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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fashion Business 2012 terá novo endereço...

Depois tantos anos na Marina da Glória, que vai passar por uma reformar para a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016, o Fashion Business vai mudar para o Jockey Club, na Gávea. 

O Jockey também é um lugar lindo e espaçoso, mas confesso que vou sentir falta da Marina da Glória, era lindo estar por lá no entardecer...

Todo sucesso do mundo para todos os envolvidos no Fashion Business, esse é um dos eventos mais organizados e importantes da moda brasileira.

Fábio Monnerat

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Première Vision Pluriel revela cenário positivo


Estamos finalmente vendo uma recuperação da economia no Hemisfério Norte? A julgar pela efervescência nos corredores da última edição de Première Vision Pluriel, realizada de 14 a16 setembro, em Paris, parece que sim. Segundo os organizadores do evento, os resultados foram bastante positivos em três dias de intensa atividade comercial, com stands que nunca ficavam vazios e tráfego intenso de visitantes. Os números confirmam esta retomada.

As seis feiras que integram a Première Vision Pluriel (Expofil, Première Vision, Indigo, Le Cuir a Paris, ModAmont, Zoom by Fatex) registraram juntas 61.440 visitas de profissionais da moda de mais de 100 países, um aumento de mais de 10,2% com relação à edição de setembro de 2009. O novo formato da feira, agora concentrada ao longo de três dias, provou ser um passo positivo e eficiente, segundo opiniões dos participantes. "Esta edição de setembro foi rica em contatos como não víamos há dez anos”, declarou entusiasmado o expositor Mr.Picchi, da marca Prato. Sua opinião foi a mesma do designer britânico Lucie Marquis: “Esta feira foi muito boa em termos de expositores que são amigáveis e prestativos”. Birgitt Gebauer, Executivo Europeu e comprador da C&A (Alemanha) também deu sua opinião “É uma época positiva – você pode sentir este entusiasmo não só em nossos fornecedores, mas também nos corredores e nos fóruns”.

Ressonância

Essa nova dinâmica também pode ser vista em números. A feira de Paris, um termômetro mundial de tecidos para moda, confirmou a tendência positiva observada durante as primeiras feiras internacionais para a temporada de outono inverno 2011/12. A Première Vision New York, realizada em julho, fechou com um aumento de + 7%, enquanto a Première Brasil, feira realizada em São Paulo, também em julho, viu suas visitações darem um salto de +50%. A porcentagem de visitantes internacionais também aumentou, atingindo agora quase 73% do total de público. Os países da União Européia registraram aumento, especialmente a Itália (+ 11.7 %), Alemanha (+ 5.9 %), Bélgica (+ 15 %), Espanha (+ 25 %), Reino Unido (+ 4.5 %) e Suécia (+ 39.7 %). Também na Europa, a Suíça registrou um aumento recorde de + 18.8 % enquanto a Noruega deu um salto de + 57 %. O continente americano se manteve estável, com 1.700 visitas profissionais registradas enquanto o Brasil foi representado por apenas 400 visitantes. Do outro lado do globo, os países asiáticos juntos mostraram um aumento de +15 % nas visitas, com crescimento significativo para a Coréia do Sul (+ 34.5 %), China e Hong Kong (+ 11 %), Taiwan (+ 69 %) e Japão, + 9.6 %. Igualmente em alta (+ 22 %) estão os países do leste. Líbano, Israel e Turquia registraram os maiores números.

Destaques do Salão

Entre as novidades desta edição, a nova área dedicada ao denim foi a que chamou mais a atenção. Localizado dentro do Relax Universe, o Atelier Denim reuniu 14 empresas com expertise em tecido de jeans. A área foi marcada com forte identidade visual. Outra iniciativa também fortaleceu o interesse pela Première Vision: a segunda edição do PV Awards 2010. O presidente do júri Ennio Capasa, fundador e diretor criativo da Costume National, divulgou os resultados e fez a entrega dos prêmios, que distinguem a excelência têxtil e a vitalidade da criação de tecido dos vencedores. Os vencedores desta edição nas cinco categorias foram:

• The Grand Jury Prize 2010: Lanificio Luigi Ricceri Srl (Itália)

• Handle Prize 2010: Marioboselli Yarns & Jersey SpA (Itália)

• Innovation Prize 2010: Schoeller Textil AG (Suíça)

• Imagination Prize 2010: K .Line Co. Ltd (Japão)

• E, como novidade neste ano, the Special Woolmark Prize 2010 :Nikke the Japan Wool Textile Co. (Japão)

Fonte:Textila.com

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Franquias de moda crescem no Brasil


Garantir um canal de distribuição dedicado e quase exclusivo, o sonho de 9 entre 10 fabricantes de moda, aliado ao espírito empreendedor brasileiro, está surtindo efeito. Nos últimos 3 anos, as franquias de moda têm liderado o crescimento no setor, um movimento que, se considerado a média do mercado, ainda tem muito a crescer.

Conforme dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o faturamento das franquias de Acessórios Pessoais e Calçados cresceu 41,2% no ano passado, um pouco à frente do faturamento das de vestuário, que cresceu meros 37,5%.

