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sábado, 6 de abril de 2013
domingo, 7 de outubro de 2012
Über-Curti o "Free Spirit" do verão 2013 da Handbook
Envolvida pela atmosfera divertida, jovem e aventureira que sugere a estação mais quente do ano, a Handbook traz a essência da liberdade na composição do seu Verão 2013. A coleção Free Spirit chega em total sintonia às principais tendências da temporada, do casual ao high fashion.
O comportamento livre e original da juventude que marcou a década de 70
aparece em peças confortáveis, com tecidos leves, estampas étnicas,
coordenadas com acessórios, como maxicolares, sandálias, bolsas
coloridas e mix de pulseiras, considerados os hits da estação.
Na cartela de cores, tons pastel e candy colors - como menta,
rose, azul claro e nude - combinam com os mais intensos e profundos,
como pink, coral, marinho e verde. Além dos metalizados bronze e dourado
em peças para a noite, que figuraram no inverno e continuam fortes no
verão.
Eu conheço a Handbook faz muito pouco tempo, mas ando bastante interessado em sua moda jovem e solar. A marca não é inovadora e nem faz nada de surpreendente, acho que eles não possuem essa pretenção. Mas eles fazem uma moda comercial super bem feita, com uma energia boa, uma roupa que você tem vontade de usar para sair de casa, se divertir e mostrar.
Eu ainda não usei nada da grife, mas gostei muito dessa coleção. Adorei as t-shirs, as bermudas, as estampas. A coleção feminina também é super fofa e bacana... Enfim uma marca que eu quero usar e acho que todos os antenados precisam ter/conhecer.
Para conhecer mais sobre a Handbook acesse www.hbf.com.br
Fábio Monnerat
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Maria Bethânia é fashion, bebê!



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Maria Bethânia é uma das artistas mais completas do Brasil, quando digo artista é para deixar bem claro que sua arte vai além da música. Bethânia é cantora, atriz, poeta e o que mais ela quiser...
Hoje achei umas fotos da cantora em editoriais das décadas de 60 e 70 e vi como a força e a figura de Bethânia são mais fortes que o conceito raso e único do que chamamos de "beleza"... Mas isso é um papo pra lá de filosófico e que não vem ao caso. Bethânia está além de conceitos que se esvaziam. Bethânia é atemporal.
As fotos são antigas, mas os looks são super atuais, podemos ver várias tendências como androgenia, étnico, alfaiataria, tropicalismo... Enfim, tem até o topetão que tempos depois a Amy Winehouse trouxe de volta a cena vemos em uma das fotos.
Para ilustrar essa matéria ainda achei um trecho da matéria “21 mulheres para o novo século” da Vogue Brasil nº 261 / Ano: 2000
“Verdade seja dita: Bethânia é uma pessoa tão marcante, mas tão marcante, que a sua personalidade já não é exclusividade dela mesma.Todo o mundo, em algum momento da vida, tem direito a ser Maria Bethânia. Direito não: necessidade. Digamos que você está vivendo um grande amor, desses em que as coisas se complicam não por falta, mas por excesso de emoções. Pra segurar uma onda dessas, só descendo uma Maria Bethânia. Você ajeita o longo e negro cabelo ondulado (mesmo que ele seja curto, loiro e liso), usa a voz mais grave, mais sincera (mesmo que a sinceridade, no caso, seja a de Maria Bethânia, não a sua), cita versos da forma mais sentida do mundo e pronto: tudo ganha uma dignidade nova. A passionalidade deixa de ser um empecilho. E o drama passa a ser bem-vindo."
Para fechar essa matéria/homenagem segue mais um trecho da Vogue: "Se você ainda não foi Maria Bethânia nesta vida, seja hoje mesmo. Faz bem pra alma.”
Fábio Monnerat
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Über-homem: Saint of me...
Jack Pierson - Photographer - Miles McMillan - Model
über-curti esse editorial da Another Man Magazine, tem toda uma pegada anos 70'... Ok, que é muito estiloso para a grande maioria dos homens, eu me encaixo nesse grupo, mas não podemos negar que a ideia é muito boa e que podemos captar alguns elementos super interessantes para montar nosso look.
Mais do que na hora de começarmos a ousar, já chega de dizer que a moda masculina não muda... Se joga no fashion!
Fábio Monnerat
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
As mudanças da moda jovem ao longo dos anos
Na década de 50, a moda entre os jovens era usar trajes confortáveis, que não atrapalhassem nos movimentos da dança.
Audrey Hepburn era um dos ídolos da década de 50 e seus trajes femininos foram bastante copiados.
O futurismo do filme Barbarella marcou a década, assim como os trajes de vinil
No início da década de 60, os trajes eram retos e com forma geométrica, como este vestido usado por Jane Fonda, que tornou-se ícone após o filme Barbarella, da mesma década.
