Mostrando postagens com marcador Condé Nast. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Condé Nast. Mostrar todas as postagens
domingo, 7 de julho de 2013
Profissão moda: O que faz um stylist?
A gente vai ter uma coluna falando um pouco mais sobre os diversos profissionais da área de moda e para abrir essa série de matérias, tivemos a honra de contar com a colaboração de um super stylist e amigo Lucio Fonseca, que já está no mercado editorial desde 2006.
O Lucio começou como assistente de produção de moda do stylist Leo Neves e da figurinista Claudia Kopke no Rio de Janeiro. Depois de alguns anos ele já estava fazendo trabalhos para revistas internacionais (Vogue America e Turquia, Numero Japan, V Mag, entre outras) que vinham fotografar no Rio de Janeiro. Em 2011 passou uma temporada em Londres a convite da Mary Fellowes diretora da Vogue Turquia, para trabalhar escritório da Condé Nast UK - Tatler, Glamour, Vogue Índia e Vogue Rússia. Trabalhou com Mario Testino, Hans Feurer, Kate Moss, Karolina Kurkova, Anna Harvey, Edward Enningful, entre outros. Atualmente mora em São Paulo, colaborando como stlylist para grandes revistas no mercado editorial como Vogue Brasil, Glamour, Istoé Platinum e TPM. E hoje vai falar um pouco da profissão para os curiosos e novatos da área.
O que faz um stylist?
O stylist juntamente com uma equipe (fotógrafo, diretor de arte, beauty artist, etc) define a imagem pautas, capa de revistas, marcas, campanhas, a serem inseridos no mercado de moda. Uma grande responsabilidade cabe ao stylist porque pode vir dele toda conceitualização da imagem ou ensaio a ser trabalhado. Podemos funcionar como chave de todo processo de "venda" da melhor imagem.
Como fazer sucesso como stylist?
Estar atualizado com a necessidade de mercado (as vezes prever) e principalmente saber interpretar ao seu jeito com bom senso e informação de moda essa necessidade. Se for preciso vender sonho ou comercial atuar da melhor forma e dar o algo a mais que fará a diferença no styling e na imagem final.
Quais os trabalhos que você mais gostou de fazer?
Muitos lá fora e aqui! Mas entre eles:
- Vogue Brasil edição aniversário de 36 anos com Kate Moss (maio 2011) by Testino, onde assinei a produção de moda no Brasil e assisti o fashion editor Andrew Richardson. Pela grandiosidade da edição e pela organização que me foram cobrados em 8 dias de extensas horas de trabalho com uma musa fashion.
- L'Officiel Hommes Korea com Marlon Teixeira (maio 2013) by Lope Navo, minha primeira capa internacional assinando o styling me emocionou ao ver que o empenho de um mês de negociação de agenda e fotografar no Rio para o mundo compensou e ainda está compensando pelo retorno positivo recente.
Dicas para quem quer ser um stylist:
Acreditar que como todo início de profissão nem sempre é fácil e ser perseverante são bons "starts".
Sempre atuando com responsabilidade, comprometimento com prazos, pesquisar referências, estar atualizado no meio da moda e cultura, ter o feeling do que pode ser bom para o desenvolvimento de uma pauta, aprender todos os steps com alguém mais experiente/chefe, não achar que tudo é glamour e estar disposto a pôr a mão na massa… Isso porque não se publicam 12/14 paginas de um editorial com apenas uma sacola de roupas, são quilos e mais quilos delas… rs ;-)
Para conhecer mais sobre o trabalho do Lucio: www.luciofonseca.carbonmade.com
domingo, 6 de novembro de 2011
Shirley Mallmann em um editorial über para Harper’s Bazaar Brasil
Depois da capa e de duas fotos da Gisele Bündchen, essa são as primeiras fotos que vejo da nova Harper’s Bazaar Brasil, estou achando ótimo! Fotos lindas e roupas incríveis... Tomara que a revista mantenha esse nível e que as matérias também estejam boas.
