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domingo, 5 de dezembro de 2010

Celebs erram e acertam em looks retrô

A atriz francesa Audrey Tautou usa vestido com silhueta inspirada nos anos 1950, com cintura marcada e saia ampla, com comprimento abaixo do joelho. A roupa é bastante volumosa e cai bem em mulheres pequenas e magras com ela  Foto: Getty Images
 A atriz francesa Audrey Tautou usa vestido com silhueta inspirada nos anos 1950, com cintura marcada e saia ampla, com comprimento abaixo do joelho. A roupa é bastante volumosa e cai bem em mulheres pequenas e magras com ela.

 A atriz Natalie Portman usa versão curtinha de vestido que resgata o glamour dos anos 1930, quando divas do cinema usavam drapeados e assimetrias. O modelo é da Lanvin para a H&M  Foto: Getty Images
 A atriz Natalie Portman usa versão curtinha de vestido que resgata o glamour dos anos 1930, quando divas do cinema usavam drapeados e assimetrias. O modelo é da Lanvin para a H&M

 A atriz Amanda Peet usa vestidão que ganhou espaço nos anos 1970. A peça é de Marc Jacobs e é difícil de ser combinada, pois é totalmente transparente. Aliás, o forro curto sob a saia longa provocou um corte desnecessário na silhueta. E o paletó, apesar de ser interessante combinar peças pesadas com outras leves, destoou do vestido   Foto: Getty Images
 A atriz Amanda Peet usa vestidão que ganhou espaço nos anos 1970. A peça é de Marc Jacobs e é difícil de ser combinada, pois é totalmente transparente. Aliás, o forro curto sob a saia longa provocou um corte desnecessário na silhueta. E o paletó, apesar de ser interessante combinar peças pesadas com outras leves, destoou do vestido.

 Winona Ryder adotou vestido com silhueta inspirada no New Look, lançado pela Christian Dior em 1947, e que marcou a década de 1950. Apesar de magra, a atriz é muito baixinha e comprimento da saia a deixou ainda menor. Observe essa proporção sempre que usar peças que cortem parte da perna abaixo do joelho  Foto: Getty Images
 Winona Ryder adotou vestido com silhueta inspirada no New Look, lançado pela Christian Dior em 1947, e que marcou a década de 1950. Apesar de magra, a atriz é muito baixinha e comprimento da saia a deixou ainda menor. Observe essa proporção sempre que usar peças que cortem parte da perna abaixo do joelho

 A atriz Mila Kunis usa vestido de silhueta mais ajustada, que ganhou espaço na moda na década de 1940, quando a Segunda Guerra Mundial, as roupas deveriam usar menos tecido. O cinto bem largo resgata os corpetes e moderniza o look  Foto: Getty Images
 A atriz Mila Kunis usa vestido de silhueta mais ajustada, que ganhou espaço na moda na década de 1940, quando a Segunda Guerra Mundial, as roupas deveriam usar menos tecido. O cinto bem largo resgata os corpetes e moderniza o look.

 O longo floral da marca Peter Som, usado pela atriz Eva Mendes, tem um perfume de 1970. O laço na cintura é uma boa ideia, mas está comprido demais  Foto: Getty Images
 O longo floral da marca Peter Som, usado pela atriz Eva Mendes, tem um perfume de 1970. O laço na cintura é uma boa ideia, mas está comprido demais.

 A atriz Julianne Moore usa vestido estampado da marca Lanvin, todo drapeado, que resgata elegância dos anos 1930. Como as mangas são longas e o tecido tem certo brilho, as meias escuras deram o equilíbrio necessário ao look  Foto: Getty Images
 A atriz Julianne Moore usa vestido estampado da marca Lanvin, todo drapeado, que resgata elegância dos anos 1930. Como as mangas são longas e o tecido tem certo brilho, as meias escuras deram o equilíbrio necessário ao look.

 O vestido Prabal Gurung  todo drapeado da atriz Blake Lively lembra os modelos glamourosos usados pelas divas do cinema dos anos 1930, mas numa versão atual, curtinha, e combinada com ankle boots  Foto: Getty Images
 O vestido Prabal Gurung todo drapeado da atriz Blake Lively lembra os modelos glamourosos usados pelas divas do cinema dos anos 1930, mas numa versão atual, curtinha, e combinada com ankle boots.