O uso de plástico (vinil) e brilho passaram a ser vistos na moda nos anos 60, lembrando o futurismo
A onda hippie dominou a moda entre os jovens da década de 70, que protestavam contra a Guerra do Vietnã. Calças boca de sino, colares, batas etc marcaram a época.
A transição entre as décadas de 70 e 80 foi marcada pela era disco. Watusi, cantora brasileira, chegou a se apresentar no exterior usando um macacão de lurex, material que fazia sucesso na época e era usado por jovens de todo o mundo. No Brasil, o fashion era combinar meias de lurex com sandálias de plástico.
A transição entre os anos 70 e 80 também teve influências da onda punk inglesa, sendo marcada pelo uso de couro, tachinhas e cabelos coloridos.
O visual da banda inglesa Sex Pistols foi muito copiado pelos jovens no início dos anos 80
Ombreiras, blusas de duas cores, jeans de cintura alta, entre outros, marcaram a moda dos anos 80, como mostrou o filme Curtindo a Vida Adoidado, de 1986.
A sobreposição de peças distintas, bijuterias, texturas etc também foi característico dos anos 80. A tendência foi copiada pelos fãs de Madonna, ídolo da época.
O grunge mostrou a influência da música na moda. Jovens usavam camiseta com logotipo de bandas, camisa xadrez e calça larga tipo skatista.
A primeira década de 2000 foi marcada pela influência do funk na moda. Calça justa de cintura baixíssima, como a da marca Gang, conquistaram o mundo das celebridades e dos jovens. Até Britney Spears adotou.
As jovens de hoje em dia usam vestidos curtos e justos para ir à balada.
A banda Restart, com seu visual colorido, no melhor estilo color blocking, tem sido bastante imitada. A mistura de cores ganhou as ruas principalmente entre os mais jovens.
A moda entre os jovens se transformou com o passar dos anos, representando as alterações de cada tempo e cada geração. Geralmente, as tendências são apresentadas pelos ídolos dos jovens, que acabam copiando os modelistos usados.
Na década de 50, com o surgimento do rock 'n' roll, os jovens passaram a usar trajes que os permitiam dançar com conforto. Para elas, saias rodadas e camisetas. Para eles, ternos ajustados ou jeans e camiseta. Ídolos como James Dean, com seu jeans surrado, camiseta branca e jaqueta de couro, e Elvis Presley e Audrey Hepburn, com seu visual romântico e delicado, eram os ícones da época.
Os anos 60 revolucionaram a moda e os jovens, claro, foram os primeiros a aderir às novidades. No início da década, as roupas eram retas, com traços geométricos. Jane Fonda, no filme Barbarella, levou para as ruas peças um pouco mais ousadas. Neste período, surgiu também o brilho e o vinil, que passaram a fazer parte de alguns trajes de maneira discreta, mas deixando as peças com ares futuristas. Mary Quant inventou a minissaia, que era realmente pequena e media 30cm, revolucionando a moda. A peça era usada com camisetas e botas.
A Guerra do Vietnã aconteceu entre os anos de 1959 e 1975. E a transição entre os anos 60 e 70 ficou marcada pelo surgimento do movimento hippie, que defendia o fim da guerra e a manutenção da paz. Jovens de todo o mundo deixaram os cabelos crescer e passaram a usar calça boca de sino, saias longas, camisetas, coletes, diversos colares longos, alpargatas, faixas e flores nos cabelos e roupas artesanais de couro, camurça e crochê, além de peças tingidas no estilo tie-dye.
No fim da década de 70 e no início dos anos 80, a moda jovem foi tomada pela inspiração punk inglesa, que trazia trajes de couro e tachinhas metalizadas. Os cabelos coloridos e o penteado moicano também fizeram, literalmente, a cabeça de muita gente. A discoteca marcou a época, com os trajes ajustados, ainda com boca de sino, e muito lurex dando brilho aos modelitos. No Brasil, a moda era usar meias de lurex com sandálias de plástico, como pregava a novela Dancing Days.
Nos anos 80, houve muita mistura: os jovens usavam jeans de cintura alta e modelagem ampla (a famosa calça baggy), camisetas compridas, ombreiras, peças coloridas, além de mesclarem rendas, sobreposições, polainas etc. Madonna, Cindy Lauper, Michael Jackson, entre outros, eram os ídolos mundialmente conhecidos. No Brasil, Xuxa lançou a moda da overboot, que atualmente voltou à moda.
Os anos 90 foram marcados pela influência da música na moda, mais uma vez. O grunge passou a ser sucesso e jovens de todo o mundo adotaram o visual, usando camisas xadrezes por cima de camisetas com logotipo de bandas, calças largas, estilo skatista e um ar "desleixado-arrumadinho". Para elas, baby look e calças de cintura baixa fizeram sucesso, além do tênis Keds, que foram combinados a saias, calças e bermudas.
