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sábado, 18 de agosto de 2012

Über-Trend: Elas se jogam no corte joãozinho


Nos últimos anos, quatro atrizes surgiram com o look de Mia Farrow em "O bebê de Rosemary". Emma Watson, que subiu muitos degraus no quesito garota de estilo com o corte, Carey Mulligan, Michelle Williams e a mais nova adepta, Anne Hathaway, na pré-estreia do novo filme do Batman. Os fios curtíssimos conferem personalidade, uma boa dose glam e, às estrelas de cinema, garantem bom volume de páginas de revistas (e blogs!) tratando do assunto.


 Não são todas as mulheres que podem usar, mas o corte fica muito bem para as de traços delicados e com o corpo em dia. Abaixo, trecho de uma matéria do arquivo do ELA, publicada em 2010, sobre o tema:


Mulheres maduras têm lutado pelo direito de deixar os cabelos longos — como vimos em matéria aqui no ELA, no último dia 13. Mas, na contramão da síndrome de Rapunzel, muitas jovens andam trilhando o caminho oposto: sem medo da tesoura. E não são poucas as adeptas do look Joãozinho. As atrizes Emma Watson e Carey Mulligan têm roubado a cena com seus novos cortes, revivendo os icônicos looks de Mia Farrow, em o "Bebê de Rosemary", Jean Seberg em "Acossado" e Twiggy no início da carreira. Até Anne Hathaway apareceu assim, só que de peruca, nas filmagens do longa "One day".

O cabeleireiro Jean Yves, craque do curtinho, ressalta que o look atualiza o estilo.

— Ele dá um toque de modernidade. A mulher se sente diferente mesmo sem mudar o guarda-roupa — diz Jean, do Club Capelli.

Ele recomenda a manutenção do corte todo mês, ou a cada dois meses, se o interesse for mantê-lo curto:

— O cabelo bem cortado cresce definido. A manutenção é para quem uer continuar com o novo formato curto.

Fonte:ELA-OGlobo

domingo, 31 de julho de 2011

Über- andrógino: O gênero neutro invade as ruas, a noite e a TV


Não chega ser um estudo antropológico, mas a matéria do Megazine do O GLOBO sobre a androginia ficou super bacana e mostra como o assunto está ficando popular saindo do glamour fashion e ganhando as telas da TV Glogo e atingindo a massa... Vamos a matéria: "O gênero neutro invade as ruas, a noite e a TV. Saiba o que os andróginos, que misturam referências masculinas e femininas, querem dizer"

Nos anos 60, representados por ícones como a modelo Twiggy, a turma da Tropicália e os cantores Mick Jagger e David Bowie, eles eram o máximo da contestação e da contracultura. Agora estão em "Malhação", nas ruas e em qualquer boate perto de você. Mas os jovens andróginos do século XXI, que cruzam referências masculinas e femininas por pura estética, mantêm pelo menos algo em comum com os "teóricos" do movimento: continuam a confundir muita gente - e a se divertir com isso.

No mundo da moda, o gênero neutro já é explorado à exaustão há décadas. Mas recentemente ganhou nova dimensão: com feições ultrafemininas, o modelo sérvio Andrej Pejic tem desfilado vestido de mulher e, é claro, de homem, como ocorreu no último Fashion Rio. E o reverso da moeda também já rola: a brasileira Carla Monfort, de 19 anos, da agência Oca Models, chamou a atenção na São Paulo Fashion Week ao usar roupas masculinas na passarela. 

- Apenas sou assim. Gosto de looks masculinos e femininos, depende do humor. (A busca da) liberdade foi o motivo para eu curtir brincar com esse visual. O biotipo ajuda - ela diz. 

Andrej contou em entrevista coletiva no Rio que a razão pela qual prefere desfilar vestido de mulher é "o glamour": 

- Prefiro as roupas femininas. Até à praia vou de biquíni! 

