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domingo, 26 de janeiro de 2014

Qual a marca mais amada do Brasil 2013/14?

 
Desde 2010 a gente faz uma enquete para saber a marca mais amada do Brasil, Entre as campeãs já tivemos a Reserva, TNG e Osklen. O cenário nacional tem mudado tanto, novas marcas surgindo e outras perdendo espaço. Quem será que leva o prêmio esse ano?



Eu já usei esse texto e vou continuar com ele, pois ainda creio muito nisso - Segundo o livro "Lovemarks - Futuro Alem Das Marcas" de Kevin Roberts, o amor é o caminho para as empresas. Roberts afirma que as marcas simplesmente perderam a atratividade, mas aponta a solução; criar produtos e experiências com poder de estabelecerem conexões emocionais duradouras com os consumidores.



Vamos as marcas:



Animale, Alexandre Herchcovitch, Blue Man, Bo.Bô, Arezzo, Coca Cola Clothing, Ellus, Forum, Farm, Carlos Miele, Maria Filó, Reserva, Reinaldo Lourenço, Schutz, Gloria Coelho, Osklen, Espaço Fashion, Cavalera, Cia. Marítima, Havaianas, Melissa, PatBO,  John John, Colcci e Ausländer.


O critério de escolha: marcas que já estão no mercado nacional faz algum tempo, que tem projeção nacional e que foram destaque nas principais semanas de moda.  




Votem na enquete no canto superior do blog e escolham a marca mais amada do Brasil.  


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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

sábado, 23 de julho de 2011

O lifestyle da brasileira tem inspirado a moda internacional

 
A espontaneidade, alegria e confiança da mulher brasileira estão cada vez mais em alta, tanto que diversas grifes norte-americanas têm se inspirado nas nossas mulheres e mirado nosso mercado consumidor para ampliar seus empreendimentos. Foi o que aconteceu com a grife Kate Spade, de bolsas, acessórios, papelaria e roupas que funciona em Nova York (EUA) desde 1993 e abriu sua primeira filial em São Paulo (SP) em outubro do ano passado no bairro dos Jardins. 

Segundo Taryn A. Laében, vice-presidente internacional da Kate Spade: "O Brasil tem se tornado muito importante no mundo da moda e notamos que as mulheres se importam com as tendências e adoram as cores. Por isso trouxemos a loja para cá".

Jonathan Shows, diretor internacional da grife que está presente em guarda-roupa de mulheres como Sarah Jessica Parker, Taylor Swift e Sienna Miller, destacou que esta não é a primeira vez que os empresários visitam o nosso País e elogiou o modo como as mulheres brincam com a moda: "adoramos a forma como as mulheres daqui mesclam roupas e acessórios e como usam as cores. As brasileiras são muito confiantes e sabem usar a moda a seu favor", disse. 

O tamanho do mercado nacional também atraiu Jason Wu, estilista de Nova York que firmou parceria com a grife Melissa e lançou dois calçados pela marca. "Amo esse País e o mercado é tão grande", disse durante coquetel de lançamento na terça-feira (19). E a nossa moda tem se destacado no exterior, visto que diversos jornalistas estrangeiros têm aparecido por aqui para cobrir nossas semanas de moda e grifes como Poko Pano e Cia. Marítima também conseguiram alcançar prestígio e mostrar suas peças em desfiles de moda concorridos, como a Mercedes-Benz Fashion Week que aconteceu em Miami (EUA) entre os dias 14 e 17 de julho. 

A loja de departamentos Marks & Spencer, da Inglaterra, anunciou um aumento de 64% nas vendas das "Calcinhas brasileiras", lingerie com design de biquíni e renda que não marca nas roupas. Com cartazes da top Ana Beatriz Barros usando a peça, muitas mulheres sentiram-se atraídas pela peça - e algumas deixaram de lado assim que perceberam que não ficariam tão bem no corpo delas como no da supermodelo, segundo o jornal Daily Mail desta sexta-feira (22). 

Parte da imagem de confiança e beleza das brasileiras no exterior vêm também pelo sucesso de nossas tops lá fora. No casting da grife Victoria's Secret, marca de lingeries e cosméticos que faz megadesfiles anualmente, diversas brasileiras foram elencadas como "angels", como Gisele Bündchen, Adriana Lima, Alessandra Ambrosio, Izabel Goulart, Isabeli Fontana, Ana Cláudia Mitchels, Caroline Ribeiro, Fernanda Tavares, Michelle Alves, Ana Beatriz Barros, entre outras.