Quem aparece no editorial é a top precursora da fase em que as tops brasileiras foram descobertas, a poderosa Shirley Mallmann, em fotos de Zee Nunes e estilo de Renata Correa.
A revista foi lançada em São Paulo na semana passada, mas, rege a lenda, que ela ainda tem problemas de distribuição, acho que é verdade, ainda não a encontrei aqui em Nova Friburgo - RJ.
Tomara que a a publicação da Carta Editorial venha com disposição para brigar com a Vogue, da Condé Nast e da Editora Globo, que anda querendo impressionar o mundo com super tops, mas que tem feito matérias bem fracas.
A Harper’s Bazaar Brasil é comandada pela editora Maria Prata, ex-editora de moda da Vogue Brasil, quando a publicação ainda era da Carta.
Mais que bem vinda Harper’s Bazaar Brasil!
Fábio Monnerat
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Über-brega: Vogue Brasil repete a fórmula Kate Moss com Karolina Kurkova
Imagens de reprodução
Receita de edição especial da Vogue Brasil:
Pega uma modelo internacional, junta uns celebs, se faltar pode ser pseudo-celeb mesmo, um cenário festivo e colorido e faz um editorial pra gringo ver e continuar acreditando que a gente vive em festa... Na edição de julho a top Kate Moss aparecia em fotos nada haver com nada ao lado do Rodrigo Santoro, Pelé, Alcione, Oscar Niemeyer e escola de samba e, claro mais umas fotos soltas dos boy magia do Testino (Cauã Reymond, Rômulo Arantes, Marcio Garcia e Diego Cristo) Agora na edição de novembro é a vez da Kurkova estrelar a continuação da edição de julho.
Os clichês sãos os mesmos, parece revista gringa vindo aqui falar sobre o Brasil, mas é a Vogue Brasileira, que apesar de mais bombada ($$) depois que passou a ser comandada pela Condé Nast + Ed Globo, continua rasa e mediana... Quando teremos uma revista de moda realmente interessante neste país?? - Passou, só precisava dar essa reclamada para aliviar.
O que é Karolina Kurkova ao lado de Bruno Astuto (fazendo o andrógino #cafona), ou a top com o time do Flamengo? Ainda tem a russa na Lapa com a Preta Gil, tomando água de coco com cara de infelicidade ao lado do também infeliz Malvino Salvador e surfando com o Oskar Metsavaht... É OU NÃO A MESMA FÓRMULA DA EDIÇÃO DE JULHO?
Enfim, é o que tem pra hoje! Bon Appétit
Fábio Monnerat
OBS - Amanhã tem mais furo da Vogue Brasil de novembro... Bjs!
OBS - Amanhã tem mais furo da Vogue Brasil de novembro... Bjs!
domingo, 17 de julho de 2011
Que coisa feia Vogue Brasil... Desnecessário
Por acaso hoje eu li o Editorial por Daniela Falcão da Vogue Brasil de julho, raramente o leio, na verdade acho que nem devo ler, achei infinitamente desnecessário a posição da Daniela que decidiu atacar a ELLE - Leiam que comentário mais idiota e de gente pequena (Daniela Falcão e Cia, não a Vogue) - Ela começa falando da conferência Condé Nast internacional, de como a nº1 do mundo precisa primar pela qualidade para sempre agradar e logo faz a conexão com a Gisele, que também é a nº1 do mundo, até aí tudo bem, mas eis que ela solta esse trecho desnecessário para quem é Vogue: "Não à toa, é a única revista do País para quem a top abre espaço em sua atribuladíssima agenda - enquanto a maioria se contenta em republicar fotos antigas de Gisele, Vogue vai além."
über-recadinho: Gata, todos sabemos da qualidade da Vogue, a revista não precisa provar nada, muito menos que ela é a melhor do país... Então, um pouco mais de classe não faz mal a ninguém. Quem é sabe o que é e é percebido exatamente por isso, pelo fato de ser sem ter que provar... Nunca vi Gisele falando por aí que ela é a nº1, a que mais fatura e que as outras se contentam com com menos. #fikadika
Outra coisa, achei a Vogue de julho bem fraca, as fotos da Gisele ficaram medianas, a impressão não está primorosa, a capa da minha está desfocada, aliás várias fotos estão, as matérias sobre eco fasion estão pobres e fúteis... Enfim, a única coisa louvável e digna da maior revista da moda mundial é a matéria sobre os precursores da moda brasileira, em que Gisele é fotografada por Patrick Demarchelier.
