Um amigo acabou de postar uma matéria do O Globo.com, mostrando que o filho do Amarildo - aquele pedreiro que desapareceu aqui no Rio e virou símbolo da violência policial - vai virar modelo. Oi? Pois é, isso é muito o jeitinho carioca de ser.
Segundo a matéria do O Globo: "Anderson Gomes, de 21 anos, encontrou um jeito de superar a dor. Com 1,83m de altura, olhos azuis e caráter gentil, o rapaz chamou a atenção de olheiros do mundo da moda e já se prepara para estrear nas passarelas. Ele vai desfilar no próximo dia 16, às 20h, no Intercoiffure Regional do Rio de Janeiro, no shopping Fashion Mall, em São Conrado. O evento será em comemoração aos 20 anos de fundação do Instituto Zuzu Angel de Moda."
Mais glamour por favor!
Bem, é isso. Melhor não comentar muito sobre...
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Mary Zaide é visita obrigatória no Fashion’s Night Out
O Fashion’s Night Out é um dos eventos de moda mais importantes e badalados do planeta. Eu adoro e vou desde a 1ª edição do evento aqui no Rio.
Na edição desse ano uma das marcas que todas as cariocas antenadas precisam conferir é a carioca Mary Zaide, que traz muitas
novidades no Fashion’s Night Out, dia 12/09. A loja da grife no Fashion
Mall receberá amigos e clientes das 16:00 às 24:00. A grife criou roupas exclusivamente para o evento (camiseta Mary Zaide, vestido
Miss Zaide e saia Miss Zaide), vinhos e macarrons deliciosos e vários
brindes. Um luxo!
E o presente especial da marca é a Meia-Calça Invisível, da Pharmapele. A maquiagem cremosa para as pernas é desenvolvida especialmente para cobrir imperfeições tem sensorial sedoso e é fácil de espalhar. À prova d´água, assegura uma cobertura perfeita e duradoura. Contém em sua formulação silicones especiais e cristais de mica, que dão um brilho luminoso à pele, deixando-a com um brilho sutil. Proporciona também efeito hidratante.
Cariocas antenadas, não se esqueçam de conferir a Mary Zaide no Fashion’s Night Out... #imperdível!
Fábio Monnerat
domingo, 20 de maio de 2012
A importância do sound branding para sua marca
Reprodução
Não é mais novidade que os comerciais de margarina não abrem mão da
fumaça saindo do bule do café pela manhã para que recordemos o aroma
mais enraizado da infância: o café sendo preparado e a família ao redor
da mesa. Parece que conseguimos sentir o cheiro! A sensação de
bem-estar é imediata. Automaticamente, criamos associações positivas
com aquela marca.
Mas o aroma não está sozinho. Vivemos
diariamente um intenso processo cognitivo através de formas, cores e
inúmeras outras sensações que as marcas nos proporcionam. Em um mundo
onde qualidade já é commodity, os marqueteiros precisam se
superar a cada dia. A música sempre foi capaz de traçar a identidade de
uma pessoa ou de uma sociedade. Quando bem escolhida, reconhecemos
marcas, associamos a sentimentos e guardamos aquela sensação na
memória.
Hoje em dia, a busca desenfreada das empresas para se posicionarem
positivamente na mente dos consumidores fez da memória auditiva uma das
grandes forças do marketing sensorial (scent marketing). A música corporativa (sound branding)
transforma o conceito e a linguagem visual da empresa, dá voz à marca,
evidencia sua personalidade e cria um vínculo emocional com o cliente,
conectando-o diretamente a suas emoções, estado de espírito e estilo.
Com algumas marcas, já ficou impossível desconectar alguns sons da sua imagem.
Os roncos dos motores de marcas como Ferrari, Harley Davidson e Porsche, por exemplo, já são patenteados.
Ronco da Harley Davidson:
Existem os logotipos sonoros:
Mercedes:No link a seguir há um vídeo de 6:29 minutos com vários outros exemplos:
Mas a música vem tomando conta do mundo corporativo e indo muito além
dos logotipos e sons patenteados das suas máquinas. As indústrias de
entretenimento e hospitalidade têm investido pesado para tornar seus
ambientes agradáveis (fazendo seus clientes se esquecerem do tempo e do
espaço) e conectá-los a um certo estilo de vida.
Shopping centers, restaurantes e
hotéis de alto padrão saíram na frente e vêm trabalhando muito para que
seus clientes levem algo mais na memória do que somente um lindo design e aromas agradáveis. O Fashion Mall no Rio de Janeiro investe em sound branding
há anos, e a empresa Zanna Sound é responsável pelo seu tema musical,
logo sonoro, espera telefônica e várias outras peças. Ouça e veja neste
vídeo as peças sonoras e a rádio criada para o empreendimento:
Em restaurantes, as estatísticas não mentem. De acordo com os estudiosos Lovelock e Wirtz, o
comportamento dos clientes é extremamente impactado pela música
ambiente. Os valores estão em dólar, por ser uma pesquisa de 2006 feita
nos Estados Unidos:
- Tempo gasto pelo consumidor à mesa: 45 minutos com música rápida e 56 minutos com música lenta.
