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sábado, 23 de março de 2013

Luxo é aderir a Hora do Planeta 2013!

 Esse ano, a Hora do Planeta acontece no sábado, 23 de março, entre 20h30 e 21h30. Por sessenta minutos, milhões de pessoas no mundo todo irão apagar as suas luzes em um ato simbólico por soluções para as mudanças climáticas.
  • Participe você também: sábado, dia 23 de março, apague as luzes das 20h30 às 21h30 e participe da Hora do Planeta 2013.
É possível contribuir também divulgando a campanha:www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/divulgue/ .
Este ano a campanha traz o desafio “Eu vou se você for”. Por meio de uma plataforma no Youtube, pessoas, organizações, cidades e outros grupos podem desafiar outros usuários para ações específicas com base na pergunta: O que você está disposto a fazer para salvar o planeta?
Todas as informações estão disponíveis no site www.horadoplaneta.org.br .

terça-feira, 20 de março de 2012

Über-Green: Hora do Planeta - Apague as luzes por 60 minutos

O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?
Sábado, dia 31 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2012.

Über apoiamos! 
 
Überianos.

sábado, 26 de março de 2011

über-green: Super apoiamos a Hora do Planeta



O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.

Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

über-green: Projeto LENY reúne fashionistas em prol da ecologia

Que a sustentabilidade tem sido um bom mote para grifes do universo do luxo venderem mais e agregarem valor às suas marcas atrelando o espírito delas a um lifestyle ecologicamente correto, todo mundo sabe. Vários hotéis (com direito à associação americana Green Hotels), restaurantes e até discotecas (como a novaiorquina Greenhouse) já descobriram o poder do “verde” e têm explorado esse elemento como um diferencial. Grifes de joias como Chopard e Boucheron têm lançado linhas de alta joalheria em que parte da renda é revertida para instituições como a WWF e a One Drop. Arquitetos, designers e estilistas também já perceberam o valor de se defender uma responsabilidade social e ambiental e cada vez mais produtos desenvolvidos com essa preocupação se espalham pelo mercado do luxo.

Um dos exemplos mais marcantes nessa seara é o projeto LENY (Limited Edition New York), nascido em 2007 graças à visão da colombiana, mas francesa de coração, Mariel Gamboa, que resolveu mobilizar a indústria da moda para fazer parte de um projeto dedicado a boas causas.

A ideia foi inovadora: reunir um time de celebridades, ícones da moda e designers que doam sua criação para apoiar o projeto Climate, pertencente ao ex-vice-presidente americano Al Gore, cujo trabalho busca conscientizar a população em relação aos efeitos do aquecimento global. Mariel conversa pessoalmente com cerca de 12 personalidades e pede que contribuam doando seu talento.


   

Em geral, cerca de 10% das vendas dos produtos da LENY são revertidas para o projeto, mas algumas edições são especiais chegando a 100% de aproveitamento das vendas. Elas são feitas por fashionistas de alto escalão, como a atriz Gwyneth Paltrow, a estilista Diane von Furstenberg, a Carine Roitfeld e as modelos Kate Moss, Isabelli Fontana e Christy Turlington. Todas as peças são feitas em edição limitada de 500 exemplares. As peças – em sua maioria camisetas – são feitas em algodão orgânico, e custam cerca de US$200 cada. “Consciência promove escolha e escolha traz a oportunidade de mudar. Em tempos como hoje, em que o futuro do nosso planeta exige não só questionamentos, mas a urgência de uma reação, devemos agir rapidamente e juntos”, diz Mariel Gamboa, fundadora e diretora da LENY.

Com o slogan “Desenhe por uma causa e salve o planeta”, a marca LENY tem tanta força no mercado que já em seu ano de estreia, em 2007, chegou a participar da semana de moda de Nova York, a Mercedes Benz Fashion Week, e se destacou entre os mais de 200 desfiles e eventos promovidos pelas marcas participantes. Cerca de oito mil camisetas são vendidas por ano e, atualmente, bolsas e batons também fazem parte do portfolio da grife. Seus produtos podem ser encontrados em boutiques como a Intermix, a Colette e a Galeries Lafayette. Os produtos também podem ser adquiridos online, no site do projeto (www.leny-icons.com).