A capa da Elle de maio que usou uma foto antiga de Gisele - não que eu tenha achado bom, mas os leitores já tinham percebido isso, não precisava da Vogue fazer esse comentário bobinho de adolescentes rivais de colégio, por parte da Vogue, claro, as Cartas da Editora da Elle, Lenita Assef, são elegantérrimas...
über-Vogue!
Fábio Monnerat
quinta-feira, 17 de março de 2011
A GQ brasileira chega às bancas dia 25
Chega às bancas no próximo dia 25 de março a edição brasileira da GQ, badalado título voltado aos homens de bom gosto. Uma festa, dia 22, antecipa a novidade, marcando o lançamento para uma plateia escolhida de forma meticulosa.O título cujo target é o público masculino classe A acima de 25 anos traz no título a abreviação para Gentlemen Quarterly, e a pronúncia pretendida por aqui é a mesma da língua inglesa.
Trata-se do primeiro lançamento da joint-venture Globo Condé Nast, que desde o segundo semestre de 2010 edita os títulos da família Vogue no Brasil. A publicação, mensal, que chega com data de abril, aposta numa parcela crescente do leitor masculino que busca referências de sofisticação e estilo no mercado editorial.
Para Bianca Benoliel, diretora de marketing da Globo Condé Nast, com o crescimento da economia, toda a cadeia foi beneficiada, e a maior presença local no País de players importantes do mercado de luxo em moda, cuidados pessoais, tecnologia e automóveis, por exemplo, criou um ambiente ideal para a chegada da nova publicação. “Mas não há nada parecido à sofisticação da GQ no mercado nacional, que alia uma grife internacional da Condé Nast Publications – está em 18 países - ao know how editorial local da editora Globo”, diz Bianca.
O Brasil é o primeiro da América do Sul a ter o título e, de acordo com a executiva, o conteúdo local da revista deve girar em torno de 70% . A tiragem mensal da publicação é de 50 mil exemplares, e a venda de assinaturas começa a partir de maio. O preço de capa é de R$ 14,90.
A direção de redação da nova publicação é de Ricardo Cruz, que já tem experiência na tropicalização de títulos de renome internacional – ele participou da equipe inicial da Rolling Stone brasileira, de onde saiu agora para assumir ao posto na GQ. “Nosso projeto editorial tem basicamente duas características: elegância – demonstrada em elaborados editoriais de moda – e bom humor nos textos.” Segundo ele, também o conteúdo contará com material jornalístico de relevância, como reportagens e entrevistas “reveladoras”, na sua definição.
As editorias estarão voltadas a temas como gastronomia, estilo/moda, tecnologia, automóveis, cultura/entretenimento, fitness/saúde/bem-estar, entre outros. O projeto gráfico – que privilegia linhas mais clássicas, aproveita bem o uso do branco e tem elementos pop, na explicação de Ricardo Cruz -, foi feito pelo escritório londrino Foxall Associates, que desenhou também a Vogue versão Turquia.
O diretor de redação conta que as capas da GQ Brasil poderão ser brasileiro ou estrangeiro, na proporção de 2x1; ou ainda na mesma proporção para homem x mulher. Um dos ensaios internos de moda serão estrelados pelo músico Will.i.am, do Black Eyed Peas, que fez rasante no Brasil para o Carnaval, e há também seção estrelada pelo ator Marcos Palmeira. Modelos famosas, atrizes e atores permeiam um amplo universo de possíveis capas da publicação.
Trata-se do primeiro lançamento da joint-venture Globo Condé Nast, que desde o segundo semestre de 2010 edita os títulos da família Vogue no Brasil. A publicação, mensal, que chega com data de abril, aposta numa parcela crescente do leitor masculino que busca referências de sofisticação e estilo no mercado editorial.
