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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Adele, mesmo gordinha, arrasa no editorial da Vogue US

 
 
Depois da polêmica por causa do excesso de Photoshop na capa (veja aqui), quase me esqueci de publicar as fotos do editorial da Adele na Vogue US. Manipulações a parte, as fotos ficaram lindas, mesmo com a Anna Wintour desejando uma Adele magra e exagerando na manipulação das fotos.
 
As fotos são da poderosa dupla  Mert Alas e Marcus Piggott.

Vogue US também é plus size, bebê! 

Fábio Monnerat

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Adele na capa da British Vogue de outubro

 

A nova estrela britânica da música, Adele, é a capa da Vogue UK de outubro... A fotografia é do grande Sølve Sundsbø.

Mais um ponto para as defensoras da beleza plus size, Adele é uma mulher bonita, mas bem fora dos padrões da moda.

Über-curti!

Fábio Monnerat

sexta-feira, 25 de março de 2011

Lingerie sensual para mulheres GG

 Quem não entra em um manequim 36 também tem o direito de ser ousada e sexy, com lingeries que valorizam as curvas da mulher brasileira. Foto: Água Fresca/Divulgação

Um pneuzinho aqui, uma celulite ali, alguns quilos extras na balança e pronto: está formada a neura que impede muitas mulheres gordinhas a explorarem o seu lado mais sensual. O problema é comum, mas a solução pode estar na loja de lingerie mais próxima - o que não falta são opções para valorizar mulheres cujas medidas não atendem à ditadura do "manequim 36", mas que esbanjam curvas pra lá de sensuais. Uma reclamação frequente, por parte deste público, tem a ver justamente com a escassa oferta de peças atraentes em numerações maiores. O "Fale conosco" do site da marca DeMillus confirma: "Por que só os tamanhos menores são bonitos? Nós que usamos tamanho 52 precisamos de lingeries bonitas para realçar a beleza dos seios grandes. Dá até vergonha usar estes modelos da época da vovó. Por favor, me ajudem", diz uma das críticas repassadas pela vice-presidente da empresa, Eva Goldman.

Ela explica que o site foi uma das fontes de pesquisa para a criação de modelos em tamanhos especiais, que hoje vão até a numeração 54, para sutiãs, e extra grande (XG), para as calcinhas. "Trata-se de um público cada vez mais aberto a exibir sua sensualidade, independente de estar fora do padrão de beleza considerado mais clássico", afirmou, garantindo que a marca pretende ampliar as ofertas para a linha lingerie noite e meias 7/8 para mulheres que têm coxas mais grossas. 

O fato é que as confecções estão cada vez mais inclinadas a investir em tecnologia, maquinário e matéria-prima a fim de valorizar o corpo da brasileira e atender a todos os biotipos. A Duloren, por exemplo, acaba de lançar sua linha plus size, com peças confeccionadas com maior porcentagem de elastano do que as calcinhas normais. Este diferencial contribui para a maior compressão e definição das curvas. 

Hoje, os tamanhos grandes representam cerca de 40% das vendas da marca. De acordo com Denise Areal, diretora de Marketing e Estilo da Duloren, os modelos de antigamente voltados a este público eram "muito sem graça", tanto nas cores, como na modelagem: "Queremos que todas as mulheres se sintam sexy", disse. 

Na Recco Lingerie, as mulheres mais cheinhas encontrarão grande oferta de produtos na coleção "Bella G", que busca favorecer este biótipo com decotes em "V", cortes evasês e alças largas, sem deixar de lado as rendas, cores alegres e o a cor preta, ótima aliada de quem está com uns quilinhos a mais. A linha já existe há 12 anos e vai até o manequim 56. 

A grife Água Fresca também já embarcou no plus size, apostando em sutiãs com bojos estruturados e calcinhas com laterais mais largas, que amenizam as gorduras. "O tamanho GG para moda íntima era sinônimo de lingerie para senhoras, com peças só cor da pele e bem discretas, mas o que as mulheres querem são peças maiores, com a mesma sensualidade de uma peça em tamanho regular", confirma a dona da empresa, Juliana Moraes. 