 A cantora Taylor Swift apostou num tubinho coberto por renda e brilhos, numa mistura de referências dos anos 1930 e 1960. Os sapatos pretos com detalhes ficaram bem, mas para não arriscar, prefira escarpins pretos tipo meia pata, de cetim  Foto: Getty Images
 A cantora Taylor Swift apostou num tubinho coberto por renda e brilhos, numa mistura de referências dos anos 1930 e 1960. Os sapatos pretos com detalhes ficaram bem, mas para não arriscar, prefira escarpins pretos tipo meia pata, de cetim.

 A cantora Carrie Underwood usa vestido inspirado nos anos 1970, com certo ar hippie, sofisticado pelos detalhes de brilho e pelos acessórios em tom prata. O modelo cai bem em mulheres com pernas em forma e de seios pequenos  Foto: Getty Images
 A cantora Carrie Underwood usa vestido inspirado nos anos 1970, com certo ar hippie, sofisticado pelos detalhes de brilho e pelos acessórios em tom prata. O modelo cai bem em mulheres com pernas em forma e de seios pequenos.

 A cantora Adelle usa vestido em forma de A, usado na década de 1960, com bordados, modelo que não marca a silhueta. Como o tecido é pesado, as meias foram complementos fundamentais. Os escarpins de salto médio são confortáveis e estão em alta  Foto: Getty Images
 A cantora Adelle usa vestido em forma de A, usado na década de 1960, com bordados, modelo que não marca a silhueta. Como o tecido é pesado, as meias foram complementos fundamentais. Os escarpins de salto médio são confortáveis e estão em alta.

 A atriz Rosie Perez adotou tubinho com alças inspiradas em peças esportivas, que são uma referência da década de 1980. A roupa caiu bem nela. O problema está nos sapatos, que parecem maiores do que seus pés, e as meias, que cobriram demais as pernas quando os braços e ombros estão à mostra  Foto: Getty Images
 A atriz Rosie Perez adotou tubinho com alças inspiradas em peças esportivas, que são uma referência da década de 1980. A roupa caiu bem nela. O problema está nos sapatos, que parecem maiores do que seus pés, e as meias, que cobriram demais as pernas quando os braços e ombros estão à mostra.

 A atriz Hilary Swank usa vestido tipo tubinho que foi a peça-chave dos anos 1960. Mas os detalhes de renda imprimem ares mais retrô ainda e muita sensualidade, já que a roupa se parece muito com lingerie. Para usar modelo assim é preciso estar 100% em forma e preferir acessórios discretos, como os dela  Foto: Getty Images
 A atriz Hilary Swank usa vestido tipo tubinho que foi a peça-chave dos anos 1960. Mas os detalhes de renda imprimem ares mais retrô ainda e muita sensualidade, já que a roupa se parece muito com lingerie. Para usar modelo assim é preciso estar 100% em forma e preferir acessórios discretos, como os dela.
A atriz Anne Hathaway usa vestido ajustado da marca Dolce & Gabbana, com silhueta inspirada nos anos 1940. Mesmo sendo tomara que caia, é comportado e veste bem quase todo tipo de mulher. As estampas grandes, em tons escuros, não comprometem  Foto: Getty Images
A atriz Anne Hathaway usa vestido ajustado da marca Dolce & Gabbana, com silhueta inspirada nos anos 1940. Mesmo sendo tomara que caia, é comportado e veste bem quase todo tipo de mulher. As estampas grandes, em tons escuros, não comprometem.


A moda resgata propostas de outras décadas, mistura referências e as moderniza com informações atuais. Mas isso não impede que a inspiração principal apareça. Roupas usadas por personalidades nos principais eventos mundo afora revelam "perfume" de décadas como as de 1930, 1940, 1950, 1960 e 1970, algumas das principais fontes de inspiração para coleções atuais de estilistas e marcas. 

