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domingo, 18 de setembro de 2011

Über-green: Esthetica a moda ECO marca presença na London Fashion Week

O movimento "Esthetica" reúne estilistas e grifes que se comprometem com ao menos um dos três principais valores pregados pelo BFC: comércio justo, ética na cadeia produtiva e utilização de materiais recicláveis.
Entre os destaques estão as bolsas produzidas com retalhos e sobras de tecidos  Foto: Ulisses Neto/Especial para Terra
Alguns estilistas criaram peças que se decompõem no solo  Foto: Ulisses Neto/Especial para Terra
Os acessórios também foram feitos com materiais reutilizados, como sacas de café  Foto: Ulisses Neto/Especial para Terra
Entre os destaques estão as bolsas produzidas com retalhos e sobras de tecidos e sacas de café
Eu não gosto muito de falar sobre as semanas de moda, pois todos já estão falando e acaba ficando um blá, blá, blá... Mas quando o assunto é Eco Fashion eu não resisto - amo e creio nesse novo jeito de ver/pensar a moda.

Infelizmente ainda vemos que o mundo fashion é atacado frequentemente por atitudes politicamente incorretas, como o uso de peles de animais (couro de vaca e outros animais que vão para o abate de carne eu não sou contra, afinal de contas, as pessoas não vão parar de comer carne... Não faz sentido jogar as peles no lixo e usar material sintético, não é?), o incentivo as modelos cada vez mais magras e ainda a exploração de mão-de-obra barata na cadeia produtiva (por quase todas as marcas). Para tentar combater essa imagem e os supostos desvios de conduta, o Comitê de Moda Britânico (BFC, na sigla em inglês) lançou o movimento batizado de "Esthetica".

A iniciativa reúne estilistas e grifes que se comprometem com ao menos um dos três principais valores pregados pelo BFC: comércio justo, ética na cadeia produtiva e utilização de materiais recicláveis. Dezenove designers e marcas aderiram ao movimento neste ano e estão apresentando suas criações na London Fashion Week, coleção primavera/verão 2012.

Entre os destaques estão as bolsas produzidas pela Lost Property of London com retalhos e sobras de tecidos. Os acessórios também são feitos com materiais reutilizados, como sacas de café. A Soil Association, por sua vez, apresenta peças orgânicas como capas de chuva e casacos. Algumas criações da marca se decompõem completamente no solo.

A estilista Eva Zingoni expõe o que chama de "costura sustentável", com uma coleção que utiliza como matéria-prima tecidos de luxo reciclados. Para a diretora-executiva da BFC, o movimento "Esthetica" tem se fortalecido a cada ano e reflete o apoio da indústria da moda ao design sustentável.

A liderança dessa iniciativa mostra a ética no mundo fashion, aliada a qualidade e diversidade. Por isso, a exibição dos estilistas envolvidos no "Esthetica" pode ser considerado um dos pontos altos da London Fashion Week.

Über-adoro!

Fábio Monnerat 

Fonte:TerraModa

domingo, 13 de março de 2011

über-green: A História do eco fashion

 
 
A sustentabilidade tem sido um tema cada vez mais discutido, e vem sendo adotada por muitas empresas que começam a olhar para os problemas sociais e ambientais que enfrentamos em nosso planeta. É com esta preocupação e com o objetivo de solucionar o tais problemas, que nasce a ideia de moda sustentável.

Para entender melhor as chamadas “Questões Verdes” temos que pensar um pouco sobre o surgimento do tema. Com início na década de 50 com a introdução do Ar Limpo (1956 e 1968) e os anos 60, quando o ambientalismo atingiu de fato moda através do estilo e pensamento hippie. Nesta década houve também a publicação em massa da causa ambiental. Mas foi nos anos 70 que estas questões começaram a surgir no cenário governamental em 1972 com o Limits to Growth Report. e a Conferência de Estocolmo. Este período coincidiu com a opinião pública forte do meio ambiente, já que esta foi na década em que o Greenpeace foi fundado. O Livro Verde da Comissão Européia e o Livro Verde sobre o Ambiente Urbano (1990) foi o ponto de partida no despertar ambiental. Em 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), estabeleceu uma série de diferentes iniciativas para promover a aceitação de desenvolvimento sustentável no mundo inteiro.

A moda como uma das maiores indústrias de produção e consumo, não podia estar fora dessa tendência sustentável. Acredito que para a indústria da moda a idéia ecológica seja uma questão óbvia, visto que a moda se faz através do pensamento coletivo. Hoje vivemos uma intensificação progressiva do pensamento dos jovens dos anos 70 , onde o eco fashion deixa de ser um assunto de grupos alternativos passando a ser tema inserido no dicionário fashion .

