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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Über-fofo: Bracelete de fita métrica para estilistas
Muito bacana esse bracelete para quem é estilista ou estuda moda, mas caso seja muito difícil de achar para comprar, a gente tem um outro modelo que é bem simples de fazer em casa... veja aqui!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Amanda Wakeley - Ageless Fashion
Com fãs como Demi Moore, Charlize Theron e Helen Mirren, Amanda Wakeley é uma das principais estilistas inglesas a aparecer no red carpets. Angelina Jolie escolheu um modelo de sua mais recente coleção para a premiére de seu mais novo filme, e até mesmo a Rainha Rania, da Jordânia, já foi vista em cerimônias oficiais usando um dos sofisticados e contemporâneos vestidos de Wakeley. Mas suas coleções não se resumem a vestidos de gala. Ela desfila na semana de moda de Londres modelos femininos, cheios de atitude e graciosidade, perfeitos para a mulher moderna.
Desde criança, a estilista inglesa lembra-se de gostar de costura e modelagens, sempre mostrando um talento nato para o design de roupas. "Eu faço roupas desde o dia em que consegui alcançar o pé da máquina de costura", diz Amanda. Para correr atrás de seu sonho, ela foi para Nova York sem nunca ter estudado moda, onde trabalhou na marca de ready-to-wear Go Silk e começou a guardar seus desenhos, antes de lançar sua própria empresa na década de 90.
Mais conhecida por seus vestidos de noiva e de gala, ela também desenha peças atemporais, para o dia-a-dia e para mulheres de todas as idades, que querem se sentir confiantes e elegantes em qualquer momento. O grande cuidado na escolha dos tecidos, o uso de cores sóbrias e clássicas como cinza e preto, a perfeição do corte e os detalhes feitos artesanalmente é um diferencial de seu trabalho. As mulheres londrinas são a sua principal inspiração para criar peças cosmopolitas, que caibam em qualquer situação.
Sua coleção de primavera/verão 2011 que será lançada em setembro é inspirada nos vestidos cerimoniais tribais, com a silhueta para esculpir o corpo da mulher, deixando-a mais feminina e sexy, mas sem nunca perder o conforto. Peças em Jersey, ênfase nos ombros, calças de cintura alta, wrap dresses de tweed, vestidos de seda lavada e um novo comprimento para vestidos, inspirado nos trench coat são algumas das novidades. Chic!
http://www.amandawakeley.com/
Desde criança, a estilista inglesa lembra-se de gostar de costura e modelagens, sempre mostrando um talento nato para o design de roupas. "Eu faço roupas desde o dia em que consegui alcançar o pé da máquina de costura", diz Amanda. Para correr atrás de seu sonho, ela foi para Nova York sem nunca ter estudado moda, onde trabalhou na marca de ready-to-wear Go Silk e começou a guardar seus desenhos, antes de lançar sua própria empresa na década de 90.
Mais conhecida por seus vestidos de noiva e de gala, ela também desenha peças atemporais, para o dia-a-dia e para mulheres de todas as idades, que querem se sentir confiantes e elegantes em qualquer momento. O grande cuidado na escolha dos tecidos, o uso de cores sóbrias e clássicas como cinza e preto, a perfeição do corte e os detalhes feitos artesanalmente é um diferencial de seu trabalho. As mulheres londrinas são a sua principal inspiração para criar peças cosmopolitas, que caibam em qualquer situação.
Sua coleção de primavera/verão 2011 que será lançada em setembro é inspirada nos vestidos cerimoniais tribais, com a silhueta para esculpir o corpo da mulher, deixando-a mais feminina e sexy, mas sem nunca perder o conforto. Peças em Jersey, ênfase nos ombros, calças de cintura alta, wrap dresses de tweed, vestidos de seda lavada e um novo comprimento para vestidos, inspirado nos trench coat são algumas das novidades. Chic!
http://www.amandawakeley.com/
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Dansk volta com blog e Gisele Bündchen
Não estranhe se você acessar o site da revista “Dansk” e encontrar um blog logo na 1ª página! É que a publicação dinamarquesa entrou na onda da comunicação direta com o público – com direito a comentários – e explica já no post de estreia ter feito isso por 3 motivos: ser mais um espaço pros estilistas se encontrarem no Google, tratar de moda sem padronização de papel e paginações e informar rapidamente seus leitores das últimas notícias.