Dos anos 1930, por exemplo, vêm os efeitos drapeados, modelos glamourosos e assimetrias. Dos 40, as formas mais ajustadas, quando a Segunda Guerra Mundial, impôs uso de menos matéria-prima às roupas.

Já na década seguinte, as saias ganham volume com a silhueta batizada de "New Look", criada pelo estilista Christian Dior, em 1947. Os anos 1960 foram marcados pelas formas geométricas e o tubinho reinou na moda. Depois, vieram os hippies que consagraram os vestidões longos e coloridos.

Fonte:TerraModa

sábado, 11 de setembro de 2010

Você é baixinha? Saiba como acertar na escolha do look

Usar salto alto não é uma obrigação para as baixinhas. Olha a Natalie Portman de sapatilha! A atriz tem 1,60m

Lenços soltos caindo em pontas na vertical ajudam a alongar a silhueta. Sarah Jessica Parker circula bastante com o acessório. A atriz tem 1,60m

Alias, tudo o que colabore para alongar a silhueta é bem-vindo. Audrey Tautou conseguiu o efeito amarrando um lenço na cintura. A atriz tem 1,60m

Bolsas pequenas são uma boa aposta, elas evitam que você seja "engolida" pelo acessório. Rachel Bilson acertou na escolha. A atriz tem 1,60m

Looks monocromáticos são uma boa pedida e, se suas pernas aguentam, aposte nos minis, como fez Christina Ricci. A atriz tem 1,55m
Vamos combinar que baixinha significa, no Brasil, qualquer pessoa que meça menos de 1,60 m, certo? Isso posto, saiba que ser baixinha não precisa ser um drama na vida de uma mulher! Basta conhecer bem suas proporções, saber escolher o que lhe cai bem e tirar o máximo de vantagem dessa proporção. Por exemplo: mulher baixinha sempre parece mais jovem!

Vamos começar lembrando que cada corpo é um corpo e é preciso identificar o seu tipo para saber que partes devem ser realçadas e quais devem ser disfarçadas, embora alguns segredos devam ser levados em conta por todas as pessoas de baixa estatura:

. Lenços soltos caindo em pontas na vertical, listras verticais e finas, roupas com cortes secos e looks monocromáticos alongam a silhueta. Já as cores contrastantes entre a parte de cima e a de baixo cortam o corpo ao meio e diminuem a altura.

. Fuja dos babados e laçarotes que podem infantilizar a produção. Não é porque você é pequena que deve investir em roupas de criança.

. Não há necessidade de usar sempre saltos altíssimos – nem mesmo plataformas que pesam e cortam a silhueta.

. Atenção ao escolher acessórios: não precisam ser pequenos, mas não devem “engolir” sua figura. Peças muito volumosas tendem a roubar alguns centímetros, especialmente bolsas.

. Baixinhas com peito grande parecem ainda menores. Trate de usar sempre uma cor mais escura nas partes de cima de sua produção. Coletes do tipo masculino de modelagem bem simples ficam ótimos para serem usados abertos sobre camisetas ou tops.

Fonte:chic.ig.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Alta costura de hoje não vende nem perfume

 

Peças exageradas no desfile de Jean Paul Gaultier

 Independentemente das ideologias e dos fatores de exclusão, a alta costura tem sido, nos últimos anos, o espaço da moda aberto ao sonho e à fantasia, momento em que a indústria pode estimular os estilistas a criarem novas imagens de moda e novos desejos. O que se vê hoje em dia, no entanto, não passa nem perto disso.

Ao analisar a temporada de alta costura para o Verão 2010 europeu, que terminou na última quarta-feira (27), temos uma triste constatação: aqueles vestidos não vendem nem perfume! Sim, porque a gente sabe que há muito tempo a alta costura funciona como uma vitrine: ela expõe a imagem da marca para o mundo, criando o desejo de consumo na cliente, que, sem dinheiro para comprar as peças luxuosas da coleção, se realiza adquirindo um perfume ou maquiagem daquela grife. Mas eu me pergunto: será que essa imagem inspira, provoca desejo? Será que esse desfile convence alguém a comprar até mesmo um frasco perfume?