A primeira década de 2000 foi marcada pelo uso de calças de cintura baixíssima e, no Brasil, pelo funk, que passou a ser sucesso nas rádios. Trajes justos, marcando o corpo foram o hit da década, sem perder o conforto.
Ainda seguindo os ídolos, os jovens de atualmente não têm medo de ousar e brincam com as cores, em tendência conhecida como color blocking, usada pela banda Restart e como marcou a passagem de Fiuk pela novela Malhação, em 2010. Shorts com meia-calça, renda, xadrez e vestidos curtos são vistos pelas meninas nas baladas.Fonte:TerraModa
Na década de 50, com o surgimento do rock 'n' roll, os jovens passaram a usar trajes que os permitiam dançar com conforto. Para elas, saias rodadas e camisetas. Para eles, ternos ajustados ou jeans e camiseta. Ídolos como James Dean, com seu jeans surrado, camiseta branca e jaqueta de couro, e Elvis Presley e Audrey Hepburn, com seu visual romântico e delicado, eram os ícones da época.
Os anos 60 revolucionaram a moda e os jovens, claro, foram os primeiros a aderir às novidades. No início da década, as roupas eram retas, com traços geométricos. Jane Fonda, no filme Barbarella, levou para as ruas peças um pouco mais ousadas. Neste período, surgiu também o brilho e o vinil, que passaram a fazer parte de alguns trajes de maneira discreta, mas deixando as peças com ares futuristas. Mary Quant inventou a minissaia, que era realmente pequena e media 30cm, revolucionando a moda. A peça era usada com camisetas e botas.
A Guerra do Vietnã aconteceu entre os anos de 1959 e 1975. E a transição entre os anos 60 e 70 ficou marcada pelo surgimento do movimento hippie, que defendia o fim da guerra e a manutenção da paz. Jovens de todo o mundo deixaram os cabelos crescer e passaram a usar calça boca de sino, saias longas, camisetas, coletes, diversos colares longos, alpargatas, faixas e flores nos cabelos e roupas artesanais de couro, camurça e crochê, além de peças tingidas no estilo tie-dye.
No fim da década de 70 e no início dos anos 80, a moda jovem foi tomada pela inspiração punk inglesa, que trazia trajes de couro e tachinhas metalizadas. Os cabelos coloridos e o penteado moicano também fizeram, literalmente, a cabeça de muita gente. A discoteca marcou a época, com os trajes ajustados, ainda com boca de sino, e muito lurex dando brilho aos modelitos. No Brasil, a moda era usar meias de lurex com sandálias de plástico, como pregava a novela Dancing Days.
Nos anos 80, houve muita mistura: os jovens usavam jeans de cintura alta e modelagem ampla (a famosa calça baggy), camisetas compridas, ombreiras, peças coloridas, além de mesclarem rendas, sobreposições, polainas etc. Madonna, Cindy Lauper, Michael Jackson, entre outros, eram os ídolos mundialmente conhecidos. No Brasil, Xuxa lançou a moda da overboot, que atualmente voltou à moda.
Os anos 90 foram marcados pela influência da música na moda, mais uma vez. O grunge passou a ser sucesso e jovens de todo o mundo adotaram o visual, usando camisas xadrezes por cima de camisetas com logotipo de bandas, calças largas, estilo skatista e um ar "desleixado-arrumadinho". Para elas, baby look e calças de cintura baixa fizeram sucesso, além do tênis Keds, que foram combinados a saias, calças e bermudas.
A primeira década de 2000 foi marcada pelo uso de calças de cintura baixíssima e, no Brasil, pelo funk, que passou a ser sucesso nas rádios. Trajes justos, marcando o corpo foram o hit da década, sem perder o conforto.
Ainda seguindo os ídolos, os jovens de atualmente não têm medo de ousar e brincam com as cores, em tendência conhecida como color blocking, usada pela banda Restart e como marcou a passagem de Fiuk pela novela Malhação, em 2010. Shorts com meia-calça, renda, xadrez e vestidos curtos são vistos pelas meninas nas baladas.Fonte:TerraModa
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Rock
domingo, 26 de junho de 2011
über-curti: Secret Garden - hippie/60' &70's
Com a tendência anos 70' mega em alta esse aditorial traz ótimas ideias para entrar no clima da fase mais color e feliz da moda no século passado... Se joga!
Fábio Monnerat
Credits
Photography – Brandon Showers
Styling – Jacqueline Nguyen
Art Director – Lyndzi Trang
Make up – Sharon Tabb for Face Atelier
Hair – Lucie Doughty for Paul Mitchell
Model – Eva @ Envy Model Management
Photography – Brandon Showers
Styling – Jacqueline Nguyen
Art Director – Lyndzi Trang
Make up – Sharon Tabb for Face Atelier
Hair – Lucie Doughty for Paul Mitchell
Model – Eva @ Envy Model Management
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
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