Os números crescem, o mercado atende
 
Independentemente do modelo, da cor ou da textura, um aspecto comum une as marcas de moda íntima que decidiram apostar no plus size: a demanda cresceu. A marca Dilady, que tem uma linha composta por numerações maiores, do 48 ao 54, atribui às peças 30% da produção total da confecção.
Em meio a uma gama diversificada de produtos voltados às gordinhas, estão tangas com regulagem, camisetas modeladoras, sutiãs e bermudas redutoras. "Pretendemos ampliar ainda mais essa participação, pois a carência é muito grande", garante o diretor Comercial e de Marketing da empresa, Márcio Pereira. 

O aumento da procura também chamou a atenção da marca Elegance, do Rio Grande do Sul, que atualmente tem em torno de 25% das vendas voltadas às numerações acima do 42. A diretora presidente da marca presume que os números indicam também uma mudança de comportamento: "O que antes poderia representar aquela frase: 'Eu não tenho corpo para usar essa lingerie', hoje parece não intimidar as consumidoras plus size", reforça. 

Já a marca Plié optou por não criar uma coleção exclusiva para as gordinhas, e sim, ampliar a numeração nos modelos oferecidos. A linha Control Line, composta por calcinhas, sutiãs, leggings e bodies, vai do 36 ao 48. 

Segundo o diretor da empresa, a ideia é mostrar que a marca atende a todos os tamanhos, não só os maiores. Segundo ele, o Control Line, projetado para causar um efeito redutor de medidas, já representa 50% em volume de vendas entre as outras linhas da Plié. 

No "Fale conosco" do site da DeMillus, outra consumidora disse: "Nós gordinhas também temos o direito de ficar lindas e sensuais, como todas as outras mulheres." Sugestão aceita pela empresa, detectada pelo mercado e comprovada nas prateleiras de lingeries brasileiras, que parecem estar cada vez mais democráticas. 

Fonte:TerraModa

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Modelo GG faz sua primeira campanha no Brasil

A cidade de Besalú, na Espanha, foi escolhida para a campanha  Foto: Luis Jansá/Divulgação
 
Em solo nacional, a modelo GG, Fluvia Lacerda, aproveita esta boa maré para estrelar sua primeira campanha brasileira. A moça mede 1,73 e veste manequim 48 e trabalha em Nova York há sete anos e só agora disse ter encontrado mercado no Brasil para ela.
 
Fotografada por Luis Jansá para a marca paulistana Zank, a estilista e diretora da grife disse que "diante de todo talento da Fluvia, minha escolha não poderia ter sido diferente".
 

Fonte:TerraModa

sábado, 25 de setembro de 2010

Varejistas de Moda Antenados



Há mais ou menos 15 dias atrás, sou surpreendida com um comentário de uma leitora do Ponto de Vista, que me deixou muito satisfeita pelo papel que vejo representar para os lojistas os artigos que escrevo.

A leitora cearense que atualmente vive em Amsterdã, escreveu o seguinte:

“Cristina, aqui estou lendo de Amsterdam-Holanda, o seu artigo. 
Adorei, me deu mais inspirações para lançar a minha empresa de Lingerie aqui em Amsterdam.
Eu estou abrindo uma Pronta-Entrega de Lingerie, vou vender online pela internet e também atacado.
Meu Lingerie é feito em Fortaleza - Ceara, pois sou cearense.
Minha especialidade é Lingerie feito com a fibra de bambu: que não é muito comum aqui na Holanda.Também vou me especializar nos tamanhos grandes, pois a tendência das mulheres da Holanda e ficarem mais gordas e grandes.”

Esta leitora demonstrou nitidamente ter o perfil de uma varejista de moda de sucesso.

Ela está atenta às mudanças de comportamento do consumidor e vai adequar seu negócio a três grandes tendências já consolidadas:

1) vendas de lingerie pela internet
2) o uso de novos materiais em lingerie e
3) lingeries para tamanhos maiores, o designado pelos fashionistas como plus-size.
Sendo assim, para esta leitora do Ponto de Vista e a todos os outros varejistas de moda atentos às mudanças no consumidor, eu dedico algumas “dicas” para quem sabe, estimular novos leitores.