No Brasil, o termo alta costura é freqüentemente utilizado para designar o prêt-à-porter de luxo ou a “roupa de festa”, mas na verdade a alta costura é muito mais do que isso. Trata-se de uma instituição francesa que segue padrões rigidamente controlados. Assim como a regulamentação de certos alimentos ou bebidas, como o champagne, por exemplo - que só recebe esse nome se for produzido na região de Champagne -, uma roupa só pode ser considerada de haute couture se atender a rigorosos pré-requisitos. Além de ser confeccionada sob medida e à mão por profissionais altamente especializados, deve cumprir uma série de exigências estabelecidas pelo seu órgão regulador, a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne ( Câmara Sindical da Costura Parisiense) , entre elas estar estabelecido com sede própria na região do luxo parisiense e desfilar duas coleções por ano, com pelo menos cinqüenta modelos em cada uma. Isso tudo para garantir um produto de ponta da indústria, o laboratório de excelências da área da moda. O que se vê hoje, no entanto, é uma série de equívocos, embrulhados em papel de presente.

Fonte de orgulho e divisas para a nação francesa, a alta costura já foi ditadora absoluta das regras de elegância para o Ocidente. Até a década de 60 as pessoas seguiam à risca o que era estipulado pelos costureiros das maisons. Já foi também fonte de inspiração para a produção da moda desde os anos 90, quando John Galliano assumiu a Dior, transformando-a numa das principais lançadoras de tendências.


Looks apresentados por Anne Valérie Hash em Paris

Por isso é lamentável o que se viu na última estação.
 
É triste não encontrar o novo em nomes como Anne Valerie Hash – que decalcou sua coleção pífia e rock’n roll a partir de peças alheias, Stephano Rolland – com coleção de estilo genérico e irregular em seus vestidões de noite -, Christophe Josse – cuja coleção o mundo, que hoje se deseja sustentável, poderia facilmente prescindir-, ou Franck Sorbier - que, bem, não dá nem pra comentar.

É mais triste ainda ver marcas criativas derrapando feio na passarela, como foi o caso da coleção pesada de Jean Paul Gaultier com suas “palmeiras selvagens” – nada próximas à do escritor William Faulkner-, Armani Privé, com formas duras, forçadas, cafonas – e Galliano – mais do mesmo, só que cansado.

Mas o pior de tudo foi ver a imagem da Valentino, construída a duras penas e rigor milimétrico ser brutalmente maculada por uma tentativa precária de “renovação”. Apoiado por uma coleção cafona e sem criatividade, eclipsada por uma confusão técnica, que não trouxe nada de novo, o desfile decepcionou a comunidade fashionista, trazendo pessimismo para o meio.

Para quê serve a alta costura nos dias de hoje? Ainda serve para divulgar a mensagem da marca ou esta tarefa está nas mãos de Nicoles Kidmans e Audreys Tautous do cinema holywoodiano? Será que ainda vamos ter um espaço para a experimentação e a criação da moda de vanguarda ou a moda vai se transformar apenas num negócio qualquer, como fabricar barbantes? Vamos continuar observando, fazendo figa para que vença a criação.


Fonte:http://estilo.uol.com.br/moda/dicas/2010/01/29/29alta-costura-de-hoje-nao-vende-nem-perfume.jhtm

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Top 5: marcas com destaque em 2009


Louis Vuitton: é a 1ª marca de moda que aparece na renomada lista das melhores de 2009, a Interbrand. Seu lugar exato é o 16º, já que permanece entre as mais cobiçadas e copiadas. Em todas aparições de Madonna no Brasil, ela usava exemplares LV, da qual é garota-propaganda.



Chanel: mesmo clássica, influenciou ainda mais a moda em 2009 devido ao lançamento do filme "Coco antes de Chanel". Da bolsinha de matelassê e corrente 2.55 ao perfume nº 5, é sinônimo de requinte e elegância.



C&A: na Alemanha, criou a 1ª loja sustentável do mundo, a mesma que repetiu em Porto Alegre (RS), Brasil. Ainda por aqui, lançou o projeto Collection, dando o prazer para as classes B, C e D de adquirir produtos de estilistas renomados como Reinaldo Lourenço, Isabela Capeto e Amir Slama.



