios muito chamativos.

Veja algumas fotos:



Colar Peacock (Foto: Reprodução)


Reedição do broche de Liz Taylor (Foto: Reprodução)

über-amou! Braceletes pintados por Frank Ghery (Foto: Reprodução)

Pigentes de Elsa Peretti (Foto: Reprodução)


(Foto: Reprodução)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

über-phyna: Carol Ribeiro é a novo rosto da Tiffany&Co.

 

Carol Ribeiro é a nova garota propaganda da poderosa Tiffany&Co. A apresentadora está fotografando com ninguém menos que Peter Lindbergh...über-luxo!

Assim que a gente conseguir as fotos, claro que a vamos publicar... Salve Carol!

Fábio Monnerat

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eniko Mihalik posa nua usando joias de luxo


A modelo Eniko Mihalik, que ocupa a nona posição no Top 50 do site Models.com, é a estrela de um ensaio organizado pelo site de lifestyle de luxo Nowness. Eniko posou totalmente nua usando joias das marcas Bulgari, Cartier, De Beers, Fabergé, Tiffany & Co, e Van Cleef & Arpels.

“Tentamos achar as peças mais primorosas que representassem cada grife de uma forma única”, declarou Beth Fenton, stylist responsável por selecionar as joias. Já o fotógrafo Sebastian Faena direcionou seus elogios à modelo: “Ela é muito expressiva, uma dessas mulheres que adoram estar à frente da câmera. Ela tem cuidado, presta atenção, entende e consegue interpretar qualquer coisa que você peça a ela”, disse.

Fonte:GNT

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Audrey Hepburn é escolhida a mais bonita do século

 

A bonequinha de luxo, Audrey Hepburn, desbancou muitas mulheres lindas por aí. De acordo com uma pesquisa feita com 2 mil mulheres, promovida pelo canal de vendas QVC, Hepburn foi escolhida como a mais bonita do século 20, deixando para trás nomes como Marilyn Monroe e Grace Kelly.

Se estivesse viva, Audrey teria 81 anos e apesar de ter falecido em 1993, é considerada até hoje um dos maiores ícones de elegância e estilo. Parece que sua beleza, charme e elegância permanecem imortais, ao lado da sua arte.

Não é a primeira vez que a atriz encanta o mundo com sua beleza angelical. Ela foi eleita por diversas vezes a personalidade mais bela de todos os tempos. Com 29 filmes no currículo, um Oscar pela primorosa atuação em A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1953) e uma postura singular, Hepburn transformou-se em um verdadeiro mito Hollywoodiano.

Mesmo vivendo na época em que prevalecia o biotipo das Pin-ups norteamericanas – loiras, baixinhas, com curvas generosas, pés pequenos e olhos claros – Audrey soube usar suas características a seu favor, e acabou trazendo ao mundo um novo padrão de beleza. Uma mulher magra, alta, com pés grandes, olhos escuros e um rosto delicado - exatamente o oposto das então divas, Grace Kelly e Marilyn Monroe.

O visual de Holly Golightly, personagem do filme Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s; 1961), talvez tenha ajudado a dar forma ao ícone “Audrey Hepburn”. Sonhadora e delicada, a prostituta de luxo vivida pela atriz ficou marcada por seu estilo sofisticado e sóbrio. Definitivamente um clássico para o cinema e para a moda. Algumas peças-chave, como o vestido preto, as pérolas, os óculos escuros e a charmosa piteira fazem parte do look.

Fonte:http://www.onne.com.br/lifestyle/materia/13853/audrey-hepburn

sábado, 15 de maio de 2010

Revista Visionaire ganha exposição no Tomie Ohtake


Cultuada no mundo da moda, com edições limitadas e artesanais e formatos de publicação tão luxuosos como inusitados (de "toy art" interativo a calendário virtual), a revista nova-iorquina Visionaire ganha exposição, com abertura nesta terça (11), no Tomie Ohtake, em São Paulo.

Responsável pela curadoria da mostra sobre o designer Karim Rashid no Tomie Ohtake, Albrecht Bangert é o curador da exposição "Visionaire para todos os sentidos", que reúne as 50 primeiras edições da publicação em comemoração aos seus vinte anos de existência.