Os post são super bem humorados e marcam, além de tudo, o recomeço da revista, agora semestral – e com ninguém menos do que Gisele Bündchen na capa da edição de outono-inverno 2009/10! A top foi fotografada por Nino Muñoz sem sombra nenhuma de gravidez, apesar dos rumores de que ela já esperava o recém-nascido Benjamin na época dos cliques… Já é sucesso e vendas na história da revista… Por que será?
Nós da über fashion marketing amamos a novidade e consideramos a atitude da Dansk super!!
Fonte:http://msn.lilianpacce.com.br/home/blog-revista-dansk-gisele-bundchen/
domingo, 18 de outubro de 2009
Crise vai mudar o modo como as pessoas pensam o consumo e as roupas
Para o diretor de criação da Lacoste, Christophe Lemaire, crise vai mudar o modo como as pessoas pensam o consumo e as roupas.
Toda uma era da moda está chegando ao fim, precipitada pela recessão econômica. Foi esse o sentimento que percorreu a temporada de desfiles do hemisfério Norte, encerrada na última semana.
Não foi uma sensação que atingiu apenas aqueles que observam a moda de fora mas também os que a constróem dentro das grifes, como o estilista Christophe Lemaire, diretor de criação da Lacoste. "A sociedade de consumo chegou ao fim de uma certa lógica", afirma Lemaire. "Para além da crise econômica, creio que as pessoas estão num processo de tomada de consciência, que começam a compreender que não se pode continuar nesse ritmo de consumo. É um suicídio coletivo".
Discreto e sofisticado, Lemaire, 44, é um estilista que merece ser observado com atenção. Ele tem realizado com sucesso o mais difícil dos trabalhos: é responsável pela renovação estilística por que passa a Lacoste nos últimos anos, sem transgredir os códigos essenciais desta marca clássica de sportswear, criada em 1933.
Com experiência na alta costura, na qual trabalhou para Christian Lacroix e Thierry Mugler, Lemaire está na Lacoste desde 2002. Paralelamente, mantém sua grife própria, com uma loja no Marais, em Paris. Nas horas vagas, é um leitor voraz, fã de Joris-Karl Huysmans (1898-1907), e um cinéfilo apaixonado por Eric Rohmer. Em suas coleções para a Lacoste, a sutileza, o rigor e o pragmatismo são os instrumentos que o ajudam a equilibrar tradição e mudança, elegância e descontração.
Com seu trabalho, a Lacoste renovou suas silhuetas, ganhou charme contemporâneo e expandiu de maneira exuberante sua paleta de cores -Lemaire é um colorista de mão cheia. Na entrevista a seguir, feita em Nova York, onde a Lacoste desfila, ele explica porque acha que uma época da moda acabou -e outra está começando.
FOLHA - Por que a sua nova coleção foi baseada no fotógrafo Jacques-Henri Lartigue (1894-1986)?
CHRISTOPHE LEMAIRE - As imagens dele foram as primeiras coisas que me vieram à cabeça quando comecei a trabalhar para a Lacoste. Há muita coisa em Lartigue que é também do universo da grife. Ambos pertencem à mesma época, estão ligados àquela alta sociedade francesa liberal, que já viajava bastante, praticava esportes, o que era muito moderno. Foi uma idade de ouro da França e ao mesmo tempo já era a decadência.
FOLHA - O estilo Lacoste precisa sempre ter alguma referência retrô, como no caso de Lartigue?