Literatura

No ano passado, foi lançado nos Estados Unidos o livro Brazilian Sexy: Secrets to Living a Gorgeous and Confident Life (Brasileiras Sensuais: Segredos para Viver uma Vida Linda e Confiante), das autoras Janea Padilha e Martha Frankel, indisponível em Português, sobre o estilo de vida das nossas mulheres, com dicas para que as leitoras possam ficar sexy e confiantes como nós. Janea Padilha é uma das atendentes do salão J.Sisters, que popularizou nos Estados Unidos a manicure que tira a cutícula e a depilação íntima, que levou Gwyneth Paltrow a dizer que "mudou sua vida".

Über-brasil!

Fábio Monnerat

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Os 20 anos da brasileirissíma Cia. Marítima

 
 1991 - Com apenas um ano de vida, a marca debuta nas passarelas com desfile no Copacabana Palace: na época, moda praia era sinônimo de Rio de Janeiro (e de calcinha asa-delta abusada)

 1993 - É a atriz Maria Fernanda Cândido. Ela continua linda atualmente. Já a modelagem do biquíni...
Campanha de 1994

 Campanha de 1997

 1999 - Com a campanha estrelada por Shirley Mallmann, supertop na época, a Cia. Marítima passa a ser vista como grife que dita moda

 Campanha de 2001

 2002 - Gisele desfilou por quatro anos seguidos, mas o barulho nunca foi tão grande quanto o da coleção Latina, com a icônica estampa de Che Guevara

 2008 - As gordurinhas extras de Karolina Kurkova chamaram mais tenção que os biquínis boho: “O mais curioso é que ela queria vestir as menores peças do desfile”, contaa estilista Patrizia Simonelli. À direita, a Cia. Marítima lança sua primeira coleção de inverno

 2009 - Inspirado no estilo Versace dos anos 80 e 90, o desfile do verão 2010 foi sucesso de crítica, mas nem tanto de público. “Não se pode trair a essência da marca. Sofisticamos demais e nos afastamos de nosso DNA. Aprendemos a lição”, admite Benny Rosset

Sabe o Top of Mind, pesquisa anual que premia as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em diversas áreas? Pois se houvesse uma categoria moda praia, pode apostar que a Cia. Marítima seria forte candidata ao título. Não, ela não lava mais branco como o Omo, nem é assim uma Brastemp, mas tem muitos predicados que a gabaritam a ocupar o lugar mais alto do pódio: é uma grife querida, tradicional, confiável e que soube amadurecer sin jamás perder la ternura – no caso, o DNA boho e a modelagem que valoriza as curvas, sem necessariamente esbarrar nas tendências da vez nem na onda da beach couture. “Nunca ‘emperuei’ a marca. Não quero ser a alta-costura das areias”, garante o proprietário Benny Rosset, que em 20 anos de praia manteve-se fiel ao propósito – ainda que os ventos soprassem rumo ao hype da beach couture e as marés levassem à overdose de bijoux no biquíni e à proliferação de caftãs emperiquitados.

Puxe pela memória: você provavelmente vai se lembrar das carinhas de Che Guevara estampadas nos modelos da coleção de 2002 (confira no derrière de Gisele na página ao lado). Ou das dezenas de animal prints, das mil e uma variações de padronagens hippies, da saída combinando com o biquíni e das calças de jérsei que, confesse, você já usou para ir à praia. Aliás, não só você: em duas décadas, a Cia. Marítima vendeu nada menos que 12 milhões de peças. “A mulher que compra um biquíni da concorrência compra três da Cia. Marítima com o mesmo dinheiro. É injustificável que outras grifes cobrem R$ 300 por um modelo. Eu sei o quanto custa produzir, faça-me o favor”, desabafa o empresário, herdeiro do grupo Rosset, maior fabricante de tecidos com lycra da América do Sul. Ajuda o fato de serem 1.500 pontos de venda aqui e lá fora (espalhados por quase 30 países) e de a marca contar com campanhas e desfiles “marqueteiros”, que tanto geram buzz quanto polpudos dividendos.

Benny não inventou a roda quando passou a chamar modelos conhecidas e atrizes para posar e desfilar. Mas sempre teve dedo de ouro para escolher suas personagens. Nos primórdios da grife, em 1993, convocou uma bela moça com olhos verdes e um quê de Sophia Loren, clicada com a calcinha asa-delta que era febre na época. Seu nome? Maria Fernanda Cândido, hoje atriz Global. Um ano depois, selecionou uma moreninha mignon cuja graça era Cris Barros (sim, a estilista debutou na moda como modelo!). Em 1999, o primeiro turning point: o empresário trouxe Naomi Campbell para desfilar pela marca na Semana BarraShopping de Estilo. Foi a primeira vez que uma grife nacional importou uma grande top – depois disso, sabe-se bem, a presença de Naomi cá por essas bandas tornou-se mais comum que biquíni da Cia. Marítima no nosso extenso litoral. “Apostei alto em Naomi. Negociei tudo com o Flavio Briatore, então seu namorado, contratei 80 seguranças e até avião tive de alugar para que ela embarcasse de volta à Europa. Valeu a pena: a grife passou finalmente a ser vista como uma marca de moda”, conta Benny.