Para Bianca Benoliel, diretora de marketing da Globo Condé Nast, com o crescimento da economia, toda a cadeia foi beneficiada, e a maior presença local no País de players importantes do mercado de luxo em moda, cuidados pessoais, tecnologia e automóveis, por exemplo, criou um ambiente ideal para a chegada da nova publicação. “Mas não há nada parecido à sofisticação da GQ no mercado nacional, que alia uma grife internacional da Condé Nast Publications – está em 18 países - ao know how editorial local da editora Globo”, diz Bianca.
O Brasil é o primeiro da América do Sul a ter o título e, de acordo com a executiva, o conteúdo local da revista deve girar em torno de 70% . A tiragem mensal da publicação é de 50 mil exemplares, e a venda de assinaturas começa a partir de maio. O preço de capa é de R$ 14,90.
A direção de redação da nova publicação é de Ricardo Cruz, que já tem experiência na tropicalização de títulos de renome internacional – ele participou da equipe inicial da Rolling Stone brasileira, de onde saiu agora para assumir ao posto na GQ. “Nosso projeto editorial tem basicamente duas características: elegância – demonstrada em elaborados editoriais de moda – e bom humor nos textos.” Segundo ele, também o conteúdo contará com material jornalístico de relevância, como reportagens e entrevistas “reveladoras”, na sua definição.
As editorias estarão voltadas a temas como gastronomia, estilo/moda, tecnologia, automóveis, cultura/entretenimento, fitness/saúde/bem-estar, entre outros. O projeto gráfico – que privilegia linhas mais clássicas, aproveita bem o uso do branco e tem elementos pop, na explicação de Ricardo Cruz -, foi feito pelo escritório londrino Foxall Associates, que desenhou também a Vogue versão Turquia.
O diretor de redação conta que as capas da GQ Brasil poderão ser brasileiro ou estrangeiro, na proporção de 2x1; ou ainda na mesma proporção para homem x mulher. Um dos ensaios internos de moda serão estrelados pelo músico Will.i.am, do Black Eyed Peas, que fez rasante no Brasil para o Carnaval, e há também seção estrelada pelo ator Marcos Palmeira. Modelos famosas, atrizes e atores permeiam um amplo universo de possíveis capas da publicação.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Os über-acontecimentos da moda em 2010
Sabe aquele história de conhecer o passado para entender o presente? Com 2010 chegando ao fim, preparamos uma retrospectiva de alguns dos acontecimentos mais marcantes para indústria da moda neste último ano.
R.I.P >> 2010 não começou muito bem para a moda. Logo no começo do ano, Alexander McQueen abriu um imenso vácuo criativo quando decidiu por fim em sua vida.
O ano das redes sociais >> Não tem como negar, afinal Mark Zuckerberg não foi capa da revista “Time” à toa. E na moda não foi diferente. 2010 foi marcado pela presença crescente das grifes no mundo digital, fazendo amplo uso de ferramentas como Facebook e Twitter.
Curvas >> O ano começou marcado por uma _breve_ volta das modelos, digamos, mais voluptuosas. Mesmo sendo magrinha, a brasileira Alessandra Ambrósio soube surfar nessa onda como poucas.
O novo sempre vem >> 2010 foi o ano também em que Pedro Lourenço marcou presença no calendário de desfiles internacionais.
Au revoir >> Enquanto uns chegam, outros se vão. Quer dizer, quase. O ano marcou também o fim da Era Gaultier na direção criativa da Hermès.
Sob nova direção >> O mercado editorial nacional sofreu algumas mudanças com a chegada da Condé Nast em solo brasileiro.
Fast Fashion #dasgrifis >> Não é bem novidade, mas fazia tempo que uma parceria entre uma marca de luxo e uma de varejo não causava tanta expectativa. Lanvin + H&M.
De portas fechadas >> Quando todo mundo está escancarando _virtualmente_ as portas de seus desfiles, é natural que uma apresentação fechada para algumas centenas de convidados cause algum reboliço no meio.