LEMAIRE - Não necessariamente, mas há um charme retrô na Lacoste e ele não é um problema. Isso ocorre porque se trata de uma marca clássica, no bom sentido do termo.
FOLHA - O que o sr. pode e o que não pode fazer quando deseja modernizar o estilo da marca?
LEMAIRE - Curiosamente, as principais interdições sou eu mesmo que as coloco. Para mim, fazer a direção artística de uma marca como a Lacoste é impor um vocabulário estilístico, definindo as coisas que pertencem e as que não pertencem ao universo da grife. Então, sou o mais exigente, porque penso que, no longo prazo, é assim que escreveremos a singularidade e a força da Lacoste.
FOLHA - Pode dar um exemplo?
LEMAIRE - Sim. Às vezes, o departamento comercial me diz: "Está na hora de fazer estampas florais, de usar botões dourados, de fazer isso e aquilo...". Eu respondo: "Mas isso não é a Lacoste. Não faremos".
FOLHA - O sr. pode mudar alguma coisa na famosa camisa polo?
LEMAIRE - A polo clássica é intocável, pois é vendida aos milhões, a cada hora. Seria estúpido mudar. Por outro lado, paralelamente, posso inventar outros modelos. Como você viu no desfile, a logomarca apareceu ora maior, ora menor.
FOLHA - Por que as cores da logomarca não podem ser alteradas?
LEMAIRE - Era o meu propósito, quando entrei para a Lacoste. Queria fazer crocodilos de todas as cores. Mas por razões legais, pois há muito pirataria, não podemos. A família Lacoste também não está de acordo com as mudanças. Mas, como sou muito teimoso, insistirei.
FOLHA - Por que a Lacoste, que é uma das mais famosas marcas francesas, desfila em Nova York?
LEMAIRE - A razão principal é que, em Nova York, podemos mostrar a moda feminina e masculina ao mesmo tempo, e os jornalistas de ambos os setores estarão reunidos na cidade. Além disso, por ser uma marca de sportswear, achamos que seria melhor compreendida em Nova York do que em Paris, onde as pessoas sempre esperam algo mais experimental.
FOLHA - O sr. trabalhou para a alta costura. Existe futuro para ela?
LEMAIRE - A alta costura acabou. Seu período áureo foi entre os anos 1920 e 1960, quando havia uma aristocracia de gosto que tinha dinheiro. O problema hoje é que as pessoas têm dinheiro, mas não têm gosto.
FOLHA - Como vê a moda, hoje?
LEMAIRE - O que sempre me irrita na moda é esta espécie de histeria, de condicionamento midiático e comercial que consiste em dizer que você deve mudar suas roupas em todas as estações, que precisa ter sempre alguma coisa dita nova. Acho que a elegância não tem nada a ver com isso. Aliás, prefiro o estilo à moda.
FOLHA - Qual é a diferença?
LEMAIRE - A moda hoje não tem nada a ver com a sensibilidade, mas com a informação. As pessoas acreditam que ter informação é ter poder. Não é muito complicado passar o seu tempo vendo blogs, lendo a imprensa, mas penso que é inútil. Para mim, bom e enriquecedor é aprender a me conhecer, descobrir como é o meu corpo, qual é a minha personalidade, quais são os meus valores. A moda faz parte da cultura, no sentido forte do termo. Decidir o que quero ler e comer, como eu quero viver e me vestir -para mim, tudo isso faz parte da mesma coisa. Essa ideia de que estar na moda é comprar um guarda-roupa novo a cada temporada nunca me interessou.
FOLHA - A recessão pode mudar a relação das pessoas com a moda?
LEMAIRE - Sim, tenho a impressão que já começamos a voltar a pensar em termos de qualidade e autenticidade. É interessante como a nova geração procura coisas mais clássicas e adota uma relação mais atemporal com a moda.
FOLHA - A situação atual não favorece muito mais o consumo de roupas mais baratas?