A onda eco fashion está começando a ocupar papel de destaque no cenário da moda, principalmente, porque deixou de ser produzida por marcas desconhecidas e ganhou etiquetas de grifes renomadas e a atenção de grandes estilistas como Stella McCarteney , Phillip Lim. Outros estilistas como Oscar de la Renta, Anna Cohen, John Patrick Organic, Linda Loudermilk, e marcas de vestuário e calçado como Patagonia, Armani e Levis são exemplos de moda mais sustentável com linhas de algodão orgânico e materiais ecológicos inovadores, como fibras têxteis de bambú, pó de café, milho e algas, nas suas coleções, mostrando que roupas e acessórios que contribuem para a preservação do planeta estão na moda. Outro exemplo do sucesso desta tendência foi o lançamento de uma bolsa de algodão orgânico da estilista Anya Hindmarch em 2007. “I’m not a plastic bag” (Não sou um saco de plástico). Foi um sucesso de vendas em supermercados na Inglaterra.

A moda sustentável tem servido de veículo de difusão de uma nova consciência social e ambiental. Ali Hewson e o cantor Bono, da banda irlandesa U2, criaram em 2005, a EDUN, uma marca de roupas com tecidos orgânicos produzidos por comunidades locais da África. A EDUN assume a responsabilidade social e ética da marca através da criação de negócios e emprego sustentável e do compromisso com os princípios do comércio justo nos países em vias de desenvolvimento, particularmente na África Sub-Sahariana. As T-shirts produzidas pela marca são em algodão orgânico, 100% biodegradáveis. A marca EDUN está presente na Índia, Perú, Tunísia, Quénia, Lesoto, Ilhas Maurícias e Madagáscar.

A moda ecológica pode também refletir a adoção de comportamentos e estilos de vida mais sustentáveis das sociedades atuais. Na Europa e nos Estados Unidos, as marcas de vestuário e calçado, especializadas em moda ecológica, estimulam a criação de comunidades de consumo mais sustentável como a Organic Avenue, em Nova York.A marca inglesa Marks & Spencer e a japonesa Uniqlo apostaram em campanhas para incentivar os seus consumidores a reciclar e reutilizar roupas usadas. Os materiais em bom estado de conservação descartados pelos consumidores são enviados para doação a campos de refugiados em países em desenvolvimento. O restante é transformado em novas fibras têxteis, utilizadas para sistemas de isolamento térmico industrial ou convertidos em matéria-prima para produção de energia. Em troca, os consumidores ganham vouchers de desconto para utilizar em novas compras.

O que vemos, portanto é que a sustentabilidade está mesmo na moda e é fruto da busca de todo ser humano que em seu dia-a dia procura manter o equilíbrio do ecossistema através de suas atitudes, tomando iniciativas críticas e inovadoras para criação de uma sociedade ambientalmente sustentável!
 
Fonte:modaecologica.blogspot.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

über-green: Projeto LENY reúne fashionistas em prol da ecologia

Que a sustentabilidade tem sido um bom mote para grifes do universo do luxo venderem mais e agregarem valor às suas marcas atrelando o espírito delas a um lifestyle ecologicamente correto, todo mundo sabe. Vários hotéis (com direito à associação americana Green Hotels), restaurantes e até discotecas (como a novaiorquina Greenhouse) já descobriram o poder do “verde” e têm explorado esse elemento como um diferencial. Grifes de joias como Chopard e Boucheron têm lançado linhas de alta joalheria em que parte da renda é revertida para instituições como a WWF e a One Drop. Arquitetos, designers e estilistas também já perceberam o valor de se defender uma responsabilidade social e ambiental e cada vez mais produtos desenvolvidos com essa preocupação se espalham pelo mercado do luxo.

Um dos exemplos mais marcantes nessa seara é o projeto LENY (Limited Edition New York), nascido em 2007 graças à visão da colombiana, mas francesa de coração, Mariel Gamboa, que resolveu mobilizar a indústria da moda para fazer parte de um projeto dedicado a boas causas.

A ideia foi inovadora: reunir um time de celebridades, ícones da moda e designers que doam sua criação para apoiar o projeto Climate, pertencente ao ex-vice-presidente americano Al Gore, cujo trabalho busca conscientizar a população em relação aos efeitos do aquecimento global. Mariel conversa pessoalmente com cerca de 12 personalidades e pede que contribuam doando seu talento.


