domingo, 14 de fevereiro de 2010

A beleza que só o genial McQueen via

A beleza que só McQueen via

Algumas belezas dos desfiles de Alexander McQueen se tornaram parte da memória que cultivamos das coleções. Teve o inverno 2001, no qual os cabelos eram cobertos por uma touca e a pele era esbranquiçada. Houve o verão 2003, em que as modelos apareciam de cabelos molhados e maquiagem escorrida. Ou, mais recentemente, as aliens criadas por uma equipe de efeitos especiais para o verão 2010.

O estilista era conhecido por sua exigência visual, e não deixava a maquiagem por menos: eram necessários pelo menos três testes antes da aprovação final (para a maioria das grifes, apenas um teste é feito antes do desfile)

Mesmo assim, beauty artists o adoravam porque ele não tinha medo de experimentar: desde seu começo nos anos 1990, o inglês mudava radicalmente as belezas a cada temporada.

McQueen apresentou leões, góticos de olhos vermelhos, indígenas, divas hitchcockianas, sósias da amiga Isabella Blow, bruxas, Cleópatras, loucas, afogadas, princesas e, no meio de tudo isso, nos proporcionou momentos que se tornaram parte da história da moda.

Hoje, o mundo da moda – e da beleza também – perdeu parte da sua graça.

A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
A beleza que só McQueen via
Fonte:http://ow.ly/16GLl

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