A era Gisele Bündchen veio em seguida: foram quatro anos consecutivos de parceria. O mais inesquecível desfile aconteceu em 2004. Com a palavra, Patrizia Simonelli, estilista da Cia. Marítima há 20 anos: “Gisele já chegou dizendo que não queria abrir a apresentação, como estava previsto. Não gostou do penteado, quis se maquiar sozinha. Perdeu várias entradas e apenas fechou o desfile. Quase tive uma úlcera, mas no fim foi um sucesso”. Mesmo zum-zum-zum causou Karolina Kurkova em 2008, ao subir na passarela exibindo o que popularmente se convencionou chamar de “pochete” – um acúmulo de gordura ao redor do umbigo. Uns criticaram o desleixo, outros adoraram a aparição de uma bela imperfeita. “O mais curioso é que ela fez questão de usar as menores peças do desfile”, lembra Patrizia. Isso tudo contribui para manter a grife sob os holofotes, lotando os desfiles de consumidoras, com seus atentos namorados e maridos ao lado.

E vem mais novidade por aí. Animado com sua primeira incursão no varejo – o grupo Rosset inaugurou em setembro a flagship da Valisère, grife de seu portfólio, em São Paulo, e planeja várias franquias pelo Brasil –, Benny deixa no ar a possibilidade de abrir em breve uma loja Cia. Marítima, hoje vendida apenas em multimarcas. “Estamos estudando o mercado.” Será que precisa? 
 
Todo sucesso do mundo para a Cia. Marítima! Sem dúvida alguma uma marca que faz diferença na recente história da moda brasileira.
 
Fonte: Vogue

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tops da geração 90 voltam ao Fashion Rio e SPFW

Fernanda Tavares - Só deve fazer São Paulo

A modelo Carolina Bittencourt está confirmada nas semanas de moda nacional  Foto: site Elite/Divulgação
Carolina Bittencourt - Seu último desfile foi para a beachwear Cia. Marítima em 2004

Alessandra Ambrosio (que não fez a última temporada por compromissos com a Victoria's Secret)

 Michelle Alves

Talytha Pugliesi

Ana Claudia Michels

sábado, 11 de setembro de 2010

Turquesa: a cor do verão 2011 sai das passarelas e chega às ruas

Tufi Duek

Neon

Isabela Capeto

Espaço Fashion

Cavendish

Totem

Simone Nunes

Giulia Borges

Lino Villaventura

Do Estilista

Carlos Tufvesson

Fause Haten

Alexandre Herchcovitch

Reserva

Cia Marítima

Eleito pela Pantone, empresa especializada em criação de cores para a indústria, como a cor de 2010 e aposta dos estilistas brasileiros na última temporada de desfiles, em junho, o turquesa promete ser um dos principais tons do verão 2011.

A pedra, que dá nome a cor, pode ser tanto esverdeada quanto um pouco mais azulada, puxando para o tom do mar Mediterrâneo, o que, segundo Gloria Kalil, faz com que a cor “vá bem para todo mundo. Não existe pele que não combine com o turquesa”.

Agora, ir bem para todos não significa ser fácil de usar. Gloria acredita que “combinar turquesa é muito difícil, pois é uma cor muito marcante”. Prefira peças inteiras ou aposte nos acessórios.

Abaixo, além de Gloria, quatro estilistas indicam qual é a melhor combinação de sapatos para a cor, confira e inspire-se!

. Gloria Kalil
“O mais fácil é usar um calçado da mesma cor - um tom abaixo ou acima - ou apostar nos novos neutros: onça, cobra e metalizados" (veja as opções de Gloria na última foto da galeria ao lado).  Agora, se você for um craque eu sugiro uma cor contrastante, como o vermelho".

. Clô Orozco
, diretora-criativa do grupo Huis Clos
“Eu usaria com uma sandália cinza/bege/areia (cores extremamente neutras), pois o vestido turquesa por si só chama muita atenção.

. Eduardo Pombal, estilista da Forum
“Depende do look e da proposta da roupa, em um todo azul, você pode usar um sapato nude para dar uma sensação de pé nu ou uma cor quente como o coral, que fará um contraste ótimo, um choque”.

. Dudu Bertholini, estilista da Neon
“Se estivesse com uma roupa inteira turquesa, eu usaria um sapato café”.

. Isabela Capeto, estilista da marca que leva seu nome
"Eu usaria um sapato da cor coral, porque dá um contraste bonito".

Fonte:http://chic.ig.com.br/como-usar/noticia/turquesa-a-cor-do-verao-2011-sai-das-passarelas-e-chega-as-ruas-gloria-e-estilistas-ensinam-a-usar

Über Fashion

O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.

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