A venda de roupas e lingerie pela Internet.
O setor de vestuário foi um dos últimos a ingressar no comércio eletrônico, contudo é hoje o que mais tem crescido em vendas. É um sucesso! Que o diga, a empresa Posthaus (www.posthaus.com.br), maior portal de moda do Brasil, que cresceu nada mais, nada menos que 120% as suas vendas on-line de 2009 para 2010.

Para ter sucesso, no comércio eletrônico de vestuário, dois pontos são cruciais:

  • Fornecer o máximo de informações possíveis quanto a tamanhos, medidas, tecidos e estampas.

  • Ter fotos de muita qualidade dos produtos e imagens muito bem produzidas.
Tudo é necessário para fazer com que o consumidor imagine, com segurança, como seria o produto em forma física. No site da Posthaus, é possível visualizar uma modelo desfilando com o produto que você demonstrou interesse.

 Os novos materiais utilizados em roupas e lingerie.

As inovações tecnológicas estão disponíveis a todos os setores, e o vestuário vem aproveitando-as cada vez mais. O setor de lingerie, então, é o que mais vem apresentando revoluções no mundo têxtil! São as fibras de bambu, os cortes a lazer, as modelagens push up e todas as outras mudanças com o objetivo de trazer mais conforto e a sensação para o consumidor de que não está usando nada.

A grande dica para o lojista, diante disso, é:

  •  prepare sua equipe para que conheça “ na ponta da língua” o porque de cada uma das inovações em produtos e tecidos que estão em sua loja. A fibra de bambu, por exemplo, uma novidade desenvolvida no Brasil, além de deixar os tecidos mais leves, macios e absorventes, são extremamente ecológicas. Seus clientes com certeza valorizarão esta característica. Aproveite!

  •  Comunique em impressos ou e-mails, aos seus clientes, toda e qualquer inovação que você tem disponível na loja para sempre passar a impressão de que seu negócio é moderno e atual.
Estas dicas podem parecer óbvias, mas garanto que muitos varejistas, mal sabem das grandes inovações nos materiais e muito menos comunicam aos seus clientes.

Produtos para os tamanhos maiores, o plus-size.

Neste setor do vestuário, muita evolução teve, contudo ainda não é suficiente.

Nossos consumidores estão realmente cada vez maiores e mais gordos e nem a indústria nem o varejo parecem se dar conta disto.

E o grande segredo para se obter sucesso na venda de produtos plus-size não está em tratar este tipo de cliente como especial, reservando um setor ou mesmo uma loja inteira para eles.

O segredo está em ter, na sua loja, em tamanhos maiores os mesmos produtos dos tamanhos médios e pequenos. Desta forma, sim, este consumidor maior vai se sentir especial, isto é, com a mesma atenção que os outros.

Eu, como pesquisadora de mercado e observadora do comportamento do consumidor, já entrevistei muitas mulheres “gordinhas” que não se sentem nada diferentes das outras mulheres. Elas só percebem que são diferentes, e não gostam disto, quando saem para comprar roupas e lingerie, pois as opções nos tamanhos para elas, ou são mais feias, fora das tendências, ou simplesmente não existem. Elas, então, são obrigadas a lembrar que estão acima do peso, quando vão a “lojas de tamanhos especiais” e veem desde manequins gordinhas, até mesmo o nome da loja alusivo à sua condição, como “Maxi Modas” ou “Big Mulher”.

Em uma destas pesquisas que realizei, uma consumidora relatou o que todo fabricante de confecções deveria ouvir: “Eu não penso em emagrecer para caber nas roupas. Me sinto muito bem assim e muito bonita. São os fabricantes que vão ter que criar roupas para o meu tamanho, se me desejam como cliente.”

Portanto, fique atento!

Enfim, lojista, desejo que com estas dicas se sinta inspirado a observar mais o que vem acontecendo com seus consumidores e adéque seu negócio para estar cada vez mais à frente do mercado.