Artistas e grifes de luxo como Tiffany & Co, H.Stern, Louis Vuitton e Hermès estão entre os colaboradores das edições publicadas três vezes ao ano com tiragens (por edição) de 400 a seis mil exemplares, muitas vezes com status de obra de arte.

Serviço:
"Visionaire para todos os sentidos"
Quando: 11/5 (abertura para convidados) a 13/6, de terça a domingo, das 11h às 20h
Onde: Instituto Tomie Ohtake,  av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés), Pinheiros (SP)
Informações: (11) 2245-1900
Entrada franca

Fonte:http://estilo.uol.com.br/moda/ultnot/2010/05/11/revista-visionaire-ganha-exposicao-no-tomie-ohtake.jhtm

sábado, 26 de dezembro de 2009

Confira 11 filmes imperdíveis para quem ama moda





Em época de férias, em que às vezes não há nada para fazer, principalmente se você estiver na praia e o tempo teimar em chover, que tal escolher um filme que, além de uma boa história, tem um figurino de fazer inveja? É um programa ideal para quem adora estar por dentro das tendências e ver como era a roupa usada em várias épocas retratadas nas obras.

A  stylist Flávia Padilha, co-autora da obra 46 livros de moda que você não pode deixar de ler e também sócia/estilista da marca de moda infantil Mélange, a recomendação de 11 filmes imperdíveis:

O Diabo veste Prada: Os bastidores de uma revista de moda, o glamour e todas as intrigas que fazem parte do dia a dia de uma redação do tipo são mostrados neste filme, inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Lauren Weisberger. A intragável Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep, foi inspirada numa personagem da vida real: Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para a qual a autora trabalhou como assistente. Os bastidores dos desfiles internacionais também aparecem nesta produção, mas sob o olhar de uma estagiaria novata. Direção: David Frankel. Ano: 2006.

Prêt-à-Porter: O filme gira em torno da apresentação das novas coleções na semana da moda em Paris. A partir daí, várias subtramas envolvendo modelos, fotógrafos, jornalistas e celebridades se desenvolvem paralelamente. Entre elas, o assassinato de uma figura importantíssima no mundo fashion. Clássico de Robert Altman, o filme mostra os bastidores de uma semana de moda em Paris. No filme, vários personagens do mundinho fashion interpretam a si mesmos. Vale a pena ver. Direção: Robert Altman. Ano: 1994.

Flashdance: O figurino é extravagante e delicioso de ver. Também, pudera! A história da menina que quer ser uma dançarina famosa a qualquer custo se passa nos anos 80. Na época, peças como as polainas e as ombreiras eram o tem-que-ter! Um dos maiores clássicos dos anos 80. Marcou uma geração não apenas no quesito figurino, mas também como referência na dança e na música. Direção: Adrian Lyne. Ano: 1983.

Caderno de notas sobre roupas e cidades: O documentário dirigido por Wim Wenders, em 1989, mostra todo o processo criativo do estilista japonês Yohji Yamamoto, um dos responsáveis pela introdução de roupas desestruturadas nos anos 1980, quando vários estilistas japoneses começaram a fazer sucesso em Paris e, por conseqüência, no mundo. Tendo paciência para encarar o ritmo lento, quase orgânico, em que se passa o filme, a recompensa é certa. O mestre japonês e o mestre alemão dão uma aula de sensibilidade e poesia nesse encontro.

Blow up - Depois daquele beijo: O filme prova que nos anos 1960 os jovens ingleses já inventavam moda! As minissaias, botas altas e vestidos coloridos e estampados bombaram em Londres (e no mundo) depois da estreia do filme, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin no elenco. Trilha sensacional. Mostra os bastidores da vida de modelo na Londres dos anos 60. Direção: Michelangelo Antonioni. Ano: 1966.

Sabrina e Bonequinha de Luxo: Dois clássicos dos anos 50 e 60, respectivamente, estrelados por Audrey Hepburn. Os modelos usados nas histórias são chiquérrimos e a personagem principal é um ícone de elegância. Logo na primeira cena de Bonequinha de Luxo, a atriz aparece namorando as vitrines da luxuosa loja Tiffany's. Puro glamour! Audrey Hepburn e sua filmografia são um dos maiores legados do cinema para a moda contemporânea. Sabrina foi dirigido por Billy Wilder, em 1954. A direção de Bonequinha de luxo é de Blake Edwards, em 1961.