- Despesa com comida: US$ 55,12 com música rápida e US$ 55,81 com música lenta.
- Despesa com bebidas: US$ 21,62 com música rápida e US$ 30,47 com música lenta.
- Depesa total: US$ 76,74 com música rápida e US$ 86,28 com música lenta.
Seguindo a tendência, hotéis não param de
inovar. O Sofitel Montreal oferece um MP3 estilizado, com o logo do
hotel e todas as músicas que tocam no lobby ao final da hospedagem dos
hóspedes VIPs.
Já a rede Starwood Hotels & Resorts fez uma parceria com o Jazz
at Lincoln Center, em Nova York, e vai abrir uma série de clubes de jazz em propriedades da sua marca hoteleira St. Regis no mundo todo.
A programação de jazz será levada aos hotéis para entreter e
educar os clientes sobre a história do gênero e seu valor cultural. O
primeiro clube do jazz será no St. Regis Doha, no Catar, que abrirá em abril de 2012. Outros cinco clubes de jazz já estão programados para os próximos cinco anos.
Em resumo, as marcas líderes estão cada vez mais abertas e vigilantes na construção de parcerias estratégicas ressonantes, on-line e off-line.
Oferecer narrativas mais ricas e uma forte afinidade cultural nos
principais pontos de contato com o cliente pode se tornar uma das
grandes vantagens competitivas dessas marcas.
Fonte: www.stregisdoha.com.
Fonte: www.stregisdoha.com.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Rosa Chá invade o Rio com uma super loja conceito
Após pouco mais de um ano cheio de mudanças, com Alexandre Herchcovitch assumindo o estilo da marca, a Rosa Chá, criada então por Amir Slama como grife de moda praia, se prepara para consolidar seu projeto de tornar-se uma marca de moda para todas as ocasiões.
O primeiro passo será o lançamento, hoje, dia 03 de agosto, da sua loja conceito no badalado Fashion Mall, no Rio de Janeiro. Com um projeto ousado do arquiteto Arthur Casas, que permite adaptar o ambiente à realidade de cada endereço, a loja, que no caso do Rio terá 240 metros quadrados, será setorizada em beachwear, casual e lingerie, privilegiando a Rosa Chá como uma grife de prèt-a-portêr completa.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Marcas infantis para agradar pais e filhos
Grifes internacionais como Chloé, Burberry e Marc Jacobs têm suas versões para crianças. No Brasil, marcas de roupas e até de artigos de cama, mesa e banho e decoração seguiram essa estratégia de olho no mercado em potencial. O vestuário infantil representa 15% do setor no país, o equivalente a US$ 4,5 bilhões em um total de um bilhão de peças por ano, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção, a Abit.
Se o mercado já era grande para as marcas que nasceram somente para atender ao público infantil, ele é também muito promissor para as grifes que já eram bem relacionadas com os pais e que teriam suas segundas linhas com um atrativo a mais: a de ter roupas ou acessórios iguais que poderiam ser utilizados por duas geraçõ
es diferentes.
Pais e Filhos com roupas iguais
Assim nasceu a Reserva Mini. A grife masculina focada no público adulto criou uma pequena coleção de 50 peças “miniaturas” das roupas que vendiam como uma brincadeira para aqueles clientes que queriam vestir seus filhos com o estilo da marca. A ação deu certo e com um ano de vida e Reserva Mini já comercializou mais de 60 mil peças e se prepara para ter a primeira loja exclusiva para os pequenos.
“Demos esse nome para a marca porque as roupas são exatamente a coleção da Reserva em um tamanho menor, exceto por algumas adaptações que fazemos em relação à anatomia e funcionalidade”, afirma Rony Meisler, sócio da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing. Entre as mudanças citadas pelo empresário estão o uso de materiais mais leves e de elásticos.
Assim nasceu a Reserva Mini. A grife masculina focada no público adulto criou uma pequena coleção de 50 peças “miniaturas” das roupas que vendiam como uma brincadeira para aqueles clientes que queriam vestir seus filhos com o estilo da marca. A ação deu certo e com um ano de vida e Reserva Mini já comercializou mais de 60 mil peças e se prepara para ter a primeira loja exclusiva para os pequenos.
“Demos esse nome para a marca porque as roupas são exatamente a coleção da Reserva em um tamanho menor, exceto por algumas adaptações que fazemos em relação à anatomia e funcionalidade”, afirma Rony Meisler, sócio da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing. Entre as mudanças citadas pelo empresário estão o uso de materiais mais leves e de elásticos.