Menino ou menina >> Não é bem uma novidade, e Lea T. é só uma pontinha do iceberg, mas 2010 reacendeu o debate sobre os gêneros (ou sua ausência).
Cansei >> Não pode-se dizer que 2010 começou e terminou com perdas fashion, mas a saída de Carine Roitfeld da “Vogue Paris” foi um tanto inesperada.
Fonte:FFW
Marcadores:
Alessandra Ambrósio,
ALEXANDER MCQUEEN,
Carine Roitfeld,
Condé Nast,
facebook,
fast fashion,
HeM,
Hermès,
Jean Paul Gaultier,
Lanvin,
Lea T.,
Pedro Lourenço,
Twitter,
Vogue Paris
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Carine Roitfeld conta tudo sobre o caso Vogue Paris
Disseram que Carine Roitfeld vai sair da “Vogue” Paris. E disseram muito sobre isso; que ela teria sido demitida, que ela teria saído para fazer mais um de seus projetos com estilistas e amigos. Mas agora é ela quem diz: a editora de moda disse ao “WWD” que foi ela quem tomou a decisão de sair da revista. Com trechos da entrevista você vai entender algumas razões para a decisão.
Carine Roitfeld
1. Ela achou que já estava na hora. “Em 2 meses, vai fazer 10 anos que eu entrei na ‘Vogue’. Quando publicamos nossa edição de aniversário de 90 anos em outubro, senti como se fosse um duplo aniversário para mim. Eu sabia que não ficaria muito mais tempo. Eu acho que é bom sair enquanto se está à frente, e eu acho que agora a ‘Vogue’ está por cima. Estou muito orgulhosa disso. Eu tenho uma equipe excepcional”.
2. Ela prefere ser freelancer do que ter um emprego fixo. Eu sempre fui uma freelancer então quando fui contratada, 10 anos atrás, achei muito difícil ter um escritório, um assistente, uma agenda, férias pré-estabelecidas. Mas, ao mesmo tempo, era um emprego tão grande que eu disse sim. Tem sido uma aventura incrível mas talvez em meu coração e alma eu seja mais uma freelancer. Estou até surpresa de ter ficado tanto tempo, mas o que me fez dizer sim for ter um chefe como Jonathan [Newhouse, presidente da Condé Nast International, que publica a"Vogue"], que é um chefe incrível e me deu total liberdade – e, Deus sabe, eu fui além de todos os limites”.
3. Nada do que dizem por aí influenciou sua decisão. “Eu não faço nenhuma consultoria ou propaganda”, esclareceu. “Eu fui a musa de Tom Ford e da Gucci por anos, mas isso foi a um longo tempo atrás. Sempre houveram esses falsos rumores. É como o papo de eu ir para a ‘Vogue’ América – os rumores circulam rápido. Eles são falsos e, é claro, se eu sair e receber ofertas interessantes, eu as aceitarei. Por quê não, agora que eu posso?”.
Fonte:LilianPacce
Carine Roitfeld - o boato é que ela não saiu e sim... foi mandada embora
Outra versão sobre a saída da editora Carine Roitfeld da “Vogue” Paris começou a pipocar pela web. Diz que na verdade a revista de fim de ano era pra ser especial da LVMH (leia-se grupo da Louis Vuitton). Carine teria passado por cima desse “pedido” e chamou Tom Ford pra ser o editor convidado. E a diretoria da LVMH não teria gostado nada disso e deu um ultimato pra editora Condé Nast: “ou ela ou nós”. Ui! Enquanto isso, Ford nega que o plano seja que Carine volte a trabalhar com ele – agora em sua marca própria. Ele disse à jornalista Cathy Horyn que está tão surpreso quanto todos nós com a notícia e que “Carine e eu não temos planos de trabalhar juntos no momento, e isso também não é algo que a gente já tenha discutido. mas claro que acho que ela é brilhante e somos amigos próximos então quem sabe sobre o futuro?”
Quem vai ocupar essa cadeira?