 

Entre em contato comigo através do e-mail cristina@nmarinho.com.br ou pelo site www.nmarinho.com.br
Por: Cristina Marinho
Consultora especialista em marketing e comportamento do consumidor.

domingo, 22 de agosto de 2010

Marc Jacobs cria roupas para manequim tamanho 48

(Foto: Divulgação)

 O presidente Robert Duff, da grife Marc Jacobs, anunciou em seu Twitter, que a próxima coleção da grife poderá ter tamanhos grandes nas lojas da marca.

O parceiro do estilista Marc Jacobs pretende estampar, em uma próxima coleção, modelos com manequim tamanho 48, já que estas roupas não são encontradas em lojas de grifes grandes, como Armani, Versace, Dior, entre outras.

A ideia partiu depois que Robert Duff não encontrava roupas certas para seu corpo em lojas famosas do mundo da moda. Ele declarou que pretende não chamar os modelos de plus size e sim de acima da média.

O presidente e o estilista estão trabalhando com outros parceiros, para que o projeto saia do papel e entre no guarda-roupa das mulheres que têm o manequim maior que o número 48.

Fonte:http://www.onne.com.br/moda/materia/14315/acima-da-m-dia

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MODA plus-size ganha as grandes grifes



Aos poucos a moda Plus-Size vem passando de uma afirmação para se tornar uma realidade palpável. A Saks, famosa loja da Quinta Avenida em Nova Iórque, vai passar a vender tamanhos maiores das grandes grifes de luxo em suas araras. 

Em breve, o terceiro andar da loja estará repleto com araras e grandes nomes em tamanhos não tão usuais para essas marcas. Além dos tamanhos aos quais já estamos acostumadas - que iam do 34 ao 44 brasileiro - as coleções de inverno de marcas como Chanel, Yves Saint Laurent, Dolce&Gabanna e Alexander McQueen apresentarão também as versões plus-size - indo até a numeração 48 brasileira, podendo chegar até ao manequim 54.

A pegadinha é que a loja só vai garantir um modelo para cada número e promete aumentar o estoque a medida que a demanda for aumentando. E você? Acredita que essa moda vai fazer sucesso?

Fonte:http://www.profissaomoda.com.br/materia/3155/grandes_grifes_vao_vender_moda_plussize.html

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Modelos GG em editorial ousado


Em mais uma iniciativa para tentar acabar com a ditadura da magreza, o projeto Top 5 de modelos plus size reuniu algumas das tops mais requisitadas do país para estrelar um editorial nem um pouco convencional. Andrea Boschim, Bianca Raya, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiúza participaram do ensaio fotografado por Spartacus Breches.

“Temos a missão de levar uma imagem de valorização, mulheres que fogem dos padrões impostos pela sociedade e pela mídia, a imagem de autoaceitação. Podemos ser lindas e sensuais mesmo acima do peso, e o mais importante é termos saúde”, afirma Simone, que ficou muito satisfeita com o resultado.


Para Andrea, a ideia do ensaio é mostrar para o público 5 tipos diferentes de uma “beleza avantajada”, e provar que a sensualidade ultrapassa o manequim 38. Além de modelo, ela é uma das organizadoras do Fashion Weekend Plus Size, 1º evento de moda realizado no país exclusivamente para o público que veste tamanhos maiores.

E, para gerar ainda mais polêmica, elas garantem ter usado muito pouco photoshop.  “Preferimos valorizar a beleza real das modelos”, explica Breches. Essa iniciativa tem o objetivo de quebrar preconceitos e alavancar cada vez mais o mercado GG no país, que tem crescido ano após ano.

A próxima edição do Fashion Weekend Plus será realizada nos dias 23 e 24 de julho, no Senac Lapa Faustolo, em São Paulo (SP). A programação contará com o desfile de 14 grifes de moda GG, que apresentarão as coleções de primavera-verão 2010/11.