Um resultado bastante positivo para um ano marcado por uma crise financeira global.

Espaço é ainda maior

Em 2002, as franquias de moda (Acessórios Pessoais e Calçados + Vestuário) faturavam apenas 8,6% do total das franquias no país.

Em 2009, a participação quase dobrou. Ficou em 14%. Para fins de comparação, o faturamento das franquias de alimentação, cuja participação também cresceu no período, passou de 13% em 2002 para 17% em 2009.

No entanto, as redes de moda ainda são pequenas comparadas com as maiores do país. O Boticário, por exemplo, tinha 2.815 unidades no final do ano passado, ao passo que a Via Uno, um bom exemplo de franquia de calçados que vem crescendo, tinha menos de 200 franqueados.

Alternativas para crescer

Para fugir dos altos custos de produção e importação de roupas italianas, mas ainda manter seu posicionamento, a Tutto Camicie, uma franquia de camisas masculinas e femininas, decidiu simplificar: contratou um designer italiano, mas fabrica suas peças no Brasil.

“O design é italiano, mas a fabricação é feita no Brasil, uma vez que as taxas de importação de produtos têxteis inviabilizam qualquer negócio, chega a 100%, e como o euro está valorizado, a mercadoria chegaria aqui à preço de ouro. Decidimos então que a fabricação seria toda nacional”, explica a empresária Camila Cunha Tavares.

A franquia ainda está engatinhando, com apenas 2 lojas, mas é promissora. De acordo com a dona, há 3 unidades em trâmite. “Quando essas unidades começarem a operar, teremos de triplicar a produção, que atualmente é de 200 peças por dia”.

 
Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=85593

domingo, 11 de abril de 2010

Inbrands deve anunciar a compra das marcas Richards e Salinas


O poderoso grupo Inbrands, detentor das marcas Ellus, Alexandre Herchcovitch, Isabela Capeto e 2nd Floor, deve anunciar nessa segunda-feira (12/04) a compra das marcas Richards e Salinas. Esse povo compra tudo e não demora muito eles serão a LVMH brasileira, estou até pensando em vender parte da über fashion marketing pra eles.

domingo, 21 de março de 2010

No Stress: plágios balançaram a marca


Criada em 1996 por um ex-investidor que cansou da pressão e dos altos e baixos da economia durante os planos Sarney e Collor, a No Stress chegou ao vestuário por acaso. Inicialmente, a empresa era uma companhia de turismo de aventura na praia de Garopaba, e uma forma que o fundador, Carlos Eduardo Lucas Guedes, encontrou para nunca mais voltar aos Pregões.

Com seu crescimento, que se espalhou rapidamente por praias vizinhas como Guarda do Embaú e Rosa, surgia uma marca que trazia a natureza e o relaxamento em seu DNA. Esta consciência ecológica agradou turistas e clientes, que cada vez mais solicitavam produtos para lembrar dos momentos que viveram seus  passeios pelo litoral.

De brinde: a marca mais plagiada do Brasil

De acordo com o diretor comercial Cristiano Nicoleit, a partir de 1997 surgiram os primeiros contratos de licenciamentos da No Stress. Antes disto, no entanto, a própria empresa confeccionou experimentalmente 500 camisetas, que foram vendidas em menos de 1 hora na praia. Para comprovar a força que a marca poderia ter no ramo, outras 1000 peças foram feitas e vendidas na mesma proporção.

Outros segmentos como material escolar, calçados, acessórios, entre outros, serviram para consolidar a marca no mercado brasileiro. Com esta difusão, vieram triunfos, como a exportação para 16 países, mas também um aspecto negativo: o plágio. Em 2005, a marca foi a mais plagiada do Brasil e isto causou o desativamento dos itens de vestuário no ano seguinte.

Este episódio fez também com que a marca trabalhasse mais sua identidade visual, criando variações da logomarca inicial, como assinaturas e brasões. Esta mesma liberdade criativa foi dada aos licenciadores de outros segmentos, que até hoje só tem o compromisso de apresentar os temas para a empresa e não perder a referência ecológica.


2010: o ano do vestuário
O retorno das roupas No Stress ao mercado se deu em 2007, mas não como foco principal da empresa, visto que já no ano seguinte a crise fez com que a estratégia da linha de vestuário fosse repensada. "Com a recessão, abrimos o leque de público da marca e identificamos as classes B e C como as mais fiéis", afirma Nicoleit.

Com a faixa de preços estabelecida entre R$ 24,90 e R$ 89,90 para camisetas, e público-alvo com idade entre 18 até 40 anos, a empresa encontrou uma fórmula para crescer no período pós-crise. Em comparação com 2008, no ano passado as vendas aumentaram 20%, número que chamou a atenção dos executivos para os produtos de vestuário.

"Neste ano, o vestuário será o carro-chefe da No Stress. Nossa linha de confecção geral já conta com bonés, mochilas, acessórios, calçados e óculos", informa o diretor comercial, que aposta nas jaquetas e polos inspiradas na Copa do Mundo como peças-chave para o inverno deste ano.