Nós über-apoiamos a ideia!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Já consumimos 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer

 RELATORIO_WWF

Relatório da WWF diz que humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer

Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças

Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje já consumimos 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.

Os dados são da edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicada mundialmente na quarta-feira (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500
espécies.

A pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, utilizamos o equivalente a um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida. Se continuarmos a viver além da capacidade do planeta, aponta o relatório, até 2030 precisaremos de uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas. 

Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a conseqüente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil –, que também são as mais pobres, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais.

Segundo o relatório, nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies, graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.

“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados  nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF.

O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.

Clique aqui para ler a versão completa do relatório.

Consumo desigual


O relatório reafirma um dado que já é conhecido: além de excessivo, o consumo é desigual. O excesso é predominante em nações mais ricas. Apenas os 32 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo das economias mais ricas e industrializadas do planeta – são responsáveis pelo consumo de 40% dos recursos disponíveis. 

Brasil, Rússia, índia e China não fazem parte da OCDE, mas, somados, têm o dobro dos habitantes dos países do grupo. E o relatório alerta que, mantido o atual modelo de desenvolvimento, os chamados países emergentes seguirão a mesma trajetória de degradação ambiental dos ricos.

“Seriam necessários quatro planetas e meio para atender a uma população mundial (6,8 bilhões de pessoas) com um estilo de vida equiparável ao de quem vive hoje nos Emirados Árabes ou nos Estados Unidos", alerta Leape.

Mudanças climáticas

Segundo o documento, devido ao aumento da geração e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, causado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e processos industriais, o planeta entrou em uma espécie de “cheque sem fundo” ecológico.

Nossa pegada de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, aumentou em 35% nos últimos 20 anos e atualmente é responsável por mais da metade da pegada ecológica global.

Segundo o documento, os dez países com a maior pegada ecológica per capita são: Emirados Árabes Unidos, Catar, Dinamarca, Bélgica, Estados Unidos, Estônia, Canadá, Austrália, Kuwait e Irlanda.  O Brasil ocupa a 56º posição neste ranking.

Mais uma vez, a maior pegada é a dos países de alta renda. Em média, a pegada desses países é cinco vezes maior do que a dos países de baixa renda. 

“As espécies são a base dos ecossistemas,” afirmou Jonathan Baillie, diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, entidade que participou do levantamento.  “Ecossistemas saudáveis constituem as fundações de tudo o que nós temos – se perdemos isso, destruímos o sistema do qual depende a vida”, completou Baillie.

Brasil

O Brasil possui uma alta biocapacidade – relação entre a área disponível para agricultura, pastagem, pesca e florestas e o potencial de produtividade –, mas isso não nos coloca em uma situação confortável.

“A redução da desigualdade com aumento do poder aquisitivo da população brasileira é uma conquista positiva. No entanto, também nos coloca frente a um grande desafio que é o de crescer sem esgotar nossos recursos naturais”, destaca a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.

Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, o consumo das riquezas naturais é indispensável para a vida no planeta e é fator determinante do crescimento econômico. “O que precisamos é consumir menos e diferente. Ou seja, consumir de forma mais responsável, buscando um equilíbrio entre nossas necessidades e a capacidade da renovação da Terra”.

“O principal benefício do relatório é servir de ferramenta para os tomadores de decisão estimularem uma economia de baixo carbono, uma economia verde, criando novas oportunidades de crescimento para o país e protegendo os serviços ecossistêmicos que são a base de nosso desenvolvimento econômico”, afirma Hamú.

Fonte:http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja-consome-50-mais-recursos-do-que-a-terra-consegue-oferecer
 

quinta-feira, 18 de março de 2010

Apague a luz e mostre que você está a favor do planeta


No dia 27 de março, entre as 20h30 e 21h30, faça uma experiência: abra as janelas da sua casa ou apartamento, apague as luzes e tente descobrir a beleza da luz natural. Além de viver um momento diferente e agradável, você estará participando de uma manifestação pacífica em favor da redução das emissões dos gases do efeito estufa – que causam o aquecimento global – e da conservação dos ecossistemas. Trata-se do movimento global Hora do Planeta 2010, organizado pela WWF em defesa da conservação do planeta.

A über apóia e participra desse movimento!

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

O blog ainda conta com colunistas convidados.

O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.

Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias
Coacci, Sobre Barba,

Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com