Melissa: ano em que completou 30 anos com a exposição Melissa Eu! Expande a cada coleção as parcerias com estilistas brasileiros e estrangeiros, e já virou codinome para qualquer sandalinha plástica. A moda estourou neste verão e, original ou não, está nos pés de muitas pessoas nas ruas. Gerou grupo de aficcionadas que se intitulam melisseiras, apaixonadas pelo lifestyle criado. Kate Moss esteve na capa e editorial da revista da marca.



Olympikus: há anos sem patrocinar clubes de futebol, acertou ao fechar parceria com o Flamengo, que acabou sendo o Campeão Brasileiro de 2009. Também comprou 1 das 6 cotas da transmissão da Rede Globo para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, no valor de R$ 81,8 milhões.


Fonte:http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=80709

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Quando a moda encontra o cinema

 Reprodução
Cenas do curta "The Lady Noir Affair", protagonizado por Marion Cotillard (assista abaixo)




 Vídeos despontamcomo o novo suporte para criação de imagens que viram referência estética

A moda nasceu descrita pela soma de enfeite, pudor e proteção. Tornou-se fenômeno social, entrou para o hall de criações artísticas e ganhou canais específicos que se prestam a divulgação e crítica de suas obras. Várias linguagens já apareceram para discutir o assunto. Tudo começou com as ilustrações, depois veio a fotografia, fazendo surgir nomes estrelados como Guy Bourdin e David LaChapelle, e agora as roupas adotam o vídeo. É a promessa de um novo caminho para produzir imagens pungentes, feitas tanto por novos cineastas quanto por grandes nomes do cinema.


As grandes grifes de luxo já perceberam a onda de vídeos como o texto não-verbal que faz trajes virarem personagens, construírem cenas e contarem histórias. No Brasil a tendência audiovisual ainda não pegou, mas algumas marcas já apostam no formato para lançar coleções, como a D´Arouche, que produz vídeos novos a cada temporada. Lá fora a francesa Chanel virou ícone da nova onda pelas boas sacadas que vão desde a edição dos bastidores de seu ateliê até filmes de ficção dirigidos por Karl Lagerfeld.

Nessa perspectiva frutífera, algumas parcerias ilustres já aconteceram. O criador de Amélie Poulain Jean-Pierre Jeunet escolheu sua musa Audrey Tatou para o último vídeo do perfume Chanel Nº 5 - e as especulações para o próximo trabalho afirmam que Martin Scorcese será o responsável pela direção.

A Dior preparou um thriller noir para uma linha de bolsas, protagonizado pela atriz Marion Cotillard . E a sequencia do filme chega em breve pelas mãos de David Lynch, que já havia armado suas câmeras para o comercial do perfume Gucci by Gucci. Na galeria ainda estão Ridley Scott, que dirigiu Thunder Perfect Mind para um lançamento do perfume da Prada, e Sofia Coppola, que foi a Paris registrar o perfume Miss Dior Cherie.

Além do povo da sétima arte atacando no mundo fashion e dos habitués da moda virando tema de filme, a tendência audiovisual ganhou representantes de peso, como a famosa jornalista Diane Pernet. Ela organizou em Paris pela segunda vez o A Shaded View on Fashion, festival dedicado a curtas-metragens pensados sobre o tema. Em sua primeira edição, o evento rodou os grandes museus do mundo em Londres, Tokyo, Roma e Seoul. Em setembro de 2009 a premiére francesa reuniu quarenta criadores para um concurso, além de gente tarimbada, como o estilista Rick Owens, os fotógrafos Steven Klein e Nick Knight, os músicos Roisin Murphy e Kim Gordon, do Sonic Youth, além da atriz Chloe Sevigny e da performer Dita Von Teese.


A produção cinematográfica de moda tem boas perspectivas pela frente e, além da discussão sobre o lugar dos fashion vídeos entre trabalhos artísticos, a tendência se anuncia como o novo rumo para o nascimento de imagens poderosas que se tornam referência no mundo contempoâneo que respira agilidade e movimento.





Fonte:http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI110315-17349,00-QUANDO+A+MODA+ENCONTRA+O+CINEMA.html

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

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O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

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