Sex and the City - O filme: Com o sucesso da série americana, a colunista Carrie Bradshaw e suas inseparáveis amigas Charlote, Miranda e Samantha foram parar no cinema. Todas as personagens servem como referência de moda, cada uma no seu estilo! A continuação do filme estreia em 2010. A figurinista Patrícia Field, responsável pelo guarda-roupa das quatro amigas nova-iorquinas, carimbou seu passaporte dentro da indústria da moda e do cinema graças ao bom humor, à precisão, à ousadia e à originalidade dos looks desfilados sobretudo por Carrie, Sarah Jessica Parker, ao longo da série. Por causa disso, Patrícia tornou-se uma das profissionais mais influentes da moda atual. Direção: Michael Patrick King. Ano: 2008.

O Talentoso Mr. Ripley: Toda sobriedade e elegância dos trajes dos anos 1950 podem ser conferidas neste filme, em que trabalham Matt Damon, Judy Law, Gwyneth Paltrow. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar de melhor figurino! Uma aula de estilo à beira-mar. Todo o glamour da época, um lifestyle cobiçado por muitos e um guarda-roupa desejado por tantos outros. Direção: Anthony Minghella. Ano 1999.

Meu Primeiro Amor: a produção conta com um figurino casual e muito bem produzido. A história também é linda, com o então garoto-prodígio Macaulay Culkin. Uma rara referência no cinema sobre a moda infantil dos anos 1970. Direção: Howard Zieff. Ano: 1991.

A Culpa é do Fidel: Produção francesa que também se passa nos anos 1970, e a atriz principal, a garotinha Anna (Nina Kervel-Bey) dá um show de interpretação! Também é indicado para quem se interessa por moda infantil vintage. Elegância típica parisiense. Direção: Julie Gavras. Ano: 2006.
 


Fonte:http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI4157449-EI1119,00-Confira+filmes+imperdiveis+para+quem+ama+moda.html

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O luxo nunca mais será o mesmo



Diretor da Ledbury Research aponta os impactos da crise no mercado de luxo


Ele roda o mundo tentando entender e explicar como os ricos e ultraricos gastam suas fortunas. James Lawson, diretor da Ledbury Research, uma das empresas de pesquisa mais respeitadas nesse segmento tem com clientes como Tiffany’s, Gucci e Hermès. Em São Paulo para participar da segunda edição da Conferência Internacional do Negócio do Luxo, Atualuxo, promovida pela MCF Consultoria entre os dias 9 a 11 de setembro, o inglês falou sobre o impacto da crise no setor de luxo e suas possíveis consequências.



Gestão do Luxo: A crise financeira afetou os ultraricos?

James Lawson: O impacto mais dramático da crise aconteceu justamente nesse grupo. Eles sofreram financeiramente, porque perderam muitas propriedades, investimentos e negócios, e psicologicamente, porque depois das mudanças começaram a questionar seus hábitos e compras. Mesmo aqueles que não perderam tanto passaram a se sentir constrangidos em continuar gastando como antes, enquanto seu vizinho perdeu quase tudo.



GL: Como isso afeta o mercado de luxo?

Lawson: Estamos vendo a maior mudança no mercado de luxo nos últimos 20, 30 anos. Ele está se contraindo como nunca e isso resultará em ajustes. Todos ainda estão se perguntando para onde o consumidor vai e como lidar com isso, mas ainda é cedo para respostas.



GL: Você arriscaria um palpite?

Lawson: É difícil falar em uma única estratégia. As marcas precisam entender que o humor do consumidor mudou. Em alguns mercados o consumo se tornou mais discreto, menos ostensivo, mas em outros, nem tanto. É necessário analisar essa mudança e depois pensar qual a melhor forma de agir. Nos últimos 10, 20 anos as marcas de luxo se permitiam criar o que quisessem, sem se preocupar com o consumidor. Elas tinham um público fiel num caminho unilateral. Mas, daqui para frente, será preciso dialogar com o consumidor para saber quais suas necessidades e desejos antes de investir em algo novo.