LEMAIRE - Chanel dizia que nós somos muito pobres para comprarmos coisas de má qualidade. A ecologia é isso: obter qualidade. Vamos ter que comprar menos e melhor. É toda uma educação a ser refeita. Sei que vai levar tempo. Mas não temos escolha. Teremos que nos questionar sobre como vivemos e também como vestimos, revendo nossa relação com os objetos e o consumo.
FOLHA - Essa ideia não deve agradar muito aos comerciantes.
LEMAIRE - Evidentemente, se você diz isso para um homem de negócios, ele não vai gostar. Mas a sociedade de consumo chegou ao fim de uma certa lógica. Para além da crise econômica, creio que as pessoas estão num processo de tomada de consciência, que começam a compreender que não se pode continuar nesse ritmo de consumo. É um suicídio coletivo.
Fonte: Folha de São Paulo (16/10/2009)
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Coco Chanel - A Moda em Tempos de Guerra
O filme Coco antes de Chanel passa longe do ponto mais polêmico da biografia da estilista: sua colaboração com os nazistas
A estilista francesa Gabrielle Chanel (1883-1971) é a personagem dos sonhos de qualquer diretor de cinema. Sua trajetória é recheada de sexo, heroísmo e política. Sexo: teve entre seus diversos amantes cabeças coroadas, milionários e mandatários da política, que influenciaram decisivamente sua vida. Heroísmo: emergiu de uma infância pobre para se tornar uma revolucionária do mundo da moda, a primeira mulher a brilhar no ofício de vestir mulheres - exatamente por saber, nesse departamento, o que as mulheres realmente queriam. Política: viveu a época mais dramática do século 20, a das duas guerras mundiais, tendo uma relação perigosamente próxima - e vergonhosamente cooperativa - com os líderes nazistas. No filme Coco antes de Chanel, que entra em cartaz no Brasil neste mês, a diretora Anne Fontaine, nascida em Luxemburgo, desperdiçou personagem tão fascinante. Ela optou por mostrar, na tela, apenas o lado heroico da estilista, ignorando a complexidade da mulher que revolucionou a moda. E deixando de lado o momento mais dramático da vida de sua protagonista, aquele que poderia conferir densidade a seu filme e fazer com que a obra ganhasse relevância: a colaboração de Chanel com o 3o Reich de Adolf Hitler.
Nesta nova onda de interpretações, Coco Chanel entra repaginada. No filme, a personagem é totalmente detetizada, desinfetada, limpa. Não se toca em sua cooperação com o inimigo nem nos desdobramentos que sua atitude teria tido. Afinal, é preciso preservar o fenomenal negócio que são suas bolsas, compradas pelas apreciadoras de moda do mundo inteiro, e o rostinho de Audrey Tautou, garota-propaganda do perfume Chanel no 5. Se Coco antes de Chanel é um comercial bem chatinho, pelo menos nos faz lembrar de questões importantes. E, quando se comemoram 70 anos do maior conflito mundial, um pouco de história não faz mal a ninguém.
O FILME
Coco antes de Chanel, de Anne Fontaine. Com Audrey Tautou, Benoît Poelvoorde e Alessandro Nivola. Estreia prevista para este mês.
Fonte: Bravo
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Über Fashion
O Über Fashion existe desde 2009 e tem como publisher o blogger Fábio Monnerat.
O blog ainda conta com colunistas convidados.
O blog é indicado pelo EnModa e pelo curso de Fashion Business da FGV-RIO, já promoveu a abertura do verão de Búzios e faz palestras sobre moda masculina e comunicação de moda em todo o Brasil.
Alguns dos nossos parceiros: Handred, Cavalera, Profuse, Divertees, Poggio, Von Der Volke, Natura, Vichy, La Roche-Posay, Couthe, SkinCeuticals, Joias Coacci, Sobre Barba,
Sua marca no Über, escreva para: ubermcom@gmail.com
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