O mundo fashion os glamouriza. A militância LGBT tem até uma maneira de se referir a el@s - assim mesmo, com essa arroba no lugar do "a" e do "e", num claro recado: cada um escolhe o gênero que quiser. Nas ruas, porém, o papo é outro. Muitos andróginos ainda são vítimas de xingamentos e agressões.

Mas isso está mudando. Até a TV já discute o tema com naturalidade. Nesta temporada de "Malhação", Duda, vivida por Nathalie Jourdan, de 18 anos, é uma menina de cabelos curtos, roupas largas e jeito de moleque, que confundiu uma personagem, atraída por ela. Duda foi descrita pela garota como "o cara mais legal que já conheci". 

Em Hollywood, a atriz Evan Rachel Wood, de 23 anos, surpreendeu com um visual andrógino no lançamento da nova temporada de "True Blood", em junho. Ela vestia colete com decote, sem camisa, calça de alfaiataria e suspensórios. 

- Cresci apaixonada pelo David Bowie. Sempre gostei muito de coisas andróginas. Estou constantemente mudando e crescendo. Apenas tento manter o mistério. E espero que as pessoas não me apontem dedos - disse numa entrevista recente. 

Para a antropóloga Mirian Goldenberg, já não há transgressão na androginia. Mirian compara a atual geração com o cartunista Laerte, que recentemente, aos 60 anos, expôs seu lado crossdresser. Ele apareceu na mídia vestido de mulher e revelou que frequenta clubes onde troca experiências com outros homens que fazem o mesmo. 

- Laerte está militando com o corpo, ele quer mostrar que identidade sexual é algo que se constrói, ao passo que os jovens de hoje estão apenas exercendo seu gosto, que diz: "tanto faz o que a sociedade admite. Isso é o que eu sou". 

Que o diga o artista cearense Daniel Peixoto, de 26 anos, ex-membro da dupla de electropunk Montage e atualmente DJ e performer em Berlim. 

- Acho interessante a provocação. Um rapaz que parece mulher é sempre curioso. Mesmo inconscientemente, nós, jovens, fazemos uma revolução social, ao sermos autênticos e livres - diz o músico, que tem um filho de 2 anos ("espero que ele me aceite") e já namorou homens e mulheres. 
 
Outro performer da noite, o carioca Flávio Ghidalevich, conhecido por seu alter ego Miss Playmobil, lembra que já aos 14 anos se percebeu diferente e sofreu por não ser como a maioria na escola. 

- Sempre fui apontado. Apesar de não ir montado à escola, tinha um lado feminino forte. Se você é um roqueiro heterossexual e se monta com cabelão e calça de couro apertada, as pessoas o respeitam. Mas, se você é delicado, isso incomoda. Nunca fiz nada para chocar. Acho natural me vestir assim. 

A editora jovem do portal inglês WGSN, Laura Jane, crê que a tendência é que cada vez mais gente ache natural: 

- Já não se tacham mais produtos e roupas como estritamente masculinos ou femininos. Pensarmos em um gênero neutro permite que nos livremos de ideias preconcebidas e sejamos aceitos por nossos méritos.
Essa é a principal busca de garotos e garotas andróginos que encontramos nas ruas do Rio. 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/megazine/mat/2011/07/04/o-genero-neutro-invade-as-ruas-noite-a-tv-saiba-que-os-androginos-que-misturam-referencias-masculinas-femininas-querem-dizer-924834031.asp#ixzz1TiLXLUfJ
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sábado, 4 de junho de 2011

über-divine: The Icons... Audrey Hepburn, Michael Jackson, Twiggy, Gracie Jones...




über-iconized - Olhando para o futuro, sem esquecer o passado como fonte de inspiração, a primeira edição da revista Virgine recria aspecto icônico, com a ajuda de dez fotógrafos e vinte modelos. De Audrey Hepbern a Grace Jones, fotógrafos Hugh Lippe, Bjarne Jonasson, Seiji Fujimori, Ryan Yoon, Tim Zaragoza, David Ribeiro, Sebastian Mader, Rony Shram, Chek Wu e Erik Swain capturam nomes como Tiiu Kuik, Iekeliene Strange, Natalie Keyser em ​​papéis masculinos e femininos.