Fonte:LilianPacce
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Nicholas Kirkwood - Statement Shoes
Sarah Jessica Parker, Sienna Miller e Rosamund Pike são alguns dos nomes que desfilam em seus pés as inovadoras criações do designer de sapatos Nicolas Kirkwood. Com apenas 30 anos, o inglês está fazendo uma verdadeira revolução de estilo nos sapatos italianos. Colaborador da tradicional marca Pollini desde 2008, ele assumiu o cargo de diretor de criação da empresa italiana com uma coleção revolucionária para o verão de 2011.
Queridinho dos fashioniostas, Nicholas estudou moda na badalada Central Saint Martins, antes de trabalhar para o designer de chapéus Phillip Treacy. Sentindo falta de um nome tão inventivo e original no footwear, como era Alexander McQueen nas roupas e o próprio Treacy nos acessórios para cabeça, em 2005 ele decidiu criar sua primeira coleção. Kirkwood produziu peças para a Rodarte e ganhou prêmios da Vogue Itália e da editora Condé Nast antes de ser reconhecido internacionalmente e conquistar uma posição de prestígio na Pollini.
Em sua primeira coleção como diretor criativo da Pollini, Nicolas trabalhou em colaboração com outros cinco designers: Thornton Bregazzi, Meadham Kirchhoff, Michael Van der Ham, Louise Gray e Manish Arora. Ele trouxe para a empresa traços marcantes de seu trabalho, como a inspiração na arquitetura e em grandes escultores para produzir acessórios que passassem uma mensagem e não simplesmente complementassem o look, verdadeiros statement shows.
O resultado da parceria foram modelos bordados, coloridos e contemporâneos, com um toque de futurismo. O uso de materiais diferentes como cetim, couro pintado e cortado a laser, tecidos em degradé e python também marcaram a coleção verão 2011. Uma ankle boot vermelha, um pump que mistura algumas cores flúor, uma sandália pesada azul bebê que mistura plush e couro e um sapato com bordados étnicos são alguns dos destaques. A breath of fresh air no mundo do footwear internacional!
www.nicholaskirkwood.com
www.pollini.com
Queridinho dos fashioniostas, Nicholas estudou moda na badalada Central Saint Martins, antes de trabalhar para o designer de chapéus Phillip Treacy. Sentindo falta de um nome tão inventivo e original no footwear, como era Alexander McQueen nas roupas e o próprio Treacy nos acessórios para cabeça, em 2005 ele decidiu criar sua primeira coleção. Kirkwood produziu peças para a Rodarte e ganhou prêmios da Vogue Itália e da editora Condé Nast antes de ser reconhecido internacionalmente e conquistar uma posição de prestígio na Pollini.
Em sua primeira coleção como diretor criativo da Pollini, Nicolas trabalhou em colaboração com outros cinco designers: Thornton Bregazzi, Meadham Kirchhoff, Michael Van der Ham, Louise Gray e Manish Arora. Ele trouxe para a empresa traços marcantes de seu trabalho, como a inspiração na arquitetura e em grandes escultores para produzir acessórios que passassem uma mensagem e não simplesmente complementassem o look, verdadeiros statement shows.
O resultado da parceria foram modelos bordados, coloridos e contemporâneos, com um toque de futurismo. O uso de materiais diferentes como cetim, couro pintado e cortado a laser, tecidos em degradé e python também marcaram a coleção verão 2011. Uma ankle boot vermelha, um pump que mistura algumas cores flúor, uma sandália pesada azul bebê que mistura plush e couro e um sapato com bordados étnicos são alguns dos destaques. A breath of fresh air no mundo do footwear internacional!
www.nicholaskirkwood.com
www.pollini.com
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Carine Roitfeld deixa a Vogue Paris
Após 10 anos como editora-chefe da Vogue Paris, Carine Roitfeld decide deixar a revista. Carine Roitfeld deu à revista uma nova dimensão, com um visual arrojado, em colaboração com os principais fotógrafos do mundo.