Assim como a Reserva, a Via Mia também busca levar sapatos e acessórios parecidos para mães e filhas, através da Via Mia Mini, mas sem esquecer dos cuidados especiais com o corpo em formação. “As coleções adultas e infantis são criadas a partir das mesmas referências e têm a mesma cartela de cores, mas para as crianças o solado é diferente”, conta Daniela Sabbag, coordenadora da marca, ao site. A Via Mia Mini também não fabrica sapatos com nenhum tipo de salto.
Quem decide?
A Via Mia lançou ontem, dia 20, sua terceira coleção da marca Mini, que já representa 5% do faturamento da grife, vendendo cerca de 1.500 pares de sapatos por mês. A linha foi criada depois que Daniela teve filhos e notou a necessidade de produtos infantis com tendências de moda. Além disso, cresciam os pedidos de mães que queriam as mesmas peças para suas filhas. “Hoje percebo que são as mães que gostam mais de comprar as mesmas coisas que as crianças. Para as filhas é mais significativa a experiência de comprar no mesmo espaço que a mãe, decidindo juntas”, completa Daniela, garantindo que a personalidade das pequenas pesa na escolha.
A Via Mia lançou ontem, dia 20, sua terceira coleção da marca Mini, que já representa 5% do faturamento da grife, vendendo cerca de 1.500 pares de sapatos por mês. A linha foi criada depois que Daniela teve filhos e notou a necessidade de produtos infantis com tendências de moda. Além disso, cresciam os pedidos de mães que queriam as mesmas peças para suas filhas. “Hoje percebo que são as mães que gostam mais de comprar as mesmas coisas que as crianças. Para as filhas é mais significativa a experiência de comprar no mesmo espaço que a mãe, decidindo juntas”, completa Daniela, garantindo que a personalidade das pequenas pesa na escolha.
Já Marcello Bastos, sócio da Farm e de sua grife infantil, a Fábula, afirma que mesmo com peso forte, a decisão final ainda é dos pais. “As crianças até opinam, mas são as mães que decidem”, diz o empresário. Por isso, a Fábula foca seu programa de relacionamento nelas com o objetivo de fortalecer a marca não apenas como uma grife de roupas, mas também como uma instituição que se preocupa com a educação dos pequenos.
Com um conceito um pouco diferente das outras empresas, a Farm quis desvincular a marca infantil de sua linha comum. “Procuramos criar algo com o mesmo DNA da Farm, mas com conceitos e vida próprios, inclusive com um plano de negócios completamente distinto”, aponta Marcello.
Com um conceito um pouco diferente das outras empresas, a Farm quis desvincular a marca infantil de sua linha comum. “Procuramos criar algo com o mesmo DNA da Farm, mas com conceitos e vida próprios, inclusive com um plano de negócios completamente distinto”, aponta Marcello.
DNA no ponto-de-venda
Entre as características do DNA da Farm presentes na Fábula está, principalmente, a criação de peças tendo a estampa como ponto forte. Outra particularidade da Farm presente na sua segunda grife é a experiência no ponto-de-venda. No local, a empresa dispõe de elementos para a comunicação com as crianças que ilustram o conceito de uma fábula como nos livros, enfeitando o ambiente com puffs e animais de pelúcia.
Entre as características do DNA da Farm presentes na Fábula está, principalmente, a criação de peças tendo a estampa como ponto forte. Outra particularidade da Farm presente na sua segunda grife é a experiência no ponto-de-venda. No local, a empresa dispõe de elementos para a comunicação com as crianças que ilustram o conceito de uma fábula como nos livros, enfeitando o ambiente com puffs e animais de pelúcia.
Desenvolver um ponto-de-venda específico para que a identidade da marca infantil não interfira na grife em si, também é uma preocupação da Reserva Mini. Hoje, a marca para crianças só é encontrada em revendedoras multimarcas.
“Embora as duas grifes tenham o mesmo conceito, não quisemos tirar o foco do nosso público alvo, que são os homens jovens e adultos”, afirma Rony. Em outubro, a marca abrirá sua primeira unidade com o desafio de desenvolver um espaço que atraia os pais, mas que também seja uma experiência divertida para as crianças.
Para a casa
Embora a mercado de moda esteja movimentado com o segmento infantil, a exigência dos pais foi além da preocupação com as roupas e chegou à decoração dos quartos delas. Por isso, a Trousseau transformou o espaço tímido que tinha em suas lojas destinado às crianças na Trousseau Petit, que hoje representa 10% do faturamento total da empresa.
A marca vende em sua loja no Fashion Mall, no Rio de Janeiro, e em algumas áreas específicas em outros pontos-de-venda, roupas para crianças de até seis anos, sapatinhos, roupas de cama exclusivas para a segunda marca e também iguais às vendidas na marca mãe - para agradarem aos pais que ainda têm os berços dos filhos em seus quartos. A Petit tem ainda pijamas iguais para pais e filhos e roupas para grávidas. Até o fim do ano a rede abrirá ainda mais duas unidades.
Fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/9,15095,grifes-lancam-marcas-infantis-para-agradar-pais-e-filhos.htm
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