über-divine²!
Fábio Monnerat

quarta-feira, 9 de março de 2011

As mulheres que revolucionaram o universo fashion

Sei que essa coisa de mês da mulher tem todo um valor simbólico, embora eu prefira achar que todo esse sentimento feminista não passe de algo saudosista... Depois de anos lutando por igualdade e espaço, as mulheres conseguiram se tornar parte indispensável no avanço da sociedade. E um dos setores mais beneficiado por elas foi a moda. Por isso, nesse mês de março, nada mais justo que homenagear aquelas que revolucionaram o universo fashion. Confira:

Coco Chanel


Coco Chanel conseguiu tornar indispensáveis no guarda-roupa feminino peças como: o colar de pérolas, o tailleur, o cardigã, a bolsa de corrente dourada, o vestido tubinho preto e as litras navy. Ela buscou levar ao vestuário da mulher itens emprestados da estética masculina, procurando valorizar o conforto. Coco também foi a primeira estilista a dar seu próprio nome a uma fragrância, a Chanel nº 5, que se tornou febre pelo mundo por ser, de acordo com ela mesma, “um perfume de mulher com cheiro de mulher”. A estilista libertou as mulheres da moda imposta no século 1920 e, desde então, imortalizou o clássico, elegante e sofisticado “estilo Chanel”. Quando faleceu, em 1971, aos 87 anos, ela ainda trabalhava incansavelmente em uma nova coleção.

Audrey Hepburn


A atriz, ícone dos anos 1950, virou referência de beleza e é admirada e copiada pelas mulheres até hoje. Audrey levou à moda a prova de que a elegância, o charme e a feminilidade podem estar diretamente ligados a simplicidade. Ela foi responsável por inserir o cocktail dress e as sapatilhas em ocasiões mais especiais e, por causa de seu estilo único, foi musa da grife Givenchy, que produziu o atemporal vestido preto usado por Hepburn no filme Bonequinha de Luxo (1961).

Twiggy


Ela nasceu Lesley Hornby e se tornou Twiggy, a primeira top model do mundo, no início da década de 1960. Além de ícone fashion, ela é reconhecida por popularizar a moda, sendo um dos primeiros ídolos de massa dessa área. Twiggy fez toda a diferença de sua época justamente por ir na contramão dos padrões de beleza dos anos anteriores, que exaltavam mulheres baixas e cheias de curvas, como Marilyn Monroe. Assim, com seus cabelos curtos, sua beleza andrógina e sua silhueta magérrima, ela revolucionou as passarelas

Miuccia Prada


Miuccia Prada, de 61 anos, é formada em ciências políticas e ex-militante do Partido Comunista Italiano. Ela herdou da família a Prada, que até então era uma marca produtora de bagagens, e a transformou em uma das maisons mais consagradas do mundo. Miuccia consegue entender o que as mulheres querem para as próximas estações antes de qualquer outra pessoa, e, assim, transforma tudo o que faz em tendência. Mas, por mais feminina que seja a Prada, a estilista procura sempre fugir das coleções sensuais, e busca fazer uma moda intelectual, para mulheres inteligentes, bem informadas e inovadoras, com roupas retas e com cortes muito bem definidos. Praticamente um auto-retrato de si mesma.

Vivienne Westwood


Se Londres é considerada a capital da moda rock n´ roll Vivienne Westwood é, definitivamente, uma das maiores responsáveis por isso. Ao se casar com Malcom McLaren, nos anos 1960, a estilista fundou a marca Let it Rock, que buscava atingir negros e rockers e trazia ousadas roupas em couro, com frases eróticas. Com essas roupas Vivienne vestiu a principal banda da história punk, o Sex Pistols, que era produzida por McLaren, e assim, ganhou o mundo. Hoje, Vivienne é reconhecida como maior representante da moda inglesa e produz coleções excêntricas e provocadoras, que criticam a política e a sociedade. Ela está presente no line up inglês e no parisiense e apresenta roupas com muito preto, vermelho, couro, xadrez, que buscam sempre expressar seu ideais.