2011: mais esportes e mais países
Para 2011, a marca estuda expandir sua variedade de artigos esportivos, com equipamentos para surf e kitesurf, além de parcerias com clubes de futebol e até mesmo jogadores brasileiros. Quanto aos produtos, a gola V será uma das apostas para o próximo verão, juntamente com toalhas de banho e de praia. Para expandir seu mercado consumidor, tratativas com países do Mercosul já estão em andamento.


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=83529

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A loja de McQueen não vai fechar

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Flores foram deixadas diante da loja de McQueen em NY

A grife do estilista britânico Alexander McQueen vai continuar existindo. E o próximo desfile já tem data: 9 de março, durante a semana de moda de Paris. A informação foi dada hoje, 18, por François-Henri Pinault, presidente do grupo PPR (que também é dono das marcas Gucci, Stella McCartney, Yves Saint Laurent, Bottega Veneta e Belenciaga), em um evento para divulgação dos resultados de 2009.

Segundo Pinault, as marcas do grupo PPR reagiram de forma positiva ao saber do desfile póstumo. “A marca continua viva. É a mais bela homenagem que podemos fazer a Alexander McQueen”, ressaltou.

Sobre a situação financeira da marca, que tem 180 funcionários, Pinault disse que ela tem um “grande potencial” e que, depois de se consolidar em 2007 e virar uma grife rentável, passou por uma crise em 2009, mas agora encontra-se “muito, muito perto do ponto de equilíbrio.” E adianta: continuarão com “acordos estratégicos” para que a marca atinja um público mais numeroso.

Fonte:http://blogs.estadao.com.br/moda/2010/02/18/a-loja-de-mcqueen-nao-vai-fechar/

sábado, 12 de dezembro de 2009

"O investidor não enxerga que moda é um valor", diz ex-ministro da Fazenda





A Associação brasileira de estilistas, a ABEST, convidou o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, para uma tarde de conversas sobre Os desafios da indústria da moda no Brasil. Em pauta, o posicionamento do país no mercado externo, a presença de marcas internacionais em solo nacional e as possíveis soluções para fortalecer o mercado.


Segundo Palocci, "o Brasil tem tudo para se situar entre o que é feito na Ásia e a produção europeia", ou seja, ocupar um espaço no mercado em que o produto precisa unir design e custo atraente. Mas, "apesar de algumas grifes já terem entrada lá fora, não há marca de moda brasileira global", disse - de acordo com dados apresentados (de 2007), o país representa apenas 0,1% da exportação mundial.

A falta de articulação das empresas do setor com o governo e investidores também foi apontada como um empecilho para o crescimento. "O investidor não enxerga que aquilo [moda] é um valor", explicou. Por outro lado, os conglomerados (como Inbrands, Restoque, AMC Têxtil) são vistos com bons olhos tanto pelo ex-ministro, como pelos estilistas presentes. "É um mal necessário", diz Roberto Davidowicz, da UMA. "E os grandes grupos são uma tendência na economia, não só em moda", lembrou Palocci.

Ao fim, o ex-ministro deu quatro sugestões para a área:

1. Participar mais do Sistema Moda Brasil - programa lançado em junho pelo governo federal que pretende ser um instrumento de articulação entre as cadeias produtivas relacionadas à moda (têxtil e de confecções; gemas, joias e afins; e couro, calçados e artefatos)

2. Explorar mais a Apex - agência brasileira de promoção de exportações e investimentos

3. Não desistir de negociar com o BNDES - Banco nacional de desenvolvimento econômico e social

4. Ter um esforço de aproximação com os mercados de capitais


Estavam presentes os estilistas Valdemar Iodice, Clô Orozco, da Huis Clos, Roberto Davidowicz, da UMA, Serpui Marie, Cecilia Prado e Antonin Bartos Filho, CEO da Abest.



Fonte:http://chic.ig.com.br/materias/518001-518500/518455/518455_1.html

sábado, 7 de novembro de 2009

Tempos modernos: A super ESCADA pode virar uma Fast fashion!!!





Megha Mittal: mulher de negócios



A bilionária família Mittal, da Índia, é a nova proprietária da Escada. Megha Mittal, nora de Lakshmi Mittal, dono de uma fortuna calculada em mais de US$ 19 bilhões, será a responsável por administrar a marca de origem alemã.


* Megha havia demonstrado interesse em investir no mundo da moda há alguns anos quando fez uma oferta pública pela maison Gianfranco Ferré, atualmente sob o controle do italiano Franco Mattioli. Sven Ley, filho do fundador da Escada, também tentou reassumir o controle da companhia, mas não teve condições de cobrir a oferta dos Mittal.


* Já se comenta sobre a possibilidade de a Escada se tornar uma marca mais barata como a espanhola Zara. Esse é o plano de Bruno Saelzer, atual CEO da grife, e ele conta com o apoio dos Mittal. Já os fashionistas... Uma pena uma marca tão tradicional perder parte do seu glamour, mas estamos em tempos modernos e como publicamos ontem, há uma enorme dificuldade de equilibrar uma administração lucrativa com o universo da criação.

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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