Fotos: Spartacus Breches/Divulgação

Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=87504

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Capa da Elle francesa traz modelo plus size


A Elle francesa traz um ensaio com a modelo plus size Tara Lynn, que veste tamanho 46. A americana, de 27 anos, posou para a capa e 20 páginas. Em uma das fotos, aparece nua. A modelo mora em Seattle, nos Estados Unidos, e é dona de um restaurante de comida latina com o namorado e trabalha para a agência Ford NYC.


Fonte:IGMODA.com

sábado, 20 de março de 2010

Estudo diz que modelos gordas fazem a consumidora se sentir mal



Apesar da revista americana Glamour e de algumas campanhas publicitárias, como a do sabonete Dove, estarem abusando de modelos plus size e valorizando corpos supostamente "reais", usar gordinhas para vender produtos não é certeza de sucesso.

Um estudo da Universidade Estadual do Arizona mostrou que as modelos gordinhas não conseguem vender porque, ao contrário do esperado, fazem as mulheres se sentirem pior. “Consumidores acima do peso mostraram baixa auto-estima e, portanto, menos entusiasmo para comprar produtos. Já as com peso normal tiveram a auto-estima reduzida com propagandas de modelos gordinhas, como a campanha Mulheres Reais, do Dove”, explicou a pesquisadora Naomi Mandel.

A conclusão da pesquisa induz ao seguinte pensamento: gordas só poderiam ajudar a vender produtos como suplementos alimentares e dietéticos – e isso porque fariam as mulheres se sentirem mal o suficiente para decidirem gastar dinheiro com isso.

Nós da über achamos super bacana a iniciativa do uso de modelos plus size, mas é claro que um corpo dentro do peso ideal é que a gente mais gosta, primeiro porque parece saudável e segundo porque estéticamente fica mais interessante... As tops super magrelas a gente também acha super feio, nas semanas de moda encontro com algumas tão magras que tenho vontade de obrigar a louca a comer uma barra de chocolate.


Fonte:http://www.chic.com.br/beleza/noticia/estudo-diz-que-modelos-gordas-fazem-a-consumidora-se-sentir-mal-e-por-isso-s-s-o-boas-para-vender-produtos-de-emagrecimento

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Moda plus size em evidência no Brasil


Mayara Russi - Plus Size Models Guide

O excesso de magreza predominante nas semanas de moda pelo mundo suscita cada vez mais polêmicas e, em contrapartida, ações para combater esse fenômeno.

Plus size é um termo que foi criado no hemisfério norte para definir homens e mulheres que estão acima do peso dito como normal, mas que não estão em guerra com a balança e se interessam em viver bem.

No Brasil, a moda voltada para os tamanhos GG vem ganhando força, já que pesquisas apontam que mais da metade da população está acima do peso.

A modelo de tamanhos grandes Fluvia Lacerda, única brasileira que atua no exterior, também tem contribuído para dar força ao movimento. Em 2009, ela esteve em programas de TV e estampou matérias de revistas para contar sua experiência nos Estados Unidos e na Europa.

Como reflexo da descoberta, estão sendo criados diversos eventos e empresas que investem nesse mercado como forma de gerar negócios. A Plus Size Models Guide é um bom exemplo. Criada em setembro de 2009, a agência conta atualmente com modelos femininos e masculinos, entre 16 e 53 anos, cujos manequins começam no número 46.

Agatha Godoi - Plus Size Models Guide 

Greice Carvalho - Plus Size Models Guide

 Outra iniciativa é o Fashion Weekend Plus Size, desfile criado para suprir a lacuna das roupas GG. Idealizado por Andrea Boschim, o evento mostrou moda noiva, festa, lingerie e streetwear, com a participação de diversas marcas. O projeto foi realizado em São Paulo, nos dias 23 e 24 de janeiro.
Curvas pelo mundo

 
V Magazine/Reprodução

Não é somente o Brasil que está se voltando para a moda plus size. No fim do ano passado, a V Magazine publicou um editorial em que modelos magérrimas e outras curvilíneas usaram os mesmos looks, lado a lado.

Recentemente, a top e apresentadora Tyra Banks também anunciou que irá conduzir um reality show para descobrir modelos com medidas “reais”. Atualmente, ela apresenta o programa “America´s Next Top Model”.


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=82463

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com