GL: Como deverá ser o luxo daqui para frente?

Lawson: O histórico do mercado de luxo nos mostra que em todo período de crise as vendas caem num primeiro momento, mas depois se recuperam rapidamente. O que deve mudar é a essência do luxo. No passado, o luxo era mais elitista, icônico, caro e significava status, posse e poder. Há seis anos ficou mais ligado à exclusividade, responsabilidade social e ambiental, experiência e personalização, e ganhou mais refinamento, mais significado para o consumidor em busca de recompensas para si mesmo. No futuro, ele deve ficar ainda mais ligado à responsabilidade e à consciência. Nesso momento, pagar pesadas taxas sobre esses produtos não basta. O consumidor quer que o produto em si ajude a melhorar o mundo.



GL: Os milionários também são lançadores de tendências. Tendo isso em mente, o que podemos esperar para o futuro?

Lawson: Os ricos já não influenciam tanto as pessoas quanto as celebridades. Os compradores desse mercado estão muito menos interessadas em saber o que Flavio Briattore está usando ou que carro está dirigindo do que antigamente. Hoje em dia, a base de referências está ficando muito mais ampla. Mas, em geral, pode-se esperar um aumento do interesse por produtos de luxo com tecnologia de ponta embutida e que, ainda assim, venham “embalados” com materiais ligados à natureza. Produtos fabricados em seus próprios países ou que realmente ajudem o desenvolvimento de uma região também devem se tornar mais atraente.



GL: Os Brics são mesmo a grande salvação para o mercado de luxo nesse momento?

Lawson: É importante focar nesses mercados, principalmente quando se vê, cada vez mais, a descentralização do luxo, mas acho um pouco perigoso superestimar o potencial desses países. Nesse momento, a China é o mercado mais importante dos quatro [países], especialmente nos últimos cinco, dez anos. A Rússia é muito nervosa e volátil, com grandes ganhos e perdas. E foi o mais atingido pela crise. A India ainda está em desenvolvimento e, no Brasil, a principal questão é volume, o que sempre interessa. Mas, por enquanto, os Estados Unidos continuam a ser a base do mercado de luxo, com já nos acontece há dez, vinte anos, respondendo por 31% do volume de negócios desse setor, seguido pela Europa (30%) e Ásia (28%).



GL: A crise ajudará a redefinir os limites do luxo?

Lawson: O termo luxo está muito banalizado. Virou sinônimo de qualidade e performance, e por isso você encontra produtos ditos de luxo até no Walmart. As pessoas falam de luxo como se fosse algo único, com alguns critérios a serem preenchidos. Mas, na verdade, esse é um conceito muito fragmentado. Há o universo do ultraluxo, do luxo, do premium, do masstige, dos outlets, cada um voltado a um tipo de consumidor e renda. Ainda será necessário um longo caminho para redefinir claramente os limites do que realmente é luxo. E, por isso, acho que a indústria precisará se afastar um pouco desse termo para que ele volte a fazer sentido.



GL: A estratégia de massificação do luxo, a longo prazo, não tende a afastar os milionáros dessas marcas?

Lawson: O luxo sempre serviu para diferenciar as pessoas e, ao mesmo tempo, enfatizar a que grupo elas pertenciam. Quando as marcas começaram a reduzir seus preços e a criar novas gamas de produtos, perdendo a exclusividade, esses clientes mais abastados começaram a culpar os fabricantes e se afastaram um pouco, passando a consumir coisas ainda mais valiosas. Ao mesmo tempo, migraram para marcas muito mais discretas, que muitas vezes nem usam logotipo, como faz a Bottega Veneta, por exemplo. Ao invés de ostentar marcas e terem símbolos para mostrar que são ricos, estão mostrando ao mundo sua posição social através da filantropia, da caridade e do envolvimento em trabalhos mais responsáveis, que ajudem na redistribuição de renda no mundo. Por outro lado, a estratégia de massige criou um novo público, que pode passar um mês comendo Corn Flakes e feijões enlatados só para se presentear com um item de luxo, porque para ele isso é importante. E esse público é enorme e não será facilmente desprezado pelas marcas.




Fonte: http://www.gestaodoluxo.com.br/

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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