   

Em geral, cerca de 10% das vendas dos produtos da LENY são revertidas para o projeto, mas algumas edições são especiais chegando a 100% de aproveitamento das vendas. Elas são feitas por fashionistas de alto escalão, como a atriz Gwyneth Paltrow, a estilista Diane von Furstenberg, a Carine Roitfeld e as modelos Kate Moss, Isabelli Fontana e Christy Turlington. Todas as peças são feitas em edição limitada de 500 exemplares. As peças – em sua maioria camisetas – são feitas em algodão orgânico, e custam cerca de US$200 cada. “Consciência promove escolha e escolha traz a oportunidade de mudar. Em tempos como hoje, em que o futuro do nosso planeta exige não só questionamentos, mas a urgência de uma reação, devemos agir rapidamente e juntos”, diz Mariel Gamboa, fundadora e diretora da LENY.

Com o slogan “Desenhe por uma causa e salve o planeta”, a marca LENY tem tanta força no mercado que já em seu ano de estreia, em 2007, chegou a participar da semana de moda de Nova York, a Mercedes Benz Fashion Week, e se destacou entre os mais de 200 desfiles e eventos promovidos pelas marcas participantes. Cerca de oito mil camisetas são vendidas por ano e, atualmente, bolsas e batons também fazem parte do portfolio da grife. Seus produtos podem ser encontrados em boutiques como a Intermix, a Colette e a Galeries Lafayette. Os produtos também podem ser adquiridos online, no site do projeto (www.leny-icons.com).

Nós über-apoiamos a ideia!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Calças e T-shirts ecológicas ganham cores vivas


Oferecer um produto ecológico não é uma tarefa simples. Isso porque, por mais que sejam utilizadas matérias-primas sustentáveis na confecção, alguns processos podem ser poluentes. Por isso, a proposta da Eden ser uma marca 100% orgânica. Nesta nova coleção, ela apresenta uma ampla variedade de calças e T-shirts coloridas, tudo ecológico.

Desde os tecidos até os corantes utilizados são naturais. Segundo a grife, seu grande desafio tem sido encontrar alternativas para obter cores e lavagens especiais. Para Jorge Yammine, diretor da marca, não basta utilizar algodão orgânico e não ter o mesmo critério nos demais estágios de confecção do produto: “Se apropriar do tema orgânico de forma superficial não é coerente, precisa ser de verdade”.

Tendo como principal referência os jardins e sua variedade de flores, a cartela de cores traz tons fortes e vivos como amarelo, laranja, pink, turquesa e verde, tudo obtido através da utilização de pigmentos naturais.


Fonte:UseFashion

Perfume: Magnetismo não se explica, se sente

A campanha super produzida...

E minha fotinha caseira do kit

Quem me conhece sabe que eu sou louco por perfumes, devo ter uns 20, gosto dos mais doces e marcantes até os mais frescos, mas fazia tempo que eu não prestava atenção em um perfume nacional, de um modo geral, gosto dos importados, pois são menos comuns e fixam melhor na pele. Mas como tudo pode mudar, esses dias eu ganhei de presente da NATURA -marca brasileira e social e ambientalmente correta que a gente usa muito aqui em casa, principalmente a linha Chronos e a Ekos (mate verde é ótimo e prático) - um kit do novo HOMEM íon, como é presente, resolvi experimentar... E não é que adorei!

O perfume é extremamente marcante, elegante, moderno e sensual. E seu grande diferencial é trazer o adocicado aroma da baunilha para uma fragrância masculina. O casamento entre a baunilha e as notas amadeiradas deixam o novo Homem íon com um magnetismo especial mesmo. A sensação é de que você é um homem forte, decidido, mas que sabe envolver, enfim, um homem moderno... um überman!

A única coisa não tão boa é que o perfume só deve ser usado à noite, suas notas são muito marcantes e adocicadas para usar nos dias quentes do nosso verão. Em minha opinião ele é um perfume mais adequado para o inverno. Mas se você que ir a uma festa bacana, principalmente se estiver querendo agradar ou conquistar alguém, o novo Homem íon é a escolha certa.

A fixação do perfume é super boa, usei e aprovei, a aceitação das pessoas é ótima, meus amigos queriam saber que novo perfume eu estava usando, porque adoraram. Tudo bem que quando eu falei que não era importado, eles ficaram bobos. E o melhor, custa só R$ 88,90, menos de um terço do preço que pago nos importados.

Outro ponto positivo do íon é que ele usa álcool vegetal orgânico que respeita o meio ambiente. Über-adoramos essas iniciativas eco da Natura.

Pois é, terei que rever meus conceitos sobre a perfumaria nacional. O novo Natura Homem íon é muito interessante, já está “morando” na minha gaveta junto com os da Calvin Klein, Dior, Dolce & Gabbanna, Zegna, Lanvin, Ferragamo...

Abraços,

Fábio Monnerat

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com