"Carine tem o nome marcado na história da Vogue Paris com o seu incrível talento como editora." Disse Jonathan Newhouse, presidente do Conde Nast International. "Lamento, naturalmente, a decisão de Carine, embora eu a entenda. Uma página se vira e começa uma nova etapa para essa marca forte, poderosa e segura dos seus valores ", disse Xavier Romatet, presidente do Conde Nast França.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Vogue Brasil sob nova direção
Depois de negar por diversas vezes a negociação, a Editora Globo anunciou nesta segunda-feira 26 a formação de uma joint-venture com a Condé Nast para publicar as revistas da editora no Brasil - incluindo os títulos Vogue (Vogue, Casa Vogue, Vogue Noivas e Vogue Passarelas), que até a sua edição de julho eram vinculados à Carta Editorial.
A editora brasileira detém 70% do capital da nova empresa, que recebeu o nome de Edições Globo-Condé Nast. Os outros 30% ficam com a Condé Nast. O lançamento de novos títulos, assim como o desenvolvimento de um modelo de negócios para a plataforma digital, estão nos planos da nova joint-veture.
Em comunicado, Roberto Irineu Marinho, presidente das Organizações Globo, afirmou que "estamos muito felizes em estabelecer uma parceria com a Condé Nast, que é reconhecida como referência mundial de qualidade em revistas. Essa iniciativa demonstra o compromisso das Organizações Globo em atender às demandas do público brasileiro por informação e entretenimento de alto valor".
Por sua vez, Jonathan Newhouse, presidente da Condé Nast International, declarou: "A Globo é a empresa de mídia líder na América do Sul e tem uma reputação de excelência. É o parceiro ideal para a Condé Nast, que pretende expandir suas atividades neste mercado chave, que está em crescimento".
Segundo Newhouse, o acordo é parte da estratégia da Condé Nast em deter pelo menos parte das editoras responsáveis pela publicação de seus títulos em outros países. O executivo espera que os títulos Glamour e GQ ganhem, em breve, edições brasileiras.
A Condé Nast publica 126 revistas em 25 países. Entre seus títulos mais conhecidos estão as revistas Vogue, Glamour, Vanity Fair e The New Yorker. A Condé Nast integra a Advance Publications, que também controla mais de 20 jornais diários nos Estados Unidos, o suplemento semanal Parade e a sexta maior empresa de TV a cabo do país, a Bright House Networks.
A editora brasileira detém 70% do capital da nova empresa, que recebeu o nome de Edições Globo-Condé Nast. Os outros 30% ficam com a Condé Nast. O lançamento de novos títulos, assim como o desenvolvimento de um modelo de negócios para a plataforma digital, estão nos planos da nova joint-veture.
Em comunicado, Roberto Irineu Marinho, presidente das Organizações Globo, afirmou que "estamos muito felizes em estabelecer uma parceria com a Condé Nast, que é reconhecida como referência mundial de qualidade em revistas. Essa iniciativa demonstra o compromisso das Organizações Globo em atender às demandas do público brasileiro por informação e entretenimento de alto valor".
Por sua vez, Jonathan Newhouse, presidente da Condé Nast International, declarou: "A Globo é a empresa de mídia líder na América do Sul e tem uma reputação de excelência. É o parceiro ideal para a Condé Nast, que pretende expandir suas atividades neste mercado chave, que está em crescimento".
Segundo Newhouse, o acordo é parte da estratégia da Condé Nast em deter pelo menos parte das editoras responsáveis pela publicação de seus títulos em outros países. O executivo espera que os títulos Glamour e GQ ganhem, em breve, edições brasileiras.
A Condé Nast publica 126 revistas em 25 países. Entre seus títulos mais conhecidos estão as revistas Vogue, Glamour, Vanity Fair e The New Yorker. A Condé Nast integra a Advance Publications, que também controla mais de 20 jornais diários nos Estados Unidos, o suplemento semanal Parade e a sexta maior empresa de TV a cabo do país, a Bright House Networks.
Fonte:http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Editora_Globo_e_Conde_Nast_formam_joint_venture&origem=mmbymail
Assinar:
Postagens (Atom)
Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com