Maria Cândida Sarmento


A alagoana Maria Cândida Sarmento, falecida em 2002, fundou, junto com sua amiga Malba Pimentel de Paiva, uma das grifes mais tradicionais do circuito brasileiro de moda, a Maria Bonita. Maria Cândida nunca teve uma formação específica na área, mas adorava costurar e foi buscar nisso sua profissão. Assim, criou sua primeira butique em Maceió, a Pretinha, uma miniconfecção que também revendia produtos vindos do Sudeste e que fazia muito sucesso na cidade. Mas foi mesmo com a Maria Bonita, nos anos 1970, que a estilista ganhou o país. O ideal de Maria Cândido sempre foi criar uma moda com suas próprias referências e nunca deixou o regionalismo e o estereótipo nordestino ditar o caminho de suas criações. Com isso, ela ganhou o gosto feminino com suas linhas minimalistas, seus cortes perfeitos e seus blazers sofisticados.

Diane Von Furstenberg


A belga Diane Von Furstenberg é ex-princesa e já foi rotulada como “a mulher mais poderosa depois de Coco Chanel”, isso porque a estilista, aos 28 anos, chegou a vender cinco milhões de wrap-dresses, ou vestidos envelopes, sua maior criação. O vestido consagrou Diane para o mundo por ser uma peça coringa, que fica bem em qualquer tipo de mulher. O modelo é considerado um símbolo de liberdade e poder feminino numa época em que o jeans era a peça-chave de uma moda que visava a igualdade entre os sexos. Atualmente, com 64 anos, a estilista é parte essencial da história do universo fashion e serve de inspiração para diversas outras grifes.

Gisele Bündchen


Os padrões de passarela podem ser divididos em antes e depois de Gisele Bundchen. A modelo é considerada a primeira top brasileira da história e ganhou o mundo com sua revolução no jeito de andar, no comportamento informal durante os desfiles e por ter estabelecido um outro tipo de beleza nos castings. Gisele, em 2000, foi premiada como a “Modelo do Ano” pela Vogue, e como “A Garota Mais Linda do Mundo” pela revista Rolling Stone, e há cinco anos é topo da lista das modelos mais bem pagas do mundo. Ela ainda foi a primeira a ser rotulada como über model, que a eleva a um patamar diferente das tops. A gaúcha ainda carrega na bagagem ensaios, campanhas e desfiles para as principais grifes do mundo, como: Valentino, Tommy Hilfiger, Chloe, Céline, Versace, Dior, Michael Kors, Ralph Lauren, Victoria´s Secret, e Dolce & Gabbana.
 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Marks & Spencer taz Ana Beatriz Barros e Twiggy

 

A loja de departamentos britânica Marks & Spencer apostou no bom humor – e em nomes de peso – para sua campanha de fim de ano. No vídeo promocional de natal, a modelo Twiggy, ícone dos anos 60, aparece dançando em paródias de diversas músicas ao lado da top Ana Beatriz Barros. A brasileira reproduz uma cena do clipe de “Single Ladies”, de Beyoncé. As cantoras Dannii Minogue e VV Browne a modelo Lisa Snowdon também participam do vídeo. Confira abaixo:

 
Fonte:GNT 

domingo, 24 de outubro de 2010

Uma viagem pelas capas da Vogue Paris

vogue1 História da Moda através das capas da revista Vogue fotos
Capa da Vogue Paris - nº1

vogue12artnouveau História da Moda através das capas da revista Vogue fotos
Capa da Vogue Paris - 1924

vogue34 História da Moda através das capas da revista Vogue fotos
Capa da Vogue Paris - 1936

vogue44 História da Moda através das capas da revista Vogue fotos
Capa da Vogue Paris - 1932

Capa da Vogue Paris - 1936

Capa da Vogue Paris - 1938

Capa da Vogue Paris - 1939

Capa da Vogue Paris - 1950

Capa da Vogue Paris - 1951

Capa da Vogue Paris - 1960

Capa da Vogue Paris - 1962 - Catherine Deneuve

Capa da Vogue Paris - 1962 - Audrey Hepburn

Capa da Vogue Paris - 1967 - Twiggy

Capa da Vogue Paris - 1968 - Verushka

Capa da Vogue Paris - 1969 - Jane Birkin

Capa da Vogue Paris - 1970 - Charlotte Rampling

Capa da Vogue Paris - 1971 - Brigitte Bardot

Capa da Vogue Paris - 1972 - Marilyn Monroe

Capa da Vogue Paris - 1973 - Verushka

Capa da Vogue Paris - 1974 - Catherine Deneuve

Capa da Vogue Paris - 1977 - Caroline de Mônaco

Capa da Vogue Paris - 1982 - Brooke Shields

Capa da Vogue Paris - 1983 - Caroline de Mônaco

Capa da Vogue Paris - 1984 - Jerry Hall

Capa da Vogue Paris - 1986 - Stephanie de Mônaco

Capa da Vogue Paris - 1987 - Cindy Crawford

Capa da Vogue Paris - 1988 - Naomi Campbell

Capa da Vogue Paris - 1989 - Isabella Rosselini

Capa da Vogue Paris - 1990 - Linda Evangelista

vogue 139 1990 História da Moda através das capas da revista Vogue fotos
Capa da Vogue Paris - 1990 -com as SuperModels da década de 1990

Capa da Vogue Paris - 1991 - Nadège Dubospertus

Capa da Vogue Paris - 1992 - Karen Mulder

Capa da Vogue Paris - 1993 - Claudia Schiffer

Capa da Vogue Paris - 1994 - Uma Thurman

Capa da Vogue Paris - 1995 - Nadja Auerman

Capa da Vogue Paris - 1996 - Carolyn Murphy

Capa da Vogue Paris - 1997 - Karen Elson

Capa da Vogue Paris - 1998 - Eva Herzigova

Capa da Vogue Paris - 1999 - Gisele Bündchen

Capa da Vogue Paris - 2000 - Ana Claudia Michels

Capa da Vogue Paris - 2002 - Claudia Schiffer

Capa da Vogue Paris - 2003 - Sophie Marceau

Capa da Vogue Paris - 2004 - Madonna

Capa da Vogue Paris - 2005 - Kate Moss

Capa da Vogue Paris - 2006 - Sharon Stone

Capa da Vogue Paris - 2007 - Drew Barrymore


Capa da Vogue Paris - 2007 - Natasha Poly


Capa da Vogue Paris - 2007 - Gisele Bündchen
Capa da Vogue Paris - 2008 - Lara Stone

 
Capa da Vogue Paris - 2009 - Stéphanie de Monaco

Capa da Vogue Paris - 2009 -Scarlett Johansson

vogue-paris-isabeli
Capa da Vogue Paris - 2009 - Isabeli Fontana



Capa da Vogue Paris - 2010 Meryl Streep, Julianne Moore, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Naomi Watts, Penélope Cruz

Capa da Vogue Paris - 2010 - Lara Stone

No mês dos 90 anos de uma das revistas mais importantes do moda do mundo, decidimos fazer essa viagem no tempo e selecionamos algumas das principais capas que contam um pouco dessa história poderosa e eterna.
 
Gisele Bündchen na primeira Vogue Paris (abril/11) pós Carine Roitfeld e a primeira da era Emmanuelle Alt. 

Salve a Vogue Paris!

Fábio Monnerat.

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

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